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Manifesto da Fenaj aos jornalistas brasileiros

fenaj 2Trabalhadores e trabalhadoras das mais diversas categoriais profissionais, ligados à CUT e demais centrais sindicais, estão sendo convocados a aderir à Greve Geral no dia 14 de junho de 2019, próxima sexta-feira, um ato contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos.

A reforma da Previdência de Bolsonaro (PSL) acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 20 anos e altera o cálculo para reduzir o valor do benefício pago pelo INSS – trabalhadores vão receber apenas 60% do valor do benefício. Para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador e a trabalhadora terão de contribuir por pelo menos 40 anos. Portanto, a reforma proposta pelo governo, em tramitação no Congresso Nacional, atinge principalmente os menos favorecidos e não ataca os privilégios.

Os trabalhadores brasileiros também vão parar no dia 14 em protesto contra os cortes anunciados na educação básica; vão faltar recursos para a compra de móveis, equipamentos, para a capacitação de servidores e professores e até para pagamento de contas de água e luz. Além disso, os cortes afetam profundamente a educação, a saúde e a produção científica e tecnológica. As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da pesquisa e inovação no país e prestam serviços à população por meio de projetos de extensão e hospitais universitários.

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Dirigentes sindicais são intimados a depor sobre Greve Geral

greveCoordenadores da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Regional Sul Bahia foram intimados pela 2ª Delegacia de Itabuna a prestar depoimentos a respeito da greve do dia 28 de abril, convocada pelas centrais sindicais e que parou o país contra as reformas da previdência, trabalhista e terceirização. Os presidentes do Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região, Jorge Barbosa, do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, Jairo Araújo, e o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia, Jeser Cardoso, compareceram à audiência na tarde desta quarta-feira, 6, acompanhados de militantes da Central. A denúncia partiu da fábrica Penalty.

Segundo Jeser Cardoso, trata-se de uma acusação fantasiosa. Ele alega que o movimento foi totalmente pacífico e ninguém da CTB agrediu ou invadiu patrimônio de empresa alguma. Para Jairo Araújo, a Penalty não aceitou o resultado da greve. No entendimento dele, a fábrica defende seu privilégio de explorar legalmente os trabalhadores, a partir das reformas de Michel Temer.

Na opinião de Jorge Barbosa, esta é mais uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais. “A atitude da Penalty merece todo o nosso repúdio, pois representa um atentado à livre organização dos trabalhadores, uma tentativa de criminalizar o movimento sindical e inibir a livre manifestação”, ponderou.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 18 de setembro, às 14 horas, no mesmo local.

Frente Brasil Popular confirma apoio à Greve Geral em Itabuna

Centrais sindicais, movimentos sociais e partidos de esquerda – integrantes da Frente Brasil Popular – se preparam para a greve geral desta sexta-feira (30). Nesta quinta (29), haverá música e poesia em um sarau, na Praça Olinto Leone.

Desde a semana passada, são realizadas mobilizações e assembleias nas bases. A intenção é envolver todos os trabalhadores nas manifestações e alcançar adesão semelhante à de 28 de abril passado.

Os líderes da greve dizem que a paralisação é ato contra as reformas propostas pelo Governo Temer, principalmente as reformas previdenciária e trabalhista. Segundo os sindicalistas, a proposta do governo é “tirar direitos fundamentais da classe trabalhadora”.

Bahia amplia mobilização para a Greve Geral

greve(por Thais Costa) -Há dois dias da Greve Geral, marcada para o dia 30,  movimentos sociais, centrais sindicais , militância,  lideranças sindicais e políticas se reuniram no auditório do Sindicato dos Bancários, em Salvador, para construir coletivamente as ações de mobilização. O momento vem sendo preparado há pouco mais de um mês e se fortalece diante das inúmeras denuncias de corrupção e tentativas de devastação dos direitos trabalhistas do atual governo.

A classe trabalhadora está mobilizada para fazer o Brasil parar mais uma vez a partir das 5 horas da manhã  da próxima sexta-feira, através de atos e ações coordenados por 24 horas e protestos espalhados por todo o estado contra as reformas, fora temer e diretas já. “Nenhum de nós merecemos viver em um país governado por um corrupto, ladrão, bandido… Verbalizo  isso sem medo de receber um processo; pois é algo investigado e mais que comprovado. O fato é que não podemos aceitar sermos governados por uma quadrilha instalada em Brasília”, disse o presidente da CUT Bahia,  Cedro Silva.

Para o coordenador da Frente Brasil Popular,Walter Takemoto.  A unidade deve prevalecer. “Temos um desafio de superar a greve anterior e fazer com que a unidade prevaleça para que possamos avançar. Precisamos barrar as propostas e o mais importante no momento é a unidade para garantia de uma greve geral de sucesso” , explicou.

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Centrais Sindicais confirmam greve geral dia 30 de junho

greve geral

As centrais sindicais aprovaram hoje (5) a data de uma nova greve geral contras as reformas do governo e pela saída de Michel Temer, indicando o próximo dia 30, uma sexta-feira. Antes, no dia 20, as entidades planejam organizar um “esquenta”, com paralisações e atos nas principais cidades. Todo o calendário depende do andamento das reformas no Congresso – e também passará por assembleias das categorias.

Segundo o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, a greve precisa ser “construída”, com discussão nas bases e monitoramento da agenda parlamentar. “O dia 28 (de abril) foi um sucesso porque fizemos um processo de construção daquela data”, afirmou, em reunião realizada na sede da Nova Central em São Paulo, na região central da capital paulista. “O primeiro passo são as categorias referendarem o dia 30 nas assembleias”

Durante o encontro, o secretário-geral da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha, apresentou proposta de realizar uma greve geral de dois dias, indicando 27 e 28 de junho, com convocação prévia de plenárias estaduais. A Força Sindical a princípio mostrou-se reticente quanto à fixação de uma data, mas defendeu a unidade entre as centrais. “Conseguimos construir, ao longo do tempo, várias atividades unitárias”, disse o secretário-geral da entidade, João Carlos Gonçalves, o Juruna, citando manifestações de 15 de março, a greve de 28 de abril e a marcha a Brasília em 24 de maio.

Sindicalistas devem se concentrar em Brasília hoje  (6), quando está prevista a votação do relatório de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre o projeto de reforma trabalhista (PLC 38) na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Ele não muda o texto no parecer, apenas sugere vetos que seriam feitos pelo presidente Michel Temer. A estratégia de não fazer alterações visa a evitar que o projeto retorne para a Câmara. (Rede Brasil Atual)

Vigilância e Mobilização

Por Cedro Silva

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No dia 28 de abril, a classe trabalhadora realizou no país, a maior greve geral dos últimos tempos.

Partidos da direita, aliados do capital, setores do judiciário, Ministério Público, Polícia Federal e a grande mídia, se aliaram para derrubar um governo eleito de forma legítima e democrática que representava o projeto nacional da classe trabalhadora; para constituir um governo usurpador e golpista, assentado numa grande farsa e mentira contada a população, de que tal ação; seria necessária para tirar o país da crise econômica na qual se encontra.

O contraditório dessa história contada, é que vivenciamos um governo que só possui 4% de aprovação popular e é responsável pelo cenário de desemprego no país, a estatística é alarmante: já somos mais de 14 milhões de trabalhadores desempregados em todo o Brasil.

Durante mais de um ano, a classe trabalhadora vem sofrendo as ações do golpismo, o desemprego só aumenta, a economia não melhora e o congresso segue aprovando projetos que retiram direitos trabalhistas, precariza o trabalho, rasga a CLT e acaba com a previdência social.

Neste sentido, a CUT Bahia, orienta as suas entidades filiadas a permanecerem em estado de vigilância e mobilização, como continuidade da greve geral do dia 28 de abril. Temos algumas saídas para enfrentar o governo do golpe e suas ações nefastas contra classe trabalhadora e o país: lutar por eleições diretas, eleger Lula em 2018 e aprovar uma Constituinte para que  anule todas as medidas antinacionais e contrárias ao povo trabalhador, já adotadas pelo Congresso golpista.

Cedro Silva é presidente da CUT Bahia

O dia em que Itabuna parou…

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A mobilização das centrais sindicais e movimentos populares, que permanecem na avenida do Cinquentenário, praticamente paralisou o comércio da área central de Itabuna, com a maioria das lojas fechadas.

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Com a adesão dos rodoviários e bancários, além de professores, funcionários dos correios, justiça e servidores públicos municipais e estaduais, a Frente Brasil popular considera que o movimento contra as reformas trabalhista e da previdência mostra o repúdio dos trabalhadores ao Governo Temer.

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Às 15 horas, acontece uma caminhada na avenida do Cinquentenário, com ato público na Praça Adami.

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Greve Geral: ônibus não circulam em Itabuna

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Itabuna amanheceu sem transporte coletivo. Os rodoviários aderiram à greve geral contra as reforma trabalhista e da previdência e os ônibus não circulam hoje. A adesão dos rodoviários é de 100%.

As agências bancárias não abrem hoje as escolas não terão aulas por conta da greve.

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No comércio, várias lojas começam a abrir as portas, apesar da mobilização de sindicalistas na avenida do Cinquentenário. A adesão dos comerciários deve ser parcial.

Viaturas da Policia Militar estão circulando em toda a área central, para garantir a segurança tanto de quem quer se manifestar contra o governo quanto dos que optaram por trabalhar normalmente.

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A Frente Brasil Popular, que coordenada a Greve Geral em Itabuna ao lado de centrais sindicais e movimentos populares, promoverá um ato público na Praça Adami.

E o Brasil amanheceu em greve geral

 

brasil 1(Da Rede Brasil Atual)-Capitais e principais cidades do país amanheceram paralisadas nesta sexta-feira (28), dia da greve geral convocada pelas frentes populares em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo governo Temer. Em São Paulo, linhas do metrô, ônibus e trens não circulam – com exceção da Linha 4 do metrô, que funciona normalmente. Estradas que dão acesso à cidade e avenidas foram trancadas.

Na Marginal Tietê, as pistas central e expressa foram bloqueadas na altura da Rodoviária Tietê. As avenidas Francisco Morato, Do Estado e Tiradentes (centro) também estão bloqueadas. O mesmo ocorre nas avenidas Nações Unidas, Francisco Matarazzo, Faria Lima e João Dias.

As rodovias Anhanguera (na região de Jundiaí, sentido São Paulo), Dutra (em Guarulhos e São José dos Campos), Régis Bittencourt (em Taboão da Serra e Embú das Artes), Anchieta (sentido litoral), Cônego Domênico Rangoni (no litoral sul), também estão bloqueadas.

No Rio, manifestantes trancaram a ponte Rio-Niterói. Belo Horizonte amanheceu sem metrô.

Em Porto Alegre, foram realizados bloqueios na avenida Baltazar Oliveira Garcia, na Zona Norte; na Avenida Mauá, no Centro; na Ponte do Guaíba, na BR-290; e na Bento Gonçalves, na Zona Leste.  Ônibus e trens não operam.

brasil 2Em Santa Catarina, Blumenau e Florianópolis amanheceram sem ônibus. Motoristas e cobradores também pararam nas cidades paulistas de São José dos Campos, Jacareí, Bauru, Sorocaba, região do ABCD e Guarulhos. O mesmo ocorre em Salvador Recife, Fortaleza e Curitiba. Em Natal e Campo Grande a paralisação do transporte público é parcial. João Pessoa está sem ônibus e trens e com avenidas fechadas, bloqueando acesso à região metropolitana.

 

Raul Seixas – O dia em que a Terra parou

Greve Geral : Uesc suspende atividades

Em portaria publicada hoje (27), o reitor em exercício da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Evandro Sena, suspendeu o funcionamento da instituição nessa sexta-feira (28).

Conforme a portaria, a medida considera comunicado da Rota Transportes para a UESC, informando que os funcionários da empresa aderiram à greve geral.

A Faculdade de Ilhéus também emitiu nota afirmando que por conta da greve, não haverá aulas amanhã, com o retorno das atividades no sábado, dia 29.

Greve Geral: prefeitos de Ilhéus e Itacaré decretam suspensão do expediente

Em virtude da greve geral nacional, um protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência defendidas pelo governo federal, o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre Sousa, assinou hoje (27) pela manhã um decreto municipal que suspende o expediente nesta sexta-feira (28).

Estão mantidos em funcionamento apenas os serviços considerados essenciais nos setores da saúde, limpeza pública, iluminação, trânsito e segurança. O decreto também suspende as aulas da rede municipal, visando garantir a segurança e a integridade os alunos. O prefeito de Ilhéus ainda informa que, posteriormente, sua equipe irá negociar com os sindicatos a reposição da aula suspensa, sem prejuízos aos estudantes.

Em entrevista hoje pela manhã, o secretário de Comunicação da Prefeitura, Alcides Krushewsky, disse que do ponto de vista institucional, não é papel da prefeitura exercer pressão sobre o direito de greve. “O governo não vai pressionar nem cortar o ponto dos servidores”, declarou.

ITACARÉ

O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, também decretou ponto facultativo nas repartições públicas municipais nesta sexta-feira (28), em apoio à Greve Nacional contra a reforma da previdência, pelo combate à terceirização e pela garantia dos direitos trabalhistas. De acordo com o decreto, para o atendimento dos serviços que não podem sofrer interrupção ficam mantidas as escalas de serviço.

Além da postura contrária à reforma da Previdência e trabalhista, Antônio de Anízio também está buscando organizar as contas da Prefeitura de Itacaré para que os direitos dos trabalhadores sejam assegurados, pagando os salários em dia e estando em conformidade com a legislação em vigor. Assim como Itacaré, diversas prefeituras em todo o Brasil, órgãos públicos estaduais, representantes de diversas categorias de trabalhadores e lideranças católicas e de igrejas evangélicas divulgaram posição oficial contra as reformas trabalhista e previdenciária e a retirada de direitos impostas pelo governo Michel Temer. Os religiosos expressaram também apoio à greve geral do dia 28 de abril.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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