hanna thame fisioterapia animal
bahiagas livros do thame

Posts Tagged ‘Helenilson Chaves’

helenilson

Jequitibá celebra conquista do ISO 9001:2015

shoping iso

O  Shopping Jequitibá, em Itabuna,  celebra a conquista da certificação ISO 9001:2015, principal referência de excelência do sistema de gestão. O ISO é um conjunto de normas que orienta a implementação e manutenção de um sistema de gestão da qualidade (SGQ). A versão 2015 tem o foco nass exigências de um mercado cada vez mais competitivo e ágil, oferecendo ás organizações um melhor desempenho e benefícios de negócios, promovendo o desenvolvimento sustentável e melhoria do desempenho geral.

De acordo com o diretor do Shopping Jequitibá, Manoel Chaves Neto, “o certificado é um selo de reconhecimento internacional que a nossa gestão, garantindo que a empresa mantém seus processos e ações voltadas para a satisfação dos  colaboradores e clientes”. O foco não é o produto ou o serviço, o foco é a satisfação do cliente. Para tanto precisamos entender os sentimentos dos nossos clientes e buscar a sua satisfação e como criar valor para eles”, afirma.

O empresário destaca ainda que “a certificação demonstra que o Shopping Jequitibá se preocupa com a forma como é vista pelos clientes, que deseja melhorar continuamente e está aberta a novas oportunidades e parcerias”.

Implantado pelo empresário Helenilson Chaves, o Shopping Jequitibá passa por um processo permanente de ampliação e modernização e é hoje o principal centro de compras do Sul da Bahia.

Helenilson Chaves, um nome que Itabuna jamais deve esquecer

Silvio Porto

 

silvio portoUm homem que sempre luta pelo Sul da Bahia e em especial Itabuna, que investe na região , e sempre foi um exemplo muito grande para os empresários baianos.
Conheço Helenilson , desde os idos dos anos 60, quando chegou em Itabuna e foi apelidado de Botão. Eu era amigo de Nando e Bob irmão de Paulo Brito, que ao lado de Herlon Brandão e Humberto Gesteira eram os melhores amigos dele naquela época.
Manoel Chaves e Valterio Teixeira eram os empresários do cacau mais conhecidos de Itabuna.

O Grupo Chaves prosperou e criou muitos empregos em Itabuna e iniciou uma revolução imobiliária em Itabuna , construindo vários edifícios, e culminou com a construção do primeiro shopping da nossa região.

Sr. Manoel Chaves , sempre contou com a lealdade e astúcia para os negócios do seu filho Helenilson. Seu pai ao morrer, Ainda cedo com 65 anos, teve que assumir os destinos do grupo aos 40anos. Herdou do seu pai , uma grande virtude: a generosidade.

hc (2)Apesar da vida ocupada com o trabalho, ele sempre encontra tempo para ajudar os mais necessitados. Passa grande parte da vida, preocupado com a família e o progresso de Itabuna.

Empresário sério e audacioso nunca se conforma com a “ciranda financeira”. Sempre diz que o importante para o País é ganhar dinheiro produzindo. Sem uma boa produção não há jeito de gerar emprego e desenvolvimento. Sempre foi o seu lema.

Eu tenho a honra de ser seu amigo e vivemos um bom tempo na ginástica do grupo Zumbi, e andando de manhã cedo, conversar muito com ele e aprendi muita coisa que depois apliquei na vida profissional e empresarial.

Recebi muito Conselho , sempre para o meu bem, quando pensava em entrar para concorrer a um cargo político. Quando resolvi criar a cooperativa de crédito da saúde, me alertou muito para alguns perigos do mundo financeiro .

Não conheci ninguém com a sua visão de homem voltado para a lavoura do cacau e a sua importância para a nossa economia. Sempre preocupado com a crise nefasta da vassoura de bruxa dos cacauais , tendo defendido energeticamente os cacauicultores junto aos governantes que não era responsabilidade dos mesmos a astronômica dívida rural da nossa região relacionada a esta praga, chamando atenção para punir os responsáveis e política equivocada do seu enfrentamento.

O artigo Treblinka ao céu azul, foi a luz que me iluminou para falar da sua importância para Itabuna e a nossa sofrida região. Dono de uma intuição muito grande. Considero-o um homem de uma inteligência privilegiada.

Faz muito bem para a minha vida conhecer um homem como Helenilson.

Seria bom para nós , termos muitos Helenilsons ao nosso lado para lutar por dias melhores.

Sempre foi uma fonte de inspiração para mim. Um pioneiro na escalada imobiliária que alavancou Itabuna, a partir da década de 1980 e implantou no Grupo Chaves , uma Administração moderna e desenvolvimentista , expansionista e geradora de empregos da economia grapiuna.
Conheci um homem de crença e coragem na defesa dos valores do investimento, do emprego e da produção, cujo foco sempre foi a nossa querida cidade Itabuna.

Que o exemplo de homem de fibra em defesa da região e a herança de seu trabalho como empresário do agronegócio e do ramo imobiliários prosperem com os seus descendentes , parentes e amigos.

 

Silvio Porto é médico

Helenilson Chaves: “o futuro de Itabuna passa pela Educação”

hc (2)

Nascido em Brejões, no Sudoeste da Bahia, o empresário Helenilson Chaves se define como um “grapiuna de coração”. Mais do que isso, um legítimo itabunense, terra que elegeu como sua e em que transformou seu espírito empreendedor em projetos que podem ser simbolizados, mas não resumidos, no Shopping Jequitibá, hoje o maior centro de compras da região e que na época de sua inauguração, em meio a mais devastadora das crises, parecia uma aposta de altíssimo risco.

Filho do lendário Manuel Chaves, que decidiu deixar uma região extremamente pobre e seguiu para Ipiaú, onde abriu uma loja de tecidos. De lá, decidiu construir seu futuro na Itabuna que dava seus primeiros passos para se consolidar como metrópole.

Aos 70 anos, recuperando-se de uma cirurgia em Salvador, Helenilson não esconde seu amor por Itabuna. Seu depoimento, concedido a Daniel Thame e Barbosa Filho e editado por Gabriella Monteiro, mostra um homem que ao longo de sua vida não se limitou a empreender, mas também a atuar com responsabilidade social e apontar os caminhos para o futuro.

Read the rest of this entry »

Helenilson Chaves no TVI Documento: muito além do empresário, um legítimo cidadão grapiúna

A TVI Itabuna reapresenta neste final de semana, em horários rotativos, o programa TVI Documento, com  o  empresário Helenilson Chaves.

O programa, apresentado por Barbosa Filho,  tem duração de 60 minutos e revela um Helenilson Chaves que vai muito além do empresário bem sucedido à frente do Grupo Chaves.

Helenilson fala dos ensinamentos deixados por seu pai, Manoel Chaves, do espirito empreendedor que está na alma do povo grapiuna, de sua fé na educação como ferramenta para a cidadania e reafirma seu profundo amor pela cidade que acolheu sua família de braços abertos.

E fala, claro, de cacau, o fruto que é a essência da Civilização Grapiuna.

O TVI Documento com Helenilson Chaves é imperdível para quem não viu ou quer rever.

Helenilson Chaves, 70 anos

helenilson chaves

O empresário Helenilson Chaves completa 70 anos hoje. Filho do lendário Manoel Chaves, um pioneiro criou o Grupo Chaves e atuou em diversos segmentos em Itabuna, como agropecuária, comércio  de cacau, construção civil e telecomunicações, Helenilson seguiu os passos do pai, sendo um dos responsáveis pela criação da TV Santa Cruz e da instalação da primeira empresa processadora de soja, em Barreiras, no então inóspito oeste baiano.

Visionário, Helenilson Chaves implantou o Shopping Jequitibá, na década de 90, em meio à crise provocada pela vassoura-de-bruxa, apostando que Itabuna caminharia para se consolidar como polo de comercio e prestação de serviços. Hoje, o shopping é o maior centro de comércio do Sul da Bahia e passa por um novo processo de ampliação.

Helenilson Chaves também criou a Escola Ação e Cidadania, no bairro da Bananeira, em Itabuna, contribuindo para a alfabetização, capacitação profissional e inserção  de centenas de famílias, além de outras ações de responsabilidade social, quando essa palavra nem estava na moda.

Helenilson, que poderia ter escolhido qualquer outra cidade para morar e investir, é acima de tudo um homem profundamente apaixonado por Itabuna, que vê a educação como a principal saída para os jovens em busca de um futuro digno.

Esses jovens, além da educação, podem ter no espírito empreendedor de Helenilson Chaves um exemplo a ser seguido.

Discreto, avesso à badalação, Helenilson comemora seus 70 anos ao lado da esposa dona Lia, dos filhos Alexandra, Leandro e  Manoel Chaves Neto e de amigos de todas as horas.

Novas oportunidades e o Santo Graal

Helenilson Chaves

 hc (2)Observando a rodovia que liga Itabuna a Ilhéus, meus olhos não enxergam apenas uma estrada, mas sim uma grande avenida que no futuro unirá as duas cidades-irmãs.

Diversos empreendimentos imobiliários de pequeno e médio porte ganham vida às margens da rodovia, sinal de que os sonhos que povoaram as cabeças dos investidores começam a dar os primeiros passos.

Com certeza, ali surgirá o ponto que mostra a força da nossa economia, que apesar de abalada e sofrendo os efeitos de Torquemada, reflete a  enorme capacidade de resistência.

Além disso, veremos também empreendimentos realizados por empresários da nossa região, compartilhando com grandes empresas oriundas de várias partes do Brasil, as oportunidades que o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste, -quando concluídos e espero que essas obras importantes se tornem realidade-, despejarão no Sul da Bahia.

Confiamos plenamente nessa chama empreendedora que vem desde os tempos dos pioneiros da lavoura cacaueira, característica marcante da gente grapiuna, que já deu seguidas mostras de superação e de capacidade de se reerguer, de dar a volta por cima.

Sabemos que os nossos empresários tem totais condições de aproveitar essa nova era, assumindo o papel de protagonistas e não apenas de figurantes, num processo de desenvolvimento que se mostra irreversível.

Vem aí um novo ciclo de desenvolvimento, mas vale ressaltar que o cacau será sempre emblemático, seja pela força dos que desbravaram uma região inóspita fazendo brotar uma economia  forte, seja pelo imenso potencial de um produto que, tratado com o devido cuidado e contando com o apoio necessário para sua recuperação, terá condições de atender a uma demanda crescente em todo o mundo, com imensos ganhos sócioeconômicos para o Sul da Bahia.

O Porto Sul, a Ferrovia Oeste Leste e outros empreendimentos são bem vindos, mas o cacau será sempre o nosso Santo Graal.

 

Helenilson Chaves é empresário

Treblinka ao céu azul

Helenilson Chaves

 hcTreblinka, o terrível campo de concentração na gelada  Polônia em que milhares e milhares de judeus foram brutalmente assassinados pelo terror nazista durante a 2ª. Guerra Mundial, é um dos símbolos trágicos da história recente da humanidade.

Guardadas as devidas proporções e com o necessário respeito à memória dos que pereceram e de seus familiares que sobreviveram com as marcas da dor irreparável, temos no Sul da Bahia uma espécie de Treblinka ao céu azul, em que milhares de pessoas foram condenadas, senão à morte brutal, a um definhamento lento e progressivo, que se arrasta há quase três décadas.

Não é propriamente um campo de concentração, longe disso, mas criou-se uma espécie de gueto formado por mais de 100 cidades e com uma população superior a um milhão de pessoas, vítimas de uma  insensibilidade que supera todos os limites do tolerável.

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao Sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

Uma região que gerava 1 bilhão e 600 milhões de dólares viu esse valor minguar para 240 milhões de dólares em duas décadas e a produção de cacau, seu principal produto, cair em 80%. O impacto dessa catástrofe atingiu a todos, ricos e pobres, gerou desemprego em massa, fechamento de empresas e uma crise social que pode ser sentida nas pequenas, médias e grandes cidades.

Quando precisou agir, o governo agiu mal e errado. Um plano de recuperação da lavoura completamente equivocado, que fez a produção cair em vez de aumentar, e elevou as dívidas dos produtores à estratosfera. O remédio que era para salvar, levou a região à UTI, onde ela definha até hoje, porque em outro gesto de insensibilidade, o governo passou a cobrar por dívidas impagáveis, através dos bancos oficiais, pelas quais os produtores não eram responsáveis.

A falta de lideranças políticas com poder de reivindicação e capacidade de mobilização só fez agravar esse quadro. Governo após governo, a região continuou relegada ao abandono, apesar de em épocas passadas ter contribuído de forma substancial com a economia baiana e brasileiro.

Planos efetivos de renegociação das dívidas dos produtores em condições reais de quitação dos débitos (mesmo quando o caso é de perdão das dívidas) e da liberação de recursos para a retomada da produção de cacau, que a despeito da necessidade de diversificação continua e continuará sendo nosso principal produto, nunca saíram do campo da promessa.

Não é possível esperar mais. É preciso que as autoridades adotem medidas efetivas para a recuperação da lavoura cacaueira e a consequente retomada do desenvolvimento regional.

Caso isso não ocorra -e ocorra já- nossa região estará condenada ao extermínio econômico, com todas as consequências nefastas que isso representa para toda a sua gente.

Helenilson Chaves prevê fim do ciclo do cacau e diz que : Sul da Bahia “é terra de herdeiros inglórios”

helenilsonA produção de cacau no sul da Bahia corre o risco de desaparecer em até 50 anos, afirma o presidente do Grupo Chaves, Helenilson Chaves, em entrevista ao Jornal Agora deste final de semana.

Helenilson analisa a política e a economia locais e afirma que regiões como o oeste da Bahia adotaram tecnologia para a produção de cacau, enquanto o sul-baiano ainda permanece no velho facão. “Essa é uma terra de herdeiros inglórios”, diz.

Abaixo, alguns trechos da entrevista em que são abordados temas como Emasa, política grapiúna e eleições, além do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

CACAU E TECNOLOGIA
Essa região poderá desaparecer em 50 anos, porque não vai haver cacau. Não podemos continuar com o nosso velho “facão”. Enquanto nós paramos no tempo, o oeste da Bahia está trabalhando com plantações de cacau irrigadas, tecnologia nova.

“JUVENAL FEZ BRILHANTE TRABALHO”

Acredito que o grande pensador desse assunto “Ceplac” foi o ex-superintendente regional Juvenal Maynart. Fez um brilhante trabalho. Deu protagonismo à Ceplac com discussões importantes como a política do preço mínimo e sobre a conservação produtiva. Também defendeu a doação de um terreno para a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e convênio que permitisse cursos de pós-graduação na área de ciências agrárias e botânica.

ÁGUA: CRISE E SOLUÇÃO
Itabuna tem muitos empresários com condições financeiras de se unir em sociedade para criar um fundo e gerenciar esse projeto da Barragem [do Rio Colônia], com a atuação, inclusive, de um Conselho de Fiscalização, mas a proposta é criar uma empresa da região. Agora estão fazendo a experiência, só pode ser experiência (disse em risos), para saber o volume que podemos beber de água salgada!

POLÍTICA E ELEIÇÕES 2016
Nós somos divorciados da política. Nossa capacidade política está exaurida. Nós até elegemos pessoas honradas interiormente, mas infelizmente não sabem administrar. Precisamos de lideranças mais novas.

SHOPPING
Nosso povo não tem união para alcançar metas. Um exemplo disso foi quando construímos o shopping, surgiram várias pessoas dizendo que não daria certo, que provocaria o fechamento de lojas no comércio, mas ainda hoje provamos o contrário. Há espaço para todos! (do Pimenta na Muqueca)

 

Empresário vê ameaça ao Sul da Bahia com produção de cacau no semi-arido

hchavesEm artigo publicado na edição deste final de semana do Diário Bahia, o empresário e produtor rural Helenilson Chaves fez um alerta para produção de cacau em outras regiões.

No texto “Ameaça no Horizonte”, Helenilson afirma que “estamos enfrentando a concorrência que surge em projetos, já em fase de produção, do cultivo de cacau no semiárido da Bahia e do Ceará. Que estranha realidade: uma instituição como a Ceplac, criada e subsidiada pelos cacauicultores sulbaianos, pode funcionar como uma espécie de Espada de Democles, capaz de cortar na cepa o nosso principal produto e, por extensão, abalar de forma brutal a nossa já combalida economia”.

cacau sHelenilson diz ainda “a nossa maior deficiência talvez seja o fato de assistirmos passivamente essa derrocada, como se estivéssemos num sono profundo, enquanto outras regiões veem o surgimento de líderes que reivindicam, lutam e conseguem seus objetivos”.

“Não podemos arcar com a cobrança injusta de dívidas provocadas pela adoção de uma tecnologia equivocada indicada pela Ceplac. Essa é uma responsabilidade que não nos cabe, um fracasso que não pode ser imputado aos produtores”, ressalta o empresário, que completa: “escrevo em termos de alerta, pois continuamos acreditando na região Sul da Bahia, berço de uma civilização pródiga em história, cultura, economia e força empreendedora”.

Shopping Jequitibá homenageia personalidades regionais

shop 1

A noite de 7 de agosto de 2015 vai ficar marcada na história da cidade com o evento realizado pelo Shopping Jequitibá, em Itabuna, que numa cerimônia triplice deu nomes às suas avenidas e praças com homenagens a personalidades regionais, inaugurou o Balcão de Justiça da Vara da Infância e da Juventude e adotou a Praça Pastor Hélio Lourenço, localizada na confluência das avenidas Aziz Maron e Félix Mendonça, que será revitalizada pelo Shopping com projeto doado pela arquiteta Débora Santa Fé e com apoio do Grupo Sul da Bahia em Ação.

 

shop 3   De uma lista inicial de mais de 40 nomes foram selecionados 13 para receber as homenagens, sendo representados pessoalmente as personalidades vivas e por familiares os já falecidos. Foram homenageados: Ailton Messias, Alencar Pereira, Antonio Haeckel de Faria, Calixto Midlej Filho, Clodomir Xavier de Oliveira (Ubaitaba), Conceição Lopes (Ilhéus), Euclides Neto (Ipiaú), José Firmino Alves, José Soares Pinheiro, Lourdes Lucas (Itajuípe), Manoel Souza Chaves, Otaciana Pinto e Ottoni Silva.

 

shop 2O “Cabôco” Alencar Pereira, que nomina apropriadamente a Praça de Alimentação, estava i feliz com a homenagem do shopping, de onde só saiu com a esposa Neusa, quando foi expulso porque o equipamento teve que fechar as suas portas. “Estou imensamente grato pela lembrança e muito feliz por rever tantos alunos repetentes que frequentam as aulas no ABC da Noite e vieram prestigiar o amigo”, disse o Rei do Beco  do Fuxico.

shop 5Os familiares de José Soares Pinheiro, representados pelas filhas Heloisa e Eugênia, de Clodomir Xavier, de Lourdes Lucas, de Antonio Haeckel, de Ottoni Silva e de outros homenageados, foram unânimes em afirmar que as famílias estavam imensamente felizes pelo resgate que o shopping estava fazendo naquele momento dos nomes dos seus ascendentes que deram enorme contribuição ao desenvolvimento regional. “Agora, quando algum dos nossos familiares visitarem o Jequitibá, haverão de lembrar dessa bonita homenagem que foi prestada pelo Shopping”, disse uma emocionada Heloisa Pinheiro.

O diretor do Grupo Chaves, Helenilson Chaves, destacou a iniciativa como a preservação da memória e o reconhecimento de pessoas que contribuíram com o desenvolvimento de Itabuna e da região

shop 6Presentes ao evento os dirigentes do Jequitibá Helenilson Chaves e Manoel Chaves Neto, superintendente Vera Guimarães, diretora de Marketing Kaliane Rocha, vice-prefeito Wenceslau Júnior acompanhado dos secretários municipais José Humberto, Evans Maxwell, Marcos Monteiro e Gilvan Rodrigues, presidente da Câmara, Aldenes Meira, Juiz Marcos Bandeira, coordenador do Grupo Sul da Bahia em Ação, Élio Nascimento, empresários, lojistas, representantes da sociedade civil, imprensa, homenageados e familiares.

shop 7

 

Abude assume a presidência da ACI e quer intensificar a participação nas decisões municipais

posse ACI 1

O empresário, Ronaldo Abude Eustáquio da Silva, tomou posse na presidência da Associação Comercial de Itabuna (ACI), para o biênio 2015/2017, em solenidade que aconteceu na AABB. Ronaldo Abude destacou a necessidade de uma maior participação da entidade nas decisões do município: “Eu espero que a partir de agora na Associação Comercial, possamos motivar todos os empresários de Itabuna para unir esforços e atingir os objetivos que temos. Precisamos fazer primeiramente um planejamento estratégico, o código de ética, discutir nossos valores, missão e visão para poder saber aonde a gente quer chegar; e de que forma chegar. Precisamos participar mais nas principais decisões da nossa cidade, de forma ativa, uma parceria com a ideia de cooperação”.

posse ACI 2O empresário Helenilson Chaves, ex-presidente da ACEI foi o homenageado da noite pela contribuição prestada ao município, sendo destacado como uma das grandes lideranças regionais do sul da Bahia. O homenageado, durante o seu discurso, disse que a região carece de líderes atuantes e a chegada de Ronaldo Abude, à presidência da ACI, traz novas expectativas: “Um novo animo, pessoas mais jovens, dedicadas e empenhadas a trazer uma nova mentalidade para Itabuna é o que vejo nesta nova gestão”, declarou.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
novembro 2019
D S T Q Q S S
« out    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930