hanna thame fisioterapia animal
livros do thame

Posts Tagged ‘Juraci Masiero Pozzobon’

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Toninho de Souza e o  “Melantucanarismo”

toninho 1

O artista Antônio Alves de Souza saiu de Riachão das Neves, Bahia, radicado em Sobradinho, Distrito Federal. Conhecido como Toninho de Souza, um artista autodidata. Sua primeira exposição foi em 1969, em Sobradinho.

Em 2000 recebeu a Comenda Cultural do DF pela Secretaria de Cultura e também recebe no auditório no setor gráfico em Brasília numa cerimônia Honrosa Medalha Victor Brescheret, da Abrasci, da Arte Contemporânea Brasileira. O artista apresentou suas amostras coletivas e individuais em diversos lugares no Brasil e no Exterior. Toninho tem livros publicados com suas obras por grandes editoras.

toninho 2

Toninho criou a linguagem “Melantucanarismo” abstraindo elementos compostos por melancia, tucanos e araras, com pinceladas em forma de bumerangue. Assim virou pincelada em forma de buramengue de várias obras.  A melancia é muito conhecida numa pedra esculpida, em homenagem a sua esposa que na época estava grávida e com carinho e pelo desejo esculpiu e pintou a melancia. Toninho um mestre multimídia, além de telas, trabalha com escultura e vídeos.

Toninho 3

Toninho de Souza um artista que vai onde o povo está sua arte é vista nos pontos de ônibus e nos muros para levar um pouco mais de crescimento cultural para quem passa por perto ou fica hora à espera da condução e no olhar interage com a cultura/arte da sua própria cidade. A arte de Toninho propõe que as pessoas imaginem possíveis sequências de suas histórias, isso não quer dizer que seja a mesma interpretação do artista, esse é o objetivo, um conto na íntegra para o seu livro mental.

Toninho 4

Toninho de Souza leva sua arte com muito zelo para a cidade de sobradinho – DF, que o acolheu com carinho.

A criança olha para o colorido e expressa seus sentimentos, desejos e emoções. Através do olhar vem a brincadeira de “Desenhar significa fazer”!

“Pichar a arte é apagar a cultura, pichar a cultura é desrespeitar o povo”!

—-

Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

 Humberto Espindola, bois e talantos

Humberto Spindola coluna JuraciHumberto Espindola, artista plástico desde 1964. Bacharel em jornalismo pela faculdade de Filosofia, ciência e letras da Universidade Católica de Curitiba PR, em 1965. Tem ateliê em Campo Grande, MS e Cuiabá, MT. Humberto tem desenvolvido grandes estudos do boi, seu tema é bovinocultura desde 1967, conquistou um destaque histórico no capitulo de descentralização da arte brasileira e tem seus trabalhos registrados em bibliográficas de referências e livros de arte contemporânea.

Sua produção do boi é visto como símbolo da riqueza de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul onde realiza um retrato sarcástico da sociedade do boi, que é a moeda e símbolo de poder.

Pintor desenhista e objetista, com um trabalho nascido ao meio turbilhão militar brasileira na década de 60, sem perder seu senso critico e provocativo as obras de Humberto, continuam nos envolvendo em reflexões existenciais. Mais de 50 anos depois da primeira critica do seu trabalho, ele traz consigo importantes exposições e prêmios nacionais e internacionais. Segunda a crítica de arte Aline Figueiredo em seu livro “A Propósito do Boi”, Humberto transmitiu, também, com a imagem do boi a capacidade dual que o homem lhe impõe, isto é o termo animal dos pastos também será besta satânica. Com as patas expressa o massacre, com os chifres a opressão e como corpo o poder humaniza o boi para traduzir a força sócio política  e econômica. Associa-o ao minotauro, símbolo da dualidade no qual o homem e o animal se confundem. Assim, minotauros de hoje, famélicos senhores bovinos transmitam engalanados de uniformes, estrela, dragonas e esporas, enquanto devoram uma sociedade marginalizada em seus mordazes labirintos.

juraci 3 Ainda diz Aline que vale ressaltar que Humberto ampliou o seu fazer artístico ate ao astista-ação. Aline e Humberto fundaram “AMA” Associação Mato-grossense de Artes, (1966), o MACP-Museu de Arte w Cultura Popular UFMT, (1973).

É de grande importância que haja interesse e sensibilidade por parte do expectador, para entender que a obra de Humberto vai mito além de o boi interagir através desse trabalho uma verdade geopolítica e econômica, desde os primórdios da civilização da humanidade.

Humberto, que geralmente trabalha com pintura sobre tela explica que teve que pensar de forma diferente para criar a escultura em homenagem ao aniversario de Cuiabá, um grande desafio. “Um boi ancestral, uma iconografia para deixar a arte da visualidade, de como vê a historia de Cuiabá dentro da minha vida”. Um brilhante mestre, sensível e atento as nossas necessidades sociais e intelectuais.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

 

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

A Dama das Flores

ld 5

Já com maturidade, o desenho e a pintura afloraram em Lourdes de Deus. O meio em que vive, vejo então, o interesse maior pela arte. Seu estilo naif, Lourdes abraçou todo esse pensamento e colocou em prática sobre tela nua. Foi com total liberdade e rigor próprio, que vinha em sua mente toda a produção artística.

ld 1

Todo esse manifesto interior colorido surgiu em Goiânia em 1991, sua primeira participação foi em Piracicaba com uma obra na Bienal com Pierrôs, entrou como selecionada no grupo.

Lourdes começou a pintar sozinha com traçados curtos e finos, com geometrias desconsertadas, sem o óbvio.

ld 2

O brilho do observador, mesmo não tendo o formalismo dos personagens deixa a clareza de uma linda história, ele procura dominar a leitura desconhecida para o real.

Lourdes de Deus é autodidata e obedece aos olhos e o coração do espectador, dando cores, detalhes abundantes e total autonomia emocional.

Inspirada quase sempre em grupos, multidão é uma marca registrada nos trabalhos, como suas delicadas flores, levando o nome de “A Dama das Flores”.

ld 3

Os temas de Lourdes têm historia variadas, festas juninas, carnaval, futebol, procissões, danças regionais, política e crenças. Destaca também em suas criações, vilarejos, com casas, igrejas, vendinhas, animais para o trabalho do homem, o trem ou Maria – fumaça, ruas sinuosas repletas de personagens religiosos e ao mesmo tempo um colorido que faz as orações se vigorarem.

Quando pinta ela se entusiasma relembrando a menina lá do interior de Pernambuco, provando a sensibilidade que permanece dentro do coração, o seu delírio de infância e a vida campesina.

ld 4

Lourdes de Deus tem um currículo farto de exposições individuais, coletivas, nacionais, internacionais e participações em Bienais. Muitas de suas obras estão nas mãos de amigos colecionadores e editores para a didática educativa.

Lourdes vai estar no Espaço Cultural do Tribunal Superior do Trabalho, 25 de setembro 2017 no Distrito Federal em Brasília.

 

                                                    Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e agitadora cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzbon

        Samba, sol praia e mar mar. 2017. Óleo e silicone sobre tela 250x150 cm

Samba, sol praia e mar mar. 2017. Óleo e silicone sobre tela 250×150 cm

 

Gustavo Rincón Moreno, artisticamente MORENU, iniciou a sua atividade artística como autodidata. Em 2013 iniciou o curso de licenciatura em artes visuais na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, onde cursou cinco semestres, transferindo-se posteriormente  para o curso de bacharelado  em Artes Visuais na UNB – Universidade de Brasília, fez residência na “Dacia Gallery em New York em 2014. No ano de 2004 obteve o primeiro lugar em pintura na “Primeira Olimpíada Nacional de Talentos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica” com a obra, “Mentiras Vespertinas”

Atualmente Morenu um artista multimídia, transitando entre a pintura, desenhos, escultura, instalações, fotografias e vídeos. Participando de exposições nacionais e internacionais. Na pintura, utiliza principalmente óleo e acrílico, por vezes misturados a materiais não convencionais como arame, pregos, parafusos, silicone, etc.

As composições do artista refletem críticas às problemáticas sociais e políticas da nossa sociedade, como nas obras “E vi será do Brasil” de 2015, na qual o artista expõe as vísceras da política brasileira, entremeando dinheiro picado, moedas e inserções de manchetes de jornais. Esta obra foi exposta na mostra anual da Associação Candanga de Artistas Visuais em 2016 na Câmara Legislativa do Distrito Federal, onde causou grande impacto.

E Vi Será do Brasil. 2015-2016. 80x100 cm  Poliuretano, óleo, moedas, dinheiro picado e recortes de jornal.

E Vi Será do Brasil. 2015-2016. 80×100 cm
Poliuretano, óleo, moedas, dinheiro picado e recortes de jornal.

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100x100 cm

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100×100 cm

 

Na poética mais recente “Feridas Urbanas”, representações de fragmentos de pele humana com diversas feridas (arma de fogo, facadas, traumatismo contundentes), ora isoladas, ora inseridas em fundos abstratos estilisticamente expressionistas, chamam atenção do público para o sofrimento da sociedade brasileira, gerado por violência doméstica, estupros, balas perdidas, latrocínios, assaltos e homofobia. Morenu pretende sensibilizar a sociedade, resgatando a memória das vítimas, para não se tornarem mais uma simples estatística. As Feridas Urbanas após tratamento podem sanar, porém a ferida psicológica deixada na vitima e na sociedade custará a sarar.

         Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100x100 cm

Uma ferida Urbana. 2017. Óleo e silicone sobre tela 100×100 cm

“History transpõe à sua arte, uma força de vida”.

 —

Juraci Masiero Pozzobon, Artista plástica e mecenas, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

 

Juraci Masiero Pozzobon

Morenu, arte e cirurgia

arte j 4

Gustavo Rincón Moreno, artisticamente “Morenu”. Nasceu em Cali, Colômbia. Filho de Adiela e Gustavo, enfermeira e  cirurgião dentista respectivamente. Morenu começou a frequentar escola desde cedo aos 5 anos de idade já começava suas primeiras linhas artísticas, ganhava de seu pai cera de modelar e criava seus personagens com perfeição, foi ali que descobriu a primeiras paixão, a escultura. Em 1978, aos 9 anos de idade começou o ensino médio no Instituto Técnico Industrial (ITI, na cidade de Armênia, Colômbia), começando formação em desenho técnico e posteriormente em fundição de metais, criando as primeiras esculturas em alumínio e bronze através da técnica “cera perdida”.

arte j 2Por problemas respiratórios teve que desistir desse curso e foi terminar o seu ensino médio no Colégio Jorge Isaacs, onde conheceu o grande mestre da  da pintura colombiana Abiezer Agudelo, que na época iniciava sua carreira artística. Desse recebeu grande incentivo no desenho e na pintura. Entre 1985 e 1989 fez oficinas com também renomados mestres Alejandro Obregón, Leonel Gongora, Jim Amaral e Maria de La Paz Jamillo. Em 1986 Morenu iniciou os estudos de medicina na Universidade Del Quindío. Fez especialização no Rio de Janeiro em cirurgia plástica, como forma de aliar suas duas paixões: a arte e a medicina.

Atualmente Morenu um artista multimídia, transitando entre a pintura, escultura, instalações, fotografias e vídeos. Participando de exposições nacionais e internacionais, Morenu é mordaz em suas críticas na arte, na política e na sociedade.

21616125_10155518484856147_2860544738231183523_nMorenu trabalhou diversos materiais na pintura e desenho: pastel seco, carvão, grafite, aquarela, óleo e hoje trabalha com técnica mista e materiais não convencionais na pintura, como o silicone. Após cursar cinco semestres de licenciatura em artes visuais na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, transferiu-se para o curso de bacharelado em Artes Visuais na Universidade de Brasília – UNB – realizou residência na artista na Dacia Gallery em New York em 2014. Em 2004 obteve o primeiro lugar em pintura na primeira Olimpíada Nacional de Talentos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica com a obra “Mentiras Vespertinas”.

Hoje apresentamos sua nova poética chamada “Feridas Urbanas” onde representações de fragmentos de pele humana com diversas feridas (arma de fogo, facadas, traumatismos contundentes), inseridas em fundos abstratos estilisticamente expressionistas, chamam a atenção do público para o sofrimento da sociedade brasileira, gerado por violência doméstica, estupros, balas perdidas, latrocínios e assaltos e homofobia. Com esta poética, Morenu pretende sensibilizar a sociedade, resgatando a memória das vítimas, para não se tornarem mais uma simples estatística, As feridas urbanas após tratamento podem sanar, porém a ferida psicológica deixada na vítima e na sociedade custará a sarar.

arte j 5

                                                                Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

                         Humana Natureza

celita4

Entrando no mundo da arte! Celita Schneider, fotógrafa, nasceu em 20 de dezembro de 1986, natural de Chopinzinho, Paraná. Seu pai Selito Schneider e sua mãe Rosa Mary Dalzotto Schneider, e sua também irmã Talita Schneider, são grandes incentivadores dessa carreira por ela escolhida! A família trabalha com uma lavanderia há 19 anos. Desde o início Celita vem à frente do negócio, também fazendo o que gosta na fotografia e arte, iniciou sua carreira de fotógrafa em 2008. Viajou para os Estados Unidos para um aperfeiçoamento, aí veio  a grande inspiração.  O foco de seu trabalho sempre foi às pessoas, fotografando books para debutantes e gestantes e newborn…

celita2

Em 2014 esteve em Uganda, na África Abantu (Humara) onde toda a venda de suas  obras serão revertidas para missões que ocorrem nesse país.

Celita3

Neste ano de 2017 que Celita inicia sua     carreira artística em fotografia, focada para a natureza do Mato Grosso.  No seu trabalho pretende interagir     o homem natureza para refletir sobre a importância do futuro da mãe terra. Diz Celita, que esse não é um julgamento e sim uma reflexão para o mundo. Com base de sentimentos que ela apresenta essa criação artística, com     expressão de gratidão e carinho para com a natureza!

Celita1

Humana Natureza é inspirada no poema “Assim Será” da poetiza Marli Walker para o mundo.

Celita está focada em divulgar a cultura/arte, valorizando a natureza do homem.

“Assim será… Já está sendo… Assim será o futuro”.

Artes & Artistas

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

As cores e luzes de Almira Reuter

Almira2

Almira Reuter nasceu em 1946 em Nanuque no interior de Minas Gerais. Auto didata, expressionista, começou as suas criações artística em 1986. Almira Reuter trabalha suas criações focando se na trajetória de sua vida de sua terra natal e a sua vida no campo.

Almir 1Foi para o Mato Grosso, onde tudo começou com uma vida simples, mudou-se para Cárceres e depois para Cuiabá, onde se destacou como uma grande artista. No início fez trabalhos regionais matogrossenses, memórias de Cuyabá, Chapada dos Guimarães, Pantanal sua história com o fermento e o tempo, com o mesmo título lançou um livro de sua próprio autoria, onde tem abusado e registrados o seu tempo em telas.

Hoje Almira Reuter reside em Salvador, cidade capital que escolheu para dar continuidade de sua vida artística, onde inova, trazendo as cores vibrantes e luz. Almira experimentou diversas técnicas e materiais, como em estopa, seda, chitão papel entre outras, também trabalhou na escultura.

almira3

Almira já participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, tanto no Brasil como no exterior, a artista destacou-se com vários prêmios em salões, um dele da Funarte com o título “Obras primas” que contemplou uma exposição na Funarte em Brasília, Almira Reuter está sempre reinventando sem perder sua identidade, sendo fiel aos seus sentimentos.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artística plástica e ativista cultural

Artes & Artistas

O mundo Naif

b679631e-29a8-43ac-be35-baf759b639e5

Juraci Masiero Pozzobon

 A arte Naif é a arte mais antiga, pura, ingênua, anti naturalista é originada na Arte Plástica  Pré-História. Vindo a ser substituído pelas artes do estilo acadêmico, impressionismo, expressionismo, surrealismo e cubismo. A arte Naif veio para romper a estética da arte europeia.

n 1

Foi no século XX com a Renascença que Henri Rouseau, pintor francês que com 49 anos começou a pintar, depois de se aposentar como o coletor de impostos. Henri era um autodidata naif, mesmo sendo ironizado pelos críticos contemporâneos, mas ganhou o respeito de artistas modernos, revelando assim a sua simplicidade. Não se preocupava em representar fielmente a realidade. Assim, surgiram tantos outros artistas naifs.

No Brasil, há desenhos e pinturas ruprestes em rochas e a pintura indígena, surgindo vários pintores primitivistas com trabalhos de reconhecimento.

92788fcd-c548-4363-9372-ae740dd692ef (1)

O grupo no Brasil é muito unido, lutam pelo que fazem demonstrando à felicidade a contemplação da natureza em suas telas. São trabalhos de extrema realidade da região que vivem. Eles dão ênfase no seu estilo naif com cores vivas chocantes, ocupação de todo espaço, imaginação, desregularização, irrealidade dos fatos, reproduzidos à partir de temas populares geralmente inspirados no meio rural.

“O desejo é espontâneo do naif de desenhar e pintar, pelejando um espaço vitorioso que emparelha dentro da arte contemporânea”.

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

Amomm de Deus

ammon 3

Amomm Hebrom de Deus, conhecido artisticamente como Amomm de Deus. Nascido em São Paulo mais precisamente em Osasco em 1978, ainda com 8 anos de idade começou a pintar e com 11 fez sua primeira exposição individual no Museu Dimitri Sensuad de Lavaud, em Osasco e aí em diante várias delas e participações em salões de artes e bienais. Sempre foi orientado pelo pai que a obra de um artista valoriza na parede do colecionador, por isso Amomm sempre vendia para o seu incentivo.

 

ammon 4Seria muito fácil dizer que Amomm de Deus tem tinta em vez de sangue nas veias. A influência é inegável por ser filho de um mega artista contemporâneo, Waldomiro de Deus e também da artista Lourdes de Deus. Porém a mistura de talentos em um só lar é caracterizada pela autenticidade e identidade única de cada um deles. As obras de Amomm são comprometidas com a vida sertaneja que se vê no campo na roça, nos carrosséis e parques que assim permitem uma poesia cheia de fantasias.

A lua muito presente em seus trabalhos manifestando os inconscientes, uma indagação constante a desafiar seja de noite ou de dia e faz lembrar independente de suas intenções claras… Embora Amomm seja naif, insere nas telas corpos esculturais clássicos que nos faz admirar e interagir numa bela releitura, com seus atributos particulares nos personagens surrealistas com harmonia em degrade no horizonte.

ammon 1

Amomm casado com Kelen tem 4 filhos, mora em um aconchegante ranchinho na beira da serra do Japi em Cajamar, São Paulo. Ele é apaixonado pela vida, onde percebe que as coisas mais simples e verdadeiras encontra a felicidade. A  música é sua inspiração para suas obras.

ammon 2

Amomm diz: “Quanto mais a vida fica corrida, individualista e cinzenta nas grandes metrópoles, a arte continuara sendo um momento de alegria, de  poesia e de felicidade através de minhas pinceladas sertanejas.”

 

                            Juraci Masiero Pozzobon é ativista cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon 

 

Ari Carvalho, os olhos que falam

ari carvalho 1

Arimar Gomes Carvalho Magalhães Borges, nome artístico Ari Carvalho, nasceu no dia 16 de abril de 1987, no interior da Bahia cidade de Unas. Ari Carvalho é filho de Paulo Gilmar Borges, produtor de cacau e a  faxineira, Ana Lúcia Magalhães Gomes.

Ari Carvalho saiu da cidade natal com 3 anos de idade,  residindo em Belo Horizonte passando uma parte de sua infância, entre a capital mineira e a Bahia.

ari carvalho 2Ari começou se interessar pela criação artística no desenho observando as igrejas e monumentos de Belo Horizonte. Mudou se para Sinop, MT, em 1999. Aprofundou – se no desenho e pintura óleo/tela com a artística plástica Leda Silva e Mari Bueno.

Ari Carvalho é um artística virtualista, com habilidade e boas técnicas de interpretação artística, um autodidata nato. Define o grande artista português Francisco Charneca o mesmo elogiou sua característica realista, assim relata o artista.

ari carvalho 3  Ari encontra dificuldades no entrosamento artístico. O ponto alto do trabalho dele está nos retratos em óleo/tela e aquarela africana com sentimento fácil, dá-se a impressão de troca de olhares silenciosos interagindo com o observador, trabalha com a perfeição, um metódico, muito crítico naquilo que faz. Suas cores são eficazes e harmoniosas. Os olhos dizem tudo, não necessitam de uma agenda.

Ari Carvalho tem feito exposições em Cuiabá – participou em coletivas, faz projetos escolares e sempre é convidado em eventos para realização de customização em produtos à venda. Com a técnica em aquarela Ari pinta caricaturas para casamentos e presentes de aniversário. Até o momento a artístico não tem seu próprio acervo, pois ele vive da arte para suprir as suas necessidades de vida.

 

                     Juraci Masiero Pozzobon  é artista plástica e ativista cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

 

Jerci Maccari, a arte vem do campo

jerci-maccari-expoe-sua-obra-em-nova-veneza

Catarinense de Urussanga, SC, mas cresceu na cidade de Francisco Beltrão, PR. Jerci filho de agricultor trabalhou com a família nos afazeres no campo, como mostra suas obras.

Ainda com apenas 13 anos de idade foi estudar no seminário de Ibicaré, SC, mais tarde foi transferido para o seminário de Pirassununga, SP. Sempre que possível ao aconchego da família, onde até hoje faz suas criações artísticas rurais do convívio familiar.

jerci 3 Em 1970, vai para a casa religiosa de Valinhos, SP, onde vive até hoje. Sua vocação religiosa fica para trás , mas algo sempre o acompanha, faz parte da “ Orquestra Filarmônica de Valinhos”, fez sua estreia como presidente e Diretor artístico também compõe o naipe dos violinos, que é o instrumento que domina.

Ainda da aula, como professor de música e pintura. Administra diversas oficinas de pintura em entidades assistenciais e escolas para crianças carentes e especiais.

A pintura o leva enveredar-se pela arte moderna. Hoje, depois de muito estudo aderiu a influencia cubista seus temas da pintura são dados pelo elemento figurativo e pela estilização das paisagens.

Jerci Maccari tem como temática o homem do campo, sempre que vemos suas telas suas cores muito vivas, bem definidas e perspectivas homogêneas seus personagens bens distribuídos e sua marca de personagem sem definição facial. Registra o ambiente sócio-cultural do meio rural e suas consequências com simplicidade do lavrador como simbologia de vida.

jerci 4Jerci Maccari participou de várias exposições individuais, coletivas nacionais e internacionais, com especialistas, que publicam artigos sobre seus trabalhos.

Jerci também irá participar dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida na grande festa que acontecerá em outubro deste ano.

A iniciativa da TV Vanguarda de S.José dos Campos, é a idealizadora, organizadora e produtora com “Olhar de N.S Aparecida”. Jerci Maccari apresenta sua técnica e seu estilo. A obra será doada ao santuário de Nossa Senhora Aparecida.

Jerci é um grande mestre na música e artes visuais para Valinhos, SP.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

Waldomiro de Deus e a Nossa Senhora de mini saia

wd por juraci

Tela da artista plástica e curadora de artes Juraci Masiero Pozzobon, homenageando um dos momentos marcantes da carreira do naif Waldomiro de Deus, em plena Rua Augusta (centro de São Paulo), no final dos anos 60.

Foi o período da Tropicália, em que Waldomiro fez parte ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Cia., em que pintou uma Nossa Senhora de mini saia, traje que o artista chegou a usar, numa época em que uma parte da classe artística mergulhou na guerrilha contra a Ditadura Militar e outra partiu para o desbunde.

Arte e historia numa mesma tela.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
dezembro 2017
D S T Q Q S S
« nov    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31