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São Lourenço e Mangabinha decidem Interbairros 2017

interbairros 2Depois de quatro meses de disputas, em vários campos de várzea e no Estádio Luiz Viana Filho, chega ao fim a maior competição de futebol amador do interior da Bahia, o Interbairros 2017. O campeonato, que é tradição em Itabuna, está na 19ª edição e movimenta torcidas de várias comunidades da cidade.

A grande final será sábado, 2 de dezembro, no Estádio Luiz Viana Filho. Às 13h30min, os times Pedro Jerônimo e Lomanto disputam o terceiro lugar. Já às 15h30min, Mangabinha e São Lourenço lutam pelo título. O troféu do Interbairros 2017 é uma homenagem ao desportista itabunense José Inácio (em memória). Ele era Servidor Público e fundou o Grapiúna Atlético Clube, além de ter atuado como atleta e árbitro.

O campeonato é promovido pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) através do Departamento de Esporte e conta com o apoio da Secretaria de Administração, Associações de moradores, 15ª Batalhão da Polícia Militar e Guarda Civil Municipal. Este ano, o evento contou com a participação de 55 equipes e 1.380 atletas. Vale ressaltar que todo material esportivo foi doado pela FICC.

Parceria TV Cabrália

Uma parceria entre a FICC e TV Cabrália, afiliada da Rede Record, permite que os jogos sejam transmitidos com exclusividade pela emissora. Além da cobertura com diversas matérias, os repórteres entram com flashs ao vivo nos dias dos confrontos.

Paralelo ao Interbairros acontece o concurso Musa do Interbairros. Cerca de 50 candidatas realizaram a inscrição. Na primeira etapa 28 foram classificadas e desse total, 10 disputam o título.  A TV Cabrália transmitirá a final do concurso, ao vivo, na próxima sexta-feira (1), às 12 horas, no programa Balanço Geral.

 

grande final

Atletas disputam final do Baiano de Windsurf 2017 na Baía de Aratu

wind race

Depois de disputarem em altas velocidades quatro etapas do ranking baiano, 50 windsurfistas chegam à final para mostrar toda a técnica e esforços desprendidos durante o ano e provar quem é o melhor para subir ao lugar mais alto do pódio no Campeonato Baiano de Windsurf  Raceboard 2017, que acontecerá nos dias 18 e 19 de novembro, na Marina Aratu, a partir das 12:00.

Há cerca de sete anos alguns resistentes velejadores resolveram travar a batalha de revitalizar o windsurf na Bahia. Desde então, os clubes de velas foram incentivados a disponibilizarem cursos e reservarem espaços para guardar equipamentos.

windrace2Assim foi feito na Rua K, com Reizinho, um dos precursores do esporte, na década de 80. Depois Ubiraci Mesquita, na Marina Beira Mar, na Ribeira e no Bomja Wind Paddle, na Ilha de Bom Jesus dos Passos, com Vicente Barreto, Alexandre Lessa e Deni Brito. Também os grandes clubes entraram na corrente: Yacht Club da Bahia,  Aratu Iate Clube e Marina Aratu. A primeira, inclusive, patrocina atletas considerados promessas para competições internacionais.

Marcos Campos, capitão da flotilha na Bahia, explica que a Baía de Aratu é local onde os ventos são de velocidade média, entre 10 e 12 nós, com raias totalmente abrigadas, águas tranquilas e mar liso, o que dá condições para a prática do windsurf. “São áreas seguras para os praticantes, principalmente para os velejadores menos experientes”.

Na raia de Aratu estarão atletas que disputam pela primeira vez um campeonato, mas também estarão os veteranos e vencedores como Adriano Azevedo campeão brasileiro 2017 e atual campeão baiano e Alexandre Lessa tetra-campeão baiano em 2015. Além desses, o atleta olímpico do Rio de Janeiro, Ricardo Winick vai prestigiar os colegas baianos.

As competidoras Diana Queiroz, Edna Delmondes, Alba Scheible, todas com títulos nacionais, darão o toque feminino na disputa. Junto a elas, Mônica Sá Barreto e Andréa Carvalho entre outras promessas no windsurf do estado.

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12 bandas disputam 1º Festival Universitário de Música da Rádio UESC

musicaA final do 1º Festival Universitário de Música da Rádio UESC axcontece nesta terça, dia 6 de dezembro, a partir das 14 horas no auditório Paulo Souto da Uesc. A entrada é gratuita e quem for até lá vai assistir a um super show de apresentação dos doze artistas e bandas classificados na etapa final. São eles: Andressohn Cláudio; Banda Cabruca; Diego Schaun; Elisa Cunha; Gabriel Nascimento; Banda Kerberus; Banda Lacaza; Banda Pecados Capitais; Renato Silva; Ronara Criola; Sara de Melo e Banda Serviço Público.

Em sua primeira edição, o Festival surgiu da vontade de valorizar o cenário musical de Ilhéus e Itabuna e tem o intuito de integrar culturalmente a comunidade acadêmica através da música, incentivando a troca de experiências artísticas e culturais, promovendo novos talentos, proporcionando a oportunidade de difundir a música regional produzida por alunos, professores e funcionários das instituições de ensino superior da região.

Promovido pela Rádio Uesc com patrocínio da Universidade Estadual de Santa Cruz, do Subsolo Estúdio e apoio cultural da TV Santa Cruz e Bahia FM Sul, o Festival vai premiar os três primeiros lugares e melhor intérprete. O primeiro lugar vai receber a gravação de um videoclipe; gravação de um single no Subsolo Estúdio e um programa especial na Rádio Uesc. O segundo colocado leva a gravação de um single no Subsolo Studio e um programa especial na Rádio UESC. Já o terceiro colocado e melhor intérprete ganharão um programa especial produzido pela Rádio UESC. Além disso, as doze bandas finalistas vão ter suas apresentações gravadas em audiovisual e lançadas no DVD do Festival.

Para o músico, DJ e produtor Danley Rodrigues, “a Rádio UESC foi no ponto. O  Festival vai dar oportunidade para novos artistas e com isso, vai movimentar o cenário da música regional, coisa que a região precisa muito!”.  Concordando com ele, a compositora e intérprete Silvia Barreto diz que “o artista regional não tem muitos espaços para se apresentar e mostrar seu trabalho. A UESC, com o Festival, está tomando para si esse papel de abrir espaços, que é altamente importante para todos nós, músicos da região”. Para a diretora geral da Rádio UESC, Eliana Albuquerque, a emissora universitária, “tem o compromisso de destacar a cultura, a arte e o conhecimento, valorizar os talentos e os saberes regionais”. Para ela, “o festival vem nessa direção e como tentativa de consolidar a arte e a cultura local através da música. Por isso, é importante participar!”.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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