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As muitas vidas da Realidade Virtual

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Bagnoregio

Game em realidade virtual a serviço da saúde. Cada dia mais se pensa em tecnologia, como projeto inovador e ambicioso que visam formar profissionais de saúde, leigos e crianças, usando ambientes virtuais, para tornar padrão de treinamento e aperfeiçoamento de procedimentos técnicos no campo da medicina. São as novas tecnologias, como ferramentas importantes e adequadas para os tempos de treinamento, e práticas, tanto da equipe de saúde quanto pessoas comuns.

A realidade virtual ensina a salvar vidas, afastar o medo das crianças, é a nova fronteira para a educação em saúde. O único limite de uso é a nossa imaginação. Já existe software experimental aplicados, para desfibriladores que podem facilitar equipes de resgate, a depender da parada cardíaca e o lugar, avaliar se deve ou não praticar a massagem cardíaca e quando é o melhor momento para se desfibrilar o aplicar o choque.
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Aprender anatomia com a ajuda da Realidade Virtual já faz parte da grade curricular das Universidades da Europa, dos cursos na área da saúde, enquanto um estudante tem um visão realista do corpo humano, os colegas podem observar a experiência em uma tela. Por meio de um joystick, é possível simular uma cirurgia e dessecar corpos virtualmente e viajar dentro do corpo humano. Mas em hipótese alguma substitui as práticas cirúrgicas e dissecação de corpos reais.

Há quem considerasse o alto custo dos aparelhos de Realidade Virtual (VR), acreditando no colapso das vendas, no entanto, a Realidade Virtual parece gozar de excelente saúde, e a tendência negativa registrada dos últimos anos, foi revertida em razão dos jogos no mundo do trabalho e além, de acordo com a comunidade cientifica, as reflexões levam a acreditar que isso pode e provavelmente será, o futuro da Realidade Virtual.

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O uso de games de tecnologia da Realidade Virtual (RV), para ajudar a controlar a dor e distrair os pacientes já é realidade. A mente, concentrada e focada de uma só vez em muitos estímulos, diminui a dor que a pessoa sente. Pacientes, relatam com exaustão, muitos dias de dores, quase insuportáveis que são transformados ou amenizados, com apenas meia hora depois, de interagir com jogos da Realidade Virtual.

A pesquisa e estudos sobre o tratamento da dor com óculos RV, visam a terapia imersiva na Realidade Virtual, que pode ser amplamente usada para reduzir o sofrimento de adultos e crianças em todo o mundo. No Brasil foi criada pela Ogilvy Brasil, juntamente com Hermes Pardini, uma campanha para promover ações que transformam o medo e choro das crianças, na hora da vacinação, em entretenimento, conhecida como a “Vacina VR”

Games e Memes, Gol da Alemanha!

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O que rima com Games é Memes – videogames geram centenas de memes. Com esta história descobrimos o primeiro game brasileiro de meme! Sem dúvida, a ligação de games com a internet sempre foi muito forte, e a zoeira também. Tão unidos que a história de ambos praticamente corre juntos, em faixas paralelas desde suas origens até hoje. Esses dois mundos de divertimentos, influenciam um ao outro por décadas, gerando ao longo do tempo centenas de frases de efeito que teve como saída a internet.

memes 2Chame-os de MEMES se você quiser, este fenômenos da internet que de outra maneira, nós falam sobre todas aquelas idéias, ícones, imagens e frases famosas que de alguma forma atingirem a comunidade online e criam “temas” virais que ganharam força e popularidade em comunidades de fãs. Muitas vezes, esses elementos permanecem confinados em algumas áreas específicas da internet, talvez em fóruns especializados, outras vezes eles conseguem se expandir transversalmente e se espalham como um incêndio em todos os cantos e em um tempo muito curto, de maneira muito semelhante se não idêntica à de um vírus.

O meme relacionados com games têm tido sempre muita sorte, porque um monte de diversões são explorados frequentemente na vida real: muitos deles se tornaram comuns e entraram na língua falada, provando seu poder viral e popular no público em geral, não apenas entre os fãs. Com este texto queremos fazer um ponto para recapitular aquele que em nossa opinião foi o primeiro game com o objetivo de zoeira no Brasil. O game bazuca mais poderoso e eficaz que viralizou no Brasil e fora dele. Tentamos refazer sua história, como ele nasceu e de onde vêm.

“Gol da Alemanha Simulator”
Download Grátis em https://gol-da-alemanha-simulator.softonic.com.br/mac/download

Vamos voltar no tempo com um fato histórico e doloroso para a paixão nacional no campo do futebol, mas precisamente na Copa do Mundo de 2014. A seleção da Alemanha ganhava para o Brasil de 7×1. Surge ai um sentimento que misturava vergonha, descrédito e impotência. A lembrança nos faz associa imediatamente ao filosofo Frederich Nietzsche na sua famosa frase- “Viver é sofrer e sobreviver é encontrar um significado no sofrimento.” Neste ambiente que muitos tem dificuldades de lidar com as emoções negativas, de sofrer, ou de encarar o sofrimento como parte da vida, é que deu lugar ao surgimento do primeiro game meme brasileiro “Gol da Alemanha Simulator”, que satirizava este sofrimento nacional, feito em dois dias, pelo baiano Daniel Silveira, com musica e narração do paulista Thiago Adamo, viralizou imediatamente por todo Brasil e fora dele.

O videogame “Gol da Alemanha Simulator” se apresentava com proposta desafiadora de se divertir com um game, que coloca você na pele de um dos jogadores da seleção brasileira, tendo todas as dificuldades para não ganhar o jogo. Faça o maior esforço para reverter o massacre alemão na semifinal. Só um esforço herculano para conseguir o primeiro gol do Brasil, destravando a mecânica do jogo, aliviando a dor do nosso destino horroroso, depois de incansáveis sessões de torturas e um avalanche de gols de Müller e companhia.

Enquanto escrevia as ultimas frases históricas do primeiro Game/meme brasileiro, “Gol da Alemanha Simulator”, a nossa rede social é inundada de montagens de gatinhos tocando Bongô, em versão 8bit, que viralizou e é a última sensação na internet. Vamos relaxar e entra no clima com o meme do Bongô Cat Feels the Rush

Lendário, jogo eletrônico de corridas se encontra com a modernidade

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Bagnoregio

 

Se você não conhece o Aquiris Game Studio, empresa de jogos totalmente brasileira, poderia definitivamente pensar que o game ” Horizon Chase Turbo” é um jogo da Sega, ainda melhor. O Horizon Chase mistura os retrôs, idéias de jogos antigos de corrida de carros, com mecânica de jogo moderna, projetadas em novas plataformas. A fórmula do jogo original evoluiu e aconteceu o aprimoramento digno do design do World Tour, com um novo sistema de controle e quatro modos de jogo. E, como no jogo original, ele está livre de micro transações ou saques.
car 1O Game Horizon Chase Turbo tem estética retro em 3D e jogabilidade moderna em uma experiência hipnótica. A edição Blu-ray do jogo é uma parceria entre a Aquiris e a Sony: World Tour, já encontramos no celular, PC e no PlayStation 4, com gráficos low-poly, retro art e gameplay funcionando bem nessas plataformas, e será lançado para o Nintendo Switch e Xbox One.

Após o sucesso do World Tour no Android e iOS, o Aquiris Game Studio fez de novo e fez um ótimo jogo de arcade que captura a sensação de OutRun, Top Gear e muitos outros clássicos antigos da era dos 16 bits. No Turbo, você tem um acelerador e um botão de freio, ausentes no jogo para celular. Ele permite um melhor manuseio do seu carro, o que é ótimo nas pistas mais complicadas, onde saber quando freiar ou começar a acelerar é a estratégia mais importante para vencer. Mas ainda é um jogo muito arcade: não bata na traseira de outros carros ou você vai perder velocidade, tente não tocar os obstáculos na estrada ou o seu carro vai girar para fora. Os carros são modelos 3D, o que significa que eles têm algum peso na jogabilidade, mas a sensação de quando você bateu em outro carro é muito parecida com aqueles carros antigos de parques de diversões.

car 3Durante as corridas, você precisa coletar moedas, gerenciar combustível e usar reforços de nitro. As moedas são usadas para desbloquear novos países para jogar no World Tour, o principal modo de jogo, e para conseguir novos carros. Cada carro tem diferentes níveis de velocidade, aceleração, manuseio, eficiência de combustível e assim por diante. Escolher o carro certo para cada corrida é muito importante – e procurar por um que combine bem com o seu estilo de jogo também!

Você passará a maior parte do tempo no modo World Tour – há 109 faixas para desbloquear em países como EUA, Brasil, Chile, África do Sul, Grécia e Japão, entre outros. Cada país tem uma faixa bônus. Cruze a linha de chegada em primeiro lugar nessas faixas e você terá melhorias para todos os seus carros. Não é uma tarefa fácil, mas acredite, vale a pena. Conforme você avança, você desbloqueia o modo Torneio e o modo Resistência. O torneio permite competir em uma série de quatro corridas em um único país, acumulando pontos até o final. Resistir a uma corrida com mais voltas, gerenciar os impulsos de nitro e combustível é essencial para cruzar a linha de chegada.

car 4Com o jogo Horizon Chase, a empresa de game Aquiris recria a atmosfera dos clássicos jogos antigos de corrida arcade: os modelos low-poly e a estética de cores secundárias misturam o estilo dos jogos Sega Genesis e Nintendo 64. A trilha sonora, feita por Barry Leicht, compositor do Top Gear, adiciona o toque final à viagem nostálgica, com músicas de rock cheias de sintetizadores. O jogo de corrida retro Horizon Chase não seria o mesmo sem a contribuição de Barry Leitch, lendário compositor de trilhas de videogame. O escocês naturalizado é um dos maiores de áudio norte-americano. A trilha sonora de game já pode ser conferida no Spotify.

Jogar o game no PS4 Pro com uma grande tela 4K é um grande experiência. Na verdade, os gráficos Ultra HD permitem desfrutar de todos os detalhes que os artistas da Aquiris colocam no cenário – o horizonte de Los Angeles, as coloridas ruas de Salvador e o Moai na Ilha de Páscoa. O Horizon Chase Turbo tem mais de100 circuitos inspirados em 48 regiões diferentes ao redor do mundo, como Califórnia, África do Sul, Dubai, Japão e, claro, o Brasil. Como um jogo pode ser mais inspirador em 16 bits e ter um grande efeito moderno?
Há uma última decisão de design no Horizon Chase Turbo que funciona muito bem para recriar as charmosas corridas arcadas do antigo, e é o multiplayer de tela dividida. O jogo suporta até 4 jogadores ao mesmo tempo, em todos os três modos de jogo. Correr contra outros jogadores é muito divertido e, sim, traz de volta memórias de Mario Kart e outros jogos da velha escola.

O ranking online, a música e a estética do Horizon Chase Turbo criam uma experiência muito viciante. É muito semelhante a jogar o Pac-Man Championship Edition DX: uma experiência de jogo irresistível e quase hipnótica, que instiga você a jogar uma partida após a outra, sempre tentando obter uma pontuação melhor. Com a edição Blu-ray do Horizon Chase Turbo, você pode desafiar seus amigos como nos velhos tempos!

 

Os videogames não são uma doença

Bagnoregio

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A comunidade médica internacional decidiu que, se você passa muito tempo em frente a videogames, pode sofrer de um problema de saúde mental: considerando videogame uma doença digital, distúrbio comportamental. O hábito de jogar obsessivamente na rede com outra pessoa, negligenciando outras atividades básicas, fez com a Organização Mundial de Saúde (OMS) incluísse os games na revisão de seu CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Se você joga muito xadrez, cartas ou um jogo de tabuleiro, não se preocupe, tudo bem: de acordo com a OMS. Mas para falar de patologia, tem que se jogar muito durante um ano ou mais… e essa atividade ter consequências negativas para sua vida social, familiar ou profissional.

vicio 4A OMS inseriu distúrbios de videogame na mesma categoria de dependência de drogas como vício patológico. Mas em vez de uma substância, na base dessa dependência, haveria um comportamento, uma atividade realizada pela pessoa. Quando a Organização Mundial da Saúde adotar o cid-11, em maio de 2019, o distúrbio do videogame entrará na classificação juntamente com outro distúrbio comportamental, a patologia ligada ao jogo.

Mas espere um minuto: será que as pessoas podem realmente desenvolver um vício em videogames como o que eles desenvolvem com as droga ? Talvez o verdadeiro problema não seja o jogo em si, mas o fato de que as pessoas são tão dispostas a assumir que os comportamentos negativos são o resultado de defeitos mentais individuais, ao invés de fatores sociais, políticos e econômicos mais complexo.

vicio 3Se a proposta da OMS passar, o distúrbio do videogame on-line se tornará uma patologia para ser tratada. Os códigos médicos do CID são utilizados para fins de seguro, e o tratamento de doenças e transtornos classificados sejam facilmente planejadas pelas políticas públicas.

A OMS está preocupada com as consequências negativas para a saúde das atividades de jogos, e não do jogo em si, mas e os computadores, smartphones e a Internet em geral? Propostas foram apresentadas para incluir a dependência da internet. Mesmo nesses casos permanece uma referência semelhante ao modelo ligado ao abuso de substâncias, bem como suspeita da legalidade dos conceitos de abstinência e tolerância.

vicio 1Se a OMS existisse há cem anos, talvez falasse sobre o vício do telefone, quando a sociedade adotou rapidamente a tecnologia, as pessoas ficam ansiosas. Pessoas temiam que os telefones mudassem o comportamento, por exemplo, reduzindo a escrita de cartas com papel e caneta, e eles estavam certos! A cultura mudou “. Mas, é evidente, isso não significa que as pessoas que se dedicam a essas atividades estejam necessariamente doentes.

Algumas pessoas podem realmente precisar de ajuda porque abusam de videogames, smartphones, pornografia, cirurgias plásticas e assim por diante, mesmo que tenham gatos demais. E mesmo as pessoas cujo comportamento não é tão extremo podem se arrepender do tempo que gastam com videogames e imaginando como chegaram a esse ponto.

O simples fato de que as pessoas se envolvam em uma atividade mais do que gostariam, não significa que elas sejam “dependentes”. Por muito tempo o vício se referia apenas a substâncias como drogas, álcool e tabaco. Mas com a proliferação da consciência e preocupação com os transtornos mentais, tanto os médicos quanto as pessoas em geral conectam cada vez mais o nome “dependência” a comportamentos compulsivos de todos os tipos.

Doenças ocultas reais, há aqueles que são céticos sobre este novo distúrbio, também temem que o uso não-saudável de videogames seja simplesmente um sintoma de condições mais sérias, como depressão, ansiedade ou transtornos do espectro do autismo. “Se essas pessoas têm doenças mentais reais, que necessidade há para criar uma nova?” E se o distúrbio estabelecido pelo CID aumenta a disseminação e a influência de ferramentas clínicas para o distúrbio de videogame, que efeito positivo pode reduzir a frequência de jogos de uma pessoa afetada por esse distúrbio se você não agir sobre a depressão? Há quem se pergunte se os videogames não podem, em alguns casos, aliviar a depressão.

A possibilidade de patologizar algum comportamento é tentadora. Transformar o comportamento em uma doença mental também permite que o indivíduo – ou um dos pais ou outra pessoa interessada – tenha alguma forma de controle sobre ele. Um diagnóstico aponta o que “está realmente acontecendo”, oferecendo uma resposta, assim como uma possível solução. Ter uma “dependência” nos smartphones ou os videogames também contém uma indicação de uma maneira de escapar das garras dessa atividade.

Mas nem todos os comportamentos sociais estão inteiramente sob o controle mental individual, e nem todas as pulsões são escolhas exclusivamente individuais distorcidas a ponto de se tornar obsessão patológica. Também não são atribuíveis apenas aos transtornos mentais subjacentes, que consideram as causas “reais” do uso excessivo de videogames.

Vejamos a opinião do youtuberes Mateus Six no seu canal: Outro Castelo.

Videogame e histórias em quadrinhos se cruzam

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Livros? Gibis? Videogames? Como será o futuro do entretenimento? Literatura e videogames são realmente dois mundos incompatíveis? Mude o meio, o final permanece o mesmo! Histórias existem desde que o homem teve consciência, o meio pelo qual elas são narradas mudam: primeiro foi apenas verbal, então as tábuas de pedra vieram e depois descobrimos o papel. O próximo passo é digital: em um processo de conversão lento mas unidirecional.

O renomado e talentoso, escritor da literatura infantil Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica, prova que o mundo dos Gibis, Cinema, TV, Teatro e Games convivem entrelaçados no universo das adaptações, crescentes cada vez mais, e como é de se espera, traz uma legião de fãs dos quadrinhos para frente dos PCs.

souza games 3Maurício de Souza anuncia, com a colaboração entre a indústria editorial e a indústria de videogame, demostrando que não será apenas desejável mas até mesmo vantajoso, mais um jogo “Mônica e a Guarda dos Coelhos” , inicialmente será lançado para o PlayStatio 4, com opção de multiplayer local para até dois jogadores, segundo informação divulgada nas redes sociais da Maurício de Souza Produções.

souza games 5Maior franquia de quadrinhos do Brasil, a Turma da Mônica, com seus fãs aficionados de tempos passados, vão recordar de outras aventuras anteriores em games, “Mônica na Terra dos Monstros”, “Turma da Mônica e o Castelo do Dragão” e “Turma da Mônica em o Resgate”.

O novo jogo “Mônica e a Guarda dos Coelhos” está sendo lançado no evento Game XP no Rio de Janeiro, que acontece até este domingo 9 de setembro. O game conta com novas tecnologias e terá o estilo infantil pixelizado, com a possiblidade de atrair crianças menores, com cores brilhantes e o tema fantástico. Conta a aventura da dentuça Mônica, sua turma e os coelhos, sintonizado com músicas animadas e sons alegres, um jogo que tem características retrô.
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Em um simpático vídeo de pré-lançamento do game “Mônica e a Guarda dos Coelhos”, Maurício de Souza apresenta a sua filha Marina, uma surpresa que deverá ser mostrada no Game XP.

Confira

Popular desde o início: o game Garden Paws, de Daniel Silveira

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Está sendo lançado o Garden Paws, um novo game brasileiro no mercado competitivo internacional, do baiano Daniel Silveira, o Daniel Snd, mesmo desenvolvedor de: “ROCKET FIST” (primeiro jogo brasileiro na Nintendo Switch) também em PC na STEAM, “WHAT THE BOX?” na plataforma STEAM e na Xbox One, SPACECATS WITH LASERS VR, em PC – STEAM e outros.

Daniel SnDDaniel está rodando o planeta, desde fevereiro deste ano, como “nômade digital”, passando um mês em cada país. Quem pensa que Daniel Snd, leva a vida só passeando, esta enganado quando verifica o trailer e/ou o teste de videogame grátis do “Garden Paws”. Daniel tem feito isso tudo enquanto viaja o mundo, em uma produção louca, criativa e frenética, que desenvolve juntamente com Thiago Adamo (músico e sound design), O Game Garden Paws, Simulador RPG, Relaxante Online, tem previsão de lançamento em PC, neste final do ano na STEAM, e em 2019 na Nintendo Switch, trata-se de ideia inovadora e atípica, um simulador de estilo de vida, mas que oferece elemento de disputa e conquista na sua jogabilidade, é um jogo relaxante, todo feito em 3D que não limita o seu estilo de play, mesmo sendo inspirado em condicionamento mental de maneira à leva-ló a praticar estratégias até chegar a momentos tranquilos e relaxantes.

Assista o trailer

O jogo Garden Paws, desenvolvido por Daniel Silveira, com trilha sonora de Thiago Adamo, pela empresa brasileira Bitten Toast Games, com sede no Canadá, acompanhamos o primórdio do projeto e divulgamos com exclusividade o início da sua execução, agora disponível no KickStarter, em busca de financiamento coletivo para finalização do projeto. Dê uma olhada nos links do post para saber com colaborar, assim ajudar no desenvolvimento e ver o projeto nascer ainda mais rápido!

Para apoiar o Game Garden Paws no KickStarter clique
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Já com possibilidades de algumas jogadas, em seu estado atual, o Demo é grátis e oferece algumas missões de 2 a 3 horas de gameplay, mas terminado a jogatina, você pode continuar com um tour inesgotável e interminável, diante desta etapa que ainda esta sendo elaborada. Daniel Silveira, logo que iniciou o projeto, através da sua empresa Bitten Toast Games, colocou o jogo “ Garden Paws” em uma das maiores plataforma mundiais de financiamento coletivo online, a KickStarter, para captação de recursos, e maior visualização na mídia internacional. Respondendo imediatamente ao chamado, tanto a gigante Nintendo como a STEAM, divulgaram mundialmente o crowdfunding (vaquinha online) do game”.

Para fazer um teste no jogo totalmente grátis, clique

www.gardenpawsgame.com/kickstarter

Neste novo texto, faremos uma imersão no que está sendo descrito como uma experiência e aventura RPG. Pelas nossas pesquisas, até se provar o contrário, por ser o nosso planeta gigantesco, o videogame Garden Paws, é o primeiro no mundo em 3D, no seu gênero RPG de simulação em relaxamento, onde cada jogador tem grande liberdade para criar o seu personagem e seguir o caminho, escolhendo os elementos tranquilizantes, sem se distanciar da diversão, pelo menos do ponto de vista visual, mas sem corroer e afetar o jogo e sua competitividade em geral.

daniel snd 2O título e os belíssimos gráficos, no entanto, podem lhe levar a acreditar que se trata de um jogo infantil, engana-se ao descobrir os longos caminhos e elementos de divertimento. Garden Paws, tem história ou script atrás de cada possibilidade escolhida como percurso a ser seguido, simplesmente uma série de decisões a serem tomadas o mais rapidamente, e pronto para vivenciar um extraordinária experiência relaxante, em diversas possibilidades encantadoras.

De acordo com a página do KickStarter, Garden Paws da Bitten Toast Games, lhe permitirá cultivar plantas, semear lindas flores e vegetais, domesticar animais e até cuidar de pintinhos e galinhas, reconstruir um cidade vizinha, superando um desastre natural, ajudando habitantes desta cidade, construindo Museus, casa de ferreiro, pousadas e muito mais! Colecione e atualize artefatos, ferramentas, armas para vender ou doar ao Museu, por fama e recompensas. Administre uma loja, e se dedique a espeleologia em cavernas, explorando para se obter um tesouro único! Faça uma pausa e vá praticar pescaria! Há também temporadas e ciclos de 24 horas. Convide até 3 amigos para brincar com você em sua fazenda!

Personalize o seu personagem com skins, acessórios e muito mais… Bom relaxamento!

Games para toda a família

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O mercado de Games está começando no Brasil, já no exterior onde a indústria de jogos eletrônico é mais aquecida, e ainda tem muito a crescer e se desenvolver. Com mais de 66,3 milhões de games, correspondência superior a R$ 5 bilhões em 2017, o Brasil é o principal mercado de jogos eletrônicos da América Latina, conforme levantamento Newzoo. O mercado mostra um setor crescente e o faz ainda mais precisamente, levando em conta dados relacionados ao mercado físico, digital e móvel. Observamos o público para uma amostra representativa da população de 13 a 64 anos, que considera “jogador” qualquer pessoa que tenha usado videogame nos últimos 12 meses.

familia 1FREQUÊNCIA DO JOGO E SUAS PLATAFORMAS – Vamos agora para a população: 57% dos brasileiros entre 13 e 64 já jogaram pelo menos uma vez em videogames nos últimos 12 meses, estamos falando de 66,3 milhões de pessoas que 59% dos casos são homens. A faixa etária principal concentra-se entre 25 e 34 anos, seguido por aquela entre 35 e 44. Curiosamente, a diferença entre homens e mulheres aumenta com a idade, permanecendo a grande maioria masculina. 45% dos entrevistados dizem que jogam todas as semanas, mas há também 43% que nunca jogam.

No que diz respeito aos sistema mais difundidos, os dados se cruzam, em alguns casos, temos mais sistemas de jogos para uma pessoa, de modo que 48% possuem um console, 46% um PC e 52% um dispositivo móvel. Obviamente, no mundo dos consoles, o PlayStation 4 é rei, mas há uma porcentagem muito alta de usuários ainda ligados ao Xbox One. A grande japonesa Nintendo, encerrou suas lojas em São Paulo há mais de 5 anos, mas  atualmente está se preparando para novas possibilidades de retorno e resgate, com vendas oficiais no Brasil, a empresa anuncia a criação da Loja online, em busca do tempo perdido, a Nintendo Switch ( https://store.nintendo.com.br), no site será possível adquirir códigos para ter acesso aos jogos, com pagamento em reais e cartões de crédito nacional.

familia 4De todos os proprietários de um console, apenas 36% jogam online, enquanto não temos os mesmo dados no mundo PC. Obviamente, tablets e celulares são os mais utilizados em geral, especialmente nas faixas etárias mais baixas, mas após os 55 anos os jogadores brasileiros preferem o PC, talvez porque as reflexões sejam a preferência de jogos estratégicos.

DESENVOLVER JOGOS – Questões Jurídicas e a Capacitação de Recursos – Para se fazer um game, tem que ter uma equipe, pequena ou grande, todos os técnicos envolvidos possuem direitos autorais sobre suas contribuições no desenvolvimento do jogo. O Contrato é indispensável para se desenvolver um videogame, precisa ser muito bem-feito para evitar problemas no futuro, desde o planejamento á execução. Tudo deve estar em acordo escrito, mesmo quando se trabalhe com amigos.

Necessidades econômicas de criação e execução, existem varias formas de Captação de Recursos para o desenvolvimento de games independentes ou não, todas as fontes de recursos exige cuidados jurídicos próprios, e normas a serem respeitadas. Deve-se entender e ponderar com a equipe de desenvolvimento, as vantagens e desvantagens de cada fonte, quais os custos  (financeiros e não financeiros) envolvidos. A forma mais fácil e inovadora de captação de recurso, que se apresenta na atualidade e nas condições econômica do nosso mercado, é o Financiamento Coletivo online ( ou Crowdfunding) popularmente conhecido como “Vaquinha Online, Eletrônica ou Virtual”, é o meio pelo qual se pode arrecadar fundos para alavancar um projeto de jogos eletrônicos e/ou outros projetos… e torná-lo realidade!

FONTE DE INFORMAÇÃO SOBRE VIDEOGAMES – Mas como nos informamos sobre videogames? Youtuber, Podcast, e redes sociais são as principais formas de acesso a notícias, resenhas, rumores e opiniões sobre videogames, seguir sites especializados, lojas de aplicativos e imprensa em geral. Deve-se dizer que a porcentagem de mídias sociais provavelmente também inclui notícias dos sites de informação transmitidos através das páginas ou usuários, de modo que os dados nos chegam com alguns sentidos.

familia 3INTERESSE NOS VIDEOGAMES. Com o crescimento das novas tecnologias, os videogames se reinventam constantemente, existindo sempre algo a ser feito e descoberto. Avanços, interesses e aumento de possibilidades internacionais, perante um mercado milionário e sempre crescente dos jogos eletrônicos, fazem que os pais, tenham um novo olhar, como grande oportunidade profissional para os seus filhos aficionados em videogames, além de os auxiliar na construção da personalidade e no desenvolvimento do raciocínio lógico –

MOTIVOS PELOS QUAIS OS PAIS TEM JOGADO COM SEUS FILHOS. Uma percentagem significativa é a dos país que brincam com os filhos, são 67% e o fazem pelos motivos mais dispares. O mais comum é que é uma atividade divertida ou para passa tempo com eles. Mas de um terço dos país dizem que são os próprios filhos que querem jogar com os pais. De certa forma, um fato reconfortante e que lentamente corrói os pensamentos ultrapassado, que as crianças se isolavam através de videogames ou que os pais não são conscientes e intoleráveis. É claro que quanto mais continuarmos, os jogadores mais velhos se tornarem pais e mães com mais conhecimento sobre o assunto do que as gerações anteriores.

 

Ana Ribeiro, a mulher que deu vida ao “Pixel Ripped 1989 (VR)”

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Ana Ribeiro, desenvolvedora de games em Realidade Virtual (VR), fala com entusiasmo sobre o game “Pixel Ripped 1989 (VR)”. De mente criativa por trás do delicioso jogo retro infundido na experiência do Oculos VR Pixel Rift e PlayStation VR, pelo YouTube no TEDx São Paulo- Technology; Entertainment; Design., demostra satisfação com  sua trajetória de vida e como o projeto veio a ser o seu desejo para trazer da clássica experiência de jogo dos anos 80 e 90, para uma nova geração através do meio da realidade virtual (VR).

ana ribeiro 2Ana Ribeiro, uma desenvolvedora nascida no Maranhão, que agora trabalha em São Paulo, sócia do estúdio Árvore, provavelmente neste vídeo temos a apresentação mais charmosa e peculiar de uma mulher que se dedica com arte aos games da realidade virtual – VR. Sua palestra traça sua história e carreira incomum, começando em psicologia, burocrata do serviço público, funcionária de cartório do Tribunal de Justiça, passando pela criação de um mini-império produtora de empadas, culminando em sua eventual mudança para o desenvolvimento de jogos, até conseguir uma cortesia de uma bolsa de estudos da National School of Film. and TV.

Ana Ribeiro percebeu que sua paixão era por videogames em realidade virtual. O jogo é difícil de resumir, embora Ribeiro esteja se tornando bastante experiente ao descrever isso: “Pixel Ripped 1089, é um game em que o jogador é o próprio personagem”. Expressando-se melhor: “Então você joga o seu jogo favorito, que é um jogo em 2D, dentro de um mundo virtual em 3D, no corpo de uma outra pessoa”. Ribeiro continua “É uma espécie de viagem pela história dos videogames e pela nostalgia dos anos 80″.

ana ribeiro 1“Eu nasci em 1983 e cresci jogando, Magnavox, Odyssey e o Megadrive.” Ribeiro diz “Então eu cresci nesta era maravilhosa, onde tivemos a explosão da indústria de videogames… e eu realmente quero compartilhar isso no jogo, o que eu penso, algo que eu acho que seria bom celebrar isso é mostrar as outras [pessoas] que não tiveram a oportunidade de viver [através] disso. ”
O jogo completo, que começará com o alvorecer dos videogames nos anos 70, progredirá ao longo de cada idade de videogame, à medida que os níveis progridem.

A etapa disponível no Oculus VR representa o dos anos 80, mas os novos níveis estão planejados para serem entregues episodicamente ao longo do tempo – ele representa o trabalho de Ribeiro que revela. “Agora tenho pessoal, tenho uma equipe e vamos trabalhar com alguns freelancers, então não estou sozinha. Ribeiro diz: “Vamos lançar este primeiro episódio no dia 31 de julho de 2018. ”

Providencie seu Oculos em Realidade Virtual, e adquira o game de Ana Ribeiro, apropriadamente intitulado “Pixel Ripped 1989”, especialmente se você for um aspirante a designer de jogos, preso em rotina de uma carreira, buscando inspiração para ajudá-lo a sair e fazer o que sonha.

 

No mundo dos games: lugar de mulher é onde ela quiser…

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Quem prova isso é a nerd do mundo dos games, em realidade virtual (VR), a maranhense desenvolvedora de videogames, Ana Ribeiro, maior exemplo de mulher empreendedora e bem-sucedida. Funcionária pública do cartório de Justiça do Estado do Maranhão, profissional liberal de psicologia, freelancer na venda de empadas, Ribeiro foi a luta desejando ter a liberdade de escolher e conquistar o seu espaço.

gam 3A história de desenvolvimento do game de realidade virtual (VR), Pixel Ripped 1089 é um conto de reveses, sacrifícios e determinação. A própria existência do jogo é improvável na melhor das hipóteses. Apenas cinco anos atrás, Ana Ribeiro, nunca havia se considerado uma design de games. Em vez disso, ela trabalhava como funcionária concursada, de um dos cartórios da Justiça do Estado do Maranhão, formada em psicologia, e alimentando um crescente negócio de venda de empadas, tendo como clientela, colegas e advogados que frequentavam a Vara da Justiça. Mas enquanto fazia cursos de empreendedorismo para montar uma lanchonete, lhe veio uma súbita mudança no seu íntimo.

“Oh meu Deus, eu vou fazer empadas para o resto da minha vida!” Acabara de perceber com risos… “Foi a primeira vez que parei e pensei, sobre o que amo fazer e percebi que joguei games a vida inteira. Essa é a única coisa que fiz toda a minha vida que nunca mudou. Então eu peguei todo o meu dinheiro com as vendas das empadas e não abri o negócio da lanchonete, vendi meu carro, larguei meu emprego e fui para a Inglaterra.”

gam 1Quando chegou ao Reino Unido, Ana Ribeiro se inscreveu no programa de games em expansão, da National Film and Television School, ai decidiu que seu trabalho final do curso, seria um jogo e não um filme, este projeto final foi transformado em um produto comercial, assim nasceu o game Pixel Ripped 1989 em VR, que teve alguns meses de paralização, até a sorte levá-la ao Vale do Silício nos EUA, onde potencial investidores deram esperanças e facilitaram o caminho.

Retornando ao Brasil, montou o estúdio ARVORE Immersive Experiences, com sua equipe, que anuncia o próximo videogame brasileiro de realidade virtual (VR), o “Pixel Ripped 1989″, desenvolvido por Ana Ribeiro e sua equipe, que será lançado no dia 31 de julho de 2018, para PlayStation VR e Oculus Rift.

gam 4Autobiográfico, é um videogame dentro de um título de realidade virtual (VR), que fala aos jogadores em uma jornada retro inspirada para salvar tanto o mundo virtual, quanto o mundo real. O jogador vai assumir o papel de Nicola, uma aluna da segunda série, que só quer jogar alguns videogames, mas logo se vê envolvida em uma batalha contra o maligno Cyblin Lord. Com a ajuda do personagem de videogame Dot, os jogadores vão se aventurar em uma odisséia épica, para superar os desafios do mundo 2D dos jogos retroarticulados, enquanto distraem um professor irritante e escapam do diretor zangado.

O game durará provavelmente cerca de três a quatro horas de jogo para a maioria dos jogadores. Ao longo dos anos de desenvolvimento, Pixel Ripped 1989, mudou de forma várias vezes: onde o jogador pode se envolver em minijogos no mundo virtual, agora a jogabilidade é a ação 2D e em 3D. Atividades de VR, envolvem essa experiência familiar. O Pixel Ripped 1989 é ao mesmo tempo único e desafiador, e está pronto para oferecer uma visão satisfatória dos videogames passados em 2D, ?dos meios mais modernos em 3D, que inicialmente foi planejado, um dentro do outro.

 

Confira o trailer:

O pior game do mundo é brasileiro e é destaque em evento internacional

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Vamos começar com uma suposição: Não importa o quanto um game faça com que você sofra ou esteja abaixo de qualquer nível de decência e qualidade, certamente houve algo ainda mais deprimente, frustrante dentro da história do jogos eletrônicos. E se não estiver lá, estará lá no futuro. Então, é realmente impossível coletar e eleger em um artigo o pior jogo brasileiro que já se conheceu: aqui, no entanto, por ocasião do evento norte-americano de Speed Run – Summer Games Done Quick 2018,  foi escolhido como o pior game brasileiro já feito, o jogo ‘Mineirinho Ultra Adventures’ que será destaque na competição.

gamesPara quem não sabe o que é um Speed Run, trata-se do lançamento de desafio, em algum dos maiores fóruns americanos de games. O objetivo é terminar o jogo em pouquíssimo tempo e absurdamente rápido. A agilidade e habilidade andam juntas, necessário conhecer todos os bugs e comandos. Geralmente, aqueles que obtém os melhores índices, acabam virando especialistas do game.

Considerado por muitos como o pior game o ‘Mineirinho Ultra Adventures’ é mais feio de todos os tempos. Conhecido pelos gringos como Miner Ultra Adventures o que leva a pensar que se trata de um minerador como protagonista, e não alguém do Estado de Minas Gerais, esse é um game brasileiro tão esquisito como bizarro, que chamou a atenção de alguns jogadores americanos, no site da loja da Steam, de jogos para PC.

g 3O pior game brasileiro já lançado, e vai ser colocado em destaque internacional, já que foi escolhido pelo norte-americano  Kevin Konasumi, que vai jogar o infame ‘Mineirinho Ultra Adventures’ no Summer Games Done Quick 2018. Kevin  prefere jogos menos conhecidos e mais locuções. Kevin, é um daqueles caras que joga várias vezes um game pra tentar terminá-lo o mais rápido possível, os chamados speedruns.

“A qualidade duvidosa do jogo era aparente, mas eu estava curioso em jogar”, disse o americano. “Jogar Miner Adventures pela primeira vez foi uma experiência… única, por causa da trilha sonora em MIDI, as fases bizarras e os poderes hilários”.

PHOTO-2018-07-13-13-26-37No YouTube ou na página da loja Steam, Mineirinho Adventures é tido como uma zoeira e muitos o apontam como o pior jogo brasileiro, mas ninguém pode negar que o Game tenha lá seu charme e chame atenção por ser esquisito e algo incomum.

Um poder que o protagonista tem, por exemplo, é ganho ao pegar um hambúrguer pela fase, que é seguido pela fala “Hamburgão!” O poder em si é exatamente um arroto tão forte que mata os inimigos. Também há o detalhe bizarro, no início do jogo, ter uma publicidade de um restaurante chamado Dom Zelittu’s.

Pra Konasumi, o que transformou o jogo em especial para speedruns e enumerou bugs, buracos ou falhas de programação no jogo, transformando as piadas e bizarrices do jogo, em algo bom para os desafios da maratona da Summer Games Done Quick 2018.

Confira:

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Daniel Thame

Os Estúdios Independentes de Games brasileiros e a mina de ouro das plataformas de jogos eletrônicos mais populares do mundo. Além dos tradicionais consoles e PCs, temos diversas plataformas, que recebem gemes feitos por desenvolvedores independentes, em todos os cantos deste planeta, PS3, Xbox 360, Wii, PC, STEAM, Nintendo Switch e muito mais.

Muitos estúdios brasileiros tentam enviar seus Videos Games para aprovações nas famosas plataformas, e se frustram com as dificuldades e negativas. A maior dificuldade é em adquiri o equipamento de desenvolvedor o “devkit” com os seus códigos característicos.

games 1Tudo é muito complicado para os desenvolvedores brasileiros, que tem como solução, emigrar para outro Pais e montar seu próprio estúdio ou criar pontes com editores estrangeiros, e neste último caso, na hora de fazer as adaptações e erros “bugOS”, que ocorrem normalmente no envio dos programs, a comunicação se complica. Fora a restrição, a Nintendo só entrega o devkit no Japão, América do Norte e Europa.

Só conhecemos poucos casos de brasileiros que tiveram sucessos e se enquadram games 2nestas possibilidades, foi o que aconteceu com o game Knights do Behold Studios e o jogo Dandara, da Long Hat House, ambos contrataram editores nos EUA.

O único estúdio de games independentes formado por brasileiro fora do Brasil é a Bitten Toast Games , do baiano Daniel Silveira (Daniel SND), o primeiro desenvolvedor brasileiro da Nintendo Switch (criador do Rocket Fist e Space Cats With Lasers). O sonho de todo desenvolvedor, ai incluindo os brasileiros, é lançar um jogo no console da Nintendo.

No campo promissor dos games, a Bahia chegou primeiro lugar na Nintendo Switch, e agora como novidade, o videogame baiano que viralizou no mundo todo pela Steam, “What the Box ?” chega à XBOX ONE, pelo Estúdio baiano em terras Canadenses, a Bitten Toast Games do soteropolitano Daniel Silveira, no dia 4 de julho de 2018, pelo valor de U$ 5 e você pode pré-encomendar ma Xbox Game Store agora mesmo.

games 4O que é What the Box?. É  um game em que os jogadores controlam uma caixa, escondido dentro nela, dentre outras normais, enquanto tenta descobrir seus opositores em algum outra. Um jogo que lembra um esconde esconde misturando com bang bang .

Lançado em 2016 no Steam, What the Box? continua a vender consistentemente bem, de acordo com o desenvolvedor de jogos Daniel Snd. “O porto para o Xbox One foi desafiador e o processo levou um ano inteiro”, nos disse Daniel Silveira. A adaptação para à Xbox One foi feito pelo programador Guilherme Cunha e a música é do paulista Thiago Adamo. O original What the Box? foi desenvolvido em Unity.

Daniel Silveira: de robôs a caixas, a história da Bitten Toast Games

Daniel Silveira, Campus Party Bahia 2018

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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