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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Jair Bolsonaro’

Privatização de Refinaria por Bolsonaro, apoiada por ACM Neto, deixou gasolina da Bahia mais cara do Brasil, denuncia Robinson Almeida

ralmeidaA privatização da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), em São Francisco do Conde, pelo governo Bolsonaro, é a responsável pela gasolina comercializada na Bahia ser a mais cara do Brasil, denunciou o deputado estadual Robinson Almeida (PT). O petista também acusou o pré-candidato ao governo estadual, ACM Neto (UB), de apoiar, com seu grupo político, a venda da empresa pública para o grupo árabe Mubadala Capital e também a mudança na política de preço dos combustíveis, atrelada a cotação do dólar e a especulação internacional.

“A gasolina mais cara da Bahia se deve à privatização da RLAM, que teve o silêncio cúmplice de ACM Neto, que apoia, com seu grupo político, a agenda econômica da inflação, do desemprego e da fome que Bolsonaro implementou no Brasil”, denunciou Robinson Almeida, vice-líder do governador Rui Costa na Assembleia Legislativa.

O parlamentar criticou o preço do litro da gasolina, que passa de R$ 8 em muitas cidades baianas, e o valor cobrado pelo gás de cozinha, vendido, em muitos municípios, com valor acima de R$ 120 o botijão.

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Rui critica partido de ACM Neto: “União com Bolsonaro que destruiu emprego”

rui costa radioO governador Rui Costa (PT), em entrevista na cidade de Brumado, onde cumpre agenda nesta quarta-feira (25), criticou a aliança do partido do ex-prefeito de Salvador, o União Brasil (UB), com o presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eles são do União, né? União com Bolsonaro que destruiu emprego, é a união que colocou a gasolina a quase R$ 10, é a união que acabou com o Minha Casa, Minha Vida. Então, é a união deles com Bolsonaro para quebrar o país”, afirmou o governador, que responsabilizou os partidos que apoiaram Bolsonaro nas eleições de 2018 e deram sustentação ao Governo Federal na atual gestão.

Na opinião de Rui Costa, o povo aprendeu a lição e vai saber diferenciar os dois projetos políticos que estarão em disputa nas eleições deste ano. “O povo que tá revoltado com a situação do Brasil, na minha opinião, vai votar de cima para baixo para mudar essa situação”, afirmou o gestor baiano, que manifestou seu apoio e confiança em Jerônimo Rodrigues (PT), pré-candidato ao Governo do Estado apoiado por Lula na Bahia. Ainda sobre a oposição, o líder baiano questionou: “Quem acabou com o Minha Casa Minha Vida? Eles! O povo vai escolher e eu não tenho dúvida qual será a escolha do povo. Eu diria que gato escaldado tem medo de água fria”.

Justiça determina retirada de outdoors de Bolsonaro em Simões Filho por propaganda antecipada

A Justiça Eleitoral determinou a retirada de outdoors do presidente Jair Bolsonaro (PL) em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A decisão foi publicada nesta sexta-feira (19) pela juíza eleitoral Ana Gabriela Duarte Trindade, da 33ª Zona Eleitoral. A determinação atende um pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) de Simões Filho, através dos advogados Luís Vinicius Aragão e Matheus Maciel. Por meio de pedido liminar, os advogados apontaram a irregularidade de propaganda, afirmando que os outdoors tinham o nítido objetivo de “promover a campanha antecipada à reeleição do Presidente da República, Jair Bolsonaro”.

Um dos outdoors em questão está localizado em uma rotatória da Avenida Elmo Serejo de Farias, local de grande circulação. “Nitidamente, os outdoors são uma tentativa de, por um meio proibido mesmo durante o período de campanha, antecipar as etapas do processo eleitoral, fulminando a igualdade de condições no pleito”, pontuam os advogados na petição. Em sua decisão, além de determinar a imediata remoção da peça de propaganda, a juíza Ana Gabriela Duarte ordenou que os diretórios nacional e estadual do Partido Liberal sejam notificados para se abastece de realizar atos de propaganda por outdoor em favor do pré-candidato.

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Robinson Almeida chama Bolsonaro de “irresponsável” e que é preciso parar processo de privatização da Eletrobras

robinsonEngenheiro Eletricista, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) chamou, nesta quarta-feira (18), durante sessão extraordinária na Assembleia Legislativa, o presidente Jair Bolsonaro (PL) de “irresponsável” por defender a privatização da Eletrobras. A declaração do parlamentar aconteceu minutos depois do ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), votar contra o processo de privatização da estatal e apontar 6 ilegalidades nos termos propostos pelo governo. O petista também condenou a possibilidade de privatização das usinas de energia nuclear brasileira e lembrou que nenhum país do mundo entrega ao capital privado sua matriz energética, patrimônio estratégico de segurança nacional e para a economia popular.

“Essa revisão do ministro tem que parar o processo de privatização da Eletrobras. O Brasil não pode perder a sua soberania energética. O controle dessa matriz é fundamental pra independência de qualquer país desenvolvido do mundo, que aqui Bolsonaro quer entregar a iniciativa privada, ao capital internacional”, criticou.

“É uma irresponsabilidade do presidente Jair Bolsonaro entregar a energia nuclear, ativo estratégico, de segurança nacional, para a iniciativa privada. Nenhum país do mundo entrega seu patrimônio estratégico para a iniciativa privada, nos Estados Unidos a matriz energética é controlada pelas forças armadas por conta do caráter estratégico”, enfatizou Robinson.

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Deputado Robinson Almeida culpa Bolsonaro por aumento dos combustíveis: “os russos fazem a guerra e o presidente coloca o povo brasileiro pra pagar a conta

ralmO deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou o novo reajuste no preço dos combustiveis anunciados pela Petrobrás na quinta-feira (10) e acusou o presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados pela disparada nos preços que torna a inflação real e o custo de vida no Brasil mais caro. O parlamentar petista disse que a privatização da Refinaria Landulpho Alves na Bahia, entregue ao grupo Árabe Mubadala, pelo Governo Federal, e a mudança na política de preço da Petrobrás, atrelando ao dólar e especulação internacional, deixaram o Brasil refém de interesses externos. Em Salvador, o litro gasolina chega a ser comercializado a R$ 7,39, enquanto no interior do estado há cidades que o preço do litro passa de R$ 8.

“Bolsonaro e seus aliados, inclusive aqueles camuflados da Bahia, que apoiam essa agenda econômica nefasta, são os grandes responsáveis pelo descontrole no preço dos combustíveis, por tornar a vida brasileira ainda mais cara e trazer o fantasma da fome de volta para nosso país. Bolsonaro e a turma do atraso na Bahia merecem uma banana do nosso povo”, disparou Robinson Almeida, em crítica também ao grupo político do ex-prefeito de Salvador ACM Neto.

O parlamentar disse que o Brasil, sob Bolsonaro, está à deriva, com a população sofrendo os efeitos da “ausência completa” de um governo que tenha compromisso com o país e a soberania nacional.

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Rosemberg rebate críticas de ACM Neto: ‘vergonhoso é apoiar um presidente como Bolsonaro”

rosembergO líder do Governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Rosemberg Pinto (PT), rebateu as declarações do presidente do DEM, ACM Neto, em visita a Valença, nesta quinta-feira (30), durante sua campanha eleitoral antecipada.

“Vergonhoso é apoiar um presidente como Jair Bolsonaro, que jogou o país na crise da fome, do desemprego e de 600 mil mortos por covid”, criticou o líder governista.

Para que o ex-prefeito tenha noção das informações relacionadas à violência no Brasil, as taxas de mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes subiram 4,8% em todo o país em 2020 na comparação com 2019. Conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, dos 50 mil assassinatos notificados, quase 80% dos casos foram com emprego de arma de fogo, o que derruba, inclusive, a tese defendida hoje, mais uma vez por Bolsonaro, de que quanto mais armas, menor a violência.

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“Bolsonaro saiu mais perto do próprio impeachment do que do sonhado golpe autoritário”, afirma Éden Valadares

Éden ValadaresO presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, fez uma avaliação dos protestos realizados nesta terça-feira, pelos apoiadores de Jair Bolsonaro. Éden afirmou que a expectativa de Bolsonaro era promover uma grande mobilização para ampliar sua base de apoio e evitar seu impedimento ou sua anunciada derrota nas urnas, mas que a tentativa de demonstrar força foi muito aquém do que esperava.

“O que se viu foi algo distante do que Bolsonaro tentou promover. Repetição da mesma pauta, sem novidades, de ataques às instituições: o aparelhamento da instituição Presidência da República para realização de comício particular”, destacou o presidente do PT, que falou sobre isolamento de Bolsonaro, seu desespero e medo da prisão, além da ameaça à democracia.

“Deste 7 de Setembro, Bolsonaro saiu mais perto do próprio impeachment do que do sonhado golpe autoritário”. No governo Bolsonaro, o brasileiro sofre com a pandemia, que vitimou mais de 575 mil pessoas, o desemprego recorde, a inflação, o alto custo de vida e a volta da fome.

“Lula está certíssimo. O Brasil é maior do que a agenda bolsonarista de desumanidade, e o remédio será sempre mais democracia, mais direitos e oportunidades para todos. Nosso sonho pode ser real. Já fizemos e sabemos que podemos fazer mais”, afirmou o presidente do PT Bahia.

Éden Valadares: “Bolsonaro chega à Bahia com o presidente do DEM a tiracolo e surpreende um total de zero pessoas”

P.A.O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, afirmou que a presença do presidente do DEM baiano, Paulo Azi, na comitiva de Jair Bolsonaro ao estado, nesta sexta-feira, 03, não é novidade para o povo baiano e comprova, mais uma vez, a sustentação que ACM Neto e seu partido, do qual é presidente nacional, dão ao governo federal.

“Bolsonaro chega à Bahia com o presidente do DEM a tiracolo e surpreende um total de zero pessoas. Não adianta ACM Neto falar em independência, fingir ser o que não é. O povo não é bobo e está vendo tudo. A sociedade sabe quem se opõe a esse governo e quem apoia, dá sustentação e é igualmente responsável pelo desemprego, pela alta da inflação, pelo preço dos alimentos e a volta da fome”.

Éden comentou ainda que os baianos darão uma resposta nas urnas a Bolsonaro e seus aliados no pleito eleitoral do próximo ano. “Eleição de 2022 será sobre isso, e essa turma vai pagar um preço alto pelo apoio que dá ao governo da incompetência e desumanidade”.

“Bolsonaro castiga a classe média e os mais pobres”, afirma Éden Valadares

Éden ValadaresO presidente do Partido dos Trabalhadores, Éden Valadares, criticou a condução da gestão do presidente Jair Bolsonaro, que trouxe inúmeros retrocessos ao Brasil, como o aumento do desemprego, que chegou ao patamar histórico de quase 15 milhões de desempregados, a volta do país ao mapa da fome e alta do preço dos alimentos, que representou o terceiro maior fator para aumento da inflação.

“Bolsonaro castiga a classe média e os mais pobres. Com ele, só cresce no Brasil a inflação, o dólar, os juros, a dívida, o gás, a fome, desemprego, gasolina, aluguel, plano de saúde”, disse o presidente do PT Bahia.

Éden afirmou ainda que, além da incapacidade para gerir o país, falta humanidade a Bolsonaro, sobretudo pela forma como ele tem conduzido a crise sanitária. “Falta empatia a Bolsonaro. Além de incentivar o uso de medicações sem eficácia comprovada para tratamento da Covid, ignorar a gravidade da pandemia e promover aglomerações, Bolsonaro foi incapaz de visitar qualquer hospital em sinal de solidariedade às vítimas da doença”.

Adolfo Menezes diz que “compra da Covaxin tem que ser apurada e o presidente Bolsonaro tem responsabilidade, sim, na operação

adolfo mO presidente da Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA, deputado Adolfo Menezes, criticou, hoje (28.06), a declaração do presidente Jair Bolsonaro, dizendo que “não tem como saber o que acontece nos ministérios”, ao comentar sobre o escândalo da compra de, no valor total de 300 milhões de dólares, da vacina indiana Covaxin. “Se não sabia, passou a saber há muito tempo. E que providências tomou?”, questiona Menezes.

“Esse escândalo, que a mídia internacional chama de ‘CovaxinGate’, precisa ser bem apurado e explicado. E o presidente Bolsonaro não pode dizer que não sabe o que se passa nos seus ministérios. Ele tem que saber, sim. Vacina é assunto de segurança nacional e envolve valores astronômicos, de mais de R$ 1 bilhão e meio. Ele, que tanto desdenhou das vacinas, recebeu a informação de um deputado aliado dele, não informou à Polícia Federal, e agora vem dizer que não tem nada com isso? Não só a CPI, mas o MP e o TCU têm que apurar tudo isso”, defende o chefe do Legislativo estadual.

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