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Bahia: produção industrial cresce 7,4% em maio

indEm abril de 2019, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 7,4% frente março. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, analisadas em âmbito estadual pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan).

No confronto de abril de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou leve recuo de 1,2%, acima do nível nacional (-3,9%) e com apenas três das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. A principal contribuição positiva foi em Metalurgia (52,4%), influenciada, principalmente, pela maior fabricação de barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre.

“Apesar do cenário econômico nacional não se apresentar favorável, o resultado da produção industrial baiana, em abril, sinaliza melhora, na margem, na maioria dos segmentos industriais. Este resultado é consequência de intensas articulações e de políticas públicas do Governo do Estado para estimular a produção industrial na Bahia. Vale destacar que o resultado da Bahia foi bem superior ao nacional, que ficou em 0,3%, sendo a Bahia responsável pelo segundo maior avanço do país”, avalia o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

Outros setores que tiveram resultados positivos foram Derivados de petróleo (4,2%), Extrativa mineral (9,6%), Alimentos (4,7%), Minerais não metálicos (18,0%), Borracha e material plástico (5,9%) e Bebidas (13,0%).

Exportações baianas crescem 27,4% em maio

exportações bahiaDe acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), as vendas externas da Bahia se recuperaram em maio, alcançando US$ 758,2 milhões – o que representa um aumento de 27,4% ante o mesmo período de 2018. Considerando o acumulado de janeiro a maio, as exportações cresceram 2,5% indo a US$ 3,15 bilhões.

Ainda que a base de comparação tenha sido relativamente baixa, já que as exportações de maio do ano passado foram em parte comprometidas com a greve de caminhoneiros, o bom desempenho das exportações em 2019 reflete a melhora dos volumes exportados com alta de 22,3%, puxado por itens como petróleo, celulose, petroquímicos, metalúrgicos, algodão e derivados de cacau. A exceção foi a soja, que registrou queda de 11,6%, por causa de uma safra menor, gerando menor estoque, além do efeito do aumento do consumo doméstico. Somado a isso, a quebra na produção de carne suína chinesa deve prejudicar a exportação do produto ao país asiático.

“O crescimento das exportações na Bahia é resultado de políticas públicas do Governo do Estado, que não tem poupado esforços para atrair novos empreendimentos que resultam no alargamento da base exportadora baiana”, analisa o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

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Produção industrial baiana registra crescimento de 6,5% em fevereiro

prodDe acordo com a Pesquisa Industrial Mensal, analisadas em âmbito estadual pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, em fevereiro de 2019, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, cresceu 6,5% frente ao mês imediatamente anterior.

No confronto de fevereiro de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou expansão de 2,5%, com seis das 12 atividades pesquisadas assinalando aumento da produção. Estados como Espírito Santo (-11,7%), Rio de Janeiro (-0,8%) e Minas Gerais (-0,8%) assinalaram taxas negativas nesse mês.

“Este resultado mostra a recuperação da indústria baiana frente ao cenário nacional, uma vez que o ritmo de crescimento da produção industrial brasileira ficou com taxa de 2,0%, na comparação entre fevereiro de 2019 com o mesmo mês do ano anterior”, destaca o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro.

O setor de Veículos (14,7%) apresentou a principal influência positiva no período, explicada, especialmente, pela maior fabricação de automóveis e bancos de metal. Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Metalurgia (30,6%), Minerais não metálicos (26,6%), Extrativa (12,9%), Borracha e material plástico (11,8%) e Bebidas (12,2%). No acumulado do ano, a indústria registrou leve queda de 1,8%, em relação ao mesmo período anterior.

Turismo cubano cresce apesar das sabotagens dos EUA

Por: Vivian Bustamante Molina | informacion@granmai.cu

cuba 1Cerca de 40 hotéis, que irão adicionar 18 mil novos quartos, a inaugurar em médio prazo, estão atualmente em construção em Cuba, onde ainda se continua apostando no crescimento sustentado da indústria do turismo e porque esta se defina como a locomotiva da economia.

«Nesse sentido, o projetado neste ano foi derivado do potencial do setor e inclui a chegada de 5,1 milhões de visitantes, para um aumento de 7,4% em relação ao mesmo estágio anterior», conforme reiterou Manuel Marrero, ministro do Turismo.

É um compromisso que dá seus primeiros sinais, pois já chegamos ao milhão de visitantes internacionais, cinco dias antes do que em 2018, um resultado previsto se mantidos os ritmos alcançados desde o início do ano, já que janeiro tinha fechado com um aumento de 9% em relação com o mesmo mês do ano anterior.

Vale ressaltar que a progressão antecipada não se baseia apenas em investimentos virgens, mas também em um plano crescente de modernização e atualização da infraestrutura hoteleira; e que a diversificação da oferta vem acompanhada do desenvolvimento do turismo de eventos e incentivos, com a promoção de instalações de alto padrão em Havana.

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Indústria baiana cresce 2,7% em agosto

indApesar da queda de 0,3% na indústria nacional, a produção cresceu em nove dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de julho para agosto deste ano. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, a maior alta foi observada em Mato Grosso (3%), seguido da Bahia (2,7%) e de Pernambuco (2,6%).

Também apresentaram crescimento as indústrias do Ceará (1,5%), Rio Grande do Sul (0,8%), Paraná (0,7%), Minas Gerais (0,5%) e Goiás (0,2%). O IBGE também analisa o comportamento da indústria nos nove estados da Região Nordeste como um todo. Nessa região, a produção cresceu 1,5%.

Por outro lado, seis estados tiveram queda na indústria: Amazonas (-5,3%), Pará (-1,1%), Espírito Santo (-0,9%), São Paulo (-0,9%), Santa Catarina (-0,7%) e Rio de Janeiro (-0,3%).

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Produção industrial baiana cresceu 11,6% em junho

bahia prod

De acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal, analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em junho de 2018, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, aumentou 11,6% frente ao mês imediatamente anterior, após haver recuado 14,6% em maio de 2018. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou crescimento de 9,0%. No acumulado do ano, houve acréscimo de 0,4%, em relação ao mesmo período anterior. Já no acumulado dos últimos 12 meses, foi registrado acréscimo de 1,8% frente ao mesmo período anterior, resultado acima do observado em maio último, quando ocorreu variação de 0,2%.

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Exportações baianas crescem 19,3% em julho

porto sPassado os efeitos da greve dos caminhoneiros, que afetou os embarques em maio e parcialmente em junho, as exportações baianas cresceram 19,3% em julho, frente a igual mês do ano anterior, alcançando US$ 816,7 milhões. Foi o maior valor das exportações desde agosto de 2017 quando atingiram US$ 890,6 milhões. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). As importações também cresceram substancialmente no mês passado (94,7%), atingindo US$ 1,108 bilhão, depois de dois meses de queda consecutiva e de um desempenho negativo no primeiro semestre.

Mesmo com um cenário externo de maior incerteza comercial e instabilidade política, o pacote de estímulos da economia chinesa e alguma moderação das tensões comerciais, levou a uma maior estabilização do câmbio em julho, beneficiando as exportações.

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Bahia aumenta participação no ICMS nacional e está entre os líderes em eficiência na arrecadação

A participação da Bahia no conjunto do ICMS arrecadado nacionalmente voltou a crescer, registrando 4,76% em 2017 e dando sequência a um processo de evolução contínua desde 2012, quando estava em 4,22. A Bahia ficou ainda no primeiro time do ‘Ranking dos estados por eficiência na arrecadação de impostos’, divulgado pela revista Exame em sua última edição: ao somar 0,711 na escala cuja pontuação máxima é 1, o fisco baiano ficou bem acima da média nacional, que registrou 0,511.

De acordo com a Exame, o estudo foi realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a consultoria tributária Systax. Os tópicos avaliados incluíram a frequência de mudanças nas regras tributárias, a quantidade de servidores das fazendas estaduais e o volume de tributos arrecadados. Com a Bahia em sexto lugar, o ranking tem a liderança do Amazonas e traz o Piauí em último, com apenas 0,198.

O secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório, ressalta que em 2017 a arrecadação de ICMS na Bahia chegou a R$ 21,1 bilhões, o que representou um incremento de 8,52% em comparação com o ano anterior, a despeito dos reflexos da crise econômica.

Entre os fatores que contribuem para os resultados alcançados, Vitório cita o empenho e a qualificação da equipe da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), a modernização do fisco que vem sendo promovida pelo programa Sefaz On-Line e as ações de combate à sonegação. O avanço da participação baiana no ICMS nacional, avalia o secretário, “é um índice importante de que temos melhorado continuamente o nosso desempenho”.

Economia baiana cresce 1,9% no segundo trimestre de 2017

Alberto CoutinhoGOVBA00O Produto Interno Bruto (PIB) baiano cresceu 1,9%, na comparação com o primeiro trimestre de 2017, indicando retomada na dinâmica da atividade econômica do estado, que está basicamente associada ao bom desempenho do setor agropecuário, o qual tem demonstrado indicadores de recuperação em relação ao ano anterior. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, o indicador apontou crescimento de 2,4%. A informação é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan).

No que se refere ao Brasil, os dados indicaram que houve expansão de 0,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2017 e de 0,3% com o segundo trimestre de 2016. O desempenho do PIB baiano no segundo trimestre de 2017 foi influenciado particularmente pelos bons números do setor agropecuário. De acordo com os cálculos realizados, a agropecuária baiana registrou expansão de 33,0% no valor adicionado no segundo trimestre de 2017.

EloiCorreaGOVBA00Essa expansão é resultado do bom desempenho em culturas tradicionais e que tem grande peso na atividade econômica baiana no período, a exemplo do café, a qual aponta expansão de 50% na produção, assim como nas culturas de soja (60%), feijão (66%) e algodão (2%). Já a cultura de cacau aponta para retração de 10% no período.

O setor de serviços, principal da economia baiana, também registrou expansão – de 0,5% – no segundo trimestre. Comércio (1,2%), atividades imobiliárias (1,3%) e transportes (1,0%) foram os segmentos que mais impulsionaram positivamente o setor. Já o setor industrial continua refletindo o efeito da crise da economia brasileira e não apresentou o mesmo desempenho, registrando retração das atividades.

Indústria baiana cresce 3,6% em maio, com segundo melhor resultado, aponta IBGE

A indústria baiana apresentou, no último mês de maio, o segundo melhor resultado dentre os demais estados do País, na comparação com abril. O crescimento foi da ordem de 3,6%, segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na avaliação do governador Rui Costa, o resultado reflete o esforço do Governo do Estado em criar um ambiente favorável aos negócios e condições estruturais adequadas para a atuação do segmento empresarial.

“Mesmo com a crise política e econômica que o país atravessa, o governo baiano está promovendo um conjunto de ações nas áreas de infraestrutura, saúde e mobilidade urbana, e ampliando as oportunidades de trabalho para movimentar a economia do estado e garantir mais qualidade de vida para os baianos”, afirmou Rui. Os dados do IBGE mostram que a produção industrial cresceu em 10 dos 14 locais pesquisados.

Indústria baiana cresce em maio

bahiaRelatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta crescimento da produção industrial baiana no comparativo de fevereiro com março deste ano. Crescimento de 2%. Foi o segundo melhor desempenho para este período em todo o país, ficando atrás do Amazonas (5,7%).

O crescimento registrado agora foi um “refresco” para o desempenho dos últimos meses. No primeiro trimestre, a queda na produção industrial baiana atingiu 4,3%, puxado pelos setores de coque, metalurgia e derivados de petróleo e biocombustíveis.

A perda chega a 8,3% no acumulado dos últimos 12 meses, ainda segundo o IBGE. Quando comparado o desempenho de março de 2017 com igual período do ano passado, a queda chega a 7,8%.

Bahia registra crescimento de 70% da indústria de cosméticos

cosmeticosO mercado da beleza segue como um dos principais pilares da economia baiana. A indústria de cosméticos na Bahia registrou um crescimento expressivo de 70% nos últimos dez anos. Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a expectativa é que até o final de 2017 o setor cresça mais 4%, apesar do momento de instabilidade econômica do país.

No Nordeste, a Bahia ocupa a primeira posição no setor de cosméticos, onde concentra 43,7% dos estabelecimentos e 47,6% dos empregos da região, segundo dados do Relatório Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho (Rais). Ainda conforme o Rais, 83 estabelecimentos fabricantes de produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos funcionam em solo baiano e geram 1.435 empregos espalhados em 19 municípios. O emprego formal no setor teve crescimento médio de 10,5% ao ano na Bahia, no período 2007-2015, enquanto que o Brasil cresceu 1,95% e o Nordeste 4,77%.

“A expectativa para o setor é de crescimento de 3 a 4% em 2017. Mas é um setor que já cresceu muito no estado. O percentual de crescimento ainda é modesto, mas o potencial ainda é muito grande. A Bahia no segmento de perfumaria é a número um do Nordeste. A região Nordeste é um mercado muito amplo e pode ser ainda mais explorado com o equilíbrio da economia”, afirma o analista da SEI e mestre em economia, Luiz Mário Vieira.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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