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Artes & Artistas

O mundo colorido de Con Silva

Conceição Ap. Silva-São Francisco de Assis

Juraci Masiero Pozzobon

       Artista de Campo Belo, MG. Nascida em 7 de outubro, hoje residindo em Batatais, SP,  Con Silvia ou Conceição, autodidata buscou para seu caminho também um mundo mais colorido. Está no sangue a vida artística e não podia deixar escapar, mas foi buscar algo sublime para acalentar seus sentimentos, seus sonhos, para surpreender a vida num pipocar. Ela arrancou dentro de si o talento que estava enclausurado. Aqui ela demonstra sua qualidade no amor do que faz. Con teve grande incentivo de familiares. Assim sua sensibilidade aflorou em sua mente adormecida, encontrou uma colher de madeira de grande sentimento, pintando sem deixar rastros brancos.

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A artista é veemente levada a elementos culturais diversos, como festas populares voltadas a cultura afro-brasileira. Con Silva tem a formação católica, pinta santos, procissões e é apaixonada pela historia de São Francisco e Santa Clara, os mesmos despontam em suas criações. Por respeito ao pai sambista respeita e pinta os orixás, fascinada retrata a cultura popular brasileira.

Seus personagens são destacados próximos, conforme a proporção de primeiro plano, como se vê em seus trabalhos, homens ou animais. As vestimentas parecem reais conforme o ambiente. As paisagens em si, apresentam um equilíbrio entre plantas e personagens  com um colorido harmonioso.

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Muito interessante que Con nos faz interagir pela alegria simples de vida que convive entra as pessoas.

Con Silva foi preciso tocar, num pincel com tintas para sentir a força de colocar em prática o que a luz divina tinha para lhe oferecer, onde e pode mensurar a sua grandiosidade, firmando nos dias belos, de amor à vida.

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Con participa de exposições nacionais e internacionais, onde também seus trabalhos cruzam mares. Apresentado composições espontâneas, equilibradas do amor para o belo.

“A arte simboliza o novo, o prazer à simplicidade e a interação com as pessoas”. Assim interpreta Con Silva.

 

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

 

Helena Vasconcelos  e as manifestações populares

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Helena Vasconcelos é uma pesquisadora em artes plásticas. Ela é natural de Uberaba, MG. Hoje Helena reside em Goiânia onde faz parte de comando de exposições individuais e grupos, organiza e participa de Bienais.

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Helena apresenta seus trabalhos em acrílico sobre tela, apresentando diversas manifestações populares da região em passa, como Folia de Reis, a cavalhadas, congadas, procissões religiosas assim como todas as festas regionais.

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Helena expressa um mundo de cores vibrantes da maneira de sua imaginação, todos os espaços são tomados de cores e personagens diversos. Helena como historiadora que contempla os detalhes para uma criação duma tela para que o telespectador se sinta à vontade para interagir nas belas histórias. A historia de Goiás já transformou Helena com estilo Goiana, abraçou com muitos carinho a terra da poesia Cora Coralina.

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Helena fragmenta uma poesia naqueles que cria. Sua solução é juntar retalhos e ligar à cultura popular desde o rural ao urbano, de calça remendada ao vestido de chita, a força essa da harmoniosa poética que Helena constrói.

 

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Juraci Masiero Pozzobon

Amomm de Deus

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Amomm Hebrom de Deus, conhecido artisticamente como Amomm de Deus. Nascido em São Paulo mais precisamente em Osasco em 1978, ainda com 8 anos de idade começou a pintar e com 11 fez sua primeira exposição individual no Museu Dimitri Sensuad de Lavaud, em Osasco e aí em diante várias delas e participações em salões de artes e bienais. Sempre foi orientado pelo pai que a obra de um artista valoriza na parede do colecionador, por isso Amomm sempre vendia para o seu incentivo.

 

ammon 4Seria muito fácil dizer que Amomm de Deus tem tinta em vez de sangue nas veias. A influência é inegável por ser filho de um mega artista contemporâneo, Waldomiro de Deus e também da artista Lourdes de Deus. Porém a mistura de talentos em um só lar é caracterizada pela autenticidade e identidade única de cada um deles. As obras de Amomm são comprometidas com a vida sertaneja que se vê no campo na roça, nos carrosséis e parques que assim permitem uma poesia cheia de fantasias.

A lua muito presente em seus trabalhos manifestando os inconscientes, uma indagação constante a desafiar seja de noite ou de dia e faz lembrar independente de suas intenções claras… Embora Amomm seja naif, insere nas telas corpos esculturais clássicos que nos faz admirar e interagir numa bela releitura, com seus atributos particulares nos personagens surrealistas com harmonia em degrade no horizonte.

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Amomm casado com Kelen tem 4 filhos, mora em um aconchegante ranchinho na beira da serra do Japi em Cajamar, São Paulo. Ele é apaixonado pela vida, onde percebe que as coisas mais simples e verdadeiras encontra a felicidade. A  música é sua inspiração para suas obras.

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Amomm diz: “Quanto mais a vida fica corrida, individualista e cinzenta nas grandes metrópoles, a arte continuara sendo um momento de alegria, de  poesia e de felicidade através de minhas pinceladas sertanejas.”

 

                            Juraci Masiero Pozzobon é ativista cultural

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon 

 

Ari Carvalho, os olhos que falam

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Arimar Gomes Carvalho Magalhães Borges, nome artístico Ari Carvalho, nasceu no dia 16 de abril de 1987, no interior da Bahia cidade de Unas. Ari Carvalho é filho de Paulo Gilmar Borges, produtor de cacau e a  faxineira, Ana Lúcia Magalhães Gomes.

Ari Carvalho saiu da cidade natal com 3 anos de idade,  residindo em Belo Horizonte passando uma parte de sua infância, entre a capital mineira e a Bahia.

ari carvalho 2Ari começou se interessar pela criação artística no desenho observando as igrejas e monumentos de Belo Horizonte. Mudou se para Sinop, MT, em 1999. Aprofundou – se no desenho e pintura óleo/tela com a artística plástica Leda Silva e Mari Bueno.

Ari Carvalho é um artística virtualista, com habilidade e boas técnicas de interpretação artística, um autodidata nato. Define o grande artista português Francisco Charneca o mesmo elogiou sua característica realista, assim relata o artista.

ari carvalho 3  Ari encontra dificuldades no entrosamento artístico. O ponto alto do trabalho dele está nos retratos em óleo/tela e aquarela africana com sentimento fácil, dá-se a impressão de troca de olhares silenciosos interagindo com o observador, trabalha com a perfeição, um metódico, muito crítico naquilo que faz. Suas cores são eficazes e harmoniosas. Os olhos dizem tudo, não necessitam de uma agenda.

Ari Carvalho tem feito exposições em Cuiabá – participou em coletivas, faz projetos escolares e sempre é convidado em eventos para realização de customização em produtos à venda. Com a técnica em aquarela Ari pinta caricaturas para casamentos e presentes de aniversário. Até o momento a artístico não tem seu próprio acervo, pois ele vive da arte para suprir as suas necessidades de vida.

 

                     Juraci Masiero Pozzobon  é artista plástica e ativista cultural

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Juraci Masiero Pozzobon

A Dama das Flores

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Já com maturidade, o desenho e a pintura afloraram em Lourdes de Deus. O meio em que vive, vejo então, o interesse maior pela arte. Seu estilo naif, Lourdes abraçou todo esse pensamento e colocou em prática sobre tela nua. Foi com total liberdade e rigor próprio, que vinha em sua mente toda a produção artística.

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Todo esse manifesto interior colorido surgiu em Goiânia em 1991, sua primeira participação foi em Piracicaba com uma obra na Bienal com Pierrôs, entrou como selecionada no grupo.

Lourdes começou a pintar sozinha com traçados curtos e finos, com geometrias desconsertadas, sem o óbvio.

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O brilho do observador, mesmo não tendo o formalismo dos personagens deixa a clareza de uma linda história, ele procura dominar a leitura desconhecida para o real.

Lourdes de Deus é autodidata e obedece aos olhos e o coração do espectador, dando cores, detalhes abundantes e total autonomia emocional.

Inspirada quase sempre em grupos, multidão é uma marca registrada nos trabalhos, como suas delicadas flores, levando o nome de “A Dama das Flores”.

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Os temas de Lourdes têm historia variadas, festas juninas, carnaval, futebol, procissões, danças regionais, política e crenças. Destaca também em suas criações, vilarejos, com casas, igrejas, vendinhas, animais para o trabalho do homem, o trem ou Maria – fumaça, ruas sinuosas repletas de personagens religiosos e ao mesmo tempo um colorido que faz as orações se vigorarem.

Quando pinta ela se entusiasma relembrando a menina lá do interior de Pernambuco, provando a sensibilidade que permanece dentro do coração, o seu delírio de infância e a vida campesina.

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Lourdes de Deus tem um currículo farto de exposições individuais, coletivas, nacionais, internacionais e participações em Bienais. Muitas de suas obras estão nas mãos de amigos colecionadores e editores para a didática educativa.

Lourdes vai estar no Espaço Cultural do Tribunal Superior do Trabalho, 25 de setembro 2017 no Distrito Federal em Brasília.

 

                                                    Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e agitadora cultural

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O mundo Naif

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Juraci Masiero Pozzobon

 A arte Naif é a arte mais antiga, pura, ingênua, anti naturalista é originada na Arte Plástica  Pré-História. Vindo a ser substituído pelas artes do estilo acadêmico, impressionismo, expressionismo, surrealismo e cubismo. A arte Naif veio para romper a estética da arte europeia.

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Foi no século XX com a Renascença que Henri Rouseau, pintor francês que com 49 anos começou a pintar, depois de se aposentar como o coletor de impostos. Henri era um autodidata naif, mesmo sendo ironizado pelos críticos contemporâneos, mas ganhou o respeito de artistas modernos, revelando assim a sua simplicidade. Não se preocupava em representar fielmente a realidade. Assim, surgiram tantos outros artistas naifs.

No Brasil, há desenhos e pinturas ruprestes em rochas e a pintura indígena, surgindo vários pintores primitivistas com trabalhos de reconhecimento.

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O grupo no Brasil é muito unido, lutam pelo que fazem demonstrando à felicidade a contemplação da natureza em suas telas. São trabalhos de extrema realidade da região que vivem. Eles dão ênfase no seu estilo naif com cores vivas chocantes, ocupação de todo espaço, imaginação, desregularização, irrealidade dos fatos, reproduzidos à partir de temas populares geralmente inspirados no meio rural.

“O desejo é espontâneo do naif de desenhar e pintar, pelejando um espaço vitorioso que emparelha dentro da arte contemporânea”.

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Juraci Masiero Pozzobon

 

As cores e luzes de Almira Reuter

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Almira Reuter nasceu em 1946 em Nanuque no interior de Minas Gerais. Auto didata, expressionista, começou as suas criações artística em 1986. Almira Reuter trabalha suas criações focando se na trajetória de sua vida de sua terra natal e a sua vida no campo.

Almir 1Foi para o Mato Grosso, onde tudo começou com uma vida simples, mudou-se para Cárceres e depois para Cuiabá, onde se destacou como uma grande artista. No início fez trabalhos regionais matogrossenses, memórias de Cuyabá, Chapada dos Guimarães, Pantanal sua história com o fermento e o tempo, com o mesmo título lançou um livro de sua próprio autoria, onde tem abusado e registrados o seu tempo em telas.

Hoje Almira Reuter reside em Salvador, cidade capital que escolheu para dar continuidade de sua vida artística, onde inova, trazendo as cores vibrantes e luz. Almira experimentou diversas técnicas e materiais, como em estopa, seda, chitão papel entre outras, também trabalhou na escultura.

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Almira já participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, tanto no Brasil como no exterior, a artista destacou-se com vários prêmios em salões, um dele da Funarte com o título “Obras primas” que contemplou uma exposição na Funarte em Brasília, Almira Reuter está sempre reinventando sem perder sua identidade, sendo fiel aos seus sentimentos.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela

Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

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A natureza viva de Tânia Pardo

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Tânia Pardo nasceu em Arco Iris, São Paulo. A artista é bacharel em letras pela Universidade de Marília, hoje com uma carreira traçada no Brasil e no exterior.

Tânia conta que no início da carreira artista, criava especialmente como hobby para a família, era assim mesmo que gostaria para a vida…

Até que um dia despertou num estalar de dedo e foi fazer um curso, na época em Bauru/SP (onde residia) visitando exposições observava as técnicas e admirava a forma rebuscada, despojado, assim Tânia buscou a técnica certa quando foi numa exposição da artista Ludmila Machado e realizou seu sonho criando algo dela, ela mesma descobriu seu potencial.

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Mudou-se para Cuiabá/MT por quatro anos. Lá também trabalhou com artesanato, mas que não era muito sua praia, porém queria fazer algo e transmitir o que sabia para as crianças. Com seu talento aflorado foi para Sinop lá permanecendo por 10 anos. Estudou, pesquisou e trabalhou, quando marca residência até hoje em Rondonópolis/MT (tudo novo, tudo desconhecido) sentiu-se presa, ela resolveu colocar a mão na massa…

A partir dali então, tudo mudou tudo livre, tudo fluiu, com nova identidade na arte com estilo próprio e se viu solta na natureza e na flora, sua fonte de inspiração onde estava presa e não sabia, disse: ali brotou meus dedos.

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Tânia usa as mãos, como instrumento de pintura e com o auxilio de pincel borracha para dar a luz arrebatando a tinta, assim consegue atingir efeitos visuais incríveis em seus trabalhos.

Com as mãos esparrama as tintas acrílicas, criando efeitos naturais, resalta que: “É fantástica a sensação. Tenho que ser perspicaz é rápida, pois executo com essa tinta que seca muito rápido”.

Como todo artista tem seus sonhos o dela era também era pintar uma performance…em tempo hábil, sem saber o certo, simplesmente interagindo com o personagem ou musical.

Sua primeira performance foi na exposição da riqueza mato grossense com seus três biomas, o cerrado, a Floresta Amazônica e o Pantanal.

Com essa técnica Tânia expôs em diversas cidades do mundo, como Roma, Paris, Dubai e Londres, uma premiação com medalha de bronze. Diz ela que: “O mais importante dessa experiência é o intercâmbio cultural, com a oportunidade de levar as belezas do Mato Grosso, para pessoas de outros países”. Destaca ainda que seu trabalho tem um forte apelo para a preservação ambiental. As nuances dos Ipês que trás a poesia interior do artista.

Foi com os Ipês amarelo e rosa que Tânia expôs na Amostra Internacional de Arte em Rotterdam, Holanda.

Tânia Pardo, uma artista com um caminho vazio em sua frente e de repente se depara com uma floresta cheia de percalços e emoções com tudo brotando do nada, com suas tintas coloridas, suas pontas de dedo e um único pincel de borracha para a subtração de efeitos.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Juraci Masiero Pozzobon

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Arte Sacra da Amazônia para o mundo

 

Mari Bueno regressou com seus pais em 1971 de Marechal Cândito Rondon para Sinop, Mato Grosso que reside até hoje. Ela é artista plástica muralista na arte contemporânea. Especialista em Arte Sacra e espaço litúrgico celebrativo pelo Instituto de Teologia de Santa Catarina. Na Europa fez cursos de desenho, pintura, mosaicos e iconografia. Nas pinturas usa técnica “Alla Prima”.

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Mari Bueno buscou em suas criações as características da região amazônica com a temática indígena, entre eles a fauna e a flora. Com técnicas variadas busca o cotidiano rural e urbano, mas se especializou em Arte Sacra que é seu forte. Hoje está executando pinturas murais, mosaicos e muitos adereços. Seus trabalhos se encontram em varias igrejas de todo o Brasil e leva a reciprocidade entre o cristianismo de países onde a fé Cristã é praticada. Assim suas obras cruzaram os oceanos até a Europa.

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Artes & Artistas

 

Marcelo Schimaneski, exemplo de superação

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Marcelo Schimaneski natural de Ponta Grossa, Paraná. Nasceu e cresceu e não sabia que já era um artista, o mesmo trabalhava numa empresa de ônibus para seu sustento um funcionário normal. Enquanto isso fazia desenho artístico no Senac com isso lhe deu experiência a um trabalho como serigrafista em Curitiba. Desempregado novamente volta a Ponta Grossa e fez algumas viagens de assistência para maquinas de cerrarias em outros estados, junto com um vizinho, nesse tempo fez amizade e teve conhecimentos de vida. Ao retornar numa viagem teve a contratação da empresa. Feliz com o trabalho e com o salário quando de repente aos 22 anos teve uma mudança brusca em sua vida, quando de repente Marcelo sofre um acidente, é internado no hospital sem saber da gravidade e foi informado sobre uma lesão grave na cervical. Marcelo manteve-se calmo e fez um tratamento e recuperou alguns movimentos. Hoje é impossibilitado de locomover-se com as pernas, mas com as mãos Deus lhe deu a habilidade do desenho e da pintura.

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Com estimulo de pessoas próximas começou a fazer uso de tinta acrílica sobre tela.

Encontramos trabalhos lindos, sem constrangimentos de vários artistas sem instrução acadêmicos na área artística. Marcelo tem um trabalho espontâneo, de sua própria convivência ou mesmo de lugares por onde passa, retratando a vida com liberdade deixando a vida cabocla e interiorana natural criando com autenticidade e destreza.

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Para o espectador, Marcelo apresenta um colorido que evidencia a interação de leitura, mesmo sem nenhuma palavra.

As vilas, comunidades com as casas feitas de madeiras como era de costume nos sítios uns ajudando o outro, o andar das corroças-bois, as araucárias arvore nativa do seu estado.

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Cada dia uma conquista expôs em muitos lugares individuais e coletivas, com um talento impar conquistou seleções em Bienais.

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Marcelo sabe que nada foi por a caso suas vitorias, exigiu muito desempenho e determinação.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Edson  Castro, a imersão da arte na natureza

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Natural de Corumbá, MS, Edson Castro, filho de pai Guarani e mãe Guato,  tem seu trabalho especificamente focado no abstracionismo, com influência da artista visual Wega Nery e o poeta Manoel de Barros,  seu amigo.

edson 4   Edson Castro começou sua carreira como autodidata com diversas técnicas, desenhos, pinturas, em aquarelas, óleo, acrílica e outros. Com um coração pantaneiro, Edson foi, além disso, sua imaginação beirava grandes águas. Em suas obras, Edson percorre uma dimensão por vereda que pode trazer surpresas a cada curva, cada linha, ambas apontam seus pontos diferenciados, com elementos profundos para a interação, com elementos críticos e o estético, seus olhos depuram a realidade e o rigor. Com cores homogêneas transmitem o caminho preciso.

Edson revela sua vivência pantaneira com cheiro de mato, o piar das aves, o rastejar das serpentes… sem esquecer de suas raízes, sai desse estado primitivo e vai para a “Cidade Luz” Paris, onde marca residência e desenvolve uma carreira de grandes realizações, com exposições fixas em renomadas galerias e exposições itinerantes.

edson 2O grande artista que decidiu mudar de ambiente para suas criações e pessoas diziam: que sua arte não iria ao além, que suas luzes não eram a gosto de europeus. Engano… suas obras obteve a honra de ser avaliada por Gerárd Xuriguerá, um dos mais respeitados críticos de artes europeus, que está preparando um livro sobre suas criações que chamou atenção dos amantes das artes, e colecionadores. Apresentou-se com uma performance no Carrousel do Louvre, ponto de partida para o mundo. Com todo esse resultado alcançado está ali o reconhecimento de seu trabalho e a visibilidade internacional.

Com sua carreira consagrada, Edson retorna à suas origens onde esbanja todo seu talento acumulado na terra européia para a sua brasilidade.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

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Alice Masiero, arte naif em permanente construção

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Alice Masiero é uma artista descolada da arte Naif, pois suas obras estão em exposição a jato, nacional e internacional.

j 2   Alice nasceu em 1963, sua descendência italiana trás da infância a fascinação e a alegria das cores. É no cotidiano que Alice Masiero vê e cria de maneira peculiar. Usa vários materiais para dar forma nos seus trabalhos. Usa papel machê, mosaico etc… Em seu espaço é atraído pelo seu acervo particular, suas telas surgem sempre de maneira criativa colocando fragmentos do que vê de seu redor daquele momento ou de seu pensamento, um trabalho pictórico de visão lírica, sua poética é especial dela.

Alice usa seu trabalho de forma educada. A arte Naif tem suas características desajeitadas, sem perspectivas, usa todo o espaço da tela branca com elementos bem coloridos sem muita vista de nuances onde o observador interage com o que vê e sente sua vida no passado.

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Alice busca soluções e demonstra a religiosidade bem significativa naquilo que ela sente com traços minuciosos no pontilhismo. Com isso Alice tem sua marca registrada. Ela tem um equilíbrio de personagens e de cores. Retrata a vida no campo na cidade, festas populares, festas religiosas. A técnica Naif é um jardim em permanente construção.

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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