hanna thame fisioterapia animal
livros do thame

Posts Tagged ‘Juraci Masiero Pozzobon’

Artes & Artistas

 Rimaro e a simplicidade da vida no campo

Rimaro

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

Maria das Dores Vidal seu nome artístico Rimaro, Mineira de Cajuri/MG, iniciou sua carreira no inicio de sua adolescência. Há anos ficou residência em Cuiabá/MT, onde construiu sua carreira já tem o “Titulo de Cidadã Mato Grossense”.

Rimaro artista Naif autodidata, suas criações são trabalhadas com tinta acrílica/tela, sem formação acadêmica, porém recebeu orientação do mestre Nilson Pimenta.

rimaro_2(1)

Hoje Rimaro mostra seus trabalhos ingênuo com o cotidiano simples do povo rural, suas pescarias, colheitas, carro de bois, as festas juninas e suas crenças religiosas.

danca-dos-mascarados

A artista participou de varia exposições e Bienais, coletivas e individuais. Tem recebido medalhas de prata, ouro e Menção Honrosa nacional e internacional de Artes Plásticas, participou de Congadas em Socorro, SP.

cururu-e-siriri(1)

Ilustrou os livros de contos e lendas de Mato Grosso, de Maria Antônia – Ambientando Diamantino e o Perfumista.

rimaro_soares

Rimaro tem em suas recordações de cores vibrantes e fundamenta uma estética em seus traços e com personagens de forma harmoniosa. Há ingenuidade pura na vivencia que a cerca, onde faz o público interagir nas fantasias visual e mental.

Rimari escolhe o caminho a seguir depois de tantas datas…. mostrando sua sensibilidade e delicadeza.

———————-

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

                         Humana Natureza

celita4

Entrando no mundo da arte! Celita Schneider, fotógrafa, nasceu em 20 de dezembro de 1986, natural de Chopinzinho, Paraná. Seu pai Selito Schneider e sua mãe Rosa Mary Dalzotto Schneider, e sua também irmã Talita Schneider, são grandes incentivadores dessa carreira por ela escolhida! A família trabalha com uma lavanderia há 19 anos. Desde o início Celita vem à frente do negócio, também fazendo o que gosta na fotografia e arte, iniciou sua carreira de fotógrafa em 2008. Viajou para os Estados Unidos para um aperfeiçoamento, aí veio  a grande inspiração.  O foco de seu trabalho sempre foi às pessoas, fotografando books para debutantes e gestantes e newborn…

celita2

Em 2014 esteve em Uganda, na África Abantu (Humara) onde toda a venda de suas  obras serão revertidas para missões que ocorrem nesse país.

Celita3

Neste ano de 2017 que Celita inicia sua     carreira artística em fotografia, focada para a natureza do Mato Grosso.  No seu trabalho pretende interagir     o homem natureza para refletir sobre a importância do futuro da mãe terra. Diz Celita, que esse não é um julgamento e sim uma reflexão para o mundo. Com base de sentimentos que ela apresenta essa criação artística, com     expressão de gratidão e carinho para com a natureza!

Celita1

Humana Natureza é inspirada no poema “Assim Será” da poetiza Marli Walker para o mundo.

Celita está focada em divulgar a cultura/arte, valorizando a natureza do homem.

“Assim será… Já está sendo… Assim será o futuro”.

Artes & Artistas

O mundo colorido de Con Silva

Conceição Ap. Silva-São Francisco de Assis

Juraci Masiero Pozzobon

       Artista de Campo Belo, MG. Nascida em 7 de outubro, hoje residindo em Batatais, SP,  Con Silvia ou Conceição, autodidata buscou para seu caminho também um mundo mais colorido. Está no sangue a vida artística e não podia deixar escapar, mas foi buscar algo sublime para acalentar seus sentimentos, seus sonhos, para surpreender a vida num pipocar. Ela arrancou dentro de si o talento que estava enclausurado. Aqui ela demonstra sua qualidade no amor do que faz. Con teve grande incentivo de familiares. Assim sua sensibilidade aflorou em sua mente adormecida, encontrou uma colher de madeira de grande sentimento, pintando sem deixar rastros brancos.

con silva 1

A artista é veemente levada a elementos culturais diversos, como festas populares voltadas a cultura afro-brasileira. Con Silva tem a formação católica, pinta santos, procissões e é apaixonada pela historia de São Francisco e Santa Clara, os mesmos despontam em suas criações. Por respeito ao pai sambista respeita e pinta os orixás, fascinada retrata a cultura popular brasileira.

Seus personagens são destacados próximos, conforme a proporção de primeiro plano, como se vê em seus trabalhos, homens ou animais. As vestimentas parecem reais conforme o ambiente. As paisagens em si, apresentam um equilíbrio entre plantas e personagens  com um colorido harmonioso.

con silva 2

Muito interessante que Con nos faz interagir pela alegria simples de vida que convive entra as pessoas.

Con Silva foi preciso tocar, num pincel com tintas para sentir a força de colocar em prática o que a luz divina tinha para lhe oferecer, onde e pode mensurar a sua grandiosidade, firmando nos dias belos, de amor à vida.

con 3

Con participa de exposições nacionais e internacionais, onde também seus trabalhos cruzam mares. Apresentado composições espontâneas, equilibradas do amor para o belo.

“A arte simboliza o novo, o prazer à simplicidade e a interação com as pessoas”. Assim interpreta Con Silva.

 

———-

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Goda-3-300x300

A imaginação das máquinas de Godá

Juraci Masiero Pozzobon

 

Rodrigo Godá, nascido em Goiânia, leva guardada sua adolescência, suas lembranças do artesanato brasileiro, desde a arte indígena, as festas populares, folia de reis, as cavalgadas e também não sai de sua mente os tecidos coloridos pela sua mãe.

Em toda essa passagem mora com ele todos seus trabalhos, no hábito observador por onde passar vê máquinas engenhosas, plantas e animais… “Requer que seja visto em conjunto, tudo ali reunido. A natureza, a vida urbana, todos com seus dilemas, suas angústias e vem também a esperança que permeia meu trabalho”. Também “posso dizer que labuto em cima dessa busca de identidade desde os primeiros experimentos gráficos, o que permite meu processo criativo”. Rodrigo Godá.

Goda-1

Rodrigo Godá é um artista dedicado a arte, com vasta imaginação do lúdico da sua maneira de brincar configurando o mundo da arte, e com o lírico com a poesia é o modo de falar mais comum, que são duas coisas: a arte que ensina e a obra feita com arte onde deixa o apreciador entrar na sua vida cotidiana.

Também o desenho um pouco despojado na sua pratica artística de liberdade.

Godá tem trabalhos diversificados, como pintura, desenhos feitos com uso de canetas de tinta preta sobre tela os desenhos de maneira chapada. Seus traços ora fina, ora espessa, que a espessura e o espaço irão dar o sombreamento no colorido ou na cor preta, ele faz seus trabalhos de uma maneira peculiar.

Goda-2-300x198

O artista quer na verdade, é trazer o domínio do invisível, com a intervenção de uma máquina maluca que prova a imaginação da arte contemporânea, onde o homem enfrentou a industrialização que está incomodando o mundo.

A ironia aparece nos desenhos de Godá, que demonstra insatisfação, como exemplo “A máquina que produz floresta”. “A máquina que produz nuvens coloridas”, a que produz árvore, entendendo que ele busca um sentido de recuperar com esses aparelhos mundanos inundados por natureza.

“Diz Rodrigo Godá” “ Na composição das cenas, todo esse conjunto, fica semelhante as rendas e bordados”. Também diz, “A pintura dá uma possibilidade maior de vibração das cores, mais gosto do desenho, pois tenho maior domínio sobre o trabalho”.

——————

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

 

 

 

Artes & Artistas

Da limpeza à fama

arte gari 4

Juraci Masiero Pozzobon

 

Homem simples de pouca conversa José Antônio dos Santos Pereira, conhecido também por Tonho, do CUCA – Centro Universitário de Cultura e Arte- Feira de Santana, Bahia.

Ele apresentou um trabalho autêntico de linguagem peculiar, onde retrata a vida em que vive com criação mista, mostrando a importância da política pública de cultura, desenvolvida pelo CUCA.

arte gari 3

Já que ser prestador de limpeza não desponta, para uma sociedade, então aqui vamos ver que Tonho arrebentou com uma de suas obras, classificando-a para a primeira Bienal de Artes Plástica da cidade de Socorro, no interior de São Paulo, 29 de setembro de 2017.

Tonho é sim importante, pois faz crescer a arte de uma maneira ou outra, de um exímio trabalho público cultural em prol a sociedade.

SONY DSC

O artista já fez aulas de violão, teatro e teclado, também no CUCA, porém, é com tintas, pincéis e uma tela virgem que ele brilha.

É evidente que Tonho foi influenciado pelo ambiente, mas nada é por acaso esse destaque.

arte gari 1

Com características figurativas e técnicas Naif, não importa a idade, a formação e ele acabou de decolar.

“Tonho diz que é de grande satisfação ter apoio das pessoas e é feliz por isso”.

Um artista espontâneo e com vida promissora.

 

———————

 

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

h esp 3

 Humberto Espindola, bois e talentos

Humberto Spindola coluna JuraciHumberto Espindola, artista plástico desde 1964. Bacharel em jornalismo pela faculdade de Filosofia, ciência e letras da Universidade Católica de Curitiba PR, em 1965. Tem ateliê em Campo Grande, MS e Cuiabá, MT. Humberto tem desenvolvido grandes estudos do boi, seu tema é bovinocultura desde 1967, conquistou um destaque histórico no capitulo de descentralização da arte brasileira e tem seus trabalhos registrados em bibliográficas de referências e livros de arte contemporânea.

Sua produção do boi é visto como símbolo da riqueza de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul onde realiza um retrato sarcástico da sociedade do boi, que é a moeda e símbolo de poder.

h esp 2

Pintor desenhista e objetista, com um trabalho nascido ao meio turbilhão militar brasileira na década de 60, sem perder seu senso critico e provocativo as obras de Humberto, continuam nos envolvendo em reflexões existenciais. Mais de 50 anos depois da primeira critica do seu trabalho, ele traz consigo importantes exposições e prêmios nacionais e internacionais. Segunda a crítica de arte Aline Figueiredo em seu livro “A Propósito do Boi”, Humberto transmitiu, também, com a imagem do boi a capacidade dual que o homem lhe impõe, isto é o termo animal dos pastos também será besta satânica. Com as patas expressa o massacre, com os chifres a opressão e como corpo o poder humaniza o boi para traduzir a força sócio política  e econômica. Associa-o ao minotauro, símbolo da dualidade no qual o homem e o animal se confundem. Assim, minotauros de hoje, famélicos senhores bovinos transmitam engalanados de uniformes, estrela, dragonas e esporas, enquanto devoram uma sociedade marginalizada em seus mordazes labirintos.

juraci 3 Ainda diz Aline que vale ressaltar que Humberto ampliou o seu fazer artístico ate ao astista-ação. Aline e Humberto fundaram “AMA” Associação Mato-grossense de Artes, (1966), o MACP-Museu de Arte w Cultura Popular UFMT, (1973).

É de grande importância que haja interesse e sensibilidade por parte do expectador, para entender que a obra de Humberto vai mito além de o boi interagir através desse trabalho uma verdade geopolítica e econômica, desde os primórdios da civilização da humanidade.

Humberto, que geralmente trabalha com pintura sobre tela explica que teve que pensar de forma diferente para criar a escultura em homenagem ao aniversario de Cuiabá, um grande desafio. “Um boi ancestral, uma iconografia para deixar a arte da visualidade, de como vê a historia de Cuiabá dentro da minha vida”. Um brilhante mestre, sensível e atento as nossas necessidades sociais e intelectuais.

————–

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

 

 

 

 

Artes & Artistas

jur 1

Juraci Masiero Pozzobon

Clóvis Péscio, arte ao ar livre

jur 4

Na cidade de Santo Antônio da Posse, SP, nasceu Clóvis Péscio. Com formação em artes a mais de 50 anos, estudou na faculdade de Belas Artes de SP, tem orgulho de seus mestres foi adepto de participações de salões e amostras. Faz publicações numa revista como “Dicas do mestre”.

jur 3

Clóvis Péscio presenteia para o apreciador, suas pinturas com uma leitura ruralista, montanhas, rios onde famílias simples vivem uma vida requintada de pureza. Ele marca com esmero os temas que por ele faz questão de pintá-los ao ar livre como dizem  os franceses “Plein air” assim faziam os impressionistas. Clóvis doa a sua jornada visual que se caracteriza a valorização das paisagens interioranas. Imagens essas com carros de bois, charretes com cavalos que atravessam pontes e rios, velhinhos com sua simplicidade na ativa contando as horas para tragar seus charutos de palha.

jur 2

Clóvis Péscio demonstra em seu trabalho nítido e essencial um visual com luzes do dia, do sol, sombras visíveis das nuvens, do verde claro, escuro das plantas, de caminhar do caboclo e do fundo das casas, as águas dos rios parecem fazer balançar correnteza e a frescor das sombras parecem refrescar a alma. É o simples que dá o refinamento da vida no interior.

Cada obra de Clóvis é uma demanda, um novo recomeço, tudo por onde passa é registrado com paixão, um olhar biônico para o real e harmonia com o mundo da imaginação.

————–

 

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

Artes & Artistas

A natureza viva de Tânia Pardo

A CASA DO PARQUE (2)(1)

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

Tânia Pardo nasceu em Arco Iris, São Paulo. A artista é bacharel em letras pela Universidade de Marília, hoje com uma carreira traçada no Brasil e no exterior.

Tânia conta que no início da carreira artista, criava especialmente como hobby para a família, era assim mesmo que gostaria para a vida…

Até que um dia despertou num estalar de dedo e foi fazer um curso, na época em Bauru/SP (onde residia) visitando exposições observava as técnicas e admirava a forma rebuscada, despojado, assim Tânia buscou a técnica certa quando foi numa exposição da artista Ludmila Machado e realizou seu sonho criando algo dela, ela mesma descobriu seu potencial.

A casa Tania(1)

Mudou-se para Cuiabá/MT por quatro anos. Lá também trabalhou com artesanato, mas que não era muito sua praia, porém queria fazer algo e transmitir o que sabia para as crianças. Com seu talento aflorado foi para Sinop lá permanecendo por 10 anos. Estudou, pesquisou e trabalhou, quando marca residência até hoje em Rondonópolis/MT (tudo novo, tudo desconhecido) sentiu-se presa, ela resolveu colocar a mão na massa…

A partir dali então, tudo mudou tudo livre, tudo fluiu, com nova identidade na arte com estilo próprio e se viu solta na natureza e na flora, sua fonte de inspiração onde estava presa e não sabia, disse: ali brotou meus dedos.

A casa Tania2

Tânia usa as mãos, como instrumento de pintura e com o auxilio de pincel borracha para dar a luz arrebatando a tinta, assim consegue atingir efeitos visuais incríveis em seus trabalhos.

Com as mãos esparrama as tintas acrílicas, criando efeitos naturais, resalta que: “É fantástica a sensação. Tenho que ser perspicaz é rápida, pois executo com essa tinta que seca muito rápido”.

Como todo artista tem seus sonhos o dela era também era pintar uma performance…em tempo hábil, sem saber o certo, simplesmente interagindo com o personagem ou musical.

Sua primeira performance foi na exposição da riqueza mato grossense com seus três biomas, o cerrado, a Floresta Amazônica e o Pantanal.

Com essa técnica Tânia expôs em diversas cidades do mundo, como Roma, Paris, Dubai e Londres, uma premiação com medalha de bronze. Diz ela que: “O mais importante dessa experiência é o intercâmbio cultural, com a oportunidade de levar as belezas do Mato Grosso, para pessoas de outros países”. Destaca ainda que seu trabalho tem um forte apelo para a preservação ambiental. As nuances dos Ipês que trás a poesia interior do artista.

Foi com os Ipês amarelo e rosa que Tânia expôs na Amostra Internacional de Arte em Rotterdam, Holanda.

Tânia Pardo, uma artista com um caminho vazio em sua frente e de repente se depara com uma floresta cheia de percalços e emoções com tudo brotando do nada, com suas tintas coloridas, suas pontas de dedo e um único pincel de borracha para a subtração de efeitos.

—–

juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Toninho de Souza e o  “Melantucanarismo”

toninho 1

O artista Antônio Alves de Souza saiu de Riachão das Neves, Bahia, radicado em Sobradinho, Distrito Federal. Conhecido como Toninho de Souza, um artista autodidata. Sua primeira exposição foi em 1969, em Sobradinho.

Em 2000 recebeu a Comenda Cultural do DF pela Secretaria de Cultura e também recebe no auditório no setor gráfico em Brasília numa cerimônia Honrosa Medalha Victor Brescheret, da Abrasci, da Arte Contemporânea Brasileira. O artista apresentou suas amostras coletivas e individuais em diversos lugares no Brasil e no Exterior. Toninho tem livros publicados com suas obras por grandes editoras.

toninho 2

Toninho criou a linguagem “Melantucanarismo” abstraindo elementos compostos por melancia, tucanos e araras, com pinceladas em forma de bumerangue. Assim virou pincelada em forma de buramengue de várias obras.  A melancia é muito conhecida numa pedra esculpida, em homenagem a sua esposa que na época estava grávida e com carinho e pelo desejo esculpiu e pintou a melancia. Toninho um mestre multimídia, além de telas, trabalha com escultura e vídeos.

Toninho 3

Toninho de Souza um artista que vai onde o povo está sua arte é vista nos pontos de ônibus e nos muros para levar um pouco mais de crescimento cultural para quem passa por perto ou fica hora à espera da condução e no olhar interage com a cultura/arte da sua própria cidade. A arte de Toninho propõe que as pessoas imaginem possíveis sequências de suas histórias, isso não quer dizer que seja a mesma interpretação do artista, esse é o objetivo, um conto na íntegra para o seu livro mental.

Toninho 4

Toninho de Souza leva sua arte com muito zelo para a cidade de sobradinho – DF, que o acolheu com carinho.

A criança olha para o colorido e expressa seus sentimentos, desejos e emoções. Através do olhar vem a brincadeira de “Desenhar significa fazer”!

“Pichar a arte é apagar a cultura, pichar a cultura é desrespeitar o povo”!

—-

Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes e Artistas

Revisando esse olhar

cap 1

Juraci Masiero Pozzobon

Artista plástica visual Capucine Picicaroli, trabalhava no lúdico contemporâneo, criações essas de diferentes povos.

Capucine, uma pessoa alegre e de um sorriso alarmante que contagiava o ambiente. Uma pessoa de personalidade forte, de uma expressão direta.

As pinturas de Capu, assim eu a chamava para encurtar seu nome, era dum colorido extremamente cativante para todos os gostos, desde as crianças aos adultos.

Capu era admirada pela sinceridade, pelas palavras diretas, um raciocínio de invejar, uma sensibilidade que mostrava em seus trabalhos e depois de tudo aparecia suas fraquezas como uma grande mulher possa ser, mulher livre arbítrio.

cap 2

Uma artista irreverente. Apresentou sua primeira série, “México Imaginário”, onde trabalhou caracterizando suas Fridas, penetrando num universo prazeroso, interagindo o espectador em um mundo de sonhos.

cap 3

Em sua terra apresentou a fase “Cuiabá”, onde têm ricas e variadas maneiras de representar um chão firme e um céu para se amar.

cap 4

Seguindo a fase de “As Marias”, pintando as Santas, que as mesmas são todas Marias.

cap 5

Sim..! Capu representou “Bicolor” e fez um céu tão colorido… Lá na outra dimensão.

cap 6

“Conte Outra Vez”, uma fase inocente, com cores vibrantes retratando o sonho de criança, de puro encantamento, de leveza e de verdades. Com muita fé ela apresentou a religião e a cultura.

Capu sempre dizia que “obras de arte trazem mais que beleza”.

Suas criações caracterizavam demasiadamente das cores, seus personagens de olhos grandes arregalados de alegria ou nostálgicas, pescoços às vezes alongados como se estivesse procurando algo no universo.

Capu, uma artista para o mundo. Com uma galeria exposta no Shopping Goiabeiras fez participações de exposições na Itália, Finlândia, Estados Unidos e Paris na França.

Adeus Capicine Picicaroli, com seu brilho tornou-se uma Imensa estrela de luz.

——————–

 

juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

juraci cor 5

O colorido lúdico de Cristiane Campos

Juraci Masiero Pozzobon

 

Natural de Maringá/PR, Cristiane Campos é uma pesquisadora de cores brilhantes buscou aprimorar novos caminhos para suas criações Naif, voltado ao lúdico figurativo. Esse lindo trabalho que nos encanta. Ela usa tinta a óleo ou acrílica em suas telas.

juraci cor 1

Cristiane Campos tem uma trajetória para um livro, foi construído através dos anos errando e acertando, até finalmente chegar a sua satisfação. “Na verdade o estudo é um eterno aprendizado a alma do artista nunca pode estagnar e sim sempre buscando algo além da imaginação, construindo uma linha do tempo de vida” – Cristiane.

juraci cor 4

Cristiane abre um livro para que o espectador interaja numa leitura ao passado, presente e futuro, cada um com sua identificação de personagem que o conduz para seus próprios medos, desejos, sonhos, ilusões, uma leitura construída pelo inconsciente.

juraci cor 3

Suas criações são arbítrias de mudanças. A artista desabafa para si que é pura necessidade de se manter lúcida e com isso agrada uma parte do público.

As buscas são cansativas, porém compensatórias.

juraci cor 2

Cristiane desde o inicio vem sendo assídua nas exposições, com participação nacionais e internacionais levando em sua bagagem cultural.

 

—————–

juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

A Dama das Flores

ld 5

Já com maturidade, o desenho e a pintura afloraram em Lourdes de Deus. O meio em que vive, vejo então, o interesse maior pela arte. Seu estilo naif, Lourdes abraçou todo esse pensamento e colocou em prática sobre tela nua. Foi com total liberdade e rigor próprio, que vinha em sua mente toda a produção artística.

ld 1

Todo esse manifesto interior colorido surgiu em Goiânia em 1991, sua primeira participação foi em Piracicaba com uma obra na Bienal com Pierrôs, entrou como selecionada no grupo.

Lourdes começou a pintar sozinha com traçados curtos e finos, com geometrias desconsertadas, sem o óbvio.

ld 2

O brilho do observador, mesmo não tendo o formalismo dos personagens deixa a clareza de uma linda história, ele procura dominar a leitura desconhecida para o real.

Lourdes de Deus é autodidata e obedece aos olhos e o coração do espectador, dando cores, detalhes abundantes e total autonomia emocional.

Inspirada quase sempre em grupos, multidão é uma marca registrada nos trabalhos, como suas delicadas flores, levando o nome de “A Dama das Flores”.

ld 3

Os temas de Lourdes têm historia variadas, festas juninas, carnaval, futebol, procissões, danças regionais, política e crenças. Destaca também em suas criações, vilarejos, com casas, igrejas, vendinhas, animais para o trabalho do homem, o trem ou Maria – fumaça, ruas sinuosas repletas de personagens religiosos e ao mesmo tempo um colorido que faz as orações se vigorarem.

Quando pinta ela se entusiasma relembrando a menina lá do interior de Pernambuco, provando a sensibilidade que permanece dentro do coração, o seu delírio de infância e a vida campesina.

ld 4

Lourdes de Deus tem um currículo farto de exposições individuais, coletivas, nacionais, internacionais e participações em Bienais. Muitas de suas obras estão nas mãos de amigos colecionadores e editores para a didática educativa.

Lourdes vai estar no Espaço Cultural do Tribunal Superior do Trabalho, 25 de setembro 2017 no Distrito Federal em Brasília.

 

                                                    Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e agitadora cultural

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
outubro 2018
D S T Q Q S S
« set    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031