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Golpe amplia pobreza de faz 500 mil famílias retornarem ao Bolsa Família

golpeo(do Brasil 247) – O golpe de 2016, semeado em 2015 pela aliança entre Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez com que quase 1 milhão de famílias retornassem à situação de pobreza extrema no Brasil e voltassem ao Bolsa Família.

No ano passado, o desastre econômico produzido por Michel Temer levou 519,5 mil famílias de volta ao Bolsa Família.

O número é recorde e revela a quantidade de brasileiros que voltaram à situação de pobreza extrema, recorrendo novamente ao benefício.

Em 2015, quando o Brasil foi governado na prática pela aliança do “quanto pior, melhor”, feita entre Aécio e Cunha, outras 423,6 mil famílias retornaram ao Bolsa Família.

Ou seja: o custo do golpe é de quase 1 milhão a mais de famílias em situação de extrema pobreza.

Neste dois anos, em que a presidente Dilma Rousseff foi primeiro sabotada por Aécio e Cunha e depois derrubada por Temer, 5 milhões de brasileiros perderam seus empregos.

Os dados são de reportagem da jornalista Renata Mariz, publicada no jornal O Globo.

 

O Brasil acabou. Resta uma republiqueta de impunes canalhas

Para o jornalista Humberto Mesquita

Não basta que as coisas que se dizem sejam grandes, se quem as diz não é grande (…) – Padre Antônio Vieira

por  Silas Correa Leite*

brasil acabouLutamos todos os politizados e sonhadores de um Brasil de justiça social, contra a incompetente, corrupta, violenta e senil ditadura militar e seu terrorismo de estado. Lutamos pela anistia, pelas diretas já, pela volta do regime democrático e pelo fim do regime de exceção. Lutamos, como em outras trincheiras, em difíceis épocas passadas, outros plantadores de sonhos também lutaram, como Getúlio Vargas (que foi assassinado), como Jango Goulart (que foi assassinado), como Leonel Brizola (que teve sua reputação vilipendiada pela Rede Esgoto de Televisão), tudo isso coroando uma luta de direitos trabalhistas a partir também da CLT-Consolidação das Leis do Trabalho, e, enfim, depois, finalmente, resultado de sufrágios eleitorais, com um líder nato saindo do povo; um nordestino migrante da seca.

O Brasil com FHC e uma elite, mais ditadores marechais, que insanos levaram o país a bancarrota de ser a decima quarta economia do mundo, mas com o Presidente Lula tornou-se a sexta economia do mundo, com milhões ascendendo a classe média, com brasileirinhos pela inclusão social.

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O golpe dentro do golpe: STF abre a caixa de pandora

Pedro Augusto Pinho*

stfFoi noticiado na sexta-feira, 27 de janeiro, que a Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) “mudou o papel oficial, a missão e a visão estratégica da Corte. Se antes o STF tinha que ser “garantidor da intangibilidade da origem constitucional”, agora deverá “defender e preservar a Democracia e garantir a concretização dos princípios da República e o respeito à Federação” .

Esta medida vinha sendo urdida nos bastidores do judiciário e significa mais um passo do golpe de 2016 na direção de excluir o povo da condução dos destinos do País.

Analisemos a origem e as bases deste armagedom que, acredito, a maioria dos membros do STF não tem condição de entender seu alcance, inclusive a senhora que fez publicar o texto.

O poder sempre buscou, pela ideologia (direito divino, entre outras), pela arma, pelo controle da informação e pela propaganda, sem que quaisquer meios tenham jamais sido exclusivos, garantir-se como decisor final e único. O luta democrática sempre foi pela decisão da maioria da população contra um conjunto ou um único poderoso.

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Falando `coxinhês`…

coxinha

Os podres poderes encurralaram o Brasil e o colocaram submisso aos senhores do mundo

Os podres poderes são filhos diletos da corrupção praticada pelas elites nos últimos 500 anos (Valter Xéu)

Pedro Augusto Pinho*

brasil-il-il-ilHouve um Senador, Afonso Arinos, lembro-me quando ocupava a tribuna do Senado, no Rio de Janeiro, perorando sobre o “mar de lama” que correria no Palácio do Catete, ocupado pelo Presidente Getúlio Vargas. Cerca de  duas décadas depois, em artigo no Jornal do Brasil, reconheceu que eram discursos meramente oposicionistas, pois jamais soubera de qualquer ato de improbidade de Getúlio Vargas. Se, de um lado, devemos reconhecer a sinceridade tardia, por outro fica a frustração da impunidade por tamanha agressão ao Brasil e aos brasileiros.

O império de hoje, e desde 1990, não é mais um país, como foram os Estados Unidos da América (EUA) e o Reino Unido (UK) anteriormente. O império é um sistema, que denomino “a banca”, o sistema financeiro internacional, constituído por 100 famílias, aproximadamente, que controlam na ordem de US$ 25 a 30 trilhões da movimentação financeira mundial. Isto significa até seis vezes o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Porque mais da metade destas famílias residem nos EUA e por serem a maior influência nas decisões governamentais daquela nação, podemos simplificar tratando, indistintamente, ou da banca ou dos organismos estatais estadunidenses.

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Um destruidor de democracias e um pilhador de nações

Valter Xéu*

 

vxeoA midiotização pelo mundo afora, leva o povo a acreditar que governos não simpáticos aos EUA, são governos ditatoriais, mesmo que tenham sido eleitos pelo voto dos seus concidadãos, como o caso de Assad na Síria e Maduro na Venezuela.

Na época do George Bush, a mídia e os serviços de inteligências do ocidente propagaram para o mundo de que países como o Irã, Iraque e Coreia do Norte formavam o Eixo do Mal que colocava o mundo em perigo e a propaganda dizia: ‘Ou você está conosco, outra contra nós’.

Todos os países que não são simpáticos ou que contrarie os interesses dos Estados Unidos, a forte propaganda de manipulação trata de disseminar pelo mundo de que aquele governante é um ditador.

E assim é feito com a Síria, onde apesar de Assad ter vencido duas ou três eleições presidenciais, recebeu o carimbo de ditador pelo simples fato de contrariar os interesses dos Estados Unidos e ter sido eleito, a propaganda dissemina pelo mundo de que foi uma eleição fraudulenta e isso o ocidental não aceita como aceitou o resultado da eleição em que Bush venceu Al Gore.

demo-euaOs Estados Unidos destruíram o Iraque com a propaganda de que o país possuía armas de destruição em massa o que não era verdadeiro e isso foi atestado pelas próprias forças de ocupação.

Como a mentira já não colava nos quatro cantos do mundo e inventaram de que estavam levando a democracia a um pais governado pelo ditador Saddam Hussein e que até? então, tinha sido aliado dos americanos. Hoje os iraquianos vivem em situação muito pior, com conflitos de toda natureza onde os grupos diversos recebem armas do ocidente para guerrearem entre si enquanto as Hal?l?iburton da vida segue tranquila roubando o seu petróleo. ? Halliburton foi administrada pelo ex-vice-presidente americano Dick Cheney: Tutti cosa nostra…

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MPF denuncia gerente e clientes da Caixa por golpe de R$ 3,5 milhões em Itabuna

caixaO Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus (BA) denunciou sete pessoas por causarem prejuízo de mais de R$ 3,5 milhões à Caixa Econômica Federal. Os denunciados são acusados de constituir e operar 17 empresas “de fachada” para obter, fraudulentamente, 32 empréstimos, nunca quitados, junto a agências do banco nas cidades de Ilhéus e Itabuna.

Paulo Henrico Almeida de Melo Santos é apontado como o líder do grupo. Segundo o MPF, Paulo constituiu 17 empresas fictícias nos anos de 2012 e 2013 para aplicar o golpe. O grupo era integrado, também, por Aline Félix Nascimento, Fabiana Vieira dos Santos, Jaqueline Santana Felix de Jesus, Nadja Almeida de Melo e Tayana Frutuoso de Souza.

PARA MPF, GERENTE FOI CÚMPLICE

Gerson Bernardo Alves dos Santos, gerente das agências em Ilhéus e Itabuna à época, é apontado pelo MPF como cúmplice do bando. O grupo, valendo-se de informações e documentos falsos, obteve vários empréstimos de até R$ 100 mil, conforme o MPF. Gerson atuou como cúmplice ao facilitar a liberação dos empréstimos.

Segundo o MPF, processo disciplinar instaurado pela Caixa também atestou a fraude e a irregularidade dos empréstimos, tendo concluído que “o então gerente das agências envolvidas agiu intencionalmente, burlando as regras do banco, para favorecer o denunciado Paulo Henrico Santos, responsável, de fato, pelo conglomerado de “empresas”.

LÍDER USOU MÃE E EX-ESPOSAS EM FRAUDE

De acordo com a denúncia, de autoria do procurador da República Tiago Modesto Rabelo, Paulo Henrico Santos “constituiu, com o auxílio dos demais denunciados, empresas ‘de fachada’ para ludibriar os controles da Caixa, o que não teria sido possível se o denunciado Gerson Bernardo não tivesse, deliberadamente, transgredido seus deveres funcionais para autorizar ilegalmente os empréstimos, em valores milionários.”

O procurador da República reiterou que os outros cinco réus, entre os quais figuram a mãe e duas ex-esposas de Paulo Henrico Santos, estavam cientes das ilegalidades cometidas e receberam parte dos recursos, utilizados até para pagar dívidas pessoais.

Os empréstimos ilegalmente contraídos eram da modalidade Giro-Caixa Fácil, de fomento à atividade empresarial. As investigações concluíram que as empresas não existiam e que, de fato, nunca funcionaram. “A maioria das empresas foi constituída, pelo grupo, no mesmo dia e grande parte dos empréstimos contratados também em um único dia ou em dias sucessivos, em curto período de tempo, contrariando as normas da Caixa”, informa o procurador.

FRAUDE É SUPERIOR A R$ 3,5 MILHÕES

O valor do dano, atualizado até abril de 2014, chega a R$ 3.503.695,38. Segundo se apurou, só foram pagas as primeiras parcelas de alguns poucos empréstimos, apenas para viabilizar a recomposição parcial do crédito no intuito de contrair, sucessivamente, novos empréstimos, dando continuidade à prática criminosa. A denúncia foi ajuizada em 03 de outubro de 2016.

Os denunciados deverão, ainda, ressarcir a Caixa pelo dano, nos seguintes valores, a serem atualizados: Paulo Henrico e Gerson Santos, R$ 3.503.695,38; Jaqueline Santana, R$ 968.628,95; Nadja Almeida, R$ 652.874,98; Tayana de Souza, R$ 464.663,54; Aline Félix, R$ 160.064,82; e Fabiana dos Santos, R$ 130.276,26.

O MPF requer que todos os denunciados sejam enquadrados nas sanções previstas para o crime do art. 171, §3º, do Código Penal (obter vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento), cuja pena é de reclusão, de um a cinco anos, e multa. Paulo Henrico e Gerson Santos devem responder pela prática do crime por 32 vezes, com a incidência de agravantes; Jaqueline Santana, por 13 vezes; Fabiana dos Santos, por 10 vezes; Nadja Almeida e Aline Felix, por 09 vezes; e Tayana de Souza, por 04 vezes. (do Pimenta na Muqueca)

Florence: “é uma PEC golpista de um governo golpista”

floreO líder do PT na Câmara dos Deputados, o baiano Afonso Florence disse que, ao contrário do que sugere o governo, a PEC 241, apelidada de PEC do Teto, vai “estagnar ainda mais a economia” brasileira.

“É uma PEC ilegítima, pois foi enviada ao Congresso no período de interinidade de Michel Temer (na Presidência da República, enquanto o impeachment de Dilma era julgado). Essa proposta deles vai paralisar o crescimento do país, vai inclusive afetar as pessoas que são beneficiadas por programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. Temer quer congelar os investimentos para os próximos presidentes eleitos, e vale lembrar que ele não foi eleito. É uma PEC golpista de um governo golpista”, diz Florence.

A medida, aprovada na segunda-feira (10) no plenário da Câmara, estabelece pelos próximos 20 anos um limite para gastos públicos, incluindo as despesas com saúde e educação, nas três esferas do Poder Executivo (municipal, estadual e federal). A oposição diz que a medida é um retrocesso porque, segundo os deputados da minoria, vai congelar os investimentos em áreas que já têm déficit em todo o país. (Bahia 247)

A PEC 241 em 3 minutos

Narração Gregório Duvivier

De bandeja…

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O pré-sal é dos gringos. Afinal, o Golpe era pra isso…

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Em uma sessão longa e tumultuada, em que deputados da oposição vestiram jalecos de petroleiros para defender o pré-sal, e foram chamados de “ladrões” por parlamentares governistas, foi aprovado o projeto de lei que retira da Petrobras a obrigatoriedade de participar da exploração do pré-sal e abre o negócio a empresas estrangeiras.

“Hoje é um dia histórico, dia em que Congresso traiu povo brasileiro e entregou Pré-Sal, nosso passaporte p/ futuro, p/ os estrangeiros. Todos os países que optaram por entregar petróleo aos estrangeiros amargam pobreza, desigualdade e subdesenvolvimento. Uma lástima!”, lamentou a deputada Erika Kokay (PT-DF).

“Com 292 votos favoráveis, golpistas acabam de entregar o pré-sal ao capital estrangeiro. Um retrocesso para a Petrobras. Uma lástima para o Brasil”, comentou a deputada Maria do Rosário (PT-RS). Para Ivan Valente (PSOL-SP), o projeto é uma “dilapidação do patrimônio público”. (Brasil 247)

Nós erramos

 

Frei Betto

    frei-betto  Continuo a fazer coro com o “Fora Temer” e a denunciar, aqui na Europa, onde me encontro a trabalho, a usurpação do vice de Dilma como golpe parlamentar. Porém, as forças políticas progressistas, que deram vitória ao PT em quatro eleições presidenciais, devem fazer autocrítica.

Não resta dúvida, exceto para o segmento míope da oposição, que os 13 anos do governo do PT foram os melhores de nossa história republicana. Não para o FMI, que mereceu cartão vermelho; não para os grandes corruptores, atingidos pela autonomia do Ministério Público e da Polícia Federal; nem para os interesses dos EUA, afetados por uma política externa independente; nem para os que defendem o financiamento de campanhas eleitorais por empresas e bancos; nem para os invasores de terras indígenas e quilombolas.

Os últimos 13 anos foram melhores para 45 milhões de brasileiros que, beneficiados pelos programas sociais, saíram da miséria; para quem recebe salário mínimo, anualmente corrigido acima da inflação; para os que tiveram acesso à universidade, graças ao sistema de cotas, ao ProUni e ao Fies; para o mercado interno, fortalecido pelo combate à inflação; para milhões de famílias beneficiadas pelo programas Luz para Todos e Minha Casa, Minha Vida; e para todos os pacientes atendidos pelo programa Mais Médicos.

pt  No entanto, nós erramos. O golpe foi possível também devido aos nossos erros. Em 13 anos, não promovemos a alfabetização política da população. Não tratamos de organizar as bases populares. Não valorizamos os meios de comunicação que apoiavam o governo nem tomamos iniciativas eficazes para democratizar a mídia. Não adotamos uma política econômica voltada para o mercado interno.

Nos momentos de dificuldades, convocamos os incendiários para apagar o fogo, ou seja, economistas neoliberais que pensam pela cabeça dos rentistas. Não realizamos nenhuma reforma estrutural, como a agrária, a tributária e a previdenciária. Hoje, somos vítimas da omissão quanto à reforma política.

Em que baú envergonhado guardamos os autores que ensinam a analisar a realidade pela óptica libertadora dos oprimidos? Onde estão os núcleos de base, as comunidades populares, o senso crítico na arte e na fé?

Por que abandonamos as periferias; tratamos os movimentos sociais como menos importantes; e fechamos as escolas e os centros de formação de militantes?

Fomos contaminados pela direita. Aceitamos a adulação de seus empresários; usufruímos de suas mordomias; fizemos do poder um trampolim para a ascensão social.

Trocamos um projeto de Brasil por um projeto de poder. Ganhar eleições se tornou mais importante que promover mudanças através da mobilização dos movimentos sociais. Iludidos, acatamos uma concepção burguesa de Estado, como se ele não pudesse ser uma ferramenta em mãos das forças populares, e merecesse sempre ser aparelhado pela elite.

Agora chegou a fatura dos erros cometidos. Nas ruas do país, a reação ao golpe não teve força para evitá-lo.

Deixemos, porém, o pessimismo para dias melhores. É hora de fazer autocrítica na prática e organizar a esperança.

(*) Frei Betto é escritor, autor do romance “Minas do ouro” (Rocco), entre outros livros.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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