livros do thame

Posts Tagged ‘golpe’

FHC não desiste do Golpe

golpe

Em artigo no Estadão, Fernando Henrique deixa claro que o golpe virou a folhinha e chega vivo a 2016.

Sutil como um tucano pego com a mão e o bico na massa e alegando que corrupção é só no PT.

Veja um trecho do besteirol golpista:

“Há sinais de esperança. Comecemos 2016 com animo, imaginando que pelo melhor meio disponivel (renuncia, retomada da liderança presidencial em novas bases , ou, sendo inevitável, impeachment ou nulidade  das eleiçoes) encontremos os caminhos da convergencia  nacional”…

Manifesto em Defesa da Democracia e do Estado de Direito

 A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, ANDIFES, reafirma seu compromisso com a defesa intransigente dos princípios democráticos que regem a sociedade brasileira e vem manifestar seu veemente repúdio à deflagração do processo de impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff. A ANDIFES não reconhece a legitimidade deste processo que afronta o Estado Democrático de Direito e a vontade soberana do povo brasileiro.

As Universidades Federais tiveram participação efetiva no processo de redemocratização do país e na volta das garantias dos direitos sociais. Não foi em vão o sacrifício daqueles que lutaram para que a sociedade pudesse exercer a democracia conquistada a partir da Constituição de 1988.

As Universidades Federais mantêm destacado protagonismo nas lutas políticas pela democratização da educação pública brasileira como fundamento de todo e qualquer processo de desenvolvimento nacional, e seguirão defendendo a expansão e a consolidação do ensino superior público deste país como forma de garantir o acesso universal à educação.

As iniciativas antidemocráticas em curso representam um retrocesso e afetam profundamente o funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior e o futuro da educação pública.

Os reitores das Universidades Federais, reunidos na ANDIFES, ativos na luta contra qualquer tentativa de desestabilização da nossa jovem democracia, conclamam o Parlamento e a sociedade brasileira a defender o Estado de Direito, os direitos sociais e as liberdades democráticas.

 

PSDB entra de cabeça no Golpe

a tucanalhada golpista se alia a Cunha

A tucanalhada golpista se alia a Cunha

Sob o comando do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os tucanos afinaram o discurso em defesa do golpe.

FHC afirmou que o processo é “jurídico-político” e apontou como crime da presidente Dilma Rousseff as ‘pedaladas fiscais’, que ainda não foram julgadas pelo Congresso Nacional.

Aécio falou em “orquestra afinada”, enquanto Geraldo Alckmin, que vive seu momento mais baixo de popularidade, após uma crise que terminou com estudantes agredidos por policiais em São Paulo, repetiu que “impeachment não é golpe”.

No entanto, 16 governadores já assinaram um documento em defesa da legalidade, apontando que um impeachment sem crime de responsabilidade é, sim, golpe.

Dilma já recebeu apoio de artistas, intelectuais, movimentos sociais, professores e reitores de universidades, além de 16 governadores – os tucanos têm, a seu lado, Eduardo Cunha. (do Brasil 247)

O Dia da Infâmia

Fernando Morais

fm Minha geração testemunhou o que eu acreditava ter sido o episódio mais infame da história do Congresso. Na madrugada de 2 de abril de 1964, o senador Auro de Moura Andrade declarou vaga a Presidência da República, sob o falso pretexto de que João Goulart teria deixado o país, consumando o golpe que nos levou a 21 anos de ditadura.

Indignado, o polido deputado Tancredo Neves surpreendeu o plenário aos gritos de “Canalha! Canalha!”.

No crepúsculo deste 2 de dezembro, um patético descendente dos golpistas de 64 deu início ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A natureza do golpe é a mesma, embora os interesses, no caso os do deputado Eduardo Cunha, sejam ainda mais torpes. E no mesmo plenário onde antes o avô enfrentara o usurpador, o senador Aécio Neves celebrou com os golpistas este segundo Dia da Infâmia.

Jamais imaginei que pudéssemos chegar à lama em que o gangsterismo de uns e o oportunismo de outros mergulharam o país. O Brasil passou um ano emparedado entre a chantagem de Eduardo Cunha –que abusa do cargo para escapar ao julgamento de seus delitos– e a hipocrisia da oposição, que vem namorando o golpe desde que perdeu as eleições presidenciais para o PT, pela quarta vez consecutiva.

Pediram uma ridícula recontagem de votos; entraram com ações para anular a eleição; ocuparam os meios de comunicação para divulgar delações inexistentes; compraram pareceres no balcão de juristas de ocasião e, escondidos atrás de siglas desconhecidas, botaram seus exércitos nas ruas, sempre magnificados nas contas da imprensa.

Nada conseguiram, a não ser tumultuar a vida política e agravar irresponsavelmente a situação da economia, sabotando o país com suas pautas-bomba.

Nada conseguiram por duas singelas razões: Dilma é uma mulher honesta e o povo sabe que, mesmo com todos os problemas, a oposição foi incapaz de apresentar um projeto de país alternativo aos avanços dos governos Lula e Dilma.

Aos inconformados com as urnas restou o comparsa que eles plantaram na presidência da Câmara –como se sabe, o PSDB, o DEM e o PPS votaram em Eduardo Cunha contra o candidato do PT, Arlindo Chinaglia. Dono de “capivara” policial mais extensa que a biografia, Cunha disparou a arma colocada em suas mãos por Hélio Bicudo.

O triste de tudo isso é saber que o ódio de Bicudo ao PT não vem de divergências políticas e ideológicas, mas por ter-lhe escapado das mãos uma sinecura –ou, como ele declarou aos jornais, “um alto cargo, provavelmente fora do país”.

Dilma não será processada por ter roubado, desviado, mentido, acobertado ou ameaçado. Será processada porque tomou decisões para manter em dia pagamentos de compromissos sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

O TCU viu crimes nessas decisões, embora não os visse em atos semelhantes de outros governos. Mas é o relator das contas do governo, o ministro Augusto Nardes, e não Dilma, que é investigado na Operação Zelotes, junto com o sobrinho. E é o presidente do TCU, Aroldo Cedraz, e não Dilma, que é citado na Lava Jato, junto com o filho. Todos suspeitos de tráfico de influência. Provoca náusea, mas não surpreende.

“Claras las cosas, oscuro el chocolate”, dizem os portenhos. Agora a linha divisória está clara. Vamos ver quem está do lado da lei, do Estado democrático de Direito, da democracia e do respeito ao voto do povo.

E veremos quem se alia ao oportunismo, ao gangsterismo, ao vale-tudo pelo poder. Não tenho dúvidas: a presidente Dilma sairá maior dessa guerra, mais uma entre tantas que enfrentou, sem jamais ter se ajoelhado diante de seus algozes.

FERNANDO MORAIS, 69, é jornalista e escritor. É autor, entre outros, dos livros “Chatô, o Rei do Brasil” e “Olga”

Dilma: “minha luta é em defesa da democracia”

Brasília - DF, 04/12/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante 15ª Conferência Nacional de Saúde. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidente Dilma Rousseff fez nesta sexta-feira 4 um duro discurso contra a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de aceitar o pedido de abertura do processo de impeachment contra ela no Congresso Nacional. A decisão foi lida ontem por ele em plenário.

“O impeachment não tem fundamento. Eu vou fazer a defesa do meu mandato com todos os instrumentos previstos em nosso Estado democrático de direito”, afirmou Dilma, durante a 15ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em Brasília.

Durante sua fala, o público gritava “não vai ter golpe” e “fora, Cunha”. Dilma voltou a provocar o presidente da Câmara, como em pronunciamento feito à nação esta semana, logo após a decisão de Cunha pelo impeachment.
“As razões [para o impeachment] são inconsistentes, são improcedentes. Não cometi nenhum ato ilícito previsto na nossa Constituição. Não tenho conta na Suíça. Não tenho na minha biografia nenhum ato de uso indevido do dinheiro público”, afirmou.

A presidente destacou que “essa não é uma luta em defesa de uma pessoa, mas da democracia”. “Não vamos nos enganar. O que está em jogo agora são as escolhas políticas que nós fizemos nos últimos 13 anos”, ressaltou.
“Essa conferência vai ficar para a história. Em defesa da nossa saúde e da saúde da nossa democracia”, disse Dilma. No fim de seu discurso, a presidente afirmou que vai continuar lutando e governando “até 2018″. “Pela saúde da democracia, temos que defendê-la contra o golpe”, concluiu. (do Brasil 247)

“Quem errou tem pagar, mas não se pode criminalizar o PT”, diz secretário de Desenvolvimento Rural

jeronimoO secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia, Jeronimo Rodrigues, disse em Itabuna que as pessoas que se envolveram com corrupção no Governo Federal “devem pagar pelos erros, mas não se pode generalizar, condenando o PT e tentando um golpe contra a presidenta Dilma Roussef”.

“Os que erraram devem pagar, ir pra cadeia, mas não se pode criminalizar o PT. É preciso lembrar que foi o partido quem criou mecanismos de combate a corrupção, permitindo apurações rigorosas, o que não havia antes”, disse.

Jeronimo também afirmou que “é preciso manter os avanços dos últimos 12 anos, em que política publica deixou de ser caridade para ser um direito dos cidadãos”, e mandou um recado à oposição: “eleição se ganha nas urnas e não através de golpes. Disputem no foto e esperem até 2018”.

Dilma: “impeachment é a versão moderna do Golpe”

dilma 2(Reuters) – A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira que tentativas da oposição de usar a crise para chegar ao poder são uma “versão moderna” de golpe, num duro ataque contra os que querem tirá-la do cargo.

Em entrevista à rádio Comercial de Presidente Prudente (SP), onde fará entrega de unidades do programa Minha Casa Minha Vida nesta quarta, a presidente disse que há pessoas no Brasil que torcem pelo “quanto pior, melhor”, à espera de “uma oportunidade para pescar em águas turvas”.

“Esses método, que é querer utilizar a crise como um mecanismo para você chegar ao poder, é uma versão moderna do golpe”, afirmou.

Partidos de oposição lançaram na última semana um movimento formal pró-impeachment e deram mais um passo na terça-feira ao apresentar uma questão de ordem ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pedindo um posicionamento sobre diversos procedimentos relacionados ao tema.

A oposição vem avisando que pretende apresentar um recurso caso Cunha rejeite os pedidos de impeachment que aguardam decisão na Casa.

“Acredito que tem ainda no Brasil, infelizmente, pessoas que não se conformam que nós sejamos uma democracia sólida, cujo fundamento maior é a legitimidade dada pelo voto popular”, disse Dilma na entrevista, quando perguntada sobre a atual situação política que o governo atravessa.

Em meio a um quadro de recessão econômica e crise política, a presidente defendeu que o país se una, “independentemente de posições e interesses pessoais e partidários”, para mudar a situação atual.

“É fundamental muita calma nessa hora, muita tranquilidade”, disse. “O governo trabalha diuturnamente, incansavelmente, para garantir a estabilidade econômica e política do país”, afirmou.

Dilma ainda reiterou confiança na recuperação econômica por meio das medidas que vêm sendo tomadas pelo governo, como o pacote de ajuste fiscal anunciado esta semana com o objetivo de assegurar superávit primário no Orçamento de 2016.

“Nós estamos trabalhando intensamente para que nossa macroeconomia, nossa economia, se torne cada vez mais sólida para aumentar a confiança dos agentes econômicos em relação aos investimentos, para permitir que o Brasil volte a crescer.”

Lula: “se querem governar, ganhem as eleições”

lula montes claros(do Brasil 247) – Ao ser homenageado em Montes Claros, no norte de Minas Gerais, ao lado do escritor montes-clarense Darcy Ribeiro, o ex-presidente Lula voltou a rechaçar a tentativa de golpe e disse: “nós sabemos o significado do golpe, se quiserem ocupar o lugar da presidenta, disputem as eleições e conquistem a maioria dos votos”.

Lula afirmou ainda que governou para provar que “a ascensão do povo brasileiro precisava só de uma oportunidade para acontecer”. O ex-presidente lembrou que foi “massacrado por ter criado o bolsa-família, para dar um pouco de dinheiro para as pessoas terem dignidade”.

Sobre a crise econômica, Lula afirmou que “esse momento difícil é passageio, esse país é muito grande e vai superar essa dificuldade”.

Presente no evento, governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) também ressaltou a diferença do seu governo para os governos anteriores. “O povo das Gerais que está aqui, eu quero dizer: agora o estado é um só. É Minas e é Gerais. E agora vocês tem um governador amigo de vocês”. Pimentel reforçou que “é com este povo que eu vou governar até o último dia do mandato e é com vocês que a presidenta Dilma vai governar até o último dia do mandato”.

NOTA À IMPRENSA



1 – A decisão tomada pelo Ministro Gilmar Mendes em relação à prestação de contas da campanha da presidenta Dilma Rousseff será devidamente questionada no TSE. Desde o final do segundo turno eleitoral, outros três processos estão em curso na Justiça Eleitoral, com o claro objetivo por parte do PSDB de questionar uma vitória eleitoral conquistada legitimamente na eleição presidencial de 2014.

2 – Mais uma vez, líderes oposicionistas procuram, a partir de processo judicial criar, de forma oportunista, um factoide político completamente descabido. Aliás, o PSDB chegou a solicitar até mesmo uma auditoria das urnas eletrônicas, que são sabidamente seguras.

3 – Reitera-se, novamente, que todos os recursos financeiros utilizados na campanha da presidenta Dilma Rousseff foram arrecadados de forma absolutamente legal e lícita. As contas de campanha da presidenta Dilma foram aprovadas por unanimidade pelo TSE, com parecer favorável do procurador eleitoral do Ministério Público Federal, após rigorosa auditoria.

4 – Felizmente, o Brasil é uma democracia sólida e aqueles que perdem as eleições devem respeitar o resultado das urnas.

Edinho Silva

Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom)

Dilma reconhece crise, mas diz que Brasil vai voltar a crescer

dilmaA presidenta da República, Dilma Rousseff, demonstrou confiança na volta por cima do país. Ela reconheceu a crise econômica, mas disse que o Brasil vai voltar a crescer. “Hoje estamos passando por dificuldades econômicas. Nós enfrentamos as dificuldades, porque só enfrentando é que se supera a dificuldade. É preciso humildade para reconhecer a dificuldade, mas também coragem para vencer a dificuldade. […] Podem ter certeza, o Brasil voltará a crescer e gerar empregos”.

Ao discursar na inauguração da Ponte Anita Garibaldi, no município de Laguna (SC), Dilma exaltou o governo do PT no comando do país dizendo que, nos últimos 13 anos, o governo construiu “um país muito mais forte e capaz de enfrentar dificuldades, do que em algum momento do passado”.

Ela disse que não vai desistir diante do cenário adverso. “Tem gente que, diante da dificuldade, desiste, recua. Nós não somos esse tipo de gente. Nós enfrentamos dificuldade, porque só enfrentado que se supera”. A fala de Dilma ocorre em um período de turbulência do governo: a crise econômica e as investigações de corrupção na Petrobras são frequentemente usadas pela oposição para criticar o governo da petista.

Nas últimas semanas, o termo “golpista” voltou à baila no país. Na terça-feira (7), em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Dilma Rousseff afirmou que não teme possíveis pedidos de impeachment feitos por partidos de oposição e descartou qualquer possibilidade de renúncia. Para Dilma, as tentativas de interrupção do seu mandato são “luta política” e “um tanto quanto golpista”. (da Agencia Brasil)

 

Rui diz que Brasil não precisa de golpe

Gravação do Programa Digaí, Governador!Foto: Carla Ornelas/GOVBA

A oposição ao governo de Dilma Rousseff tenta jogar o Brasil em uma aventura e levar o país a um abismo social com a proposta de impeachment da presidente da República, na opinião do governador baiano, Rui Costa. Ao responder a um questionamento do Pimenta na Muqueca, Rui disse que o país já viveu um golpe e é necessário respeitar a escolha do eleitor.

– Vivemos um golpe em 64. O povo brasileiro não precisa de golpe, mas de respeito ao voto. Quem está fora do poder e quer chegar lá um dia novamente, terá que ter, acima de tudo, responsabilidade com o Brasil e não jogar o país numa aventura ou abismo – disse ele em uma entrevista logo após entregar trecho de 19 quilômetros pavimentados da BA-654, em Itacaré, no sul da Bahia.

Para Rui, o povo pobre será quem mais sofrerá por uma aventura da oposição, caso ocorraimpeachment. “O Brasil não pode passar por isso, por que quem vai pagar o preço alto de um abismo social e político é o povo mais simples, mais pobre”.

Por fim, o governador baiano recomendou paciência aos opositores da presidente Dilma. “O que eu digo à oposição é que tenha paciência, cative o povo, apresente proposta e respeite o voto. Esperem a próxima eleição, para ganhar [o poder] no voto”, disse ele ao ser questionado se a base aliada teria forças para impedir a cogitada queda da presidente.

Dilma reage ao golpe: “eu não vou cair, não me atemorizam”

A presidente Dilma Rousseff reagiu ao golpismo da oposição e desafiou os que defendem seu impeachment a provar que ela algum dia “pegou um tostão” de dinheiro sujo.”Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou. Isso aí é moleza, é luta política”, disse ela, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

Segundo Dilma, não há base para cair: “Isso do ponto de vista de uma certa oposição um tanto quanto golpista. Eu não vou terminar por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real”. “Não me atemorizam”, acrescenta.

Quanto à declaração do Lula sobre o cenário político, diz que respeita muito o ex-presidente, “mas não me sinto no volume morto não. Estou lutando incansavelmente para superar um momento bastante difícil na vida do país”.

A presidente Dilma afirma ter cometido erros no seu primeiro mandato (2011-2014), mas não coloca na lista as pedaladas fiscais. “Eu não acho que houve o que nos acusam”, afirmou a petista sobre a análise que o TCU (Tribunal de Contas da União). “É interessante notar que o que nós adotamos foi adotado muitas vezes antes de nós.

Ela disse ainda que “vai fazer o diabo” para reduzir os impactos da recessão econômica e revelou que o governo prepara outras medidas fiscais para compensar as mudanças recentes feitas pelo Congresso: “Até o final do ano vou fazer o diabo para fazer a menor [recessão] possível. Já virei um pouco caixeiro viajante, vou continuar”  (Brasil247)

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
fevereiro 2016
D S T Q Q S S
« jan    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
2829