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Artes & Artistas

A natureza viva de Tânia Pardo

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Tânia Pardo nasceu em Arco Iris, São Paulo. A artista é bacharel em letras pela Universidade de Marília, hoje com uma carreira traçada no Brasil e no exterior.

Tânia conta que no início da carreira artista, criava especialmente como hobby para a família, era assim mesmo que gostaria para a vida…

Até que um dia despertou num estalar de dedo e foi fazer um curso, na época em Bauru/SP (onde residia) visitando exposições observava as técnicas e admirava a forma rebuscada, despojado, assim Tânia buscou a técnica certa quando foi numa exposição da artista Ludmila Machado e realizou seu sonho criando algo dela, ela mesma descobriu seu potencial.

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Mudou-se para Cuiabá/MT por quatro anos. Lá também trabalhou com artesanato, mas que não era muito sua praia, porém queria fazer algo e transmitir o que sabia para as crianças. Com seu talento aflorado foi para Sinop lá permanecendo por 10 anos. Estudou, pesquisou e trabalhou, quando marca residência até hoje em Rondonópolis/MT (tudo novo, tudo desconhecido) sentiu-se presa, ela resolveu colocar a mão na massa…

A partir dali então, tudo mudou tudo livre, tudo fluiu, com nova identidade na arte com estilo próprio e se viu solta na natureza e na flora, sua fonte de inspiração onde estava presa e não sabia, disse: ali brotou meus dedos.

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Tânia usa as mãos, como instrumento de pintura e com o auxilio de pincel borracha para dar a luz arrebatando a tinta, assim consegue atingir efeitos visuais incríveis em seus trabalhos.

Com as mãos esparrama as tintas acrílicas, criando efeitos naturais, resalta que: “É fantástica a sensação. Tenho que ser perspicaz é rápida, pois executo com essa tinta que seca muito rápido”.

Como todo artista tem seus sonhos o dela era também era pintar uma performance…em tempo hábil, sem saber o certo, simplesmente interagindo com o personagem ou musical.

Sua primeira performance foi na exposição da riqueza mato grossense com seus três biomas, o cerrado, a Floresta Amazônica e o Pantanal.

Com essa técnica Tânia expôs em diversas cidades do mundo, como Roma, Paris, Dubai e Londres, uma premiação com medalha de bronze. Diz ela que: “O mais importante dessa experiência é o intercâmbio cultural, com a oportunidade de levar as belezas do Mato Grosso, para pessoas de outros países”. Destaca ainda que seu trabalho tem um forte apelo para a preservação ambiental. As nuances dos Ipês que trás a poesia interior do artista.

Foi com os Ipês amarelo e rosa que Tânia expôs na Amostra Internacional de Arte em Rotterdam, Holanda.

Tânia Pardo, uma artista com um caminho vazio em sua frente e de repente se depara com uma floresta cheia de percalços e emoções com tudo brotando do nada, com suas tintas coloridas, suas pontas de dedo e um único pincel de borracha para a subtração de efeitos.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes e Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

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Arte Sacra da Amazônia para o mundo

 

Mari Bueno regressou com seus pais em 1971 de Marechal Cândito Rondon para Sinop, Mato Grosso que reside até hoje. Ela é artista plástica muralista na arte contemporânea. Especialista em Arte Sacra e espaço litúrgico celebrativo pelo Instituto de Teologia de Santa Catarina. Na Europa fez cursos de desenho, pintura, mosaicos e iconografia. Nas pinturas usa técnica “Alla Prima”.

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Mari Bueno buscou em suas criações as características da região amazônica com a temática indígena, entre eles a fauna e a flora. Com técnicas variadas busca o cotidiano rural e urbano, mas se especializou em Arte Sacra que é seu forte. Hoje está executando pinturas murais, mosaicos e muitos adereços. Seus trabalhos se encontram em varias igrejas de todo o Brasil e leva a reciprocidade entre o cristianismo de países onde a fé Cristã é praticada. Assim suas obras cruzaram os oceanos até a Europa.

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Artes & Artistas

 

Marcelo Schimaneski, exemplo de superação

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Marcelo Schimaneski natural de Ponta Grossa, Paraná. Nasceu e cresceu e não sabia que já era um artista, o mesmo trabalhava numa empresa de ônibus para seu sustento um funcionário normal. Enquanto isso fazia desenho artístico no Senac com isso lhe deu experiência a um trabalho como serigrafista em Curitiba. Desempregado novamente volta a Ponta Grossa e fez algumas viagens de assistência para maquinas de cerrarias em outros estados, junto com um vizinho, nesse tempo fez amizade e teve conhecimentos de vida. Ao retornar numa viagem teve a contratação da empresa. Feliz com o trabalho e com o salário quando de repente aos 22 anos teve uma mudança brusca em sua vida, quando de repente Marcelo sofre um acidente, é internado no hospital sem saber da gravidade e foi informado sobre uma lesão grave na cervical. Marcelo manteve-se calmo e fez um tratamento e recuperou alguns movimentos. Hoje é impossibilitado de locomover-se com as pernas, mas com as mãos Deus lhe deu a habilidade do desenho e da pintura.

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Com estimulo de pessoas próximas começou a fazer uso de tinta acrílica sobre tela.

Encontramos trabalhos lindos, sem constrangimentos de vários artistas sem instrução acadêmicos na área artística. Marcelo tem um trabalho espontâneo, de sua própria convivência ou mesmo de lugares por onde passa, retratando a vida com liberdade deixando a vida cabocla e interiorana natural criando com autenticidade e destreza.

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Para o espectador, Marcelo apresenta um colorido que evidencia a interação de leitura, mesmo sem nenhuma palavra.

As vilas, comunidades com as casas feitas de madeiras como era de costume nos sítios uns ajudando o outro, o andar das corroças-bois, as araucárias arvore nativa do seu estado.

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Cada dia uma conquista expôs em muitos lugares individuais e coletivas, com um talento impar conquistou seleções em Bienais.

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Marcelo sabe que nada foi por a caso suas vitorias, exigiu muito desempenho e determinação.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Edson  Castro, a imersão da arte na natureza

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Natural de Corumbá, MS, Edson Castro, filho de pai Guarani e mãe Guato,  tem seu trabalho especificamente focado no abstracionismo, com influência da artista visual Wega Nery e o poeta Manoel de Barros,  seu amigo.

edson 4   Edson Castro começou sua carreira como autodidata com diversas técnicas, desenhos, pinturas, em aquarelas, óleo, acrílica e outros. Com um coração pantaneiro, Edson foi, além disso, sua imaginação beirava grandes águas. Em suas obras, Edson percorre uma dimensão por vereda que pode trazer surpresas a cada curva, cada linha, ambas apontam seus pontos diferenciados, com elementos profundos para a interação, com elementos críticos e o estético, seus olhos depuram a realidade e o rigor. Com cores homogêneas transmitem o caminho preciso.

Edson revela sua vivência pantaneira com cheiro de mato, o piar das aves, o rastejar das serpentes… sem esquecer de suas raízes, sai desse estado primitivo e vai para a “Cidade Luz” Paris, onde marca residência e desenvolve uma carreira de grandes realizações, com exposições fixas em renomadas galerias e exposições itinerantes.

edson 2O grande artista que decidiu mudar de ambiente para suas criações e pessoas diziam: que sua arte não iria ao além, que suas luzes não eram a gosto de europeus. Engano… suas obras obteve a honra de ser avaliada por Gerárd Xuriguerá, um dos mais respeitados críticos de artes europeus, que está preparando um livro sobre suas criações que chamou atenção dos amantes das artes, e colecionadores. Apresentou-se com uma performance no Carrousel do Louvre, ponto de partida para o mundo. Com todo esse resultado alcançado está ali o reconhecimento de seu trabalho e a visibilidade internacional.

Com sua carreira consagrada, Edson retorna à suas origens onde esbanja todo seu talento acumulado na terra européia para a sua brasilidade.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Alice Masiero, arte naif em permanente construção

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Alice Masiero é uma artista descolada da arte Naif, pois suas obras estão em exposição a jato, nacional e internacional.

j 2   Alice nasceu em 1963, sua descendência italiana trás da infância a fascinação e a alegria das cores. É no cotidiano que Alice Masiero vê e cria de maneira peculiar. Usa vários materiais para dar forma nos seus trabalhos. Usa papel machê, mosaico etc… Em seu espaço é atraído pelo seu acervo particular, suas telas surgem sempre de maneira criativa colocando fragmentos do que vê de seu redor daquele momento ou de seu pensamento, um trabalho pictórico de visão lírica, sua poética é especial dela.

Alice usa seu trabalho de forma educada. A arte Naif tem suas características desajeitadas, sem perspectivas, usa todo o espaço da tela branca com elementos bem coloridos sem muita vista de nuances onde o observador interage com o que vê e sente sua vida no passado.

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Alice busca soluções e demonstra a religiosidade bem significativa naquilo que ela sente com traços minuciosos no pontilhismo. Com isso Alice tem sua marca registrada. Ela tem um equilíbrio de personagens e de cores. Retrata a vida no campo na cidade, festas populares, festas religiosas. A técnica Naif é um jardim em permanente construção.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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Juraci Masiero Pozzobon


O que é a caça

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Do ponto de vista ontológico, latu sensu, caça é o conjunto de procedimentos para obtenção de proteína animal. Strictu sensu, a caça é o conjunto de processos de captura de animais, geralmente através da sua morte.

Na prática,  a caça é a perseguição e captura de animais. A finalidade da caça pode determinar qualificativos da atividade, como caça de subsistência, caça profissional, caça Amadora, caça esportiva… Etc.

Em todas elas dois fatores são fundamentais: o prazer da caça,  e a necessidade da caça.

caca 1Vista do ponto de vista do latu sensu, a caça inclui a pecuária como uma forma de caça ultra-artificializada, em que o local de caça e resume ao espaço da criação do gado, a perseguição à condição do gado ao matadouro, e o abate aos processos modernos de abate nos frigoríficos especializados. Do ponto de vista ético, fica fácil atacar a caça strictu sensu, em especial quando nos deixamos enredar na argumentação ambientalóide dos anti-caça, e da sua argumentação antropomorfizadora dos animais.

Essa falácia fácil de entrar os frágeis de raciocínio é facilmente rebatida se atentarmos à Ecologia Humana, onívora, e cuja evolução está intimamente ligada à caça como processo evolutivo da espécie, como se pode confirmar em inúmera literatura científica da Antropologia, nomeadamente no livro “OS SÍMIOS CAÇADORES” de Craig B. Lawrence. 

Não são os animais que se parecem com os humanos… São os Humanos que se parecem com os animais,  já que dotados, como estes, de inteligência reptiliana têm toda a panóplia básica de comportamento animal estudado na ETOLOGIA.

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 Rimaro e a simplicidade da vida no campo

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Maria das Dores Vidal seu nome artístico Rimaro, Mineira de Cajuri/MG, iniciou sua carreira no inicio de sua adolescência. Há anos ficou residência em Cuiabá/MT, onde construiu sua carreira já tem o “Titulo de Cidadã Mato Grossense”.

Rimaro artista Naif autodidata, suas criações são trabalhadas com tinta acrílica/tela, sem formação acadêmica, porém recebeu orientação do mestre Nilson Pimenta.

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Hoje Rimaro mostra seus trabalhos ingênuo com o cotidiano simples do povo rural, suas pescarias, colheitas, carro de bois, as festas juninas e suas crenças religiosas.

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A artista participou de varia exposições e Bienais, coletivas e individuais. Tem recebido medalhas de prata, ouro e Menção Honrosa nacional e internacional de Artes Plásticas, participou de Congadas em Socorro, SP.

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Ilustrou os livros de contos e lendas de Mato Grosso, de Maria Antônia – Ambientando Diamantino e o Perfumista.

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Rimaro tem em suas recordações de cores vibrantes e fundamenta uma estética em seus traços e com personagens de forma harmoniosa. Há ingenuidade pura na vivencia que a cerca, onde faz o público interagir nas fantasias visual e mental.

Rimari escolhe o caminho a seguir depois de tantas datas…. mostrando sua sensibilidade e delicadeza.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Juraci Masiero Pozzobon

                         Humana Natureza

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Entrando no mundo da arte! Celita Schneider, fotógrafa, nasceu em 20 de dezembro de 1986, natural de Chopinzinho, Paraná. Seu pai Selito Schneider e sua mãe Rosa Mary Dalzotto Schneider, e sua também irmã Talita Schneider, são grandes incentivadores dessa carreira por ela escolhida! A família trabalha com uma lavanderia há 19 anos. Desde o início Celita vem à frente do negócio, também fazendo o que gosta na fotografia e arte, iniciou sua carreira de fotógrafa em 2008. Viajou para os Estados Unidos para um aperfeiçoamento, aí veio  a grande inspiração.  O foco de seu trabalho sempre foi às pessoas, fotografando books para debutantes e gestantes e newborn…

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Em 2014 esteve em Uganda, na África Abantu (Humara) onde toda a venda de suas  obras serão revertidas para missões que ocorrem nesse país.

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Neste ano de 2017 que Celita inicia sua     carreira artística em fotografia, focada para a natureza do Mato Grosso.  No seu trabalho pretende interagir     o homem natureza para refletir sobre a importância do futuro da mãe terra. Diz Celita, que esse não é um julgamento e sim uma reflexão para o mundo. Com base de sentimentos que ela apresenta essa criação artística, com     expressão de gratidão e carinho para com a natureza!

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Humana Natureza é inspirada no poema “Assim Será” da poetiza Marli Walker para o mundo.

Celita está focada em divulgar a cultura/arte, valorizando a natureza do homem.

“Assim será… Já está sendo… Assim será o futuro”.

Artes & Artistas

O mundo colorido de Con Silva

Conceição Ap. Silva-São Francisco de Assis

Juraci Masiero Pozzobon

       Artista de Campo Belo, MG. Nascida em 7 de outubro, hoje residindo em Batatais, SP,  Con Silvia ou Conceição, autodidata buscou para seu caminho também um mundo mais colorido. Está no sangue a vida artística e não podia deixar escapar, mas foi buscar algo sublime para acalentar seus sentimentos, seus sonhos, para surpreender a vida num pipocar. Ela arrancou dentro de si o talento que estava enclausurado. Aqui ela demonstra sua qualidade no amor do que faz. Con teve grande incentivo de familiares. Assim sua sensibilidade aflorou em sua mente adormecida, encontrou uma colher de madeira de grande sentimento, pintando sem deixar rastros brancos.

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A artista é veemente levada a elementos culturais diversos, como festas populares voltadas a cultura afro-brasileira. Con Silva tem a formação católica, pinta santos, procissões e é apaixonada pela historia de São Francisco e Santa Clara, os mesmos despontam em suas criações. Por respeito ao pai sambista respeita e pinta os orixás, fascinada retrata a cultura popular brasileira.

Seus personagens são destacados próximos, conforme a proporção de primeiro plano, como se vê em seus trabalhos, homens ou animais. As vestimentas parecem reais conforme o ambiente. As paisagens em si, apresentam um equilíbrio entre plantas e personagens  com um colorido harmonioso.

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Muito interessante que Con nos faz interagir pela alegria simples de vida que convive entra as pessoas.

Con Silva foi preciso tocar, num pincel com tintas para sentir a força de colocar em prática o que a luz divina tinha para lhe oferecer, onde e pode mensurar a sua grandiosidade, firmando nos dias belos, de amor à vida.

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Con participa de exposições nacionais e internacionais, onde também seus trabalhos cruzam mares. Apresentado composições espontâneas, equilibradas do amor para o belo.

“A arte simboliza o novo, o prazer à simplicidade e a interação com as pessoas”. Assim interpreta Con Silva.

 

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

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A imaginação das máquinas de Godá

Juraci Masiero Pozzobon

 

Rodrigo Godá, nascido em Goiânia, leva guardada sua adolescência, suas lembranças do artesanato brasileiro, desde a arte indígena, as festas populares, folia de reis, as cavalgadas e também não sai de sua mente os tecidos coloridos pela sua mãe.

Em toda essa passagem mora com ele todos seus trabalhos, no hábito observador por onde passar vê máquinas engenhosas, plantas e animais… “Requer que seja visto em conjunto, tudo ali reunido. A natureza, a vida urbana, todos com seus dilemas, suas angústias e vem também a esperança que permeia meu trabalho”. Também “posso dizer que labuto em cima dessa busca de identidade desde os primeiros experimentos gráficos, o que permite meu processo criativo”. Rodrigo Godá.

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Rodrigo Godá é um artista dedicado a arte, com vasta imaginação do lúdico da sua maneira de brincar configurando o mundo da arte, e com o lírico com a poesia é o modo de falar mais comum, que são duas coisas: a arte que ensina e a obra feita com arte onde deixa o apreciador entrar na sua vida cotidiana.

Também o desenho um pouco despojado na sua pratica artística de liberdade.

Godá tem trabalhos diversificados, como pintura, desenhos feitos com uso de canetas de tinta preta sobre tela os desenhos de maneira chapada. Seus traços ora fina, ora espessa, que a espessura e o espaço irão dar o sombreamento no colorido ou na cor preta, ele faz seus trabalhos de uma maneira peculiar.

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O artista quer na verdade, é trazer o domínio do invisível, com a intervenção de uma máquina maluca que prova a imaginação da arte contemporânea, onde o homem enfrentou a industrialização que está incomodando o mundo.

A ironia aparece nos desenhos de Godá, que demonstra insatisfação, como exemplo “A máquina que produz floresta”. “A máquina que produz nuvens coloridas”, a que produz árvore, entendendo que ele busca um sentido de recuperar com esses aparelhos mundanos inundados por natureza.

“Diz Rodrigo Godá” “ Na composição das cenas, todo esse conjunto, fica semelhante as rendas e bordados”. Também diz, “A pintura dá uma possibilidade maior de vibração das cores, mais gosto do desenho, pois tenho maior domínio sobre o trabalho”.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

 

 

 

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Da limpeza à fama

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Homem simples de pouca conversa José Antônio dos Santos Pereira, conhecido também por Tonho, do CUCA – Centro Universitário de Cultura e Arte- Feira de Santana, Bahia.

Ele apresentou um trabalho autêntico de linguagem peculiar, onde retrata a vida em que vive com criação mista, mostrando a importância da política pública de cultura, desenvolvida pelo CUCA.

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Já que ser prestador de limpeza não desponta, para uma sociedade, então aqui vamos ver que Tonho arrebentou com uma de suas obras, classificando-a para a primeira Bienal de Artes Plástica da cidade de Socorro, no interior de São Paulo, 29 de setembro de 2017.

Tonho é sim importante, pois faz crescer a arte de uma maneira ou outra, de um exímio trabalho público cultural em prol a sociedade.

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O artista já fez aulas de violão, teatro e teclado, também no CUCA, porém, é com tintas, pincéis e uma tela virgem que ele brilha.

É evidente que Tonho foi influenciado pelo ambiente, mas nada é por acaso esse destaque.

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Com características figurativas e técnicas Naif, não importa a idade, a formação e ele acabou de decolar.

“Tonho diz que é de grande satisfação ter apoio das pessoas e é feliz por isso”.

Um artista espontâneo e com vida promissora.

 

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

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Juraci Masiero Pozzobon

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 Humberto Espindola, bois e talentos

Humberto Spindola coluna JuraciHumberto Espindola, artista plástico desde 1964. Bacharel em jornalismo pela faculdade de Filosofia, ciência e letras da Universidade Católica de Curitiba PR, em 1965. Tem ateliê em Campo Grande, MS e Cuiabá, MT. Humberto tem desenvolvido grandes estudos do boi, seu tema é bovinocultura desde 1967, conquistou um destaque histórico no capitulo de descentralização da arte brasileira e tem seus trabalhos registrados em bibliográficas de referências e livros de arte contemporânea.

Sua produção do boi é visto como símbolo da riqueza de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul onde realiza um retrato sarcástico da sociedade do boi, que é a moeda e símbolo de poder.

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Pintor desenhista e objetista, com um trabalho nascido ao meio turbilhão militar brasileira na década de 60, sem perder seu senso critico e provocativo as obras de Humberto, continuam nos envolvendo em reflexões existenciais. Mais de 50 anos depois da primeira critica do seu trabalho, ele traz consigo importantes exposições e prêmios nacionais e internacionais. Segunda a crítica de arte Aline Figueiredo em seu livro “A Propósito do Boi”, Humberto transmitiu, também, com a imagem do boi a capacidade dual que o homem lhe impõe, isto é o termo animal dos pastos também será besta satânica. Com as patas expressa o massacre, com os chifres a opressão e como corpo o poder humaniza o boi para traduzir a força sócio política  e econômica. Associa-o ao minotauro, símbolo da dualidade no qual o homem e o animal se confundem. Assim, minotauros de hoje, famélicos senhores bovinos transmitam engalanados de uniformes, estrela, dragonas e esporas, enquanto devoram uma sociedade marginalizada em seus mordazes labirintos.

juraci 3 Ainda diz Aline que vale ressaltar que Humberto ampliou o seu fazer artístico ate ao astista-ação. Aline e Humberto fundaram “AMA” Associação Mato-grossense de Artes, (1966), o MACP-Museu de Arte w Cultura Popular UFMT, (1973).

É de grande importância que haja interesse e sensibilidade por parte do expectador, para entender que a obra de Humberto vai mito além de o boi interagir através desse trabalho uma verdade geopolítica e econômica, desde os primórdios da civilização da humanidade.

Humberto, que geralmente trabalha com pintura sobre tela explica que teve que pensar de forma diferente para criar a escultura em homenagem ao aniversario de Cuiabá, um grande desafio. “Um boi ancestral, uma iconografia para deixar a arte da visualidade, de como vê a historia de Cuiabá dentro da minha vida”. Um brilhante mestre, sensível e atento as nossas necessidades sociais e intelectuais.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

 

 

 

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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