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Posts Tagged ‘Eduardo Campos’

Bebeto lembra Eduardo Campos ao fazer pronunciamento contra impeachment

bebetoO deputado federal Bebeto Galvão fez um pronunciamento na tribuna da Câmara na manhã deste sábado (16), quando os parlamentares se manifestam contra e a favor do impeachment. Em sua fala, Bebeto lembrou de posicionamentos do líder socialista Eduardo Campos, que sempre alertou sobre os riscos de uma crise nacional como consequência de uma “sociedade eleitoral” que o PT ofereceu ao PMDB.

O parlamentar lembrou que Eduardo dizia, ao romper com o governo petista, que o fazia “por algumas condicionantes, entre elas estão: a orientação equivocada da economia, a crise do federalismo brasileiro, a necessidade de um novo pacto político para o Brasil. O pacto político mofado, que colocava centralmente o PMDB com o PT como sócios majoritários do empreendimento eleitoral, produzia, sem sombra de dúvidas, uma condição estrábica à política brasileira e, porquanto, interessava a ele [Eduardo] colocar o PMDB na oposição”.

Bebeto se refere a uma declaração que Eduardo fez na campanha: “Avisa aí ao Sarney, Renan, Collor, que nós estamos chegando e que eles vão ter que ir para a oposição. No nosso governo, conosco, eles não vão trabalhar. É preciso que alguém faça isso, senão não vai, senão não tem jeito”.

Com relação ao seu voto no domingo, Bebeto voltou a dizer que embora discorde da tese petista de considerar o impeachment como golpe, o parlamentar votará contra o impedimento por questões jurídicas no interior do processo. “Sou alguém que não está submetido a qualquer ditame e não se somo a esta ideia de golpe, porque está tudo claro na nossa Constituição. Mas também não posso deixar de levar em consideração esse processo que estamos vivendo, pois esse não é apenas um processo de natureza política. É um processo reclamado constitucionalmente”, afirmou.

Ô loco, meu! Que tal pegar carona no helicóptero dos Perrela?

Faustão despirocou?

Faustão despirocou?

Fausto Silva está assustado depois do acidente de avião que matou o político Eduardo Campos e sua equipe em Santos (SP).]

Apesar de agora a produção de seu programa ter se mudado para a Globo de SP, ele ainda precisou ir algumas vezes ao Rio após o desastre de avião e ainda vai ter de ir em outras ocasiões (quando for gravar o Melhores do Ano, por exemplo).

Com medo de voar, o apresentador passou a exigir carro da Globo com motorista e escolta…

A escolta de SP o acompanha até a Dutra e de lá a equipe do Rio assume para acompanhá-lo. (da coluna de Fabiola Reipert/Portal R7)

Eleição ou santificação?

avião

O acidente que vitimou Eduardo Campos provocou uma reviravolta nas eleições presidenciais no Brasil.

 Da tragédia, emergiu Marina Silva, até então uma discreta e pouco influente candidata a vice de Campos.

 Elevada pela mídia à condição de viúva-herdeira de Campos, num processo de superexposição emocional com o claro objetivo de provocar um segundo turno entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, o fenômeno escapou das mãos de seus criadores e já lidera a sucessão presidencial.

 A emoção impede que milhões de brasileiros perguntem o básico: Marina Silva tem condições de governar o país com seu messianismo exarcebado, suas contradições gritantes e a falta de um partido que lhe dê respaldo, como o PT de Dilma e o PT de Aécio?

 Derivou-se de uma eleição para um processo de santificação, por ora incontrolável.

 E resta apenas um mês para trazer o Brasil de volta à sanidade.

 

A CIA por trás da morte de Eduardo Campos?

Wayne Madsen, Strategic Culture 

euaA queda do avião que matou o candidato à presidência do Brasil Eduardo Campos, que estava em terceiro lugar na disputa eleitoral, atrás só da atual presidenta, abalou fortemente as chances de reeleição de Dilma Rousseff. Sucessora de Campos na corrida presidencial, ex-líder do Partido Verde, está agora com alguma chance de vir a derrotar Rousseff, no caso de a eleição chegar a um segundo turno. O fim do governo de Rousseff sinalizaria vitória para as atividades clandestinas do governo Obama para eliminar de cena vários governos progressistas em toda a América Latina.


Revisão do período pós-2ª Guerra Mundial revela que, de todos os meios que os serviços de inteligência usaram para eliminar pessoas que viam como ameaças econômicas e políticas, o assassinato por derrubada de avião está em segundo lugar; antes, só assassinatos por armas de fogo; depois, vêm acidentes de automóvel e envenenamento, como modus operandi preferencial da Agência Central de Inteligência dos EUA, CIA, para seus assassinatos políticos.

Os seguintes casos são os principais sobre os quais pesam muitas suspeitas de terem sido resultado de ação de uma ou mais agências de inteligência dos EUA, para pôr fim a carreiras políticas que ameaçavam o avanço dos EUA como potência imperial:


– a morte do secretário-geral da ONU Dag Hammarskjold;
– do presidente de Ruanda Juvenal Habyarimana;
– do presidente do Burundi Cyprien Ntaryamira;
– do primeiro-ministro português Francisco Sá Carneiro;
– do presidente do Paquistão Muhammad Zia Ul-Haq;
– de Sanjay Gandhi, pouco antes de ser oficializado no posto de primeiro-ministro da Índia;
– do presidente do Sindicato Norte-americano Unido dos Trabalhadores da Indústria Automobilística Walter Reuther;
– do ex-senador pelo Texas John Tower; e
– do senador por Minnesota Paul Wellstone.

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Eduardo Campos: terá mesmo sido um acidente?

Valter Xéu*

 

acdTeria sido sabotagem o trágico acidente aéreo que vitimou o candidato do PSB à Presidência da República?

A história nos mostra uma série de casos e deixa motivos de sobra para suspeitarmos de que a queda do avião, no qual estava o presidenciável Eduardo Campos, não tenha sido acidental.

Se vasculharmos o histórico de assassinatos de líderes políticos que, de certa forma, poderiam prejudicar os interesses estadunidenses no mundo, podemos (num rápido raciocínio) concluir que a queda do avião pode ter sido uma sabotagem.

Há, por traz de muitos interesses, o medo de uma vitória petista. As classes dominantes preferem ver e ter no poder alguém de fácil manobra, que facilite, sem incômodo, as suas respectivas especulações diárias. Os ilegais acordos internacionais, como a entrega da Petrobras definitivamente ao capital internacional, a privatização do Banco do Brasil e da Caixa, dentre outros, são exemplos visíveis desses interesses.

Todos sabem que o governo dos Estados Unidos possui um nítido interesse em derrubar o PT, tirando-o do poder. Já que assim, segundo a sua crença, todos os governos populares no continente ficariam a deriva e de fácil dominação por parte das elites simpáticas ao Tio Sam. Isso, claro, com o grandessíssimo apoio da mídia que serve, em sua totalidade, ao capital. Nesse contexto, até colunistas que se dizem anarquistas deixam latente todo o seu caráter de vira-latas. As virtudes do mundo civilizado são sempre destacadas por estes colunistas que esquecem (esquecimento por conveniência) que as desgraças do mundo são esses países que lhes causam extrema admiração, mas que provocam massacres diários em várias partes do mundo.

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Quando as imagens dispensam as palavras

selfielula e viuva

Exageros na ceminônia do adeus

Daniel Quoist

daniel ourtwsO oportunismo político mais rasteiro marcou o que deveriam ser as cerimônias fúnebres do presidenciável pernambucano Eduardo Campos, ocorridas neste domingo, 17 de agosto, no Recife.

Boa parte do mau espetáculo partiu do irmão Antonio Campos.

Pouco mais de 24 horas do acidente aéreo em Santos que matou Campos e seus assessores, passou a divulgar nota e a dar entrevistas quase que exigindo que o lugar do irmão seja assumido pela vice Marina Silva e deixando entrever seu real interesse – ser ele próprio o vice de Marina.

Depois, durante o velório do irmão, desatou a dar entrevistas sobre temas políticos imediatos, nem parecia se dar conta que a seu lado jazia o corpo morto de seu único irmão.

Com isso, não admira que Antonio não tenha seguido carreira política – falta-lhe senso político e sobra-lhe excesso de esperteza pessoal.

No funeral ficou evidente que os filhos mais velhos do presidenciável morto foram instrumentalizados pela máquina marqueteira do PSB – a começar pelo uso de camiseta amarela com palavras de ordem evocando o pai e a coreografia ensaiada do alto do corpo de bombeiros, os três sentados, trajados de amarelo e punhos cerrados no alto.

Depois, após a maratona desse show-enterro-comício, ao baixar o caixão na cova, lá estavam eles trajando o famoso chapéu de palha, símbolo vintage das campanhas memoráveis de seu bisavô Miguel Arraes nos anos 1950/1960.

Precisava disso?

Não, não precisava, até porque cerimônia fúnebre tem ritos e regras a ovedecer e tudo remontando a um passsado imemorial, ditado pelo mais singelo senso comum – respeito, dor, reverência, lágrimas, evocação do Sagrado, solenidade própria de rito de passagem final.

Mas no Recife aquela tocante homenagem do povo pernambucano à vibrante memória do jovem e carismático líder morto foi de certa forma conspurcada pelo oportunismo do senador Jarbas Vasconcelos que, sem legitimidade para tal, tendo sido duas vezes derrotado nas urnas por Eduardo Campos, decidiu dar entrevistas rancorosas e mal educadas contra a presença da presidente Dilma Rousseff na despedida a Eduardo Campos.

“Ela não devia estar aqui”, dizia ele, cheio de si como sempre e falando como se fosse o dono de Pernambuco.

Não passou pela cabeça de ninguém avivar a memória do vestuto senador que a “intrusa” é simplesmente a presidenciável que tem os mais elevados índices de intenção de voto?

São nada desprezíveis 40% dos pernambucanos que pretendem reeleger Dilma Rousseff em outubro próximo, aliás, índice bem superior à própria marca do pernambucano morto (30%).

Não bastasse isso, a presença da maior autoridade brasileira em uma cerimônia de adeus, a presidente da República e, antes de tudo, uma especialíssima homenagem à família enlutada e depois, uma genuína homenagem ao povo pernambucano que ficou órfã de seu mais amado líder.

Jarbas Vasconcelos perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado e, faria melhor se, ele mesmo, não tivesse ido ao funeral.

O senador não tinha procuração – nem da família nem do povo pernambucano – para vociferar em hora tão inadequada seu exercício de uma política rasteira e mequetrefe.

Quem em Pernambuco desconhece que Jarbas Vascncelos foi por longo tempo desafeto figadal de Eduardo Campos, com diversos vídeos circulando na internet em que o provecto senador só não chama o neto de Arraes de santo?

Afora Antonio Campos, o atilado irmão e Jarbas Vasconcelos, o enfezado político, reparos também devem ser feitos à postura de Marina Silva.

Desde o anúncio da tragédia mostrou recolhimento um tanto forçado. Vazou conversa sua com a verdadeira viúva, essa fortaleza de espírito elevado que é Renata Campos.

Enquanto a viúva Renata chegou ao velório trajando uma roupa floral, clara, Marina Silva surgiu toda de oreto, sinal de fechadíssimo luto.

Não convenceu no papel de viúva-mor da política brasileira. Soou fake demais. E no desenrolar do longo velório, diversas vezes Marina tocando o ataúde do morto sorriu para fotos. E isso é algo que jamais passaria despercebido nesses tempos de redes sociais na internet em contínua ebulição e do hábito das chamadas fotos ‘selfies’. Faltou sincero recolhimento a Marina.

O gesto mais bonito: o abraço sentido, sincero, humano que reuniu Lula, Renata e  Miguel, o caçula que a tragédia com Eduardo deixou órfão.

O ex-presidente disparou no choro, Renata também chorou e depois, em um desses momentos sublimes da condição humana, pediu que Lula desse seu colo ao pequenino Miguel Arraes Campos.

E se existe um mundo mais elevado e habitado inteiramente por seres angelicais, poder-se-ia dizer que naqueles instantes, o céu se abriu e nele se viram legiões de anjos com olhos marejados… e sorrindo.

 

Dilma: “o Brasil está de luto, perdemos um companheiro”

dilma e eduardoA presidenta Dilma Rousseff decretou luto oficial de três dias pelo falecimento do candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos. Em nota oficial, ela disse que o Brasil inteiro está de luto e que o político era um exemplo de democrata e uma grande liderança política. “Perdemos hoje um grande brasileiro, Eduardo Campos. Perdemos um grande companheiro”, afirmou.

Em nota, Dilma disse que Campos e ela tiveram longa convivência no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante as campanhas presidenciais de 2006 e 2010 e durante o governo da presidenta. “Sempre tivemos claro que nossas eventuais divergências políticas seriam menores que o respeito mútuo característico de nossa convivência”.

Ao prestar condolências aos familiares de todas as vítimas da tragédia, Dilma Rousseff disse que Campos foi um pai e marido exemplar. “Nesse momento de dor profunda, meus sentimentos estão com Renata, companheira de toda uma vida, e com os seus amados filhos. Estou tristíssima”, declarou, ainda na nota.

O candidato a governador da Bahia Rui Costa (PT) disse que “a política brasileira está triste com a trágica notícia da morte do governador Eduardo Campos”. “O cenário político brasileiro ficou mais pobre a eleição perde um pouco do seu brilho com a morte de um dos seus candidatos mais aguerridos”, afirmou Rui.

Em sua pagina no Facebook, o deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) disse que” todos nós sentimos muito a morte do líder Eduardo Campos, pilotos e assessores que estavam na aeronave. O Brasil está de luto”.

O prefeito de Ilhéus Jabes Ribeiro também  lamentou a morte prematura de Eduardo Campos. “É uma grande perda para a política brasileira, um idealista. É muito triste. Um absurdo”, disse o prefeito.

Morte de Campos: a tentativa ignóbil de transformar a tragédia em piada

Leonardo Sakamoto

leo Nem bem a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos em um acidente aéreo, nesta quarta (13), foi confirmada e surgiram comentários com afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais.

Pessoas pedindo para que, no lugar de Campos, naquele jatinho, estivesse Aécio ou Dilma. Ou colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente.

Não, isso não é piada. Muito menos revolta contra a política.

Há outro nome para esse tipo de ignomínia, para essa incapacidade crônica de sentir empatia com os passageiros de um avião que cai e com as pessoas que estavam em solo. Talvez essa impossibilidade de se reconhecer no outro e demonstrar algum apreço pela vida humana seja alguma forma de psicopatia grave.

O que não surpreende, pois tem o mesmo DNA das discussões estéreis e violentas levadas a cabo na internet, sob anonimato ou não. Mas não deixa de chocar.

Da mesma forma que choca alguns colegas jornalistas que no afã de prever o que vai acontecer com as eleições, analisam de forma desrespeitosa a situação, com ironias e sarcasmos que não cabem neste momento, desumanizando a cobertura da tragédia em busca de audiência.

É para isso que a gente desenvolveu tantas ferramentas tecnológicas com a justificativa de aproximar as pessoas e facilitar a comunicação? Para podermos mostrar como somos idiotas em tempo real? Se for assim, estávamos melhor com os tambores.

À família e amigos de Campos, de sua equipe e de prováveis vítimas entre os moradores de Santos, minha solidariedade. Aos que fazem disso uma brincadeira ou uma chance para vender mais, o meu eterno desprezo

(*) do Blog do Sakamoto, no UOL

Wagner lamenta morte de Eduardo Campos

O governador Jaques Wagner ficou extremamente consternado com a notícia da trágica morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República, Eduardo Campos. Além de um dos mais importantes políticos do país da atualidade, Wagner lembra que Eduardo Campos sempre se destacou pelo seu comprometimento com as causas sociais do povo de Pernambuco e do país.

“Ele merece a mais elevada homenagem de todos os brasileiros. Eu, pessoalmente, perco um grande amigo. Construímos laços de profundo carinho, respeito e admiração. Em nosso último encontro, no enterro do escritor Ariano Suassuna, pude abraçá-lo. Em meu nome, em nome de minha esposa Fátima e de todas as baianas e baianos, a nossa homenagem a esse exemplo de ser humano e homem público”, disse o governador.

Wagner estava em Brasília, no momento em que aconteceu o acidente, onde participou, pela manhã, na companhia da mãe de Campos, Ana Arraes, da cerimônia de posse do novo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas. O governador decretou luto oficial de três dias.

Pesquisa Ibope mostra estabilidade na corrida presidencial

bopePesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (22) pelo Jornal Nacional, da TV Globo, mostrou que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, tem 38% dos votos. Em segundo lugar aparece o candidato do PSDB a presidente do país, senador Aécio Neves, com 22% das intenções de votos. O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, candidato a Presidência pelo PSB, aparece com 8% dos votos. O Pastor Everaldo tem 3%.

No levantamento anterior realizado pelo instituto, em junho, Dilma aparecia com 39%, Aécio com 21% e Campos com 10%. O candidato do PSC, Pastor Everaldo, alcançou 3% das intenções de voto, mesmo percentual do levantamento anterior.

Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor (os candidatos que aparecem com 0% são os que tiveram menos de 1% das menções cada um):

– Dilma Rousseff (PT): 38%
– Aécio Neves (PSDB): 22%
– Eduardo Campos (PSB): 8%
– Pastor Everaldo (PSC): 3%
– Luciana Genro (PSOL): 1%
– Zé Maria (PSTU): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– Eymael (PSDC): 0%
– Levy Fidelix (PRTB): 0%
– Mauro Iasi (PCB): 0%
– Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
– Branco/nulo: 16%
– Não sabe/não respondeu: 9%

Datafolha: Dilma sobe quatro pontos e vai a 38%

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A nova pesquisa Datafolha finalizada nesta quarta-feira (2) e divulgada pelo site do jornal Folha de S. Paulo no final da noite mostra que as intenções de voto para a presidente Dilma Rousseff (PT) cresceram de 34% para 38% em um mês. No mesmo intervalo, o candidato do PSDB, Aécio Neves, oscilou de 19% para 20%. Já o candidato do PSB, Eduardo Campos variou de 7% para 9%, deixando assim a posição de empate técnico com o candidato Pastor Everaldo Pereira (PSC), estacionado em 4%.

O Datafolha ouviu 2.857 eleitores em 177 municípios nesta terça (1º) e quarta-feira (2). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. A taxa de confiança é de 95% (significa que em 100 levantamentos com essa mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro do levantamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-00194/2014

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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