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Posts Tagged ‘golpe’

Golpe online usa imagem da Turma da Mônica para obter dados de cartões de crédito

monca

Um post falso da Turma da Mônica está rodando grupos de WhatsApp e redes sociais. No golpe, que tem como alvo crianças, os personagens Cebolinha, Mônica, Magali e Cascão dizem estar buscando um “novo amigo” e, para fazer parte da turma, os pequenos precisam comentar “o número de cartão de crédito da mamãe”, “os 3 numerozinhos atrás” e a “data de expiração”. De acordo com a Mauricio de Sousa Produções (MSP), a imagem viralizada se trata de um fake news.

Não é de hoje que os golpes estão tomando a internet e cada vez mais os pais se preocupam com perigos, como a temida Dark Web e os desafios sombrios lançados no Youtube. Mas, afinal, é possível manter as crianças seguras no mundo digital? Luiza Mendonça, Educadora Parental em Disciplina Positiva e CEO do AppGuardian – app de controle parental que conecta pais e filhos -, elenca 4 dicas que podem ajudar na rotina online.

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Com o Supremo com tudo…

“Democracia em Vertigem” revela bastidores do golpe

Combinando imagens e texto emocionantes, o serviço de stream Netflix lançou nesta quarta-feira (5) o primeiro trailer do documentário “Democracia em Vertigem”, da diretora brasileira Petra Costa. O filme revela os bastidores do golpe parlamentar que derrubou Dilma Rousseff (PT) da Presidência, do processo lawfare que prendeu Lula e da ascensão da extrema-direita, na figura de Jair Bolsonaro, ao poder.

golpeSegundo descrição do próprio Netflix, o filme, que estreia no dia 19 de junho em mais de 190 países, é “um alerta em tempos de democracia em crise”.

“Neste retrato de um dos períodos mais dramáticos da história do Brasil, o político e o pessoal estão entrelaçados. Através de relatos de seu complexo passado familiar e acesso sem precedentes a líderes do passado e do presente – incluindo os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, a cineasta Petra Costa analisa a ascensão e queda desses governantes e a consequente polarização de uma nação”, diz o texto.

Filmado ao longo de três anos, “Democracia em Vertigem” ganhou destaque durante sua exibição no Festival de de Cinema de Sundance, dos Estados Unidos, em janeiro. Além de ter sido ovacionado após sua exibição no Festival, o longa recebeu excelentes impressões dos críticos presentes no evento que o descreveram como um “épico monumental”.
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É bom já ir se acostumando: Breve notícia sobre o golpe no Brasil (1/2)

A0 PÉ DA GOIABEIRA lopes

Em não sendo este Barão qualificado para a prática de profundos exercícios de sociologia e história, nada o impede, porém, de externar suas impressões da viuda nacional, anotadas ao longo do tempo. E tal reflexão leva ao óbvio: o Brasil é um país de extraordinária vocação para o golpe (tomado aqui o termo “golpe” como atitude de força, ilegal, à margem da Constituição). Dito assim, é possível catalogar, da Independência (1822) até hoje, nada menos do que dez atentados contra a legalidade democrática, contados apenas os efetivados, não as tentativa frustradas – e enquanto não se configura o próximo, que já mostra seus inquietantes sintomas.

golpe.1O quadro que está ainda na retina desta geração é o produzido em 1964, uma farsa chamada “Revolução Democrática”, que custou ao País 21 anos de trevas, de corrupção, tortura, perseguição e assassinato de opositores. O roteiro foi, mais ou menos, este: os militares derrubaram o presidente constitucional, João Goulart, o Congresso empossou Castelo Branco (1964-1967); Castelo Branco empossou Costa e Silva (1967-1969); Costa e Silva deu posse a Garrastazu Médici (1969-1974); Médici deu posse a Ernesto Geisel (1974-1979); Geisel deu posse a João Figueiredo (1979-1985), todos sem voto popular, que tinham tomado o poder pela baioneta.

Em seguida a Figueiredo, José Sarney, que também não foi eleito presidente, recebe o governo. Na visão de alguns constitucionalistas, com a morte de Tancredo Neves, presidente eleito, masm não empossado, o caminho legal era realizar outra eleição. O “sistema” escolheu empossar Sarney, sem mais discussãoconversa. Desse ângulo, nossa lista de dez golpes passaria a onze; não esquecer que, com a morte de Costa e Silva, deveríamos ter, por qualquer grau de razoabilidade, a posse de José Maria Alkmin, o v vice civil na chapa verde-oliva. Os militares decidiram empossar Costa e Silva, que, até então, nada tinha a ver com o processo sucessório – e vamos chegamos, rapidamente, apara uma dúzia de golpes.

Deixando esses dois casos, dos quais não encontro muitas referências na mídia, vamos relembrar aos dez mais citados, pela ordem de ocorrência:

1823 – Um ano após a Independência, D. Pedro I inaugura nossa série de atentados à lei: ordena o cerco policial da Assembleia Constituinte e, dissolve o parlamento. Os opositores foram presos e, em seguida, exilados. O episódio passou à posteridade como “Noite da agonia”

1840 – O segundo golpe, de novo, envolve o Imperador. Com a abdicação de D. Pedro I, seu filho “Segundinho”, uma criança de seis anos, herda o trono do Brasil. Puxa daqui, estica de lá, nove  anos depois, ele é coroado, ilegalmente, por ser menor de idade. A Constituição, como hoje, fixava a maioridade em 18 nos, e o herdeiro tinha só 15. “E daí?” – disseram, como sempre dizem, os golpistas.

1889 – “Proclamação da República”, é o nome pomposo que a história dá ao golpe militar que pôs abaixo a  Monarquia. O principal articulador do golpe foi o tenente-coronel Benjamim Constant. O marechal Deodoro da Fonseca assume o poder executivo da Primeira República

1891 – Com a nova Constituição, Deodoro, “herói” da República, é eleito presidente, pelo Congresso, tendo como vice outro marechal, Floriano Peixoto. Mas o respeito com a lei durou muito pouco: em seu primeiro ato como presidente eleito, Deodoro assinou um decreto, dissolvendou o Congresso, por decreto. Em seguida, com outro decreto, estabeleceu o estado de sítio, adquirindo o direito de jogar a polícia em cima de quem a ele se opusesse.

1891 – Com menos de um mês dos decretos, a Marinha dá um ultimato ao presidente: ou renuncia ou o palácio do go verno será bombardeado, com presidente, cidade do Rio de Janeiro e tudo. Deodoro entrega o cargo, pega o quepe e svai de cena embora. O evento é conhecido como  “Primeira Revolta da Armada”.

1891 – Floriano Peixoto assume, com a Constituição mandando convocar nova eleição presidencial. O marechal alega que tal exigência constitucional  só valeria se Deodoro tivesse sido eleito diretamente, não pelo Congresso. Envolvido neste argumento, o Marechal de Ferro aboleta-se na Presidência. Floriano ainda teve contra si a “Segunda Revolta da Armada”, quando usou mão pesada, justificando o título de Marechal de Ferro.

1930 – As eleições daquele ano foram, como de hábito, fraudadas, para que saísse vencedor o candidato da situação, Júlio Prestes.

Só que, desta vez, a oposição não aceitou o resultado e partiu para o enfrentamento físico, com o apoio de  setores  das polícias de Minas, Rio Grande do Sul e Paraíba, bem como algumas áreas do exército. Uma junta militar formada  por dois generais e um almirante decidiu depor o presidente da República e passar o governo ao chefe do movimento revoltoso, o candidato derrotado Getúlio Vargas, da Aliança Liberal. Caía, sem maior pompa, a Primeira República, com apenas  41 anos de idade.

Voltaremos ao assunto, se não houver um golpe até a próxima sexta-feira.

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ACEB alerta servidores públicos sobre golpe

Alerta (1)Muitos sócios da Associação Classista de Educação e Esporte da Bahia (ACEB) são servidores públicos. Por isso, a entidade está alertando este público, principalmente os aposentados, a respeito de um golpe cada vez mais recorrente. Funciona assim: estelionatários se apresentam através de correspondências como escritórios de advocacia informando sobre a existência de valores que estariam disponíveis à pessoa. Contudo, para receber o pagamento antecipado desses valores, é exigido um depósito antecipado de custos judiciais e honorários advocatícios.

Os títulos das correspondências enviadas pelos golpistas, que chegam via Correios ou por e-mail, podem variar, mas os mais recentes chegam como “Chamada para Homologação Judicial”. No documento com esta “chamada”, os servidores são informados de que há um liminar concedendo restituição de valores investidos em previdência complementar de parcelas descontadas em contracheque, suspensa sem qualquer aviso prévio. Os golpistas informam que para receber o suposto valor da ação é preciso depositar a quantia cobrada pelos serviços prestados.

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Lula: “Só o voto do povo pode salvar o Brasil”

Lula, no Jornal do Brasil

 

lula cuoreO Brasil está muito perto de decidir, mais uma vez, pelo voto soberano do povo, entre dois projetos de país: o que promove o desenvolvimento com inclusão social e aquele em que a visão de desenvolvimento econômico é sempre para tornar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres. O primeiro projeto foi aprovado pela maioria nas quatro últimas eleições presidenciais. O segundo foi imposto por um golpe parlamentar e midiático travestido de impeachment.

Esta é a verdadeira disputa nas eleições de 7 de outubro. Foi por essa razão que meu nome cresceu nas pesquisas, pois o povo compreendeu que o modelo imposto pelo golpe está errado e precisa mudar. Cassaram minha candidatura, de forma arbitrária, para impedir a livre expressão popular. Mas é também pela existência de dois projetos em disputa que a candidatura de Fernando Haddad vem crescendo, na medida em que vai sendo identificada com nossas ideias.

Com alguma perplexidade, mas sem grande surpresa, vejo lideranças políticas e analistas da imprensa dizerem que o Brasil estaria dividido entre dois polos ideológicos. E que o país deveria buscar uma opção “de centro”, como se a opção pelo PT fosse “extremista”. Além de falsa e, em certos casos, hipócrita, é uma leitura oportunista, que visa confundir o eleitor e falsear o que está realmente em jogo.

Desde a fundação, em 1980, o PT polarizou, sim: contra a fome, a miséria, a injustiça social, a desigualdade, o atraso, o desemprego, o latifúndio, o preconceito, a discriminação, a submissão do país às oligarquias, ao capital financeiro e aos interesses estrangeiros. Foi lutando nesse campo, ao lado do povo, da democracia e dos interesses nacionais, que nos credenciamos a governar o país pelo voto; jamais pelo golpe.

O povo brasileiro não tem nenhuma dúvida sobre de que lado o PT sempre esteve, seja na oposição ou seja nos anos em que governamos o país. A sociedade não tem nenhuma dúvida quanto ao compromisso do PT com a democracia. Nascemos lutando por ela, quando a ditadura impunha a tortura, o arrocho dos salários e a perseguição aos trabalhadores. Fomos às ruas pelas diretas e fizemos a Constituinte avançar. Governamos com diálogo e participação social, num ambiente de paz.

A força eleitoral do PT está lastreada nessa trajetória de compromisso com o povo, a democracia e o Brasil; nas transformações que realizamos para superar a fome e a miséria, para oferecer oportunidades a quem nunca as teve, para provar que é possível governar para todos e não apenas para uma parcela de privilegiados, promovendo a maior ascensão social de todos os tempos, o maior crescimento econômico em décadas e a soberania do país.

Foi o povo que nos trouxe até aqui, apesar de todas as perseguições, para que se possa reverter o golpe e retomar o caminho da esperança nestas eleições. Se fecharam as portas à minha candidatura, abrimos outra com Fernando Haddad. É o povo que põe em xeque o projeto ultraliberal, e isso não estava no cálculo dos golpistas.

São eles o outro polo nestas eleições, qualquer que seja o nome de seu candidato, inclusive aquele que não ousam dizer. Já atenderam pelo nome de Aécio Neves, esse mesmo que hoje querem esconder. Tentaram um animador de auditório, um justiceiro e um aventureiro; restou-lhes um candidato sem votos. O nome deles poderá vir a ser o da serpente fascista, chocada no ninho do ódio, da violência e da mentira.

Foram eles que criaram essa ameaça à democracia e à civilização. Assumam a responsabilidade pelo que fizeram contra o povo, contra os trabalhadores, a democracia e a soberania nacional. Mas não venham pregar uma alternativa eleitoral “ao centro”, como se não fossem os responsáveis, em conluio com a Rede Globo, pelo despertar da barbárie. Escrevo este artigo para o “Jornal do Brasil” porque é um veículo que vem praticando a democracia e a pluralidade.

Quem flerta com a barbárie cultiva o extremismo. Quem luta contra ela nada tem de extremista. Tem compromisso com o povo, com o país e com a civilização. Na disputa entre civilização e barbárie, deve-se escolher um lado. Não dá pra ficar em cima do muro.

Em outubro teremos a oportunidade de resgatar a democracia outra vez, encerrando um dos períodos mais vergonhosos da história e dos mais sofridos para a nossa gente. Estou seguro de que estaremos juntos a todos os que lutaram pela conquista da democracia a duras penas e com grande sacrifício. E estaremos juntos às mulheres que não aceitam a submissão, aos negros, indígenas e a todos e todas que sofreram ao longo de séculos a discriminação e o preconceito.

Estaremos juntos, todos os que, independentemente de diferenças políticas e trajetórias distintas, têm sensibilidade social e convicções democráticas.

Será uma batalha difícil, como poucas. Mas estou certo de que a democracia será vitoriosa. De minha parte, estarei onde sempre estive: ao lado do povo, sem ilusões nem vacilações. Com amor pelo Brasil e compromisso com o povo, a paz, a democracia e a justiça social.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Ex-presidente da República e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores

Democracia, pero no mucho…

Golpe e Barbárie

Vitória e derrota

 

Janio de Freitas, na Folha

janio de freitasA preocupação com a possibilidade de que militares oponham as armas ao voto encobre, mas não enfraquece, outra possibilidade negativa.

O juiz e os procuradores da Lava Jato, o tribunal federal da região Sul (o TRF-4), o Tribunal Superior Eleitoral e o Supremo já ganharam parte do seu confronto com a maioria do eleitorado, mas as pesquisas comprovam que há dificuldade para ir além. Lula ficou excluído das eleições, no entanto o PT e seu candidato mais do que sobrevivem. Meia vitória é, no mínimo, meia derrota.

Aquelas forças, que já foram chamadas de partido da justiça ou do Judiciário, há semanas mantêm-se como espectadoras. Não é um silêncio confiável, até por não terem experimentado sequer uma derrota nos seus quatro anos, e não se sabe como a receberiam agora. Ou como recebem a perspectiva de tê-la.

togaComparados os anos recentes de militares e do sistema judicial, não é na caserna que se encontram motivos maiores de temer pelo estado democrático de direito. Os avanços sobre poderes do Legislativo e do Executivo, os abusos de poder contrários aos direitos civis, ilegalidades variadas contra os direitos humanos —a transgressão da ordem institucional, portanto— estão reconhecidos nas práticas do Judiciário e da Procuradoria da República.

Em tais condições, seria pouco mais do que corriqueiro o surgimento, nos dez dias que nos separam das eleições, de um petardo proveniente de juiz ou procurador para perturbar a disputa eleitoral, na hierarquia a que chegou.

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Faltou prender o povo…

Um golpe, um povo, um país…

A ponte que o Golpe pariu…

ponte

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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