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Artes & Artistas

 

Arte de Caçar

caca 1

Juraci Masiero Pozzobon

 Francisco Charneca é natural de Portugal, da cidade de Évora, em 1959. Depois de varias imigrações em 1996, já com sua primeira exposição em Mato Grosso e fixa residência e em especial, à paixão pela bela pantaneira Eva Helena, Charneca se encantou com bela morena e se casa e vive até hoje.

Charneca foi o primeiro artista de Mato Grosso a assumir uma cadeira da Academia Brasileira de Belas Artes. A linguagem adotada foi por parte do realismo e hiper-realismo e chega ao abstracionismo. Além de esculturas, em suas telas usa aquarelas, óleo/tela ou acrílica, retratando a natureza e o cotidiano do ser humano. Francisco Charneca é um artista raro, com uma delicadeza e precisão, seu trabalho tem a medida exata.

Charneca tem a arte da caça e retrata em seus trabalhos. Do ponto de vista ontológico, a caça é um conjunto de procedimento para obtenção de proteína animal, um processo de captura animal, geralmente, através da sua morte, para isso serve como caça substancial, caça esportiva… Por esses fatores é fundamental: o prazer da caça, e a necessidade da caça. É algo totalmente diferente de matadouros, de abates nos frigoríficos especializados.

Não são os animais que se parecem com os humanos… São os humanos que se parecem com os animais. Abordaremos a caça de um animal autóctone a perdiz brasileira Rhynchotus Rufescens (ou perdigão e outras sinonímias locais) em exótico o javali. Sus Scrofa. A perdiz é proibida a caça, mesmo que o Brasil não proibiu.

COMBATE DE NAVALHEIROS

Coloca-se a questão da ética da caça. È ético abater animal na caça? Responderemos com outra pergunta; é ético abater outro animal? È ético ser natural e sendo onívoro comer carne? Comer carne continua fazer parte da natureza humana. Mas hoje se coloca, mercê da argumentação anti-caça. Argumentam os ativistas, que se é para comer carne, que comam galinha.

perdiz

Vamos dispensar de falar da questão ética da caça do javali e fazer uma comparação com o porco de cativeiro para o abate.

Ai vem o trabalho de Charneca, além da caça é um mestre da pintura. Basta olharmos em um pedaço da pelagem da pintura desta obra, para perceber quantos milhares de pequenas pinceladas compõem uma obra do artista… Concentrando meia hora em um minuto, até parece fácil… Mas não.

jura caça

 

Qual será o segredo que transforma tintas em sonhos, telas no rugir das feras e no silêncio das matas?

– “O segredo está em saber olhar”, mas será só isso? Revela Charneca.

Então… Nesse momento vamos interagir nessas composições que resultam características de criação levando o observador a mergulhar nos detalhes de cada personagem que valoriza a poesia e a forma de criação do artista.

—–

 juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

 

Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

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O que é a caça

 

Do ponto de vista ontológico, latu sensu, caça é o conjunto de procedimentos para obtenção de proteína animal. Strictu sensu, a caça é o conjunto de processos de captura de animais, geralmente através da sua morte.

Na prática,  a caça é a perseguição e captura de animais. A finalidade da caça pode determinar qualificativos da atividade, como caça de subsistência, caça profissional, caça Amadora, caça esportiva… Etc.

Em todas elas dois fatores são fundamentais: o prazer da caça,  e a necessidade da caça.

caca 1Vista do ponto de vista do latu sensu, a caça inclui a pecuária como uma forma de caça ultra-artificializada, em que o local de caça e resume ao espaço da criação do gado, a perseguição à condição do gado ao matadouro, e o abate aos processos modernos de abate nos frigoríficos especializados. Do ponto de vista ético, fica fácil atacar a caça strictu sensu, em especial quando nos deixamos enredar na argumentação ambientalóide dos anti-caça, e da sua argumentação antropomorfizadora dos animais.

Essa falácia fácil de entrar os frágeis de raciocínio é facilmente rebatida se atentarmos à Ecologia Humana, onívora, e cuja evolução está intimamente ligada à caça como processo evolutivo da espécie, como se pode confirmar em inúmera literatura científica da Antropologia, nomeadamente no livro “OS SÍMIOS CAÇADORES” de Craig B. Lawrence. 

Não são os animais que se parecem com os humanos… São os Humanos que se parecem com os animais,  já que dotados, como estes, de inteligência reptiliana têm toda a panóplia básica de comportamento animal estudado na ETOLOGIA.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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