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Pesquisadores de São Paulo conhecem jequitibá mais alto do Brasil no Sul da Bahia

jequitibá 1

Pesquisadores do Museu da Casa Brasileira/SP, e do  Instituto de Botânica/SP, acompanhados de técnicos da  Codeter e Ceplac, conheceram o Jequitibá mais alto do Brasil classificado no concurso de  jequitibás, realizado em 2013 pelo Instituto Cabruca. A árvore, da espécie Jequitibá Rosa, que  mede 56 metros de altura e 7,6 metrosm de circunferência.  está localizada na Fazenda Boa Lembrança, em Ubatã, no Sul da Bahia, de espólio de Sandoval Alcântara.

jequitibá 2

Ricardo Cardim do Museu da Casa Brasileira, Luciano Zandona do Instituto de Botânica e os fotógrafos e cinegrafistas Cassio Vasconcelos e Alex Vicitin estão elaborando trabalho técnico/cientifico com a realização de estudos, com pesquisas,  documentação e fotografias, para a edição de um livro destacando espécies arbóreas da Mata Atlântica. O foco é histórico botânico e a importância das plantas na composicão ambiental.

jequitibá 3

Segundo Cardim, “não foram identificadas em áreas de Mata Atlântica no Brasil,  árvores com porte e altura maior que o Jequitibá em Ubatã”. “As árvores da Mata Atlântica no Sul da Bahia são um referencial para todo o Brasil e servem como exemplo de como o cacau contribui para a conservação ambiental”, afirma o técnico da Ceplac, José Mendes

 

Em busca do grande Jequitibá Rei

O “Programa Árvores da Cabruca” lança na quarta-feira (29), o concurso “Maiores Árvores da Região Sul da Bahia”, que busca a maior espécie da árvore Jequitibá. Para participar do concurso, o interessado precisa se inscrever a partir da quinta-feira (30) até o fim de outubro, dia 31, na sede do Instituto Cabruca, em Ilheus.

Podem participar pessoas físicas, jurídicas e comunidades tradicionais que possuam imóveis, lote de assentamento ou qualquer outra forma que caracterize posse da terra, localizada na região Sul da Bahia.

Os 10 maiores exemplares passarão por uma análise técnica, onde será escolhido o vencedor, que receberá um prêmio de R$ 20 mil. A preimação deverá ser utilizada para investir em uma trilha de ecoturismo acompanhada de um plano de negócio, onde o proprietário do terreno poderá mostrar ao público, a árvore vencedora.

Entre os objetivos do concurso estão: identificar as árvores centenárias, ampliar as visitas ao local, estimular o turismo rural e ecológico, a conservação de grandes árvores e incentivar os agricultores a conservarem estas árvores como patrimônio cultural, paisagístico e natural do Sul da Bahia.

A iniciativa é do Instituto Cabruca, com apoio da Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira (Ceplac), Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, Ministério Público da Bahia, Instituto Federal Baiano.

JEQUITIBÁ E CACAU, TUDO A VER

A imagem de um jequitibá derrubado em Camacan, no Sul da Bahia, correu o mundo

Matéria  veiculada  no programa Globo Rural mostrou o trabalho realizado pela Ceplac e pelo Instituto Cabruca para a preservação do Jequitibá, árvore-símbolo da região cacaueira.

A reportagem esteve em Ipiaú e Ubatã, nas fazendas Segredo e Boa Lembrança, onde técnicos da Ceplac faziam o trabalho de cadastramento das árvores, etapa inicial que vai fornecer dados para o georreferenciamento das árvores.

De acordo com Durval Libânio, presidente do Instituto Cabruca, o trabalho é importante porque busca preservar as árvores que são importantes para o cultivo do cacau, mas também garante a conservação de espécies nativas da Mata Atlântica ameaçadas de extinção.

“Além da sua importância para a lavoura, porque consegue compensar a falta de chuva, recicla nutrientes e contribui com matéria orgânica, as árvores da cabruca podem agregar valor à produção quando se observa a roça como um espaço produtivo. Podem ser utilizadas para atrair ecoturistas, para a prática de arborismo e mesmo para auxiliar na educação ambiental de crianças e jovens”, afirma Libânio.

O trabalho de cadastramento também vai servir como referência para o pleito de tombamento do Jequitibá como patrimônio natural, cultural e paisagístico do sul da Bahia.

A Ceplac desenvolve na região cacaueira do sul da Bahia o projeto Conservação Produtiva, que tem como objetivo gerar renda ao produtor e garantir a conservação de espécies nativas através do manejo adequado do espaço produtivo – observando os preceitos do desenvolvimento sustentável em seus aspectos econômicos, sociais e ambientais.

Link Globo Rural: http://g1.globo.com/economia/globo-rural/videos/t/edicoes/v/conheca-o-trabalho-de-preservacao-dos-jequitibas-na-zona-cacaueira-da-bahia/2091880/

 

Projeto na Região Cacaueira propõe tombamento de jequitibás

 O jequitibá é uma das espécies mais tradicionais da região cacaueira, considerado um verdadeiro tesouro entre os produtores. Tradicionalmente a árvore é encontra em meio ao cultivo do cacau, que na região sul da Bahia é plantado no sistema cabruca, em meio a Mata Atlântica, que visa produzir e preservar o ambiente.

Em virtude disto o Instituto Cabruca em parceria com a Ceplac deu inicio a um trabalho de identificação de Jequitibás centenários, preservados nas fazendas no sul do estado, com o intuito de encontrar os maiores Jequitibás da região e sugerir aos órgãos responsáveis, o tombamento destas árvores como patrimônio histórico, cultural e paisagístico de seus municípios, ao mesmo tempo ampliar as visitas ao local, estimulando o turismo rural.

O projeto teve inicio pelos municípios de Ipiaú e Ubatã, e quando encontradas, as árvores são cadastradas, coletadas as sementes e recebem uma pequena placa de identificação. Um bom exemplo está na Fazenda Segredo, localizada na região da água Branca, zona rural de Ipiaú, que guarda um exemplar com 45 metros e 33 centímetros de altura, 9 metros e 20 centímetros de diâmetro e com aproximadamente 400 anos.

Na Fazenda Boa Lembrança, localizada em Ubatã, que também recebeu a visita do projeto, por lá o Jequitibá é considerado uma árvore de estimação e foi até batizado com o nome de Sandó, em homenagem ao patriarca da propriedade. Sandó, até o momento, está sendo considerado o maior Jequitibá do município com 56 metros de altura e 7 metros e 60 centímetros de diâmetro.

Além da beleza exuberante de um jequitibá, estudos recentes associam a presença desta árvore somente em solos que são ricos em nutrientes, ou seja, que são bons para a cacauicultura. Para valorizar a preservação das árvores nas propriedades, o Instituto Cabruca, anunciou um concurso que premiará a fazenda que preservar o maior Jequitibá do sul da Bahia. (fonte: site Mercado do Cacau)

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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