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Artes & Artistas

Edson  Castro, a imersão da arte na natureza

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Natural de Corumbá, MS, Edson Castro, filho de pai Guarani e mãe Guato,  tem seu trabalho especificamente focado no abstracionismo, com influência da artista visual Wega Nery e o poeta Manoel de Barros,  seu amigo.

edson 4   Edson Castro começou sua carreira como autodidata com diversas técnicas, desenhos, pinturas, em aquarelas, óleo, acrílica e outros. Com um coração pantaneiro, Edson foi, além disso, sua imaginação beirava grandes águas. Em suas obras, Edson percorre uma dimensão por vereda que pode trazer surpresas a cada curva, cada linha, ambas apontam seus pontos diferenciados, com elementos profundos para a interação, com elementos críticos e o estético, seus olhos depuram a realidade e o rigor. Com cores homogêneas transmitem o caminho preciso.

Edson revela sua vivência pantaneira com cheiro de mato, o piar das aves, o rastejar das serpentes… sem esquecer de suas raízes, sai desse estado primitivo e vai para a “Cidade Luz” Paris, onde marca residência e desenvolve uma carreira de grandes realizações, com exposições fixas em renomadas galerias e exposições itinerantes.

edson 2O grande artista que decidiu mudar de ambiente para suas criações e pessoas diziam: que sua arte não iria ao além, que suas luzes não eram a gosto de europeus. Engano… suas obras obteve a honra de ser avaliada por Gerárd Xuriguerá, um dos mais respeitados críticos de artes europeus, que está preparando um livro sobre suas criações que chamou atenção dos amantes das artes, e colecionadores. Apresentou-se com uma performance no Carrousel do Louvre, ponto de partida para o mundo. Com todo esse resultado alcançado está ali o reconhecimento de seu trabalho e a visibilidade internacional.

Com sua carreira consagrada, Edson retorna à suas origens onde esbanja todo seu talento acumulado na terra européia para a sua brasilidade.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

 

Jerci Maccari, a arte que vem do campo

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Catarinense de Urussanga, SC, mas cresceu na cidade de Francisco Beltrão, PR. Jerci filho de agricultor trabalhou com a família nos afazeres no campo, como mostra suas obras.

Ainda com apenas 13 anos de idade foi estudar no seminário de Ibicaré, SC, mais tarde foi transferido para o seminário de Pirassununga, SP. Sempre que possível ao aconchego da família, onde até hoje faz suas criações artísticas rurais do convívio familiar.

jerci 3 Em 1970, vai para a casa religiosa de Valinhos, SP, onde vive até hoje. Sua vocação religiosa fica para trás , mas algo sempre o acompanha, faz parte da “ Orquestra Filarmônica de Valinhos”, fez sua estreia como presidente e Diretor artístico também compõe o naipe dos violinos, que é o instrumento que domina.

Ainda da aula, como professor de música e pintura. Administra diversas oficinas de pintura em entidades assistenciais e escolas para crianças carentes e especiais.

A pintura o leva enveredar-se pela arte moderna. Hoje, depois de muito estudo aderiu a influencia cubista seus temas da pintura são dados pelo elemento figurativo e pela estilização das paisagens.

Jerci Maccari tem como temática o homem do campo, sempre que vemos suas telas suas cores muito vivas, bem definidas e perspectivas homogêneas seus personagens bens distribuídos e sua marca de personagem sem definição facial. Registra o ambiente sócio-cultural do meio rural e suas consequências com simplicidade do lavrador como simbologia de vida.

jerci 4Jerci Maccari participou de várias exposições individuais, coletivas nacionais e internacionais, com especialistas, que publicam artigos sobre seus trabalhos.

Jerci também irá participar dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida na grande festa que acontecerá em outubro deste ano.

A iniciativa da TV Vanguarda de S.José dos Campos, é a idealizadora, organizadora e produtora com “Olhar de N.S Aparecida”. Jerci Maccari apresenta sua técnica e seu estilo. A obra será doada ao santuário de Nossa Senhora Aparecida.

Jerci é um grande mestre na música e artes visuais para Valinhos, SP.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

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Ilton Silva, a vida simples transformada em arte

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Juraci Masiero Pozzobon

O artista plástico, Ilton Silva, é autodidata, nasceu em 1943, entalhador, escultor, desenhista e pintor. Ilton já pintou todos os temas regionais desde paisagens a rostos humanos impregnados de conotações sociais.

Ilton SilvaIlton Silva nasceu em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul,  filho de Conceição dos Bugres, foi consagrada escultora primitivista, criadora dos brugrinhos em madeira, referência cultural do estado. Os temas de Ilton refletem a vida humilde da infância, vida essa que teve contata com a natureza, peixes, animais silvestres, cavalos e om gente humilde que lhe permitiu construir simbolicamente onde o real e o imaginário se cruzam para comunicar o inconsciente. Seus trabalhos oscilam com o claro/escuro, o místico/real e o metafísico/terrestre. Mesmo tende passado por diversas fases, suas pinturas feitas em suas cores e mitos são marcas registradas em seus trabalhos.com personagens chapados.

Ilton Silva explora de maneira versátil e criativo em suas pinturas, usa qualquer material desde o pincel, espátula até trapos de algodão Ilton é num vai e vem entre um ateliê que possui em Itapuá, SC à Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Um artista renomado onde estão distribuído renomado onde estão distribuído seus trabalhos com colecionadores, galerias e museus, participa de exposições no exterior e no Brasil.

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O artista fez parte da associação Mato-Grossense de Artes (AMA) em 1967, onde foi a sua primeira exposição, o publico pode visitar seu acervo no Museu de Arte contemporânea em Campo Grande, MS. Ilton aos 75 anos ainda é apaixonado pelo que faz, ”pintar, pintar e pintar”.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE

e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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Helena Vasconcelos  e as manifestações populares

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Helena Vasconcelos é uma pesquisadora em artes plásticas. Ela é natural de Uberaba, MG. Hoje Helena reside em Goiânia onde faz parte de comando de exposições individuais e grupos, organiza e participa de Bienais.

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Helena apresenta seus trabalhos em acrílico sobre tela, apresentando diversas manifestações populares da região em passa, como Folia de Reis, a cavalhadas, congadas, procissões religiosas assim como todas as festas regionais.

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Helena expressa um mundo de cores vibrantes da maneira de sua imaginação, todos os espaços são tomados de cores e personagens diversos. Helena como historiadora que contempla os detalhes para uma criação duma tela para que o telespectador se sinta à vontade para interagir nas belas histórias. A historia de Goiás já transformou Helena com estilo Goiana, abraçou com muitos carinho a terra da poesia Cora Coralina.

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Helena fragmenta uma poesia naqueles que cria. Sua solução é juntar retalhos e ligar à cultura popular desde o rural ao urbano, de calça remendada ao vestido de chita, a força essa da harmoniosa poética que Helena constrói.

 

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Juraci Masiero Pozzobon

Clóvis Péscio, arte ao ar livre

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Na cidade de Santo Antônio da Posse, SP, nasceu Clóvis Péscio. Com formação em artes a mais de 50 anos, estudou na faculdade de Belas Artes de SP, tem orgulho de seus mestres foi adepto de participações de salões e amostras. Faz publicações numa revista como “Dicas do mestre”.

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Clóvis Péscio presenteia para o apreciador, suas pinturas com uma leitura ruralista, montanhas, rios onde famílias simples vivem uma vida requintada de pureza. Ele marca com esmero os temas que por ele faz questão de pintá-los ao ar livre como dizem  os franceses “Plein air” assim faziam os impressionistas. Clóvis doa a sua jornada visual que se caracteriza a valorização das paisagens interioranas. Imagens essas com carros de bois, charretes com cavalos que atravessam pontes e rios, velhinhos com sua simplicidade na ativa contando as horas para tragar seus charutos de palha.

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Clóvis Péscio demonstra em seu trabalho nítido e essencial um visual com luzes do dia, do sol, sombras visíveis das nuvens, do verde claro, escuro das plantas, de caminhar do caboclo e do fundo das casas, as águas dos rios parecem fazer balançar correnteza e a frescor das sombras parecem refrescar a alma. É o simples que dá o refinamento da vida no interior.

Cada obra de Clóvis é uma demanda, um novo recomeço, tudo por onde passa é registrado com paixão, um olhar biônico para o real e harmonia com o mundo da imaginação.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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Juraci Masiero Pozzobon

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Arte Sacra da Amazônia para o mundo

 

Mari Bueno regressou com seus pais em 1971 de Marechal Cândito Rondon para Sinop, Mato Grosso que reside até hoje. Ela é artista plástica muralista na arte contemporânea. Especialista em Arte Sacra e espaço litúrgico celebrativo pelo Instituto de Teologia de Santa Catarina. Na Europa fez cursos de desenho, pintura, mosaicos e iconografia. Nas pinturas usa técnica “Alla Prima”.

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Mari Bueno buscou em suas criações as características da região amazônica com a temática indígena, entre eles a fauna e a flora. Com técnicas variadas busca o cotidiano rural e urbano, mas se especializou em Arte Sacra que é seu forte. Hoje está executando pinturas murais, mosaicos e muitos adereços. Seus trabalhos se encontram em varias igrejas de todo o Brasil e leva a reciprocidade entre o cristianismo de países onde a fé Cristã é praticada. Assim suas obras cruzaram os oceanos até a Europa.

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Artes & Artistas

Adir Sodré e a pureza das cores

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Adir Sodré, de Rondonópolis – Mato Grosso de 1977, desenhista e pintor. Ele frequentou o atelier Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso, teve como orientador o amigo Humberto Espíntola e Dalva e mais tarde se integra com outros colegas artistas, procurando sempre renovar a arte mato-grossense. Sodré expôs internacional, no Brasil e regional. Ele é irreverente em seus trabalhos um admirador pelo pintor francês Henri Matisse.

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Sodré usa cores puras ultracolorido com elementos decorativos. Nela demonstra o erotismo dos quais são extremamente presentes.

Suas obras são secretamente consumistas, uma pintura de prazer safado para não deixar ninguém confortamente de boas atitudes.

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Seu maior tema para obras são as flores. Uma descrição harmônica e linda para se observar. Seus elementos são extremamente interagidos na vida cotidiana, Sodré é diferente faz o que vê, faz o que sente, sua criação é atípica e invulgar.

Na arte contemporânea, Sodré ao retratar seus quadros sofreu repressão durante muitos anos por religiosos católicos, devido as imagens explicitas em romances e telas.

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Sodré demonstra pinceladas fortes cores vivas para destacar os personagens, na época de forte tabu.

Alguns críticos aparece dizendo que é um contexto mais literário e ao mesmo tempo simbólico.

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Não é o personagem que é erótico e sim a maneira que o expõe, ter a habilidade de entender os sentimentos que uma obra trás.

Sodré é um grande colorista, um monstruoso artista.

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 Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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Juraci Masiero Pozzobon

Toninho de Souza e o  “Melantucanarismo”

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O artista Antônio Alves de Souza saiu de Riachão das Neves, Bahia, radicado em Sobradinho, Distrito Federal. Conhecido como Toninho de Souza, um artista autodidata. Sua primeira exposição foi em 1969, em Sobradinho.

Em 2000 recebeu a Comenda Cultural do DF pela Secretaria de Cultura e também recebe no auditório no setor gráfico em Brasília numa cerimônia Honrosa Medalha Victor Brescheret, da Abrasci, da Arte Contemporânea Brasileira. O artista apresentou suas amostras coletivas e individuais em diversos lugares no Brasil e no Exterior. Toninho tem livros publicados com suas obras por grandes editoras.

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Toninho criou a linguagem “Melantucanarismo” abstraindo elementos compostos por melancia, tucanos e araras, com pinceladas em forma de bumerangue. Assim virou pincelada em forma de buramengue de várias obras.  A melancia é muito conhecida numa pedra esculpida, em homenagem a sua esposa que na época estava grávida e com carinho e pelo desejo esculpiu e pintou a melancia. Toninho um mestre multimídia, além de telas, trabalha com escultura e vídeos.

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Toninho de Souza um artista que vai onde o povo está sua arte é vista nos pontos de ônibus e nos muros para levar um pouco mais de crescimento cultural para quem passa por perto ou fica hora à espera da condução e no olhar interage com a cultura/arte da sua própria cidade. A arte de Toninho propõe que as pessoas imaginem possíveis sequências de suas histórias, isso não quer dizer que seja a mesma interpretação do artista, esse é o objetivo, um conto na íntegra para o seu livro mental.

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Toninho de Souza leva sua arte com muito zelo para a cidade de sobradinho – DF, que o acolheu com carinho.

A criança olha para o colorido e expressa seus sentimentos, desejos e emoções. Através do olhar vem a brincadeira de “Desenhar significa fazer”!

“Pichar a arte é apagar a cultura, pichar a cultura é desrespeitar o povo”!

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Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzbon

        Samba, sol praia e mar mar. 2017. Óleo e silicone sobre tela 250x150 cm

Samba, sol praia e mar mar. 2017. Óleo e silicone sobre tela 250×150 cm

 

Gustavo Rincón Moreno, artisticamente MORENU, iniciou a sua atividade artística como autodidata. Em 2013 iniciou o curso de licenciatura em artes visuais na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, onde cursou cinco semestres, transferindo-se posteriormente  para o curso de bacharelado  em Artes Visuais na UNB – Universidade de Brasília, fez residência na “Dacia Gallery em New York em 2014. No ano de 2004 obteve o primeiro lugar em pintura na “Primeira Olimpíada Nacional de Talentos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica” com a obra, “Mentiras Vespertinas”

Atualmente Morenu um artista multimídia, transitando entre a pintura, desenhos, escultura, instalações, fotografias e vídeos. Participando de exposições nacionais e internacionais. Na pintura, utiliza principalmente óleo e acrílico, por vezes misturados a materiais não convencionais como arame, pregos, parafusos, silicone, etc.

As composições do artista refletem críticas às problemáticas sociais e políticas da nossa sociedade, como nas obras “E vi será do Brasil” de 2015, na qual o artista expõe as vísceras da política brasileira, entremeando dinheiro picado, moedas e inserções de manchetes de jornais. Esta obra foi exposta na mostra anual da Associação Candanga de Artistas Visuais em 2016 na Câmara Legislativa do Distrito Federal, onde causou grande impacto.

E Vi Será do Brasil. 2015-2016. 80x100 cm  Poliuretano, óleo, moedas, dinheiro picado e recortes de jornal.

E Vi Será do Brasil. 2015-2016. 80×100 cm
Poliuretano, óleo, moedas, dinheiro picado e recortes de jornal.

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100x100 cm

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100×100 cm

 

Na poética mais recente “Feridas Urbanas”, representações de fragmentos de pele humana com diversas feridas (arma de fogo, facadas, traumatismo contundentes), ora isoladas, ora inseridas em fundos abstratos estilisticamente expressionistas, chamam atenção do público para o sofrimento da sociedade brasileira, gerado por violência doméstica, estupros, balas perdidas, latrocínios, assaltos e homofobia. Morenu pretende sensibilizar a sociedade, resgatando a memória das vítimas, para não se tornarem mais uma simples estatística. As Feridas Urbanas após tratamento podem sanar, porém a ferida psicológica deixada na vitima e na sociedade custará a sarar.

         Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100x100 cm

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100×100 cm

“History transpõe à sua arte, uma força de vida”.

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Juraci Masiero Pozzobon, Artista plástica e mecenas, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Willi de Carvalho, arte gigantesca em miniaturas

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

willy 4Willi de Carvalho nasceu em Montes Claros em 1963. Ele é um grande incentivador da arte Naif brasileira. Uma pessoa humilde, mas muito sábia, leva consigo imagens guardadas na memória por onde passava. Hoje trabalha com pequenas esculturas mostrando as passagens da vida urbana e rural, onde se passa a realidade e sua fantasia.

Willi é autodidata, começou criar desde cedo no campo do desenho e usou a técnica com nanquim. No fundo de sua casa começou se encantar com o mundo da escultura, criando miniaturas como brinquedos e foi virando sério.willy 3

Willi tem sua religião própria, mas não deixa de criar outras crenças alguns populares, envolvendo santos e festas católicas. O mais bonito que Willi teve foi o incentivo da sua própria mãe. Ele sempre se dedicou ao estudo da arte, envolvendo desde revistas e livros, ai veio o estimulo e a inspiração criativa.

O artista se baseia até hoje também nos livros de Guimarães Rosa e suas sina, isso nada mal.

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Como um artista de sucesso tem feito exposições individuais e coletivas, onde tem obras no exterior e com colecionadores. Nos trabalhos usa tintas acrílica, óleo, aquarela, sendo um artista versátil, sempre incentivado começou a trabalhar com algo mais elaborado, desenvolvendo cenários e paisagens, estandarte que faz até hoje. Willi é procurado por um circuito de galerias, colecionadores eventos e concursos já recebeu vários concursos.

Com esse referencial de arte tornou seu carro chefe, sua marca registrada no mercado de arte. Suas criações são montadas com elementos invariáveis (haja criação nisso) tudo o que o espectador imaginar. Ele que confecciona os personagens com biscuit.

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Willi de Carvalho é hoje um dos mais minuciosos e sofisticados miniaturistas do Brasil. Ele vive desse oficio, até por encomenda.

Willi está sempre presente, mas exposições, ele é indispensáveis nos convites.

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“ Para que de rótulo ele é um brasileiro artista para nós popular, emocionalmente ele expressa para o observador algo diferente”.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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Alice Masiero, arte naif em permanente construção

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Alice Masiero é uma artista descolada da arte Naif, pois suas obras estão em exposição a jato, nacional e internacional.

j 2   Alice nasceu em 1963, sua descendência italiana trás da infância a fascinação e a alegria das cores. É no cotidiano que Alice Masiero vê e cria de maneira peculiar. Usa vários materiais para dar forma nos seus trabalhos. Usa papel machê, mosaico etc… Em seu espaço é atraído pelo seu acervo particular, suas telas surgem sempre de maneira criativa colocando fragmentos do que vê de seu redor daquele momento ou de seu pensamento, um trabalho pictórico de visão lírica, sua poética é especial dela.

Alice usa seu trabalho de forma educada. A arte Naif tem suas características desajeitadas, sem perspectivas, usa todo o espaço da tela branca com elementos bem coloridos sem muita vista de nuances onde o observador interage com o que vê e sente sua vida no passado.

IARA - A VENDA

Alice busca soluções e demonstra a religiosidade bem significativa naquilo que ela sente com traços minuciosos no pontilhismo. Com isso Alice tem sua marca registrada. Ela tem um equilíbrio de personagens e de cores. Retrata a vida no campo na cidade, festas populares, festas religiosas. A técnica Naif é um jardim em permanente construção.

 

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 Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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Juraci Masiero Pozzobon

A  imaginação das máquinas de Godá

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Rodrigo Godá, nascido em Goiânia, leva guardada sua adolescência, suas lembranças do artesanato brasileiro, desde a arte indígena, as festas populares, folia de reis, as cavalgadas e também não sai de sua mente os tecidos coloridos pela sua mãe.

Em toda essa passagem mora com ele todos seus trabalhos, no hábito observador por onde passar vê máquinas engenhosas, plantas e animais… “Requer que seja visto em conjunto, tudo ali reunido. A natureza, a vida urbana, todos com seus dilemas, suas angústias e vem também a esperança que permeia meu trabalho”. Também “posso dizer que labuto em cima dessa busca de identidade desde os primeiros experimentos gráficos, o que permite meu processo criativo”. Rodrigo Godá.

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Rodrigo Godá é um artista dedicado a arte, com vasta imaginação do lúdico da sua maneira de brincar configurando o mundo da arte, e com o lírico com a poesia é o modo de falar mais comum, que são duas coisas: a arte que ensina e a obra feita com arte onde deixa o apreciador entrar na sua vida cotidiana.

Também o desenho um pouco despojado na sua pratica artística de liberdade.

Godá tem trabalhos diversificados, como pintura, desenhos feitos com uso de canetas de tinta preta sobre tela os desenhos de maneira chapada. Seus traços ora fina, ora espessa, que a espessura e o espaço irão dar o sombreamento no colorido ou na cor preta, ele faz seus trabalhos de uma maneira peculiar.

O artista quer na verdade, é trazer o domínio do invisível, com a intervenção de uma máquina maluca que prova a imaginação da arte contemporânea, onde o homem enfrentou a industrialização que está incomodando o mundo.

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A ironia aparece nos desenhos de Godá, que demonstra insatisfação, como exemplo “A máquina que produz floresta”. “A máquina que produz nuvens coloridas”, a que produz árvore, entendendo que ele busca um sentido de recuperar com esses aparelhos mundanos inundados por natureza.

“Diz Rodrigo Godá” “ Na composição das cenas, todo esse conjunto, fica semelhante as rendas e bordados”. Também diz, “A pintura dá uma possibilidade maior de vibração das cores, mais gosto do desenho, pois tenho maior domínio sobre o trabalho”.

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 Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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