hanna thame fisioterapia animal
coronavirus 155 livros do thame

Posts Tagged ‘Hannah Thame’

Pets idosos exigem cuidados especiais

 

Hannah Thame

htChega um momento da vida que todos nós precisamos de mais atenção com a saúde. Isso também vale para os animais. Ter cães e gatos idosos em casa significa mudar alguns hábitos e preparar o espaço para que tenham mais conforto.

Se antes os pets eram ativos e passavam boa parte do tempo brincando ou correndo, agora o que eles mais querem é uma soneca e muito descanso.

Como identificar que os pets estão velhinhos
Não existe uma idade limite para identificar o início da fase idosa dos pets. Isso varia de acordo com a espécie, tamanho do animal, seu estilo de vida e os cuidados que recebe.

Mas, geralmente, os gatos apresentam os primeiros sinais de velhice por volta dos 10 anos. Já para os cães isso varia de acordo com o porte. Os grandes são considerados idosos entre seis e nove anos e os pequenos após os 10.

caes idade

De forma geral, existem alguns sinais que indicam quando os pets chegam à fase idosa.

– Pelos brancos

– Maior tempo de sono

– Diminuição do apetite

– Redução da energia para brincar

– Movimentos mais lentos

– Personalidade mais arredia, em alguns casos

– Surgimento de doenças como catarata, artrite, problemas cardíacos e respiratórios

Esses são alguns sinais que podem se manifestar, mas isso não significa que todo pet com mais idade vai ficar assim. Existem pets mais velhos que seguem superdispostos e saudáveis. De qualquer forma, o cuidado com eles é sempre necessário.

——

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz  e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias/Vitória da Conquista.

Quer um pet diferente? Veja opções de bichinhos para ter em casa

Hannah Thame

htCachorro e gato são pets “normais”. O famoso “quase todo mundo tem”. Mas você já pensou em ter uma iguana? E um furão? É possível criar esses e muitos outros bichinhos legais.

Coelho
Mesmo não sendo da família dos roedores, adora mordiscar por aí. Como tem dentes que nunca param de crescer, só roendo um monte para mantê-los no tamanho certo. Os coelhos não dão muito trabalho como bichinhos de estimação, apesar de adorarem fazer xixi por tudo, para mostrar aos outros que passaram por ali. Para comer, curtem rações especializadas e folhas verde-escuras.

Jabuti
Parente da tartaruga, é muito calmo e convive numa boa com outros animais. No inverno, não quer saber de passar frio e chega a ficar dias escondido dentro do casco. Quando criados em condições adequadas, os jabutis vivem, em média, 80 anos. Como estão ameaçados de extinção, a venda é controlada pelo Ibama.

 

pets opçaoFurão
Curiosidade é a marca registrada desse bichinho, por isso, deixá-lo solto em casa é confusão na certa! Os furões vivem muito bem em gaiolas, mas precisam de um tempo livre todos os dias para brincar. Assim como cães e gatos interagem com o dono, entendem e obedecem ordens. Como não existem furões na fauna brasileira, é preciso seguir as recomendações do Ibama antes de comprar o seu!

—–

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz  e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias/Vitória da Conquista.

Doenças cardíacas em cães

Hannah Thame

 

htCães apresentam, com maior frequência, o processo de degeneração ou envelhecimento das válvulas cardíacas, chamado de endocardiose ou doença valvular crônica. Geralmente, as raças de pequeno porte (poodle, pinscher, yorkshire, etc), com idade acima de 6 anos, são as mais acometidas por esta lesão. Outra doença cardíaca que pode afetar os cães é a cardiomiopatia dilatada, sendo mais frequente em cães de grande porte (dobermann, boxer, labrador, dogue alemão etc).

Os gatos podem desenvolver doenças de evolução silenciosa, como a cardiomiopatia hipertrófica, manifestando-se somente quando já se encontra na sua forma mais grave.

Animais que costumam frequentar regiões de praia podem contrair a dirofilariose, que é causada por um verme, transmitido pela picada de mosquito que vive em regiões litorâneas , que se instala na artéria pulmonar e geralmente atinge o lado direito do coração.

pets

Doenças respiratórias crônicas (bronquite, estenose ou colapso de traquéia, por exemplo) também podem ocasionar doenças cardíacas, pois sobrecarregam o coração, principalmente o lado direito.

—–

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista

 

Quer adotar um gato?

gato

Hannah Thame

htO gatinho está vacinado, com a saúde em dia e pronto para ganhar um novo lar. E agora? Está na hora de você preparar a casa para a sua chegada! Não é segredo para ninguém que a maioria dos gatos amam as voltinhas noturnas pela vizinhança. Ainda assim, essa prática não é recomendada, já que ele pode se machucar, se envolver em brigas e até contrair doenças. Sendo assim, o primeiro passo antes de levar o gatinho para casa é telar todas as janelas para evitar fugas e acidentes.

Além disso, você deve garantir uma alimentação de qualidade e sempre deixar água fresca à disposição do bigodudo. Nesse caso, investir em uma fonte de água para gatos pode ser uma boa saída para incentivá-lo a se hidratar e, assim, evitar problemas renais. Apostar no enriquecimento ambiental para gatos também é importante para que o pet consiga expressar seus comportamentos naturais. Prateleiras, nichos, arranhadores e brinquedos são itens que proporcionam mais qualidade de vida e diversão para o seu gatinho.

——

A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz  e diretora do Centro de Especialidades Veterinários-CEV Vitória da Conquista.

 

A tendência da alimentação natural para pets

pets alimentação

Hannah Thame

htA tendência da alimentação natural, sem industrializados e artificiais, chegou ao mundo dos pets. Agora há quem ofereça apenas alimentos frescos, preparados e cozidos especialmente para seus cães. E nada de ração.

Um animal que segue a alimentação natural come basicamente o que nós, humanos, comemos, com algumas adaptações. É uma dieta rica em carnes, verduras, carboidratos e vísceras, preparada de maneira balanceada e própria para cães. As porções variam de acordo com o porte do animal e também podem ser preparadas previamente e congeladas.

Além do porte, várias coisas são analisadas. O cão pratica atividade física? Qual é a sua idade? Tem doenças preexistentes? Por isso, antes de desenvolver uma dieta é importante uma consulta ao veterinário, para que o animal passe por uma bateria de exames e a gente saiba as reais necessidades dele.

Uma refeição balanceada para cães, de acordo com os preceitos da alimentação natural, deve conter apenas carboidratos naturais, como grãos, batata doce ou batata salsa, por exemplo. Não entra no “potinho” nenhum tipo de farinha branca, processados ou macarrão.

Normalmente, o animal também tem que passar por uma complementação, principalmente de cálcio, que é um componente difícil de ser suprido com a alimentação natural. Por isso, o acompanhamento de um veterinário especializado em alimentação, no caso, um nutrólogo, é importante. Na ração, o cálcio é adicionado à fórmula de fabricação.

 

——

A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz  e diretora do Centro de Especialidades Veterinários-CEV Vitória da Conquista.

O que é preciso saber sobre refluxo em pets

Hannah Thame

htO refluxo em pets é uma resposta da abertura do esfíncter, músculo que fica entre o esôfago e o estômago. Em geral, como este músculo se mantém a maior parte do tempo fechado ele retém a comida no estômago. Agora, caso algo provoque a abertura dele fora de hora, a comida, muco ou fluxo tendem a circular entre o estômago e o esôfago podendo chegar até a boca.

Desta maneira, o refluxo em pets também pode ser conhecido como refluxo gastroesofágico.

O que causa? Fator congênito: quando há propensão genética, refluxos podem ocorrer com maior intensidade e frequência; mudança de remédios: o organismo do animalzinho pode apresentar alterações em decorrência das mudanças repetidas de remédios. Esse fator também provoca o aparecimento de refluxos; alteração na alimentação: quando o pet come algo muito gorduroso ou fora do padrão de alimentação há possibilidade de refluxos, problemas no esôfago: inflamações, dilatações ou hérnia hiatal.

pets refluxSintomas comuns

O refluxo em pets não costuma apresentar sintomas preliminares, diferente de vômitos. Normalmente, os pets tendem a ter falta de apetite quando passam por quadro de refluxo.

Por isso, não deixe de falar com o veterinário caso seu pet começar a ter falta de apetite constante.

Read the rest of this entry »

5 dicas para aliviar o calor dos pets em dias quentes

Hannah Thame

htVerão é sinônimo de calorão, não é mesmo? E se nós já passamos por maus bocados quando esta época do ano chega, imagina os nossos bichinhos.

Com os termômetros atingindo fácil os 35ºC, são necessários alguns cuidados para que os pets não sofram tanto neste período que vai do finalzinho de dezembro até março do próximo ano.

Hoje, separamos cinco dicas para amenizar essa sensação nos animais.

dicas pets

A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista

Saiba como tratar e identificar a depressão nos pets

 

Hannah Thame

htUma das principais causas da depressão em animais é a falta do dono. Por conta do cotidiano corrido, trabalho, faculdade e outros compromissos, muitas vezes o pet é deixado sozinho em casa por bastante tempo.

A chegada de outro animal também pode ser a causa da doenças . Assim como o nascimento de uma criança. Isso porque toda a atenção que era para o único cachorro, a partir de então vai ser dividida.

Outro fatores, como mudança de hábitos na rotina, alteração dos horários de passeios e de alimentação, mudança de casa ou ambiente que o animal já estava acostumado e até perda de algum ente querido também podem levá-los ao quadro depressivo.

Durante, e também pós-quarentena, é importante que os donos ensinem e introduza os novos hábitos com muita calma e paciência, além de ficarem atentos com os sinais. Isso porque o home office, e posteriormente o trabalho fora de casa, mudam completamente a rotina dos pets, que podem vir a apresentar sinais de depressão.

Sintomas

pets depreAlgumas mudanças de comportamento do animal podem apontar a doença, como lamber e morder as patas de forma excessiva. O aparecimento de dermatites, perda de peso, apatia, isolamento e distanciamento dos donos e outros animais, falta de apetite e ânimo para brincar e passear também são alguns sinais de que ele pode estar com a doença.

Tratamento

Caso seja diagnosticada a depressão em animais por um veterinário, é preciso mantê-lo ativo com brincadeiras, passeios ao ar livre, enriquecimento ambiental e adestramento.

Além de atenção, você precisa procurar um veterinário para confirmar a necessidade de prescrição de remédios e, também, a visita de um terapeuta de cães para dar as orientações necessárias.

No caso dos felinos, é bom deixá-los em locais onde possam escalar ou se esconder. Pois, quando estão depressivos podem apresentar um comportamento agressivo e miados altos e frequentes.

Maus tratos em animais

Hannah Thame

htPessoal, vamos falar um pouquinho de maus tratos com os animais?

 

 
Geralmente associamos os maus tratos apenas com cenas mais graves como espancar os animais, trabalho excessivo nos animais de carga, cães acorrentados, abandoono, entre outras barbaridades que infelizmente assistimos. Mas vocês tem noção que existe os maus tratos “velados” daqueles que se dizem ” amar os animais” , “ele é meu filho” ou ” faz parte da família”?

 

 
Canso de ouvir isso diariamente na minha rotina clínica e principalmente de pessoas que “aparentemente” pregam o bem estar e amor aos animais, mas que quando olhamos mais internamente não oferecem o mínimo para o seu cão ou gato terem uma vida digna.

Fico muito chateada quando veja nas redes sociais as pessoas com fotos com seus Pets lindos, todos penteados e cheirosos, e legendas do tipo: “meu filho ” “minha vida” ” faço tudo” , mas se formos parar pra ver o animal vive jogando num canil, muitas vezes sem nenhuma higiene, privado de cuidados veterinários e quando precisam recorrem ao Google, a grupos de whatsapp, as redes sociais, ao balconista da casa agropecuária e quando não resolve busca o veterinário (animal já quase morto ou intoxicado com tantos remédios) e o profissional ganha títulos de “mercenário”,  “só pensa em dinheiro”, “não tem amor aos animais”, e tantos outros adjetivos que nos intitulam.
maus tratosCanso de ver animais com vacinas vencidas, alimentação de péssima qualidade, muitos abandonados dentro de casa, amontoados com pulgas e carrapatos, sem o mínimo de higiene, sem água limpa, todo embolado, desprovido de carinho, atenção, brincadeiras, trocas de afeto com seu tutor. Pessoal, Atenção, isso também é maus tratos e ninguém ver ou finge não ver.

Amontoar animais em um ambiente pequeno é maus tratos,

Quando decidimos adotar ou comprar um Pet, assumimos ali legalmente todas as responsabilidades com aquele ser vivo, que vai além de oferecer ração e água.
Seguem aqui as cinco leis de bem estar animal :
1. Livre de fome e sede
2. Livre de desconforto
3. Livre de dor, doenças e injúrias
4. Ter liberdade para expressar seus comportamentos naturais da espécie
5. Livre de medo e de estresse

—–

—–

A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista

Dezembro Laranja e a prevenção de tumores de pele em pets

Hannah Thame

 

htVocê já conhece a ação do Dezembro Laranja? E que tal embarcar com o Diagnose Vet na conscientização, prevenção e diagnóstico dos tumores de pele (neoplasias) em pets?

As neoplasias cutâneas são as mais frequentemente encontradas nos animais domésticos. Associa-se esta informação ao fato de que a pele, além de ser o maior de todos os órgãos, ser constituída, juntamente com o tecido subcutâneo, por uma grande variedade de células suscetíveis ao desenvolvimento de neoplasias. A pele tem um alto índice de renovação celular, o que aumenta as probabilidades de ocorrência de mutações, e pode propiciar o aparecimento de tumores. Além disso, é um órgão que com frequência é diretamente exposto a condições potencialmente oncogénicas; um exemplo é a exposição aos raios solares, que pode agir como fator predisponente para neoplasias, sendo associado principalmente ao aparecimento de carcinoma de células escamosas. Além disso a exposição a químicos carcinogénicos, radiações ionizantes e vírus constituem um fator de risco para este sistema, assim com fatores hormonais e genéticos.

ht cevEm cães as raças com maior predisposição a estes tumores, são os Boxers, seguido dos cães sem raça definida, Bulldog e Labrador Retriever. De um modo geral, as neoplasias cutâneas ocorrem em animais mais velhos, com média de 3,7 e 8,3 anos. Dentre os tipos histológicos de maior ocorrências, os mastocitomas representam a neoplasia mais comum em cães e a segunda mais comum em gatos. No cão, as neoplasias benignas de pele são duas vezes mais frequentes que as malignas, sendo o histiocitoma e o adenoma das glândulas sebáceas as mais comuns.

Os felinos também são frequentemente acometidos por neoplasias cutâneas. Na qual o Carcinoma de Células Escamosas é o mais frequente, quase que na sua maioria relacionado a gatos de pelagem branca com grande incidência solar.

A informação existente neste conteúdo pretende apoiar e não substituir a consulta com um médico veterinário. Procure sempre uma avaliação com o médico veterinário de sua preferência.

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

 

É Natal no CEV!

 

cev natal

Traga o seu bichinho e venha participar desse nosso momento de confraternização com espírito Natalino. Venha visitar, tirar uma fotinha com nossos mascotes e seu melhor amigo no nosso mural natalino, aproveita e faça uma consulta…

Nessa época de festas, comemorações e alegria, desejamos a todos muita saúde, paz e muita alegria. Obrigado por confiar o seu melhor amigo a nós. Esperamos por você!

Com amor, Tio Alex Gonçalves  e Tia Hannah Thame.

Novembro Azul nos animais domésticos

Cuidados que você precisa tomar pós-castração do seu pet

Hannah Thame

htPensando na relevância desse tema, preparamos um post com dicas práticas para auxiliar os tutores a cuidarem de seus melhores amigos no momento do pós-operatório.

1. ESTEJA PREPARADO E BEM EQUIPADO
O primeiro passo para garantir a segurança dos animais no pós-operatório de uma castração é estar preparado e ter os principais materiais sempre à mão. Por isso, antes mesmo da cirurgia, vá às compras e adquira:
gazes; ataduras; algodões; antisséptico; luvas descartáveis; esparadrapo;
tesoura.

Nada demais, certo? No entanto, ter todos esses itens garantirá mais comodidade para você e para seu animalzinho — já que evita saídas desnecessárias de última hora para comprar os produtos que são indispensáveis para fazer os curativos.

2. APAGUE AS LUZES E MANTENHA O PET AQUECIDO
Quando chegar com seu animalzinho da clínica ou do hospital, mantenha as luzes apagadas, já que a luminosidade excessiva causa muito desconforto nesse momento.

ht 23. FIQUE DE OLHO E MANTENHA O ANIMALZINHO PROTEGIDO
Apesar de simples, a castração é uma cirurgia que merece cuidados redobrados. Por isso, coloque sempre a proteção do animal em primeiro lugar, evitando que ele desça de móveis ou suba em locais altos — isso evitará quedas que podem romper os pontos, principalmente caso seu pet seja uma fêmea.

4. DEIXE O ALIMENTO DISPONÍVEL E NÃO FORCE A BARRA
É importante deixar o alimento em um local acessível e manter bastante água disponível, mas não force a barra. Lembre-se de que alguns desconfortos (mesmo vômitos) são normais após a castração, e que nem sempre o pet comerá assim que chegar em casa. Nesse caso, forçar a alimentação pode fazer com que ele vomite ou fique estressado.

5. OUÇA O MÉDICO E FAÇA OS CURATIVOS CORRETAMENTE
A frequência e a maneira de fazer os curativos serão determinadas pelo médico veterinário responsável pela cirurgia de seu animal.

Por fim, contar com a participação do médico veterinário nos cuidados pós-castração é fundamental! Por isso, informe-se sobre os procedimentos com antecedência e tire todas as suas dúvidas. Estar bem informado e bem assistido são as melhores maneiras de lidar com esse momento e garantir que seu pet se recupere rapidamente!

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
março 2021
D S T Q Q S S
« fev    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031