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Posts Tagged ‘Haddad’

Rosemberg Pinto repudia ataque de eleitor de Bolsonaro contra diretor do Sindicato dos Petroleiros

petroO deputado Rosemberg Pinto (PT) repudiou as agressões sofridas pelo diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro), Leonardo Urpia (foto), na noite desta quinta-feira (25), no bairro do Imbuí, em Salvador.

Urpia panfletava pacificamente quando foi agredido por um eleitor do candidato a presidente Jair Bolsonaro. Um dos golpes com a fivela de um cinto atingiu o rosto do petroleiro. Sangrando, Urpia gravou vídeo e publicou na rede social.

Urpia registrou um Boletim de Ocorrência na Central de Flagrantes, na região do Iguatemi. O agressor, que ainda não teve o nome revelado, está sendo ouvido pela delegada Luciene Burgia.

Rosemberg, que já foi membro da FUP e do Sindipetro, recebeu com indignação a notícia da violência contra o colega sindicalista.

“Não podemos compactuar com o discurso de ódio e de incitação à violência. Ações como essas têm que ser combatidas nas urnas para que atos de intolerância como esse contra Urpia não terminem como o assassinato do mestre de capoeira Moa do Katendê, ou em agressões contra pessoas ou militantes que sofrem intimidações no livre exercício da liberdade de expressão”, condenou o petista.

Aos jovens, com carinho.,.

Em nome de Deus

Pastor Henrique Vieira emociona a todos no ato com Fernando Haddad em São Paulo

Carta de Lula sobre o segundo turno das eleições

Lula“Meus amigos e minhas amigas,

Chegamos ao final das eleições diante da ameaça de um enorme retrocesso para o país, a democracia e nossa gente tão sofrida. É o momento de unir o povo, os democratas, todos e todas em torno da candidatura de Fernando Haddad, para retomar o projeto de desenvolvimento com inclusão social e defender a opção do Brasil pela democracia.

Por mais de 40 anos percorri este país buscando acender a esperança no coração do nosso povo. Sempre enfrentamos o preconceito, a mentira e até a violência, e, mesmo assim, conseguimos construir uma profunda relação de confiança com os trabalhadores, com as pessoas mais humildes, com os setores mais responsáveis da sociedade brasileira.

Foi pelo caminho do diálogo e pelo despertar da consciência cidadã que chegamos à Presidência da República em 2002 para transformar o país. O povo sabe e a história vai registrar o que fizemos, juntos, para vencer a fome, superar a miséria, gerar empregos, valorizar os salários, criar oportunidades, abrir escolas e universidades para os jovens, defender a soberania nacional e fazer do Brasil um país respeitado em todo o mundo.

Tenho consciência de que fizemos o melhor para o Brasil e para o nosso povo, mas sei que isso contrariou interesses poderosos dentro e fora do país. Por isso tentam destruir nossa imagem, reescrever a história, apagar a memória do povo. Mas não vão conseguir.

Para derrubar o governo da presidenta Dilma Rousseff, em 2016, juntaram todas as forças da imprensa, com a Rede Globo à frente, e de setores parciais do Judiciário, para associar o PT à corrupção. Foram horas e horas no Jornal Nacional e em todos os noticiários da Globo tentando dizer que a corrupção na Petrobras e no país teria sido inventada por nós.

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O Brasil diante de dois caminhos

Jaques Wagner pede que Ciro Gomes declare apoio contundente a Haddad

wagnerO coordenador da campanha de Fernando Haddad (PT), Jaques Wagner, conversou com Cid Gomes (PDT), ex-governador do Ceará. Na conversa, o petista pediu que o candidato derrotado do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, tenha uma posição “mais contundente” de apoio a Haddad nesta etapa final da campanha.

“Na verdade, ele [Ciro Gomes] já declarou [apoio]. O que a gente queria era algo mais contundente”, disse Jaques Wagner. “A gente quer que ele converse com o eleitor dele e diga, olhe, tudo bem, estou arretado com o PT, mas isso tudo fica menor diante da responsabilidade do momento.”

A conversa foi ontem (22). No diálogo, Jaques Wagner destacou a trajetória política de Ciro e o peso que o ex-governador ganhou com a eleição. O pedetista foi o terceiro mais votado no primeiro turno e recebeu mais de 13 milhões de votos.

Para Jaques Wagner, o apoio “mais contundente” de Ciro Gomes é fundamental a cinco dias do segundo turno. Segundo ele, há uma parcela do eleitorado de Ciro Gomes que ainda não está com Haddad e que poderia mudar de posição com a reiteração do apoio.

Em entrevista no programa Roda Viva, da TV Cultura, Haddad disse que esperava um aceno de Ciro Gomes. (Agencia Brasil)

“Brasil, ame-o ou deixe-o”

Em video ao vivo para manifestantes na avenida Paulista, Jair Bolsonaro diz que caminho para opositores é exílio ou cadeia.

Veja:

Everaldo Anunciação: “Haddad é garantia de democracia e desenvolvimento do país”

everaldo“O Brasil está diante de dois caminhos, a consolidação da democracia ou risco de mergulhar o país na violência, na extinção de direitos trabalhistas e da venda do patrimônio nacional”. Essa é a opinião do presidente do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores. Em conversa com o Blog do Thame, na manhã de hoje em Ilhéus, Everaldo defendeu uma ampla mobilização da sociedade em torno da candidatura de Fernando Haddad.

Veja a entrevista:

Blog do Thame- Que avaliação você faz das eleições baianas e da atual conjuntura nacional?

Everaldo Anunciação-  A votação no Nordeste e na Bahia é uma demonstração de um povo consciente, determinado e comprometido com a democracia. A reeleição de Rui Costa, com uma votação extraordinária, a eleição dos dois candidatos ao Senado, com Wagner e Coronel, e da maioria dos deputados federais e estaduais, consolida a liderança de um grupo que está voltado para as políticas públicas, com foco no social e no desenvolvimento.

A nível nacional, atravessamos uma eleição muito difícil do ponto de vista da democracia. A recente denuncia de Caixa 2 do candidato Bolsonaro, a utilização de fake news de forma ostensiva e patrocinada setor privado deve ser repudiado pela sociedade brasileira e exige uma apuração rigorosa do Ministério Público, da Polícia Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, para que essa prática não se consolide.

Blog do Thame- Você entende que o Brasil está diante de dois caminhos, a consolidação da democracia ou um salto no escuro que pode desaguar no fascismo?

 

Everaldo Anunciação- As propostas que um candidato apresenta, defendendo a tortura, o desrespeito, a violência contra as minorias, a ameaça aos direitos trabalhistas, a venda do patrimônio nacional, são ameaças profundas, que quem já experimentou, viu o que aconteceu com esse país.

Esse não é o caminho. Mesmo que uma parcela do eleitorado tenha algumas restrições ao PT, não é o PT que está em jogo, o que está em jogo são questões que dizem respeito ao futuro da nação. Essa é uma decisão que cada um deve tomar.

E é lamentável que o candidato Bolsonaro se negue a participar de debates, para que os brasileiros possam conhecer suas idéias e refletir o que é melhor para o país, com a retomada do desenvolvimento, a geração de empregos e investimentos prioritários em educação.

 

Blog do Thame-Nessa reta final, mobilização total para garantir a vitória de Haddad…

Everaldo Anunciação- Vamos reforçar o debate de idéias, repudiar o ódio e a violência e dialogar intensamente com todos os segmentos da sociedade, para que possamos tomar uma decisão consciente, mostrando que Haddad é o melhor para o Brasil.

‘O Brasil precisa achar um ponto de união’, diz Rui Costa

rui costa(do Estadão)- Eleito com 75,5% dos votos válidos, o governador da Bahia, Rui Costa é hoje um dos fiadores de um discurso mais ao centro do candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, incluindo defesas de leis mais duras na segurança pública e da importância da família. Ao Estado, Costa disse que, após uma eleição marcada pela polarização, o presidente eleito, independente de quem seja, terá que buscar o discurso da união nacional. A seguir os principais trechos da entrevista:

O problema do País conflagrado não é uma eleição apertada. O estopim disso foi o não respeito à decisão do eleitorado. Aqueles que perderam em 2014 cumpriram a promessa de inviabilizar institucionalmente o funcionamento do governo. Numa aliança parlamentar, não só inviabilizaram como depuseram a presidente eleita por 54 milhões de votos, que naquele momento estava com baixa aprovação popular. E de lá para cá o País ficou muito polarizado. Meu papel tem sido pregar que o Brasil precisa pacificar, encontrar um ponto de união do povo brasileiro, porque, caso contrário, quem vai sofrer muito são as pessoas mais pobres.

Como o senhor viu a votação do PSL e a onda conservadora?

Eu acho que é um movimento pontual. É da natureza humana, quando está com raiva de alguma coisa, agir por impulso. Eu entendo que esse momento eleitoral do primeiro turno foi um impulso de manifestação de repúdio contra os líderes políticos que hegemonizaram a política nos últimos anos. Mas eu espero que a serenidade volte à maioria dos brasileiros e que a gente retome a construção de um País calcado na paz e na harmonia.

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TSE convoca campanhas dos presidenciáveis para debater notícias falsas

Candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, vai se reunir, nesta terça-feira (16), com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Na pauta do encontro, previsto para as 18h, em Brasília, estão as notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral. O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem abalar a credibilidade do pleito. Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais.

Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet. Na semana passada, o ministro Luis Felipe Salomão negou um pedido da coligação de Haddad (PT/PCdoB/PROS) para remoção de conteúdo veiculado no grupo do WhatsApp “a Rede – Eleições 2018”.

Para Salomão, as mensagens enviadas pelo aplicativo não são abertas ao público, como acontece nas redes sociais. Nesse caso, segundo o ministro, a comunicação fica restrita a um grupo de pessoas.

Rui destaca apoio do PSB a Haddad: “vem fortalecer o time do Brasil unido

 

PHOTO-2018-10-10-10-52-57“Importante o apoio do PSB. Vem fortalecer o time do Brasil unido. O povo cansou de ódio e quer um governo que gere emprego e garanta segurança, independente do partido politico. Por isso é fundamental a união dessas forcas democráticas”, afirmou o governador Rui, na manhã desta quarta-feira (10), após reunião com o candidato à Presidência Fernando Haddad e os governadores nordestinos eleitos pelo PSB, Paulo Camera (PE) e João Azevedo (PB).

No encontro, que também teve a participação da senadora baiana Lídice da Mata, do governador Wellington Dias (PI) e da candidata a vice-presidente Manuela D’Ávila, Haddad agradeceu ao apoio dos estados de Pernambuco e Paraíba e defendeu a liberdade democrática. Sobre a questão da previdência, o candidato disse que pretende “cortar os privilégios que geram custos” e defendeu o Brasil com o povo forte, assegurando a geração de emprego a partir da retomada do crescimento econômico do País.

A hora do Brasil

No segundo turno, não se trata de escolher entre opções políticas e sim entre democracia ou não

el pais

Editorial do El Pais

A taxativa vitória do ultradireitista Jair Bolsonaro (PSL) no primeiro turno das eleições presidenciais realizadas no domingo, 7, no Brasil coloca o eleitorado diante de uma decisão radical. No segundo turno, previsto para o dia 28 de outubro, já não se trata de escolher entre duas opções políticas diferentes, mas ambas democráticas, e sim entre um candidato que entende e cumpre os padrões de governança das democracias ocidentais e outro que despreza e considera inválido o sistema de liberdades que desde o final da ditadura garante a igualdade e o progresso de 208 milhões de brasileiros.

Bolsonaro, com um discurso abertamente xenófobo, racista, homofóbico e laudatório da ditadura militar (1964-1985) obteve 46% dos votos, muito perto da maioria absoluta que lhe teria outorgado diretamente a chefia do Estado. Fernando Haddad, do histórico Partido dos Trabalhadores (PT), e candidato sucessor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu passar ao segundo turno com 29,3%. Mais preocupante do que os números é o fato de que as falas de Bolsonaro tocaram amplas camadas da população brasileira que veem esse militar da reserva como a solução da profunda crise institucional e econômica que assola o país há quatro anos e pelas quais culpa exatamente o PT.

A diferença de votos entre os dois é grande, mas não intransponível porque o que está em jogo é muito mais do que uma vitória eleitoral. É assim que devem entender a situação tanto os eleitores de qualquer tendência política quanto Haddad, que pelo segundo turno é obrigado a realizar uma exposição integradora e de abertura em relação aos que até domingo eram seus grandes rivais no campo democrático. Sua candidatura já não é somente a do PT e sim a de todos os democratas do Brasil.

Nessa encruzilhada os que foram rivais de Haddad no primeiro turno farão bem em abandonar a exasperante colocação que apresenta o candidato do PT e Bolsonaro como dois extremos comparáveis. Nada mais longe da realidade. Com todas suas polêmicas, problemas, escândalos e processos judiciais, o PT é um partido que na oposição sempre respeitou as regras do jogo democrático, que ganhou quatro eleições presidenciais de forma absolutamente limpa, sob cujo governo a democracia brasileira se transformou em um exemplo de progresso e que entregou o poder como a lei exigiu mesmo considerando que o procedimento – o impeachment da presidenta Dilma Rousseff em 2016 – era politicamente ilegítimo. Pelo contrário, o candidato a vice de Bolsonaro fala abertamente em reformar a Constituição de uma forma ilegal – mediante um conselho de notáveis – e justifica a possibilidade de um golpe de Estado se as circunstâncias permitirem, propostas que Bolsonaro rejeitou. O próprio candidato, no entanto, fala abertamente em dar um papel preponderante ao Exército e carta branca à polícia para matar. Não é possível continuar dando pouca importância a declarações inaceitáveis marcando-as como uma estratégia para ganhar eleições. Nem tudo vale.

O Brasil não é a primeira democracia que vive essa situação. A França já passou por isso em 2002 quando Jean Marie Le Pen chegou ao segundo turno. Os franceses, à época, perceberam que a democracia não tem atalhos e votaram em Jacques Chirac. Agora é a vez dos brasileiros.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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