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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Hospital Materno-Infantil de Ilhéus’

O primeiro bebê nascido em 2023 no Hospital Materno Infantil de Ilhéus

Théo, nome próprio de origem grega que significa “Deus Supremo”, é o primeiro bebê nascido no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, em 2023.

Filho do casal Henrique Sodré e Eduarda Almeida, residentes no município, Théo nasceu aos 36 minutos do primeiro dia do ano, de parto natural, pesando 3.690 kg e medindo 52 centímetros.

O bebê foi recebido com festa pela equipe plantonista do HMIJS.

Construído pelo Governo do Estado e administrado pela FESF, Hospital Materno-Infantil de Ilhéus completa um ano

 

 

Nesta terça-feira 6, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, completa um ano de funcionamento. Nesse período, foram realizados aproximadamente três mil partos, com cerca de 4.600 internações, contemplando, também, gestantes que fizeram algum tipo de tratamento ou passaram por alguma intercorrência que não fosse o parto. Com 105 leitos, destinados à obstetrícia, à gestação de alto risco, pediatria clínica, UTI neonatal, UTI Pediátrica e centro de parto normal, integrados à Rede Cegonha e atenção às urgências e emergências, o Materno-Infantil funciona 24 horas, tem acesso por demanda espontânea, sendo referenciado por parte significativa da região sul da Bahia. O investimento do estado foi de aproximadamente 40 milhões de reais, entre obras e equipamentos.

O HMIJS atende às regiões de Ilhéus e Valença, no baixo-sul, totalizando 20 municípios do interior baiano. No entanto, a unidade já acolheu gestantes e bebês de 89 municípios da federação, sendo 69 da Bahia e 20 de outros estados, a exemplo do Espírito Santo, Pernambuco, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Tocantins e Maranhão. Os boletins estatísticos do hospital apontam para a realização de mais de 30 mil exames clínicos, laboratoriais e de imagem. Já o número de consultas e atendimentos ambulatoriais ultrapassou a marca de 2.200. O número de recém-nascidos atendidos e internados na UTI Neonatal foi de 220.

 


Cuidados e humanização no atendimento

Das crianças nascidas no Hospital Infantil, 98 por cento realizaram testes da triagem neonatal, a exemplo do teste do Pezinho, Linguinha, Ouvido e Coração. Todos estes são métodos para detecção precoce de doenças nos recém-nascidos, oportuniza ágeis intervenções para a continuidade do cuidado após a alta na maternidade. Na Unidade Interligada do Cartório de Registro Civil, instalada na unidade, foram emitidas 1.110 certidões de Nascimento gratuitas até o último dia 30. Todos os bebês também saíram da unidade com o Cadastro de Pessoa Física (CPF).

No período de um ano, diversas campanhas de humanização no atendimento foram colocadas em prática pela equipe da FESF, a exemplo do Polvo Terapêutico – cujo objetivo é disponibilizar o brinquedo melhorando a frequência cardíaca e o índice de saturação de oxigênio nos bebês internados na UTI Neo – e da rede adaptada ao tamanho do paciente dentro da incubadora. A iniciativa ajuda a criança a adquirir uma posição mais confortável, simulando a posição intrauterina. Cursos de arteterapía e experiências com aromaterapia também foram disponibilizados às puérperas, cujos filhos permaneceram internados.

Visitas guiadas apresentam semanalmente a estrutura do hospital às gestantes, apresentando as possibilidades e condições oferecidas para o parto. Palestras sobre controle de natalidade ou até mesmo da convivência diária para as mães que aguardam a alta hospitalar, são permanentemente realizadas. Vacinas e acompanhamentos de pré-natal de alto risco são feitos no ambulatório da unidade.

UTI Pediátrica

Já em funcionamento, sob regulação, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica tem o perfil clínico, sendo composta por uma equipe multiprofissional com médicos intensivistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e fonoaudiólogos e, dentre as especialidades oferecidas, estão neuropediatria, gastropediatria e nefrologia infantil.

Consciência Ambiental

Situado em uma região referência da Mata Atlântica brasileira, o Hospital estabeleceu parcerias em defesa da sustentabilidade. Em 60 dias de campanha, mais de 500 mudas de pau-brasil foram doadas às crianças nascidas na instituição. Muitas deram o feddback com registros das plantações feitas nos quintais das residências. A campanha teve como objetivo sensibilizar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) para a importância da valorização da vida e defesa do meio ambiente. A iniciativa uniu o projeto de extensão do Horto-Florestal, desenvolvido pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) numa parceria com a Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS), gestora do hospital.


Recentemente, a FESF e a Cooperativa de Catadores Consciência Limpa (Coolimpa), assinaram um termo de cooperação e parceria visando o desenvolvimento de um programa de coleta seletiva para fins de reciclagem dos resíduos sólidos produzidos pelo hospital.

Aprendizado e troca de experiências

Para fomentar os processos de formação da educação dos profissionais e de trabalhadores da saúde, o hospital incorporou à suas ações, uma parceria com a Escola de Saúde Pública do Estado da Bahia para o recebimento de discentes provenientes das Universidades da região, onde estudantes de duas ou mais profissões ou escolas distintas, trocam experiências e aprimoram a colaboração e qualidade dos cuidados e serviços.

O próximo passo a ser dado é transformar o HMIJS na primeira maternidade da Bahia a elaborar um plano de ação para a execução de um programa de incentivo da atenção especializada para os povos indígenas do estado. O HMIJS já atende, por mês, em média, 60 gestantes que se autodeclaram indígenas. Com a iniciativa, o atendimento ganhará qualificação na prestação do serviço, respeitando contextos interculturais, cuidados tradicionais e a presença de atividades de educação permanente nas aldeias, dentre outros importantes eixos, conforme previsto em Portaria do Ministério da Saúde. Na Bahia, existem 35 mil indígenas, de 20 etnias, distribuídos em mais de 130 aldeias. Juntos, eles representam 0,5 por cento da população indígena do Brasil.

Em um ano de atividade, o HMIJS ainda é uma criança. Mas já proporciona ações inovadoras em uma região da Bahia que antes era carente de um modelo de serviço totalmente público, acolhedor e humanizado. Neste um ano, o ritmo pareceu único. Um ritmo que pede que o tempo não pare. E que a vida seja o maior sentido dessa história que está apenas começando.

Novembro Roxo é destaque no Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

 

Andreza está no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, há dois meses. Ela é de Valença, no baixo-sul baiano e acompanha a evolução do filho Benjamin, que nasceu com 33 semanas e segue internado na UTI Neonatal da maternidade. Samira, de Ilhéus, tenta vencer o medo do primeiro filho prematuro que perdeu anos atrás, ficando ao lado do pequeno Heitor que, assim como o irmão, nasceu prematuro, com apenas 26 semanas. Em comum, puérperas e recém-nascidos vivem um misto de medo e esperança, sentimentos presentes na longa e cansativa rotina de quem assiste de perto as experiências da prematuridade, lembrada este mês através da iniciativa do Novembro Roxo.

“Aqui é sempre preciso saber conviver com equilíbrio e com esperança. Uma hora o bebê está bem, outra está grave. Essa montanha russa nos faz conviver com vários tipos de emoção ao mesmo tempo”, resume Andreza Santos Silva, mãe de Benjamin.

“Toda gestante se prepara para passar nove meses esperando o bebê, passar dois dias na maternidade e ir pra casa. Quando isso não ocorre mexe com muitos sentimentos”, completa Simone Souza de Jesus Batista, mãe de Emanoel. Por isso, para Samira dos Santos de Jesus, mãe de Heitor, experiências como estas revelam uma força tomada por gestos de solidariedade. “A gente dá as mãos uma a outra. Fortalecemos os vínculos. Conversamos muito e uma vai ajudando no que a outra mais precisa”, resume ela.

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Avós conhecem netinhos na UTI Neonatal do Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

UTI neonatal (2)Dona Rosângela orou para os netos, os gêmeos Daniel e Eloah. Dona Gleide prometeu um bolo para comemorar a vitória da vida tão logo Artur possa receber alta. Ela conheceu o neto ontem (12) à tarde, após dias do seu nascimento. Até então, apenas as puérperas tinham acesso à UTI Neonatal do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. Agora outros parentes já podem conhecer os novos membros da família, desde que haja um agendamento planejado da visita junto ao Serviço Social e passem por um rigoroso processo de higienização antes de entrar na Unidade de Terapia Intensiva.

UTI neonatal (1)

“Essa proximidade com a mãe, com o pai, com a família ajuda na recuperação”, assegura a diretora médica do HMIJS, doutora Esther Vilela. Formada pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialista em Ginecologia e Obstetrícia, doutora Esther implantou um modelo de atenção humanizada ao parto e nascimento que se tornou referência para o Ministério da Saúde. “Quando os bebês saem das incubadoras mecânicas e vêm para incubadora da pele a condição torna-se mais vantajosa para o bebê e para a mãe. O que fortalece a vida de um bebê é o vinculo que se cria desde a barriga. É a construção de afetividade. Hoje já está provado que a família é também cuidadora”, explica.

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Puérperas do Hospital Materno Infantil de Ilhéus aguardam alta dos filhos com um “Dia da Beleza”

hmi mães (1)Resgatar a autoestima. Fazer entender que, para além do papel de mãe, as puérperas que aguardam a alta médica dos seus filhos na Unidade Canguru ou na UTI Neonatal do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, não podem deixar de celebrar o importante papel de mulher na sociedade. A psicóloga Larissa Mateus – que integra a equipe multidisciplinar do hospital – lembra que a gestação é um momento de intensas transformações para a mulher, englobando alterações físicas, psicológicas e hormonais. “O nosso hospital tem um olhar voltando não só para a mãe que tem um bebê na UTI, mas, também, sobre mulher que está ali por trás, que história ela tem pra nos contar”, completa a coordenadora do Serviço Social, Maria das Graças. Ontem (02) à tarde, integrando as comemorações da semana dedicada às mães, o hospital promoveu um dia de beleza, com a presença de cabeleireiro e maquiador profissionais.

hmi mães (3)Há um mês, Ivani Maísa, de 22 anos, acompanha a evolução da filha Mel Valentina, que nasceu prematura. “O que estamos vivenciando hoje aqui relaxa a mente, me faz sentir mais mulher”, assegura. Moradora do bairro Teotônio Vilela, zona oeste de Ilhéus, Maísa gostou da experiência e reconheceu que ficou mais alegre e otimista com a iniciativa. “Quando a gente está aqui no hospital, acompanhando os nossos filhos, nós tentamos entender a nossa missão de mãe. Muitas vezes nem pensamos na gente, na mulher que existe em nós. É muito bom saber que fomos lembradas pela equipe do próprio hospital”, completou Tainá Souza dos Santos, mãe de Vitor Hugo, prematuro de oito meses.

Thalles Gomes, maquiador voluntário, garante que a felicidade de cada uma delas, hoje, foi a sua própria felicidade. “Elas valorizaram meu trabalho e eu vi o resultado onde ajudo a transformar sentimentos e a valorizar a cidadania”, afirma. A reciprocidade, desta forma, é estabelecida e todos saem felizes, garante o maquiador. Tales começou profissionalmente apresentando o seu trabalho através das redes sociais (@thallesgreco). O resultado foi positivo. Passou a fazer atendimento domiciliar e foi daí que surgiu o convite para participar da programação. “Aceitei de primeira”, destaca.

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Hospital Materno-Infantil de Ilhéus comemora 100 dias de funcionamento com muitos avanços

M IN IOSNesta quinta-feira (17), o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, completa os 100 primeiros dias de funcionamento. Para a diretora-geral da instituição, Aline Costa, trata-se de um projeto de saúde pública que, por sua magnitude e complexidade, se constrói todos os dias, a cada família acolhida e atendimento feito. E esse é, sem dúvida, o grande desafio até aqui: promover um serviço público alicerçado no cuidado, nos direitos da mulher e da criança e na consolidação do Sistema Único de Saúde, que tem como proposta ofertar às mulheres o estímulo ao parto normal e humanizado.

Nestes 100 dias, o setor de Obstetrícia do hospital realizou aproximadamente 700 partos. Deste total, 120 foram assistidos no Centro de Parto Normal e acompanhados por uma enfermeira obstétrica, um dos pilares da humanização do SUS. A cada 100 partos realizados, em média, 28 foram de alto risco.

No âmbito da emergência, o HMIJS realizou 2.130 atendimentos a gestantes sob demanda espontânea e 987 crianças. Setenta e oito bebês foram internados na UTI Neonatal, tendo como principais causas, a prematuridade e o baixo peso. Para apoio diagnóstico, foram realizados 6.273 exames laboratoriais e de imagem, incluindo ultrassonografia, raio X e tomografia. Garantindo a imunidade contra doenças prevalentes, 815 bebês e 289 funcionários foram vacinados.

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Recém-nascidos já podem ser registrados no Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

hosp mat inf (1)O filho de Laércio Santos de Oliveira e Estefani Coelho Borges dos Santos nasceu no dia 31 de janeiro, no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. Antes mesmo de o recém-nascido receber alta, o pai, orientado pelo Serviço Social da instituição, procurou hoje (01) a Unidade de Registro Civil, implantada no hospital e, em apenas 15 minutos, saiu de posse do Registro de Nascimento e do Cadastro de Pessoa Física (CPF) da criança. Gael Oliveira Coelho é, agora, oficialmente, mais um cidadão brasileiro, nascido em Ilhéus, Estado da Bahia.
hosp mat inf (2)
O registro dele foi possível ser feito ainda na unidade hospitalar graças à parceria firmada com o 1º Ofício de Registro Civil, que tem como titular o tabelião Marcelo de Souza e Souza. A escrevente Crisly Nolasco destaca que o 1º registro de nascimento é gratuito e o responsável deve apresentar a Declaração de Nascidos-Vivos (DNV), RG e CPF do pai e da mãe e, caso os pais sejam casados, certidão de casamento.

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Nota Pública – Hospital Materno Infantil de Ilhéus

Um vídeo está circulando nas redes sociais acusando o Hospital Materno Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMIJS), em Ilhéus, de não ter identificado um corpo estranho no ouvido de uma criança, cujos familiares teriam pedido ajuda na unidade hospitalar neste final de semana.

É importante, mais uma vez, esclarecer.

O Materno-Infantil é porta aberta para obstetrícia. Mas no que se refere à pediatria clínica, desde sua inauguração foi contratado pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e pactuado com os 20 municípios, conforme desenho da rede assistencial, que a porta de entrada deverá vir encaminhada pela Central Estadual de Regulação (CER) e SAMU. Ilhéus é um destes casos.

É importante reforçar: o atendimento às urgências e emergências pediátricas pelo HMIJS é regulado pela CER e o SAMU.

A paciente em questão, uma criança citada no vídeo, foi, de fato, ACOLHIDA pelo hospital, com o objetivo de orientar a família sobre a necessidade de a criança ser imediatamente encaminhada para uma unidade referência da rede municipal de Ilhéus.

Todas as pessoas que nos procuraram até o momento estão tendo este acolhimento, classificado o grau de risco de cada caso, esclarecidas da função do hospital e direcionadas para o serviço de atendimento às urgências.
Não deixar nenhum paciente sem esclarecimentos é um dos nossos mais importantes compromissos sociais e uma das bases que norteiam o Sistema Único de Saúde (SUS). Reiteramos que todo o projeto do hospital está baseado na humanização do cuidado, nos direitos da mulher e da criança e na consolidação do SUS. A nossa missão é – e continuará sendo – oferecer segurança e eficiência no cuidado com o público materno-infantil do sul da Bahia, contribuindo para a redução das mortes materna, neonatal e infantil no estado.

Ilhéus, 31 de janeiro de 2022.
A Direção

Hospital Materno-Infantil de Ilhéus tem acessibilidade com intérprete de Libras na recepção

librasO novo Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, é um bom exemplo de que arquitetura e acessibilidade devem estar associadas ao exercício da cidadania de forma plena a todos os seus usuários. Sinalizações desde o estacionamento, braile nos acessos públicos, banheiros adaptados para deficientes físicos são algumas das regras estabelecidas – e cumpridas no hospital – todas encontradas na Lei Nacional de Acessibilidade, considerando que, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, do IBGE, 12,4 milhões de brasileiros, o equivalente a 6,2% da população, possuem algum tipo de deficiência.

Mas, no Hospital Materno-Infantil, a recepção tem um olhar ainda mais humanizado deste acesso inclusivo, especialmente para auxiliar as gestantes surdas. A recepcionista Ana Paula Souza Santos, de 36 anos, também promove o atendimento usando a Língua Brasileira de Sinais (Libras). “A ideia é tranquilizar quem precisa deste modelo de ajuda. É oportunizar um atendimento inclusivo”, explica. São sinais considerados simples, mas importantes para as mulheres que procuram atendimento. “Bem-Vinda”, “Está sentindo muita dor?”, “Por favor, seus documentos”, “O médico já vai te atender”, são alguns deles.

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Nascem os primeiros gêmeos no Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

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Primeiro nasceu Benjamin (2,875 kg e 51 cm). Três minutos depois, Maria Alice (2,820 kg e 49 cm). Os primeiros gêmeos nascidos no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, são filhos de Thainá dos Santos e Eduardo Costa, moradores da Barra, em Ilhéus. O parto foi normal. Thainá deu entrada no hospital por volta das 4 da tarde de ontem. Uma hora depois, os bebês já tinham nascido.

O parto de Thainá foi considerado de alto risco. A pressão arterial alta na maior parte da gestação preocupava a família. O acolhimento da equipe durante a chegada da paciente foi, na opinião dela, decisivo para acalmá-la. “Fui imediatamente encaminhada e as condições encontradas por onde passei me deixaram mais tranquila”, disse.

Benjamin e Maria Alice já têm três irmãos. Como não houve nenhuma intercorrência durante o parto, eles devem receber alta em breve.





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