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Artes & Artistas

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

As cores e luzes de Almira Reuter

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Almira Reuter nasceu em 1946 em Nanuque no interior de Minas Gerais. Auto didata, expressionista, começou as suas criações artística em 1986. Almira Reuter trabalha suas criações focando se na trajetória de sua vida de sua terra natal e a sua vida no campo.

Almir 1Foi para MT que tudo começou com uma vida simples, mudou-se para Cárceres e depois para Cuiabá, onde se destacou como uma grande artista. No início fez trabalhos regionais matogrossenses, memórias de Cuyabá, Chapada dos Guimarães, Pantanal sua história com o fermento e o tempo, com o mesmo título lançou um livro de sua próprio autoria, onde tem abusado e registrados o seu tempo em telas.

Hoje Almira Reuter reside em Salvador, cidade capital que escolheu para dar continuidade de sua vida artística, onde inova, trazendo as cores vibrantes e luz. Almira experimentou diversas técnicas e materiais, como em estopa, seda, chitão papel entre outras, também trabalhou na escultura.

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Almira já participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, tanto no Brasil como no exterior, a artista destacou-se com vários prêmios em salões, um dele da Funarte com o título “Obras primas” que contemplou uma exposição na Funarte em Brasília, Almira Reuter está sempre reinventando sem perder sua identidade, sendo fiel aos seus sentimentos.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artística plástica e ativista cultural

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Jerci Maccari, a arte vem do campo

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Catarinense de Urussanga, SC, mas cresceu na cidade de Francisco Beltrão, PR. Jerci filho de agricultor trabalhou com a família nos afazeres no campo, como mostra suas obras.

Ainda com apenas 13 anos de idade foi estudar no seminário de Ibicaré, SC, mais tarde foi transferido para o seminário de Pirassununga, SP. Sempre que possível ao aconchego da família, onde até hoje faz suas criações artísticas rurais do convívio familiar.

jerci 3 Em 1970, vai para a casa religiosa de Valinhos, SP, onde vive até hoje. Sua vocação religiosa fica para trás , mas algo sempre o acompanha, faz parte da “ Orquestra Filarmônica de Valinhos”, fez sua estreia como presidente e Diretor artístico também compõe o naipe dos violinos, que é o instrumento que domina.

Ainda da aula, como professor de música e pintura. Administra diversas oficinas de pintura em entidades assistenciais e escolas para crianças carentes e especiais.

A pintura o leva enveredar-se pela arte moderna. Hoje, depois de muito estudo aderiu a influencia cubista seus temas da pintura são dados pelo elemento figurativo e pela estilização das paisagens.

Jerci Maccari tem como temática o homem do campo, sempre que vemos suas telas suas cores muito vivas, bem definidas e perspectivas homogêneas seus personagens bens distribuídos e sua marca de personagem sem definição facial. Registra o ambiente sócio-cultural do meio rural e suas consequências com simplicidade do lavrador como simbologia de vida.

jerci 4Jerci Maccari participou de várias exposições individuais, coletivas nacionais e internacionais, com especialistas, que publicam artigos sobre seus trabalhos.

Jerci também irá participar dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida na grande festa que acontecerá em outubro deste ano.

A iniciativa da TV Vanguarda de S.José dos Campos, é a idealizadora, organizadora e produtora com “Olhar de N.S Aparecida”. Jerci Maccari apresenta sua técnica e seu estilo. A obra será doada ao santuário de Nossa Senhora Aparecida.

Jerci é um grande mestre na música e artes visuais para Valinhos, SP.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

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Juraci Masiero Pozzobon

 HUMBERTO ESPINDOLA, BOIS E TALENTO

 Humberto Spindola coluna JuraciHumberto Espindola, artista plástico desde 1964. Bacharel em jornalismo pela faculdade de Filosofia, ciência e letras da Universidade Católica de Curitiba PR, em 1965. Tem ateliê em Campo Grande, MS e Cuiabá, MT. Humberto tem desenvolvido grandes estudos do boi, seu tema é bovinocultura desde 1967, conquistou um destaque histórico no capitulo de descentralização da arte brasileira e tem seus trabalhos registrados em bibliográficas de referências e livros de arte contemporânea.

Sua produção do boi é visto como símbolo da riqueza de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul onde realiza um retrato sarcástico da sociedade do boi, que é a moeda e símbolo de poder.

Pintor desenhista e objetista, com um trabalho nascido ao meio turbilhão militar brasileira na década de 60, sem perder seu senso critico e provocativo as obras de Humberto, continuam nos envolvendo em reflexões existenciais. Mais de 50 anos depois da primeira critica do seu trabalho, ele traz consigo importantes exposições e prêmios nacionais e internacionais. Segunda a crítica de arte Aline Figueiredo em seu livro “A Propósito do Boi”, Humberto transmitiu, também, com a imagem do boi a capacidade dual que o homem lhe impõe, isto é o termo animal dos pastos também será besta satânica. Com as patas expressa o massacre, com os chifres a opressão e como corpo o poder humaniza o boi para traduzir a força sócio política  e econômica. Associa-o ao minotauro, símbolo da dualidade no qual o homem e o animal se confundem. Assim, minotauros de hoje, famélicos senhores bovinos transmitam engalanados de uniformes, estrela, dragonas e esporas, enquanto devoram uma sociedade marginalizada em seus mordazes labirintos.

juraci 3 Ainda diz Aline que vale ressaltar que Humberto ampliou o seu fazer artístico ate ao astista-ação. Aline e Humberto fundaram “AMA” Associação Mato-grossense de Artes, (1966), o MACP-Museu de Arte w Cultura Popular UFMT, (1973).

É de grande importância que haja interesse e sensibilidade por parte do expectador, para entender que a obra de Humberto vai mito além de o boi interagir através desse trabalho uma verdade geopolítica e econômica, desde os primórdios da civilização da humanidade.

Humberto, que geralmente trabalha com pintura sobre tela explica que teve que pensar de forma diferente para criar a escultura em homenagem ao aniversario de Cuiabá, um grande desafio. “Um boi ancestral, uma iconografia para deixar a arte da visualidade, de como vê a historia de Cuiabá dentro da minha vida”. Um brilhante mestre, sensível e atento as nossas necessidades sociais e intelectuais.

 

Juraci Masiero Pozzobon é artista plástica e ativista cultural

 

Waldomiro de Deus e a Nossa Senhora de mini saia

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Tela da artista plástica e curadora de artes Juraci Masiero Pozzobon, homenageando um dos momentos marcantes da carreira do naif Waldomiro de Deus, em plena Rua Augusta (centro de São Paulo), no final dos anos 60.

Foi o período da Tropicália, em que Waldomiro fez parte ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Cia., em que pintou uma Nossa Senhora de mini saia, traje que o artista chegou a usar, numa época em que uma parte da classe artística mergulhou na guerrilha contra a Ditadura Militar e outra partiu para o desbunde.

Arte e historia numa mesma tela.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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