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Enquanto isso numa reunião em Brasilia…

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Dilma: “o povo é quem vai julgar o impeachment”


dilma pueblo(Bahia 247) –
 Em visita a  Bahia, a presidente Dilma Rousseff criticou nesta sexta-feira (17) o governo provisório de Michel Temer, e disse que “fica mais claro a cada dia que o impeachment é um golpe para parar as investigações” da Operação Lava Jato. “O julgamento será feito pelo povo brasileiro, e esse julgamento deixa claro que esse impeachment é um processo que tem muito pouca base no que eles chamam de pedaladas fiscais”, afirmou a presidente eleita.

Dilma disse também que apesar de interino, o governo de seu vice “está desmontando” as políticas públicas construídas no governo do PT. “O que mais me incomoda no governo provisório e interino é o fato de ser um governo provisório e interino, não legítimo, que está desmontando toda a política que nós fizemos de inclusão social e desenvolvimento”.

Em entrevista coletiva, a presidente criticou também o “vazamento seletivo” das delações premiadas no âmbito da Operação Lava Jato, mas disse que dá “total apoio” ao método utilizado para desvendar os ilícitos.

“Eu acredito que as delações fazem parte desse processo, porque foram aprovadas por uma lei de 2013. Eu não concordo com vazamentos seletivos, não concordo com o uso da investigação de forma parcial para atingir esse ou aquele. Isso eu não concordo. Eu sou a favor do processo e da investigação”.

Em entrevista coletiva, Dilma disse ainda que “as falhas” ocorridas durante as investigações na Lava Jato não devem ser usadas para encerrar a apuração dos crimes de corrupção.

“Acho que quem deve, deve prestar contas à justiça. Isso é algo que é muito importante no nosso país. Porque nós viemos de uma pratica e de uma vivencia patrimonialista. O que é o patrimonialismo, é confundir o público com o privado. Excessos não são corretos, e o fato de ter excessos tem que ser corrigido. Agora não pode alegar com isso que você não investigue”, disse a presidente eleita.

Cidadã Baiana, Dilma Rousseff diz que 2 de Julho é exemplo contra o Golpe

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(Bahia 247) – Na cerimônia em que recebeu o título de Cidadã Baiana, nesta tarde, na Assembleia Legislativa, a presidente eleita Dilma Rousseff se baseou no 2 de Julho, data em que se comemora a independência da Bahia, para descrever o golpe que desencadeou no processo de impeachment que a afastou do cargo.

Dilma usou a ‘metáfora da árvore’ para diferenciar este golpe daquele sofrido em 1964. “Esse golpe é diferente dos golpes militares. Simples entender diferença se imaginarmos que a democracia é árvore e o Golpe Militar é o machado destruindo a árvore. E o modelo do atual golpe não é esse, é diferente. É como se imaginar árvore sendo atacada por parasitas implacáveis que querem tirar dela a sua seiva”, disse a presidente.

Ela falou ainda da “lógica de privilégios” instituída no país como “mote transformador” das mudanças promovidas pelo ex-presidente Lula e que se mantiveram no seu governo.

Entre os programas, Dilma citou o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Mais Médicos. “Minha Casa Minha Vida é programa para assegurar não só lar digno, mas meio ambiente capaz de garantir outro tipo de perspectiva para essas crianças e jovens. Fico indignada com o fato de o governo provisório e interino querer acabar com a Taxa 1 – daqueles que ganham menos, entre R$ 1,8 mil e R$ 2 mil. Acabar com programa para essa faixa é acabar com o programa, porque o déficit habitacional está nessa faixa, em 80%”, afirmou a presidente.

Sobre o Bolsa Família, a presidente fez relação com o efeito do programa na educação das crianças. “Só tem um jeito de atingir a criança: atingindo a família. Criança não tem participação na vida cidadã. Bolsa Família é complementação de renda. As pessoas que recebem trabalham. Essa é a característica do povo brasileiro: ele se esforça, corre atrás. O que quer é oportunidade”.

 

Lula detona Golpe e diz que quanto mais apanha mais aumenta desejo de voltar a presidência

lulão(do Brasil 247) – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que aparece em primeiro lugar nas pesquisas sobre sucessão presidencial, fez um duro discurso na noite desta sexta-feira, em São Paulo.

Aos gritos de “Volta, Lula”, ele praticamente reafirmou sua intenção de reconquistar o poder. “Eu respeito a Justiça, valorizei a vida inteira o Ministério Público, a Polícia Federal, a Controladoria Geral. Mas não podemos permitir que estas instituições sejam partidarizadas e tentem criminalizar um partido”, disse ele, afirmando estar de “saco cheio” das acusações contra o PT.

Lula também criticou o que considera um conluio entre imprensa e poder Judiciário. “Eu quando vejo esse conluio acho que eles não precisam da Justiça, não querem condenar com um julgamento, querem condenar com uma manchete de jornal”. Em seguida, provocou.  “Quanto mais me provocarem mais eu corro risco de ser candidato a presidente”.

Em relação ao presidente interino, Lula foi irônico. “Não existe maior demonstração do golpe dentro do golpe do que o que aconteceu quando a Dilma foi afastada. O Temer deu um golpe na decisão do Senado. Ele não agiu como presidente interino. Assumiu como se tivesse autonomia, autoridade. Ele chegou lá através de um golpe dos fascistas, conservadores”. Lula disse ainda que Temer age como se fosse um Fidel Castro ao entrar em Havana, em 1959. “Mas enquanto o Fidel fez uma revolução, Temer fez um golpe”.

 

 

Dilma defende novas eleições

dilma tv brasil(da Agência Brasil)-A presidente afastada Dilma Rousseff defendeu, em entrevista especial concedida à TV Brasil, uma consulta popular, caso o Senado não decida pelo seu impedimento. Ao apresentador Luís Nassif, Dilma disse que é a população que tem que dizer se quer a continuidade de seu governo ou a realização de novas eleições. “O pacto que vinha desde a Constituição de 1988 foi rompido e não acredito que se recomponha esse pacto dentro de gabinete. Acredito que a população seja consultada”, disse.

Para ela, o país não conseguirá superar a crise com o governo interino. Dilma acredita que o povo não terá confiança no comando de Temer pelo fato de ele não ter passado pelo crivo das urnas. “Como você acha que alguém vai acreditar que os contratos serão mantidos se o maior contrato do país, que são as eleições, foi rompido?”, indagou. “Não acho possível fazer pacto nenhum com o governo Temer em exercício”, completou.

Dilma criticou uma vez mais a admissibilidade do processo de afastamento usando como o argumento o fato de que, embora a Constituição preveja o impeachment, ela também estipula que é preciso haver crime para que se categorize o impedimento. “Não é possível dar um jeitinho e forçar um pouquinho e tornar esse artigo elástico e qualificar como crime aquilo que não é crime. Os presidentes que me antecederam fizeram mais decretos do que eu. O senhor Fernando Henrique [Cardoso] fez entre 23 e 30 decretos do mesmo tipo”, disse, referindo-se aos decretos de suplementação orçamentária que embasaram o pedido de impeachment feito pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Pascoal.

“Não é o meu mandato, mas as consequências que tem sobre a democracia brasileira tirar um mandato. Isso não afeta só a Presidência da República, afeta todos os Poderes”, disse ela.

Dilma disse que reivindica voltar ao posto por compreender que não cometeu crime. Ela criticou os que defendem um semiparlamentarismo, ou eleição indireta, por considerar que isso traria um grande risco ao país. A presidenta afastada defendeu que haja uma reforma política que discuta o tema. “Não temos que acabar com o presidencialismo, temos que criar as condições pela reforma política”.

Nesse contexto, ela defendeu novamente a consulta popular. “Só a consulta popular para lavar e enxaguar essa lambança que está sendo o governo Temer”. Segundo ela, nos momentos de crise pelo qual o Brasil passou, na história da democracia recente, foi com o presidencialismo que o país superou as crises. “Foi sempre através do presidencialismo que o país conseguiu dar passos em direção à modernidade e à inclusão”.

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Balada para Michel

Se não é Golpe, eu sou Papai Noel

Dilma se defende no Senado: foi Golpe, sim!

O ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, entregou à Secretaria-Geral da Mesa do Senado a defesa da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment que tramita na Casa e deverá ser apreciado pelo plenário ainda este ano. O documento tem 372 páginas. A defesa pede que as gravações realizadas pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, sejam incluídas no processo.

No documento, a defesa de Dilma alega que as pedaladas fiscais não configuram crime de responsabilidade e que o processo de impeachment tem “vícios de origem”, porque teria sido aberto por “vingança” pelo presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

dilma e carA defesa contém também transcrições da conversa entre Machado e Jucá, divulgadas pelo jornal “Folha de S. Paulo”, e usa um dos trechos como espécie de epígrafe, uma citação antes de entrar na defesa propriamente.

Em rápida entrevista após sair da Secretaria Geral do Senado, Cardozo afirmou que a peça inclui uma “arguição de suspeição” contra o relator do processo de impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG). “Agora vamos contestar juridicamente a indicação do relator, que pertence ao mesmo partido de um dos autores do pedido de impeachment [em referência ao jurista Miguel Reale Júnior.”

Ele também cita que foram coletados depoimentos de 50 testemunhas, entre técnicos do governo, que corroborariam a tese de que não houve irregularidades na edição dos decretos que contêm a assinatura de Dilma apontados como ilegais.

Após a abertura do processo, começou a contar um prazo de 20 dias para Dilma entregar a defesa à comissão especial do impeachment. O prazo se encerra nesta quarta (1º).

Nesta quinta-feira (2), a comissão especial do impeachment se reúne para discutir o cronograma de atividades do colegiado nesta etapa do processo – chamada de pronúncia –, na qual os parlamentares decidem se a denúncia contra Dilma é ou não procedente e se deve ou não ser levada a julgamento final.

Neste link é possível ler a íntegra da defesa de Dilma.

O que eles queriam dizer era…

sim

O STF de Gilmar

Nova decoração das colunas do prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

Nova decoração das colunas do prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

Die Zeit: “Governo ou um bando de gângsters?”

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O correspondente do jornal alemão Die Zeit,  Thomas Fischermann, repercutiu o áudio de Romero Jucá e questionou o impeachment de Dilma:

“O jornal (Folha) recebeu gravações que fazem o governo de transição parecer gângster”, afirma no texto intitulado “O complô de Brasília”.
“Se o Brasil se acalmou? Um escândalo político joga o recém-formado governo de transição numa crise. Governo ou um bando de gângsters?”

“Pode-se ainda acreditar nas boas intenções de um governo de transição para a ‘salvação da pátria’ que rege em Brasília desde a saída de Rousseff?”, continua. “Ou a presidente afastada tinha razão, e está no poder uma espécie de junta que apenas quer esconder os próprios crimes?”

Bela recada e…

bela

New York Times destaca conspiração golpista contra Dilma

nyt cons

Uma reportagem do NY Times sobre as gravações de Romero Jucá aponta conspiração golpista contra Dilma Rousseff.

Segundo o jornal americano, as novas acusações aumentam os questionamentos sobre o que estaria por trás do impeachment de Dilma Rousseff: ‘As gravações, de uma conversa em março, sugerem que o Sr. Jucá entrou com um acordo com o objetivo de impedir e possivelmente até mesmo parar a investigação da Lava Jato. Sugere ainda que o impeachment doi parte do plano’, destaca o NYT.

Leia abaixo:

Transcript Suggests a Plot Behind Effort to Oust Brazilian President

 

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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