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Datafolha: ´Onda Lula` impulsiona candidatura de Haddad

lula e haddadO ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, é hoje o franco favorito absoluto para se tornar o próximo presidente da República, segundo a pesquisa Datafolha divulgada parcialmente na noite de ontem e de forma mais completa nesta manhã. Isto porque 33% dos brasileiros votarão com certeza em quem o ex-presidente Lula, preso político há cinco meses, indicar. Além disso, outros 16% admitem votar no indicado por Lula – o que garante um potencial de votos de 49% para seu escolhido. Na pesquisa anterior, 30% votavam com certeza no indicado por Lula e 17% podiam votar, ou seja, o potencial de votos de Haddad era de 47%.

Na mesma pesquisa, Haddad aparece com 9%, e já num empate técnico na segunda posição (saiba mais aqui), porque apenas 39% já sabem que ele é o candidato de Lula. Isso significa que, assim que a informação se espalhar, Haddad, que será confirmado candidato nesta tarde, em Curitiba, num ato diante do cárcere de Lula, em Curitiba, deve disparar e se tornar o favorito na disputa presidencial. Com isso, o PT repetirá uma fórmula utilizada na Argentina, na década de 70, quando Juan Domingo Perón foi impedido por seus adversários de participar de uma disputa presidencial, mas ainda assim venceu indiretamente: ‘Cámpora al gobierno, Perón al poder’. Adaptada ao Brasil, a fórmula seria Haddad no governo, Lula no poder.

A pesquisa Datafolha , divulgada nesta segunda-feira (10), apontou Jair Bolsonaro (PSL) na liderança, com 24% dos votos, e quatro candidatos empatados em segundo lugar, dentro da margem de erro (dois pontos percentuais para mais ou para menos): Ciro Gomes (PDT) com 13%, Marina Silva (Rede), com 11%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 10%, e Fernando Haddad, com 9%.(Brasil247)

Lula, as pesquisas e o sofá

Datafolha: Lula chega a 39% e dispara na liderança

fidel lula

A maior pesquisa Datafolha realizada até agora, com 8.433 entrevistados, nos dias 20 e 21 de agosto, amplia ainda mais a liderança do ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político para não disputar as eleições. Ele tem 39% das intenções de voto, vinte pontos acima de Jair Bolsonaro, que aparece com 19%. O levantamento mostra ainda a fragilidade de todas as candidaturas associadas ao golpe de 2016, como a de Geraldo Alckmin, que tem apenas 6%.

Uma decisão recente do Comitê de Direitos Humanos da ONU garante os direitos políticos da Lula, mas setores do Judiciário dão sinais de que pretendem desafiar as Nações Unidos, colocando o Brasil à margem do sistema internacional. No dia de ontem,

Publicada no jornal Folha de S. Paulo, a pesquisa é uma das mais completas feitas até aqui, com cenários nacionais e regionais. A pesquisa destaca que o terceiro lugar das intenções de voto a presidente está embolado: empatados estão Marina Silva (Rede, com 8%), Geraldo Alckmin (PSDB, 6%) e Ciro Gomes (PDT, 5%).

O instituto afirma que sem Lula, Marina e Ciro dobram suas intenções de voto, ficando atrás de Bolsonaro (22%), com 16% e 10%, respectivamente. Alckmin também sobe, mas para apenas 9%, empatando na margem com Ciro.

Com Lula na disputa, brancos e nulos somam 11%, com 3% de indecisos. Sem Lula, os índices sobem respectivamente para 22% e 6%.

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Datafolha: Lula vence em todos os cenários

 

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Nova pesquisa Datafolha revela um Lula imbatível em cenários de segundo turno na corrida presidencial de 2018, mesmo preso e sem poder fazer campanha há dois meses. O levantamento foi publicado, há pouco, pela Folha. No cenário de primeiro turno, o ex-presidente mantém 30% das intenções de voto.

A pesquisa foi feita nos últimos dias 6 e 7, segundo o instituto, quando foram ouvidos 2.824 eleitores em 174 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, segundo o Datafolha. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A mesma pesquisa revela que o apoio do ex-presidente Lula pode aumentar a chance de um candidato chegar ao segundo turno da disputa presidencial. Segundo o Datafolha, 30% votariam em um nome apoiado por Lula. Outros 17% poderiam votar. Na outra margem, 51% disseram não votar em nome apoiado pelo petista.

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Em cenário de primeiro turno com Lula, o petista mantém 30%, enquanto Bolsonaro fica com 17%. Marina chega a 10%. Ciro Gomes (PDT) e Alckmin atingem 6% cada um. Álvaro Dias (Podemos) chega a 4%. Manuela D´Ávila (PCdoB) e Rodrigo Maia (DEM) oscilam entre 2% e 1%. Os demais nomes oscilam entre 1% e 0%.

Sem Lula na disputa, os demais nomes não conseguem fisgar o eleitor. Bolsonaro chega a 19%. Marina oscila entre 14% e 15%, no que depende da presença ou não de nomes do PT (Wagner ou Haddad, ambos com 1%). Ciro oscila entre 10% e 11%. Alckmin atinge 7%. Álvaro Dias mantém os 4% do cenário com Lula.

Datafolha: mesmo preso, Lula lidera em todos os cenáriosmtgf

lulaPesquisa Datafolha feita na semana passada e divulgada pela Folha neste domingo (15) revela que Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) são os principais beneficiários de uma disputa presidencial sem Lula (PT) no páreo. Eles ganham até 5 pontos percentuais em cenários testados sem o ex-presidente, preso desde a noite de sábado (7) em Curitiba (PR). A mesma pesquisa mostra empate entre Bolsonaro (PSL) e Marina em cenário sem o petista – 17% a 15% em cinco dos cenários e 17% a 16% em um cenário sem PT nem Temer.

Na mesma pesquisa, Lula aparece com 30% a 31% das intenções de voto. Sem ele, Ciro varia de 5% para 9% e Marina chega a 7%. Jair Bolsonaro aparece com 15% das intenções de voto com Lula na disputa. E chega a 17% em cenários sem Lula.

LULA IMBATÍVEL

O levantamento também aponta perda de votos de Lula após a prisão do petista, que chegou a 37% e agora varia de 30% a 31% das intenções de voto. Mesmo preso, ele continua imbatível. É o único que pontua acima dos 30%.

Historicamente, o PT abocanha em torno de um terço do eleitorado. Quando Lula sai do páreo, os substitutos petistas aparecem com 1% (Jaques Wagner) e Fernando Haddad (2%).

Wagner foi governador da Bahia por dois mandatos e ministro no primeiro governo Lula e no segundo governo de Dilma Rousseff. Haddad foi ministro da Educação em governos petistas e prefeito de São Paulo. Sem Lula, outro beneficiado é Álvaro Dias, do Podemos, que sai de 3% e chega a até 5% das intenções de votos. Manuela D´Ávilla sai de 2% e chega a 3%.

LULA BATE TODOS NO 2º TURNO

Se perdeu votos no primeiro turno, Lula mantém-se imbatível no segundo turno, segundo a pesquisa. A vitória mais folgada seria contra o tucano Geraldo Alckmin (48% a 27%). Na sequência, derrotaria Bolsonaro (48% a 31%) e Marina Silva (46% a 32%).

Das candidaturas do espectro lulista, a que melhor figura em cenário de segundo turno sem o ex-presidente é a do pedetista Ciro Gomes. Ele empata com Bolsonaro (35% a 35%) e Alckmin (32% a 32%). Não foi testado cenário Ciro x Marina. Num embate Marina x Bolsonaro, a candidata da Rede bate por 44% a 31%. A vantagem é maior diante de Alckmin (44% a 27%). O tucano empata com Bolsonaro (33% a 32%).

A pesquisa Datafolha foi feita de quarta (11) a sexta (13) e ouviu 4.194 eleitores em 227 municípios.

Lula e o teste da temperatura

Pesquisa Datafolha não se limita aos números, mas ao que eles buscam para justificar eventual prisão de Lula.

Datafolha: Lula mantém liderança. Sem ele, Bolsonaro sobe

Lula lidera e vence em todos os cenários (Foto: Ricardo Stuckert)

Lula lidera e vence em todos os cenários (Foto: Ricardo Stuckert)

Após a condenação em segunda instância no TRF-4, Luiz Inácio Lula da Silva ainda aparece na liderança das intenções de voto da pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada nesta quarta-feira (31). O petista oscila entre 34% e 37% das intenções de voto.

Caso ele fique fora da disputa, Jair Bolsonaro aparece com 20% das intenções, “acirrando a disputa pelo segundo turno”, diz o jornal Folha de S.Paulo em texto de Bruno Boghossian. O candidato de extrema-direita parou de crescer nos levantamentos.

Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.

 Levantamento realizado na segunda (29) e na terça (30) mostra que o ex-presidente manteve vantagem sobre os rivais, com até 37% das intenções de voto. Seu eleitorado, porém, se pulveriza e a briga tende a se tornar acirrada caso ele seja barrado com base na Lei da Ficha Limpa.

Bolsonaro aparece em primeiro lugar no principal cenário sem Lula, com 18%. Ele supera Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin(PSDB) e Luciano Huck (sem partido).

Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.

O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/2018.

Apesar de liderar a corrida sem Lula, Bolsonaro parou de crescer. Ele oscilou negativamente em todos os quadros apresentados na pesquisa, em comparação com o levantamento de novembro.

Datafolha: Lula amplia vantagem e vence em todos os cenários

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Da Folha:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fortaleceu sua liderança e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) está isolado em segundo lugar da corrida presidencial, segundo indica pesquisa do Datafolha.
A constatação coincide com o momento em que o PSDB tenta emplacar o nome do governador Geraldo Alckmin (SP) como o candidato das forças de centro no pleito de 2018, contrapondo-o aos extremos da esquerda e direita, personificados respectivamente em Lula e Bolsonaro.

Além disso, o apresentador Luciano Huck, alvo de especulações para a mesma tarefa, disse que não será candidato.

O instituto fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Como houve alterações em cenários, só é possível comparação com levantamentos anteriores nas simulações de intenção espontânea de voto no primeiro turno e estimuladas no segundo.

O tucano, hoje, está em quarto lugar na disputa em um cenário com a maior gama de candidatos colocada, empatado numericamente com o ex-governador Ciro Gomes (PDT, 6%) e tecnicamente com o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa (sem partido mas cortejado pelo PSB, 5%) e o senador Alvaro Dias (Podemos, 3%).

Aqui, Lula lidera com 34% e Bolsonaro o segue com 17%. Marina Silva (Rede) aparece numericamente acima do pelotão encabeçado por Alckmin e Ciro, mas tecnicamente empatada com ambos.

Na simulação em que o nome de Alckmin é substituído pelo do prefeito paulistano João Doria, que disputava a indicação tucana, o desempenho é semelhante.

Quando a intenção de voto é questionada sem apresentação de nomes, Lula surge com 17% das citações e Bolsonaro, com 11%. Todos os outros pontuam de 1% para baixo. O “ninguém” tem 19% e não sabem afirmar em que candidato votariam, 46%.

Lula ganha em todos os cenários de segundo turno. Ele ampliou em quatro pontos percentuais sua vantagem, em relação à pesquisa feita no fim de setembro, no confronto com Alckmin (52% a 30%), Marina (48% a 35%) e Bolsonaro (51% a 33%).

O tucano empata tecnicamente com Ciro (35% a 33%) e Marina ganharia de Bolsonaro (46% a 32%).

Datafolha: PT é o partido preferido dos brasileiros

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As tabelas completas da recente pesquisa do Datafolha mostram que o Partido dos Trabalhadores vem confirmando a recuperação sistemática de sua imagem. Pela terceira pesquisa consecutiva, o PT registra alta na preferência dos brasileiros entre os partidos políticos e é mencionado como o preferido por 19% dos brasileiros. É uma taxa que a legenda não alcançava desde 2014, ano em que a presidente Dilma Rousseff foi reeleita. Em abril, a taxa foi de 15%. Em junho, 18%.

pt 3O PSDB e o PMDB detêm a preferência de apenas 4% e 5% dos brasileiros, respectivamente. Só outras duas agremiações pontuam nesse estudo: PSB e Psol, cada uma com 1%. Conforme o histórico do Datafolha, o PT lidera em preferência desde o fim dos anos 90, ainda quando fazia oposição ao governo do tucano Fernando Henrique Cardoso. Durante muitos anos, ostentou taxa acima de 20%.

Na pesquisa realizada em 27 e 28 de setembro com 2.772 entrevistas, os melhores desempenhos do PT foram registrados na região Nordeste, onde é citado como o preferido por 29%; entre os eleitores com ensino fundamental, 26%; e entre os que têm renda familiar mensal de até dois salários mínimos, 24%. Os piores desempenhos ocorreram no grupo dos que têm renda entre 5 e 10 salários (8%), entre os que recebem mais de 10 salários (10%) e entre os que têm ensino superior (10%). (do Brasil247)

De onde vem a força de Lula?

Proxima pesquisa Datafolha perguntará se brasileiros acham governo Temer ‘ótimo’ ou ‘maravilhoso’

temer(do Blog Sensacionalista)- A última pesquisa nacional de opinião sobre o futuro da presidência do país feita pelo instituto Datafolha causou muita polêmcia. Tudo porque o instituto e seu dono, a Folha de S. Paulo, “esqueceram” de dar aos entrevistados a opção de novas eleições. Desta forma, o número real de 60% de pessoas querendo novas eleições passou para 3%. A manchete da Folha dizia que 50% dos brasileiros queria que Temer continuasse, enquanto 32% gostaria de ver Dilma na cadeira de presidente.

“Como para muitas pessoas ficou a impressão de que fizemos algo de propósito para beneficiar o governo Temer, resolvemos mudar tudo”, disse o editor-executivo Sergio Dávila.

“Para a próxima pesquisa vamos querer saber se o brasileiro acha a Dilma ou a Marcela mais bonita, se o governo do Temer está ótimo ou maravilhoso, nessa linha.”, completa. “Baseado nisso, acho que os senadores poderão tomar a decisão mais acertada.”

O Sensacionalista conseguiu acesso a um dos novos questionários. Eis algumas das questões:

“Supondo que se Dilma voltar sua mãe, seu cachorro e seu melhor amigo morrem, você quer ver o fim do governo Temer?”

“Supondo que Temer fosse a única opção no mundo, além dele ninguém, você gostaria que ele continuasse presidente pelo amor de Deus?” (Nesta hora, o pesquisador deve chorar).

“Como você acha que podemos continuar atiçando o fogo do caos político para continuar vendendo mais jornais?”

De rabo preso com o Golpe: DataFolha ou DataFraude?

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Pesquisa DataFolha divulgada com estardalhaço foi feita sob encomenda para influenciar senadores e a opinião pública e sacramentar o Golpe contra Dilma, uma presidente legitimamente eleita pelo voto popular.

Números inconsistentes e perguntas fora de propósito tornam a pesquisa um mero instrumento golpista.

A Folha, definitivamente, perdeu todos os pruridos.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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