hanna thame fisioterapia animal
livros do thame

Posts Tagged ‘Juraci Masiero Pozzobon’

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

A  imaginação das máquinas de Godá

Goda 1

Rodrigo Godá, nascido em Goiânia, leva guardada sua adolescência, suas lembranças do artesanato brasileiro, desde a arte indígena, as festas populares, folia de reis, as cavalgadas e também não sai de sua mente os tecidos coloridos pela sua mãe.

Em toda essa passagem mora com ele todos seus trabalhos, no hábito observador por onde passar vê máquinas engenhosas, plantas e animais… “Requer que seja visto em conjunto, tudo ali reunido. A natureza, a vida urbana, todos com seus dilemas, suas angústias e vem também a esperança que permeia meu trabalho”. Também “posso dizer que labuto em cima dessa busca de identidade desde os primeiros experimentos gráficos, o que permite meu processo criativo”. Rodrigo Godá.

Goda 2

Rodrigo Godá é um artista dedicado a arte, com vasta imaginação do lúdico da sua maneira de brincar configurando o mundo da arte, e com o lírico com a poesia é o modo de falar mais comum, que são duas coisas: a arte que ensina e a obra feita com arte onde deixa o apreciador entrar na sua vida cotidiana.

Também o desenho um pouco despojado na sua pratica artística de liberdade.

Godá tem trabalhos diversificados, como pintura, desenhos feitos com uso de canetas de tinta preta sobre tela os desenhos de maneira chapada. Seus traços ora fina, ora espessa, que a espessura e o espaço irão dar o sombreamento no colorido ou na cor preta, ele faz seus trabalhos de uma maneira peculiar.

O artista quer na verdade, é trazer o domínio do invisível, com a intervenção de uma máquina maluca que prova a imaginação da arte contemporânea, onde o homem enfrentou a industrialização que está incomodando o mundo.

Goda 3

A ironia aparece nos desenhos de Godá, que demonstra insatisfação, como exemplo “A máquina que produz floresta”. “A máquina que produz nuvens coloridas”, a que produz árvore, entendendo que ele busca um sentido de recuperar com esses aparelhos mundanos inundados por natureza.

“Diz Rodrigo Godá” “ Na composição das cenas, todo esse conjunto, fica semelhante as rendas e bordados”. Também diz, “A pintura dá uma possibilidade maior de vibração das cores, mais gosto do desenho, pois tenho maior domínio sobre o trabalho”.

—–

 Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

 caça 13

O que é a caça

 

Do ponto de vista ontológico, latu sensu, caça é o conjunto de procedimentos para obtenção de proteína animal. Strictu sensu, a caça é o conjunto de processos de captura de animais, geralmente através da sua morte.

Na prática,  a caça é a perseguição e captura de animais. A finalidade da caça pode determinar qualificativos da atividade, como caça de subsistência, caça profissional, caça Amadora, caça esportiva… Etc.

Em todas elas dois fatores são fundamentais: o prazer da caça,  e a necessidade da caça.

caca 1Vista do ponto de vista do latu sensu, a caça inclui a pecuária como uma forma de caça ultra-artificializada, em que o local de caça e resume ao espaço da criação do gado, a perseguição à condição do gado ao matadouro, e o abate aos processos modernos de abate nos frigoríficos especializados. Do ponto de vista ético, fica fácil atacar a caça strictu sensu, em especial quando nos deixamos enredar na argumentação ambientalóide dos anti-caça, e da sua argumentação antropomorfizadora dos animais.

Essa falácia fácil de entrar os frágeis de raciocínio é facilmente rebatida se atentarmos à Ecologia Humana, onívora, e cuja evolução está intimamente ligada à caça como processo evolutivo da espécie, como se pode confirmar em inúmera literatura científica da Antropologia, nomeadamente no livro “OS SÍMIOS CAÇADORES” de Craig B. Lawrence. 

Não são os animais que se parecem com os humanos… São os Humanos que se parecem com os animais,  já que dotados, como estes, de inteligência reptiliana têm toda a panóplia básica de comportamento animal estudado na ETOLOGIA.

Read the rest of this entry »

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

 

Arte de Caçar

caca 1

Francisco Charneca é natural de Portugal, da cidade de Évora, em 1959. Depois de varias imigrações em 1996, já com sua primeira exposição em Mato Grosso e fixa residência e em especial, à paixão pela bela pantaneira Eva Helena, Charneca se encantou com bela morena e se casa e vive até hoje.

Charneca foi o primeiro artista de Mato Grosso a assumir uma cadeira da Academia Brasileira de Belas Artes. A linguagem adotada foi por parte do realismo e hiper-realismo e chega ao abstracionismo. Além de esculturas, em suas telas usa aquarelas, óleo/tela ou acrílica, retratando a natureza e o cotidiano do ser humano. Francisco Charneca é um artista raro, com uma delicadeza e precisão, seu trabalho tem a medida exata.

Charneca tem a arte da caça e retrata em seus trabalhos. Do ponto de vista ontológico, a caça é um conjunto de procedimento para obtenção de proteína animal, um processo de captura animal, geralmente, através da sua morte, para isso serve como caça substancial, caça esportiva… Por esses fatores é fundamental: o prazer da caça, e a necessidade da caça. É algo totalmente diferente de matadouros, de abates nos frigoríficos especializados.

Não são os animais que se parecem com os humanos… São os humanos que se parecem com os animais. Abordaremos a caça de um animal autóctone a perdiz brasileira Rhynchotus Rufescens (ou perdigão e outras sinonímias locais) em exótico o javali. Sus Scrofa. A perdiz é proibida a caça, mesmo que o Brasil não proibiu.

caça 2

Coloca-se a questão da ética da caça. È ético abater animal na caça? Responderemos com outra pergunta; é ético abater outro animal? È ético ser natural e sendo onívoro comer carne? Comer carne continua fazer parte da natureza humana. Mas hoje se coloca, mercê da argumentação anti-caça. Argumentam os ativistas, que se é para comer carne, que comam galinha.

caça 4

Vamos dispensar de falar da questão ética da caça do javali e fazer uma comparação com o porco de cativeiro para o abate.

Ai vem o trabalho de Charneca, além da caça é um mestre da pintura. Basta olharmos em um pedaço da pelagem da pintura desta obra, para perceber quantos milhares de pequenas pinceladas compõem uma obra do artista… Concentrando meia hora em um minuto, até parece fácil… Mas não.

caça 5

 

Qual será o segredo que transforma tintas em sonhos, telas no rugir das feras e no silêncio das matas?

– “O segredo está em saber olhar”, mas será só isso? Revela Charneca.

Então… Nesse momento vamos interagir nessas composições que resultam características de criação levando o observador a mergulhar nos detalhes de cada personagem que valoriza a poesia e a forma de criação do artista.

—–

 Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

 

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Cores, onças e caju

joão 1

João Sebastião Francisco da Costa, cuiabano, simplesmente João Sebastião. Um grande artista renomado nacionalmente e internacionalmente com quantidades de alto grau de exposições. Um desenhista, figurinista, escultor e um grande mestre!

João Sebastião aprendeu o oficio da Arte com sua mãe Alexandra, foi com 7 anos que descobriu seu talento para a arte, ele foi observando sua mãe modelar o barro e se encantou com o mesmo e começou ajudá-la e pintava as suas próprias peças.Teve contato com artistas representativos de tendência moderna no Rio de Janeiro, foi também com seu grande amigo Humberto Espíndola em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O artista com muitos projetos e ideias compartilhava formando grupos para estudos da arte com o público, tudo o que sabia ou buscava em livros e montava então seus projetos para serem desenvolvidos nas escolas.

Seu atelier era um espaço mágico envolvido por criações de cores reluzentes, uma espécie de mostrar um mundo de fantasia, sua arte era o seu chão característico de vida. João era também um saliente em poemas:

joão 2

“Faço qualquer tipo de arte, pinto o que vejo o que vem da minha imaginação, mas minha preferência sempre foi a onça e o caju!”

João tinha uma denominação de pintar pela maneira essencial do emprego de cores, ele procurava diversificar a cultura mato grossense.

joão 3

O motivo do rosto feminino que criava nas onças são simbólicas, disse que quando nasceu quase o levou a óbito e foi salvo pela sua própria mãe que foi também sua professora, esse é o motivo  que pinta o rosto de mulher na onça, “por ela e para ela”

Seu pintar é peculiar que não foge das origens. Um artista religioso que tomava conta de suas pinturas, suas cores e personagens formavam um equilíbrio que o observador interagia pensamento adentra do que vivia.

joão 4

João Sebastião fica eternizado para sempre em suas belas obras de Mato grosso. Faleceu em meio ao desenvolvimento de um projeto de exposição coletiva que abordaria a historia da icônica personagem cuiabana

Maria Taquara.

“Por isto e muito mais me dou ao direito de criar e transgredir sob a linha mestra da licença poética” – João Sebastião.

 

 

Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Amomm de Deus

ammon 3

Amomm Hebrom de Deus, conhecido artisticamente como Amomm de Deus. Nascido em São Paulo mais precisamente em Osasco em 1978, ainda com 8 anos de idade começou a pintar e com 11 fez sua primeira exposição individual no Museu Dimitri Sensuad de Lavaud, em Osasco e aí em diante várias delas e participações em salões de artes e bienais. Sempre foi orientado pelo pai que a obra de um artista valoriza na parede do colecionador, por isso Amomm sempre vendia para o seu incentivo.

 

ammon 4Seria muito fácil dizer que Amomm de Deus tem tinta em vez de sangue nas veias. A influência é inegável por ser filho de um mega artista contemporâneo, Waldomiro de Deus e também da artista Lourdes de Deus. Porém a mistura de talentos em um só lar é caracterizada pela autenticidade e identidade única de cada um deles. As obras de Amomm são comprometidas com a vida sertaneja que se vê no campo na roça, nos carrosséis e parques que assim permitem uma poesia cheia de fantasias.

A lua muito presente em seus trabalhos manifestando os inconscientes, uma indagação constante a desafiar seja de noite ou de dia e faz lembrar independente de suas intenções claras… Embora Amomm seja naif, insere nas telas corpos esculturais clássicos que nos faz admirar e interagir numa bela releitura, com seus atributos particulares nos personagens surrealistas com harmonia em degrade no horizonte.

ammon 1

Amomm casado com Kelen tem 4 filhos, mora em um aconchegante ranchinho na beira da serra do Japi em Cajamar, São Paulo. Ele é apaixonado pela vida, onde percebe que as coisas mais simples e verdadeiras encontra a felicidade. A  música é sua inspiração para suas obras.

ammon 2

Amomm diz: “Quanto mais a vida fica corrida, individualista e cinzenta nas grandes metrópoles, a arte continuara sendo um momento de alegria, de  poesia e de felicidade através de minhas pinceladas sertanejas.”

 

                            Juraci Masiero Pozzobon é ativista cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Toninho de Souza e o  “Melantucanarismo”

toninho 1

O artista Antônio Alves de Souza saiu de Riachão das Neves, Bahia, radicado em Sobradinho, Distrito Federal. Conhecido como Toninho de Souza, um artista autodidata. Sua primeira exposição foi em 1969, em Sobradinho.

Em 2000 recebeu a Comenda Cultural do DF pela Secretaria de Cultura e também recebe no auditório no setor gráfico em Brasília numa cerimônia Honrosa Medalha Victor Brescheret, da Abrasci, da Arte Contemporânea Brasileira. O artista apresentou suas amostras coletivas e individuais em diversos lugares no Brasil e no Exterior. Toninho tem livros publicados com suas obras por grandes editoras.

toninho 2

Toninho criou a linguagem “Melantucanarismo” abstraindo elementos compostos por melancia, tucanos e araras, com pinceladas em forma de bumerangue. Assim virou pincelada em forma de buramengue de várias obras.  A melancia é muito conhecida numa pedra esculpida, em homenagem a sua esposa que na época estava grávida e com carinho e pelo desejo esculpiu e pintou a melancia. Toninho um mestre multimídia, além de telas, trabalha com escultura e vídeos.

Toninho 3

Toninho de Souza um artista que vai onde o povo está sua arte é vista nos pontos de ônibus e nos muros para levar um pouco mais de crescimento cultural para quem passa por perto ou fica hora à espera da condução e no olhar interage com a cultura/arte da sua própria cidade. A arte de Toninho propõe que as pessoas imaginem possíveis sequências de suas histórias, isso não quer dizer que seja a mesma interpretação do artista, esse é o objetivo, um conto na íntegra para o seu livro mental.

Toninho 4

Toninho de Souza leva sua arte com muito zelo para a cidade de sobradinho – DF, que o acolheu com carinho.

A criança olha para o colorido e expressa seus sentimentos, desejos e emoções. Através do olhar vem a brincadeira de “Desenhar significa fazer”!

“Pichar a arte é apagar a cultura, pichar a cultura é desrespeitar o povo”!

—-

Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

 Humberto Espindola, bois e talantos

Humberto Spindola coluna JuraciHumberto Espindola, artista plástico desde 1964. Bacharel em jornalismo pela faculdade de Filosofia, ciência e letras da Universidade Católica de Curitiba PR, em 1965. Tem ateliê em Campo Grande, MS e Cuiabá, MT. Humberto tem desenvolvido grandes estudos do boi, seu tema é bovinocultura desde 1967, conquistou um destaque histórico no capitulo de descentralização da arte brasileira e tem seus trabalhos registrados em bibliográficas de referências e livros de arte contemporânea.

Sua produção do boi é visto como símbolo da riqueza de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul onde realiza um retrato sarcástico da sociedade do boi, que é a moeda e símbolo de poder.

Pintor desenhista e objetista, com um trabalho nascido ao meio turbilhão militar brasileira na década de 60, sem perder seu senso critico e provocativo as obras de Humberto, continuam nos envolvendo em reflexões existenciais. Mais de 50 anos depois da primeira critica do seu trabalho, ele traz consigo importantes exposições e prêmios nacionais e internacionais. Segunda a crítica de arte Aline Figueiredo em seu livro “A Propósito do Boi”, Humberto transmitiu, também, com a imagem do boi a capacidade dual que o homem lhe impõe, isto é o termo animal dos pastos também será besta satânica. Com as patas expressa o massacre, com os chifres a opressão e como corpo o poder humaniza o boi para traduzir a força sócio política  e econômica. Associa-o ao minotauro, símbolo da dualidade no qual o homem e o animal se confundem. Assim, minotauros de hoje, famélicos senhores bovinos transmitam engalanados de uniformes, estrela, dragonas e esporas, enquanto devoram uma sociedade marginalizada em seus mordazes labirintos.

juraci 3 Ainda diz Aline que vale ressaltar que Humberto ampliou o seu fazer artístico ate ao astista-ação. Aline e Humberto fundaram “AMA” Associação Mato-grossense de Artes, (1966), o MACP-Museu de Arte w Cultura Popular UFMT, (1973).

É de grande importância que haja interesse e sensibilidade por parte do expectador, para entender que a obra de Humberto vai mito além de o boi interagir através desse trabalho uma verdade geopolítica e econômica, desde os primórdios da civilização da humanidade.

Humberto, que geralmente trabalha com pintura sobre tela explica que teve que pensar de forma diferente para criar a escultura em homenagem ao aniversario de Cuiabá, um grande desafio. “Um boi ancestral, uma iconografia para deixar a arte da visualidade, de como vê a historia de Cuiabá dentro da minha vida”. Um brilhante mestre, sensível e atento as nossas necessidades sociais e intelectuais.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

 

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

A Dama das Flores

ld 5

Já com maturidade, o desenho e a pintura afloraram em Lourdes de Deus. O meio em que vive, vejo então, o interesse maior pela arte. Seu estilo naif, Lourdes abraçou todo esse pensamento e colocou em prática sobre tela nua. Foi com total liberdade e rigor próprio, que vinha em sua mente toda a produção artística.

ld 1

Todo esse manifesto interior colorido surgiu em Goiânia em 1991, sua primeira participação foi em Piracicaba com uma obra na Bienal com Pierrôs, entrou como selecionada no grupo.

Lourdes começou a pintar sozinha com traçados curtos e finos, com geometrias desconsertadas, sem o óbvio.

ld 2

O brilho do observador, mesmo não tendo o formalismo dos personagens deixa a clareza de uma linda história, ele procura dominar a leitura desconhecida para o real.

Lourdes de Deus é autodidata e obedece aos olhos e o coração do espectador, dando cores, detalhes abundantes e total autonomia emocional.

Inspirada quase sempre em grupos, multidão é uma marca registrada nos trabalhos, como suas delicadas flores, levando o nome de “A Dama das Flores”.

ld 3

Os temas de Lourdes têm historia variadas, festas juninas, carnaval, futebol, procissões, danças regionais, política e crenças. Destaca também em suas criações, vilarejos, com casas, igrejas, vendinhas, animais para o trabalho do homem, o trem ou Maria – fumaça, ruas sinuosas repletas de personagens religiosos e ao mesmo tempo um colorido que faz as orações se vigorarem.

Quando pinta ela se entusiasma relembrando a menina lá do interior de Pernambuco, provando a sensibilidade que permanece dentro do coração, o seu delírio de infância e a vida campesina.

ld 4

Lourdes de Deus tem um currículo farto de exposições individuais, coletivas, nacionais, internacionais e participações em Bienais. Muitas de suas obras estão nas mãos de amigos colecionadores e editores para a didática educativa.

Lourdes vai estar no Espaço Cultural do Tribunal Superior do Trabalho, 25 de setembro 2017 no Distrito Federal em Brasília.

 

                                                    Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e agitadora cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzbon

        Samba, sol praia e mar mar. 2017. Óleo e silicone sobre tela 250x150 cm

Samba, sol praia e mar mar. 2017. Óleo e silicone sobre tela 250×150 cm

 

Gustavo Rincón Moreno, artisticamente MORENU, iniciou a sua atividade artística como autodidata. Em 2013 iniciou o curso de licenciatura em artes visuais na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, onde cursou cinco semestres, transferindo-se posteriormente  para o curso de bacharelado  em Artes Visuais na UNB – Universidade de Brasília, fez residência na “Dacia Gallery em New York em 2014. No ano de 2004 obteve o primeiro lugar em pintura na “Primeira Olimpíada Nacional de Talentos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica” com a obra, “Mentiras Vespertinas”

Atualmente Morenu um artista multimídia, transitando entre a pintura, desenhos, escultura, instalações, fotografias e vídeos. Participando de exposições nacionais e internacionais. Na pintura, utiliza principalmente óleo e acrílico, por vezes misturados a materiais não convencionais como arame, pregos, parafusos, silicone, etc.

As composições do artista refletem críticas às problemáticas sociais e políticas da nossa sociedade, como nas obras “E vi será do Brasil” de 2015, na qual o artista expõe as vísceras da política brasileira, entremeando dinheiro picado, moedas e inserções de manchetes de jornais. Esta obra foi exposta na mostra anual da Associação Candanga de Artistas Visuais em 2016 na Câmara Legislativa do Distrito Federal, onde causou grande impacto.

E Vi Será do Brasil. 2015-2016. 80x100 cm  Poliuretano, óleo, moedas, dinheiro picado e recortes de jornal.

E Vi Será do Brasil. 2015-2016. 80×100 cm
Poliuretano, óleo, moedas, dinheiro picado e recortes de jornal.

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100x100 cm

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100×100 cm

 

Na poética mais recente “Feridas Urbanas”, representações de fragmentos de pele humana com diversas feridas (arma de fogo, facadas, traumatismo contundentes), ora isoladas, ora inseridas em fundos abstratos estilisticamente expressionistas, chamam atenção do público para o sofrimento da sociedade brasileira, gerado por violência doméstica, estupros, balas perdidas, latrocínios, assaltos e homofobia. Morenu pretende sensibilizar a sociedade, resgatando a memória das vítimas, para não se tornarem mais uma simples estatística. As Feridas Urbanas após tratamento podem sanar, porém a ferida psicológica deixada na vitima e na sociedade custará a sarar.

         Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100x100 cm

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100×100 cm

“History transpõe à sua arte, uma força de vida”.

 —

Juraci Masiero Pozzobon, Artista plástica e mecenas, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

 

Juraci Masiero Pozzobon

Morenu, arte e cirurgia

arte j 4

Gustavo Rincón Moreno, artisticamente “Morenu”. Nasceu em Cali, Colômbia. Filho de Adiela e Gustavo, enfermeira e  cirurgião dentista respectivamente. Morenu começou a frequentar escola desde cedo aos 5 anos de idade já começava suas primeiras linhas artísticas, ganhava de seu pai cera de modelar e criava seus personagens com perfeição, foi ali que descobriu a primeiras paixão, a escultura. Em 1978, aos 9 anos de idade começou o ensino médio no Instituto Técnico Industrial (ITI, na cidade de Armênia, Colômbia), começando formação em desenho técnico e posteriormente em fundição de metais, criando as primeiras esculturas em alumínio e bronze através da técnica “cera perdida”.

arte j 2Por problemas respiratórios teve que desistir desse curso e foi terminar o seu ensino médio no Colégio Jorge Isaacs, onde conheceu o grande mestre da  da pintura colombiana Abiezer Agudelo, que na época iniciava sua carreira artística. Desse recebeu grande incentivo no desenho e na pintura. Entre 1985 e 1989 fez oficinas com também renomados mestres Alejandro Obregón, Leonel Gongora, Jim Amaral e Maria de La Paz Jamillo. Em 1986 Morenu iniciou os estudos de medicina na Universidade Del Quindío. Fez especialização no Rio de Janeiro em cirurgia plástica, como forma de aliar suas duas paixões: a arte e a medicina.

Atualmente Morenu um artista multimídia, transitando entre a pintura, escultura, instalações, fotografias e vídeos. Participando de exposições nacionais e internacionais, Morenu é mordaz em suas críticas na arte, na política e na sociedade.

21616125_10155518484856147_2860544738231183523_nMorenu trabalhou diversos materiais na pintura e desenho: pastel seco, carvão, grafite, aquarela, óleo e hoje trabalha com técnica mista e materiais não convencionais na pintura, como o silicone. Após cursar cinco semestres de licenciatura em artes visuais na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, transferiu-se para o curso de bacharelado em Artes Visuais na Universidade de Brasília – UNB – realizou residência na artista na Dacia Gallery em New York em 2014. Em 2004 obteve o primeiro lugar em pintura na primeira Olimpíada Nacional de Talentos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica com a obra “Mentiras Vespertinas”.

Hoje apresentamos sua nova poética chamada “Feridas Urbanas” onde representações de fragmentos de pele humana com diversas feridas (arma de fogo, facadas, traumatismos contundentes), inseridas em fundos abstratos estilisticamente expressionistas, chamam a atenção do público para o sofrimento da sociedade brasileira, gerado por violência doméstica, estupros, balas perdidas, latrocínios e assaltos e homofobia. Com esta poética, Morenu pretende sensibilizar a sociedade, resgatando a memória das vítimas, para não se tornarem mais uma simples estatística, As feridas urbanas após tratamento podem sanar, porém a ferida psicológica deixada na vítima e na sociedade custará a sarar.

arte j 5

                                                                Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

                         Humana Natureza

celita4

Entrando no mundo da arte! Celita Schneider, fotógrafa, nasceu em 20 de dezembro de 1986, natural de Chopinzinho, Paraná. Seu pai Selito Schneider e sua mãe Rosa Mary Dalzotto Schneider, e sua também irmã Talita Schneider, são grandes incentivadores dessa carreira por ela escolhida! A família trabalha com uma lavanderia há 19 anos. Desde o início Celita vem à frente do negócio, também fazendo o que gosta na fotografia e arte, iniciou sua carreira de fotógrafa em 2008. Viajou para os Estados Unidos para um aperfeiçoamento, aí veio  a grande inspiração.  O foco de seu trabalho sempre foi às pessoas, fotografando books para debutantes e gestantes e newborn…

celita2

Em 2014 esteve em Uganda, na África Abantu (Humara) onde toda a venda de suas  obras serão revertidas para missões que ocorrem nesse país.

Celita3

Neste ano de 2017 que Celita inicia sua     carreira artística em fotografia, focada para a natureza do Mato Grosso.  No seu trabalho pretende interagir     o homem natureza para refletir sobre a importância do futuro da mãe terra. Diz Celita, que esse não é um julgamento e sim uma reflexão para o mundo. Com base de sentimentos que ela apresenta essa criação artística, com     expressão de gratidão e carinho para com a natureza!

Celita1

Humana Natureza é inspirada no poema “Assim Será” da poetiza Marli Walker para o mundo.

Celita está focada em divulgar a cultura/arte, valorizando a natureza do homem.

“Assim será… Já está sendo… Assim será o futuro”.

Artes & Artistas

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

As cores e luzes de Almira Reuter

Almira2

Almira Reuter nasceu em 1946 em Nanuque no interior de Minas Gerais. Auto didata, expressionista, começou as suas criações artística em 1986. Almira Reuter trabalha suas criações focando se na trajetória de sua vida de sua terra natal e a sua vida no campo.

Almir 1Foi para o Mato Grosso, onde tudo começou com uma vida simples, mudou-se para Cárceres e depois para Cuiabá, onde se destacou como uma grande artista. No início fez trabalhos regionais matogrossenses, memórias de Cuyabá, Chapada dos Guimarães, Pantanal sua história com o fermento e o tempo, com o mesmo título lançou um livro de sua próprio autoria, onde tem abusado e registrados o seu tempo em telas.

Hoje Almira Reuter reside em Salvador, cidade capital que escolheu para dar continuidade de sua vida artística, onde inova, trazendo as cores vibrantes e luz. Almira experimentou diversas técnicas e materiais, como em estopa, seda, chitão papel entre outras, também trabalhou na escultura.

almira3

Almira já participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, tanto no Brasil como no exterior, a artista destacou-se com vários prêmios em salões, um dele da Funarte com o título “Obras primas” que contemplou uma exposição na Funarte em Brasília, Almira Reuter está sempre reinventando sem perder sua identidade, sendo fiel aos seus sentimentos.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artística plástica e ativista cultural

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
fevereiro 2018
D S T Q Q S S
« jan    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728