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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘lula’

Jerônimo comenta críticas do mercado financeiro a Lula: “Responsabilidade social não se opõe à responsabilidade fiscal

O governador eleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), usou as redes sociais, na manhã desta sexta-feira (18), para comentar a reação do mercado financeiro às recentes declarações do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. “Ao contrário do que estão tentando afirmar, responsabilidade social não se opõe à responsabilidade fiscal. Irresponsável é quem fica insistindo nesta tese. Todos sabemos qual o verdadeiro compromisso do presidente Lula: vencer a fome e reduzir a desigualdade social no Brasil”, escreveu o próximo governador do estado no Twitter.

Jerônimo lembrou que Lula governou o Brasil por oito anos e, em momento algum, criou desconfianças para nenhum setor do Brasil. “Agora, com mais experiência e maturidade, não há o que duvidar da palavra dele”, disse o petista nas redes sociais. Na opinião de Jerônimo, o presidente eleito vai priorizar fazer mais para os que mais precisam. “Essa é sua história e seu compromisso de vida, assim como o meu. Quem tem fome tem pressa! É com essa orientação que governaremos o Brasil e a Bahia”, acrescentou o petista baiano, que toma posse no dia 1º de janeiro.

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O discurso de Lula na COP 27

Com Lula, Brasil volta a ser protagonista no cenário mundial

Petistas baianos são nomeados para transição de Lula

Seis petistas baianos foram nomeados para compor a equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. Flávio Silva Gonçalves foi nomeado para a Comunicação Social, Célia Watanabe e Elisângela Araújo para o Desenvolvimento Agrário, Jonas Paulo Neves para o Desenvolvimento Regional, Paulo Gabriel Nacif para Educação e Deyvid Bacelar para Minas e Energia.

 

O diálogo entre o presidente do PT Bahia, Éden Valadares, e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que também faz parte do grupo de trabalho, pode avançar para incorporar novos nomes à equipe de transição de Lula ainda nesta semana.

 

Para o dirigente estadual do PT, os nomes dos petistas baianos escolhidos para compor a transição de Lula são mais do que gabaritos para exercer as respectivas funções. “São quadros muito competentes em suas respectivas áreas para ajudar o presidente Lula na importante tarefa de reconstruir o Brasil, e a Bahia pode ainda cooperar com outros nomes que já estão sendo articulados com a presidenta Gleisi”, destacou Éden.

Bahia contribuirá na elaboração das políticas educacionais do governo Lula

Danilo de Melo Souza

O secretário da Educação do Estado da Bahia, Danilo de Melo Souza, foi convidado a participar do Núcleo de Transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, na área da Educação, que está sendo liderado pelos ex-ministros Fernando Haddad e Henrique Paim. O grupo terá o papel de apresentar ao presidente as diretrizes e prioridades para todas as etapas da Educação Básica e do Ensino Superior, no Brasil.

O secretário Danilo disse que o seu papel, neste contexto, também será o de apresentar à equipe as políticas públicas exitosas implementadas pelo Governo da Bahia e que se tornaram referência nacional. Ele citou, como exemplo, as políticas de permanência estudantil, como o Bolsa Presença; a alimentação escolar; e a Educação em Tempo Integral, mas há ainda os programas Mais Estudo, Mais Futuro e o Educar para Trabalhar, que serão colocados para apreciação do grupo.

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“Essa nova cultura política é a principal contribuição imaterial que nosso grupo dá à Bahia e ao Brasil”, afirma Éden

O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, afirmou, em entrevista à TV Band Bahia, nesta terça-feira, 08, que a “nova cultura política”, com muito diálogo e sem autoritarismo, inaugurada na Bahia com a eleição de Jaques Wagner, em 2006, é motivo de orgulho para o Partido. “Apesar de 16 anos, há uma nova cultura política na Bahia. Aqui não tem chefe, não tem alguém que manda e todo mundo obedece. Essa era a política anterior, essa é a política que o ex-prefeito de Salvador queria reeditar na Bahia e foi derrotado nas urnas”, disse o presidente estadual, que destacou: “Essa nova cultura política é a principal contribuição imaterial que nosso grupo dá à Bahia e ao Brasil”.

O presidente do PT Bahia afirmou que a tradição do grupo de dialogar em condições de igualdade com os partidos aliados e tomar decisões coletivamente está sendo renovada com o governador eleito, Jerônimo Rodrigues. “Jerônimo é alguém que tem muita disposição para o diálogo, muita disposição para construção de consensos. Então, nós estamos muito orgulhosos de termos chegado até aqui com essa política e de estar consolidando esse novo jeito de fazer política na Bahia que passa, inclusive, pela relação que o poder executivo tem com a imprensa, com o judiciário, com o Ministério Público e com os adversários”.
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“É a Bahia que vai liderar a vitória da esperança neste país”, diz Lula

No último programa eleitoral desta campanha, apresentado nesta sexta-feira (28), os candidatos Lula e Jerônimo Rodrigues (PT) convocam a população baiana para votar no domingo (30). “Agora, mais do que nunca, eu conto com a fé e a coragem de vocês: É a Bahia que vai liderar a vitória da esperança neste país”, diz Lula. “Por isso, peço a você, pela Bahia e pelo Brasil, vote 13.”

No episódio, Jerônimo também agradece aos baianos pelo grande apoio encontrado pelas cidades de todo o Estado. “Obrigado, minha Bahia. Obrigado por encher nossas ruas de confiança e alegria. Obrigado às lideranças e aos partidos que se juntaram a nós nesta linda caminhada. Obrigado a cada um de vocês por abrir a porta de sua casa e do seu coração. Este laço é forte e vai nos manter unidos para sempre. Serei, com a força do seu voto, o governador de todas as baianas e baianos, porque este cargo não pertence a uma pessoa, pertence ao povo.”

O candidato de Lula na Bahia destaca que os bons exemplos deixados pelos governadores Jaques Wagner e Rui Costa o inspiram e o encorajam. “É assim que eu vou governar: com o apoio do nosso time e a responsabilidade de superar os bons exemplos que tive”, afirma. “E terei ao meu lado o melhor presidente deste país: Luiz Inácio Lula da Silva. Viemos do povo. Esta é a nossa origem, nossa marca de governo. Que Deus nos abençoe e ilumine os nossos caminhos na Bahia e no Brasil.”

Porque Lula vai ganhar

Wenceslau Junior

 

Não é nenhuma novidade que a eleição para presidente este ano seria polarizada entre Lula e Bolsonaro. A principal razão foi que as forças políticas que se apresentaram como alternativa à polarização não conseguiram viabilizar nenhum nome, embora tivessem tentado vários como Dórea, Eduardo Leite, Ciro, Sérgio Mouro, Tebet, entre outros menos expressivos.

Nesta pequena análise consideraremos dois aspectos: os dados estatísticos (números que emergiram das urnas, pesquisas de opinião) e os aspectos políticos mais relevantes, que ocorreram após o primeiro turno. Dos mais de 156 milhões de brasileiros aptos a votar no primeiro turno, 123.682.372 foram às urnas. No total, foram 118.229.719 votos válidos (95,59%), 3.487.874 de votos nulos (2,82%) e 1.964.779 votos em branco (1,59%).

O candidato Lula foi líder absoluto na Região Nordeste obtendo percentuais expressivos dos votos válidos: Piauí – 74,08%, Bahia – 69,49%, Maranhão – 68,14%, Ceará – 65,80%, Pernambuco – 65,16%, Paraíba – 64,20%, Sergipe – 63,82%, Rio Grande do Norte – 62,98% e Alagoas – 56,3%. Para se ter uma idéia da importância da força de Lula no Nordeste, especialmente na Bahia, a diferença entre os dois nos votos nacionais foi de 6.187.159 votos a favor de Lula. Somente na Bahia, a vantagem foi de 3.825.482 votos.

Outro dado que merece atenção é que nos três únicos estados (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais) com eleitorado maior que a Bahia, Bolsonaro vence no Rio de Janeiro e São Paulo e perde para Lula em Minas Gerais. Sendo que a vantagem, nem se compara aos índices do Nordeste. A comparação percentual dos votos válidos para cada um no primeiro turno foi em São Paulo, 47,7% para Bolsonaro e 40,89% para Lula, no Rio de Janeiro, Bolsonaro conseguiu 51,09% e Lula 40,68 e em Minas Gerais, Lula obteve 48,29% contra 43,6% de Bolsonaro. Lula também alcançou melhores desempenhos nos maiores estados do Norte, perdendo espaço no Centro-Oeste, que possui baixa densidade eleitoral e nos estados do Sul.

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“Não se compra e não se herda lugar de líder – e um líder não anda sozinho”, diz Jerônimo

O candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) conta um pouco de sua história na política e traça um paralelo entre sua vida e seus compromissos com a população no programa eleitoral desta segunda-feira (17). “Meu local de nascimento é Aiquara, Território Médio Rio de Contas, e esse interior eu vou carregar na minha história”, afirma. “Não fiquei no ar-condicionado; percorri a Bahia elaborando o programa de governo (tanto os dos dois mandatos de Rui Costa quanto o seu próprio), depois fui, por duas vezes, secretário de Estado, o que me possibilitou entender o que as pessoas precisam.”

De acordo com Jerônimo, essa é uma diferença fundamental para seu adversário no segundo turno da eleição baiana. “Não é apenas passear em um lugar e dizer que conhece, passear em um lugar e dizer que vai fazer alguma coisa”, argumenta. “Nós acreditamos que o Estado tem de assumir seu verdadeiro lugar, sua posição de atender às pessoas que mais precisam.”

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“Sempre trabalhei e vou continuar trabalhando ao lado de quem produz alimentos”, afirma Jerônimo

O programa eleitoral do candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) desta quinta-feira (13) convida o eleitor a uma conversa séria sobre dois temas que têm sido abordados de forma mentirosa pelo ex-prefeito de Salvador: agricultura e educação. O episódio mostra uma série de avanços que a Bahia teve, nos últimos anos, nas duas áreas e testemunhos das pessoas que vivem o dia-a-dia da agricultura e da escola pública estadual no Estado.

Na agricultura, o programa lembra as muitas realizações dos governos do PT na Bahia, como os investimentos de mais de R$ 4 bilhões na agricultura familiar, o fornecimento de água de qualidade a mais de 10 milhões de habitantes do Estado e a assistência técnica prestada a mais de 1,2 milhões de famílias que vivem do campo.

“Sou filho do campo, engenheiro agrônomo e sempre trabalhei e vou continuar trabalhando ao lado de quem tem a nobre profissão de produzir alimentos”, lembra Jerônimo. “A Bahia é uma potência da agricultura, estamos entre os maiores produtores de feijão, caprino, sisal, café, cacau e muitas outras culturas. Na agricultura familiar, nem se fala: 77% dos estabelecimentos rurais do nosso Estado são de pequenos produtores – que eu conheço de perto.”

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“A parceria entre governo federal e governo estadual é necessária; preciso que a Bahia eleja Jerônimo”, afirma Lula

 

A população de Salvador preparou um grande carnaval para receber o presidente Lula pelo circuito Barra-Ondina da folia soteropolitana. Ao todo, cerca de 200 mil pessoas acompanharam o time de Lula na Bahia, em uma festa política sem precedentes no Estado. Durante a tarde, mais de 100 mil pessoas já seguiam o cortejo. “Obrigado por fazer a maior passeata que a Bahia já viu”, agradeceu Lula. “Estou aqui para agradecer a cada mulher, a cada homem, a cada adolescente que, no dia 2 de outubro, teve a ousadia e a coragem de colocar o meu nome na urna eletrônica.”

O candidato à presidência aproveitou para reforçar os pedidos de voto também para o candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT), destacando a importância da parceria entre governos federal e estadual para que mais benefícios cheguem à população. “Eu preciso que vocês elejam Jerônimo o governador da Bahia”, pediu. “Quero repetir a parceria que eu fiz com o companheiro Jaques Wagner, quero repetir a parceria que o PT fez no primeiro mandato do Rui (Costa). A parceria entre governo federal, governo estadual e as prefeituras é necessária para que o povo seja beneficiado.”

Lula destacou que a aliança entre as esferas de poder foi quebrada pelo atual presidente, ao qual chamou de “genocida”. “Esse genocida que governa o Brasil, em vez de conversar com os governadores, resolveu brigar com todos. Esse cidadão nunca recebeu um prefeito. Esse cidadão vive fazendo desaforo, sem o menor respeito à sociedade brasileira. Ele não merece governar nada”, afirmou.

De acordo com Lula, o presidente Jair Bolsonaro “usa o nome de Deus em vão” ao tentar ganhar votos apelando para a religião. “Fui eu quem fez a lei, em 2003, da liberdade religiosa”, lembrou Lula. “E eu não tiro proveito de religião. Eu respeito todas. Cada um professa a religião que quer e Deus está olhando para todos em igualdade de condições.”

O candidato do PT afirma que decidiu voltar a concorrer à presidência por “ter uma causa”. “Eu não precisaria voltar para a política, mas acontece que eu tenho uma causa: não é normal em um país que já foi a sexta maior economia do mundo, em um país que é o terceiro maior produtor de alimentos do mundo, em um país que é o maior produtor de carne do mundo ter gente passando fome, gente comendo osso e gente comendo carcaça de frango”, afirmou. “Quero voltar a provar que, outra vez, um metalúrgico vai acabar com a fome no País. Que outra vez nós vamos colocar pessoas pobres, da periferia, na universidade, nos institutos federais, nas escolas técnicas.”

Emocionado, Lula lembrou, neste Dia das Crianças, da fome que se abate sobre a população brasileira e que vitimiza principalmente os menores. “Neste país, há 33 milhões de pessoas que não têm o que comer e eu fico me perguntando: quantas crianças, hoje, almoçaram? Quantas crianças tomaram café da manhã? Quantas crianças vão dormir sem poder tomar um copo de leite? Isso não é normal. Isso não é falta de dinheiro.”

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