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Posts Tagged ‘Copa do Mundo 2018’

Fifa suspende Paolo Guerrero por um ano

guerrero

O Comitê Interdisciplinar da Federação Internacional de Futebol (FIFA) suspendeu, pelo prazo de um ano, o jogador do Flamengo Paolo Guerrero, após exames terem identificado a presença da substância benzoylecgonine – um metabólico da cocaína que está entre os estimulantes de uso proibido pela entidade.

A suspensão do peruano será contada a partir do dia 3 de novembro, data em que o jogador recebeu suspensão provisória, depois que um teste de doping deu positivo. O exame foi feito logo após uma partida que disputou pela seleção do Peru, nas eliminatórias da Copa de 2018, em Buenos Aires, na Argentina.

Em nota, a Fifa informa que a suspensão inclui “jogos nacionais, internacionais, amistosos e oficiais”. Com isso, o jogador está fora da Copa da Russia. (da Agencia Brasil)

FIFA define grupos da Copa 2018. Brasil encara Suiça, Costa Rica e Sérvia

fifaA Fifa sorteou nesta sexta-feira os grupos da Copa do Mundo de 2018. A seleção brasileira foi sorteada no grupo E, ao lado de Suíça, Costa Rica  e Sérvia.

Como cabeça-de-chave do grupo E, o Brasil fará sua estreia contra a Suíça, na Rostov Arena, em Rostov-on-Don, dia 17 de junho.  Na 2ª rodada, encara Costa Rica, no estádio Krestovsky, em São Petersburgo, dia 22 de junho.

Por fim, encerra a fase de grupos contra a Sérvia, na Arena Otkrytiye, em Moscou, dia 27 de junho. Se avançar como 1º colocado da chave, joga as oitavas de final em Samara, as quartas em Kazan, a semifinal em São Petersburgo e a final em Moscou. Já se passar como 2º, atuará nas oitavas em São Petersburgo, nas quartas em Samara, na semifinal em Moscou e na final em Moscou.

O cruzamento nos mata-matas será iniciado contra os integrantes do grupo F, que são Alemanha, México, Suécia e Coreia do Sul. Ou seja, há a possibilidade de um Brasil x Alemanha já nas oitavas da Copa. O Mundial começa no dia 14 de junho, com Rússia x Arábia Saudita, no estádio Luzhniki, em Moscou.

grupos da copa

 

Neymar, a boa e a má notícia

Daniel Thame

 DT tabocas 20O Brasil empatou com a desfigurada Argentina em 1×1 em Buenos Aires e passou sem sustos pelo Peru com um 3×0 em Salvador, fechando o ano em terceiro lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo 2018 na Rússia, atrás do surpreendente Equador e do óbvio Uruguai.

Dentro do esperado, já que nessa maratona de 18 jogos, Brasil e Argentina vão ficar com duas das quatro vagas diretas para a Copa, restando ainda uma boquinha na repescagem. Equador, Uruguai, Colômbia, Chile e Paraguai que se estapeiem por elas, posto que Peru, Bolivia e Venezuela fazem apenas figuração.

Agora vamos a boa e a má notícia.

Comecemos pela má. Neymar, ausente na derrota para o Chile e na vitória sobre a Venezuela era a garantia do toque de genialidade que faltava na Seleção de Dunga. Não foi.

Apático, individualista e com a cabeça em outro planeta, Neymar não foi nem uma pálida sombra do gênio que encanta o mundo com a camisa do Barcelona, a ponto de suprir a lacuna de ninguém menos do que Lionel Messi.

Contra o Peru, era um daqueles jogos para Neymar deitar e rolar, no embalo da torcida baiana. Foi uma decepção e pode-se dizer que ele ainda não estreou nas Eliminatórias. Entrou em campo mas não estreou. Simples assim.

A boa notícia é que o Brasil parece estar eliminando a tal ´neymardependência`, cantada em verso e prosa pela mídia. Na ausência do craque do Barça, Willian e Douglas Costa exibiram um futebol de primeira linha, com toques, dribles desconcertantes, passes precisos e gols.

Douglas Costa, que era apenas esperança, vai rapidamente se transformando em certeza, tamanha a sua evolução no Bayern de Guardiola, com reflexo positivo na Seleção de Dunga.

O Brasil por ora, não é Neymar e mais dez. É Neymar, Willian, Douglas Costa e mais oito.

Não é pouca coisa, Na verdade é muita coisa.

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É gol- Cavalo paraguaio é a mãe! O Vitória está com os dois pés na Série A em 2016. O Leão ruge.

É pênalti- Cavalo paraguaio sim senhor. O Bahia tropeçou na própria mediocridade e passa mais um ano na Série B.

 

 

Com Dunga, o futebol-anão

Daniel Thame

DT tabocas 20O Brasil perdeu para o Chile por 2×0 na estréia das eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia.

Surpresa? Em hipótese alguma. Se houve surpresa foi a maneira com que a Seleção Chilena respeitou -e até temeu- a Seleção Brasileira, mais pela mística de um time cinco vezes campeão do mundo do que pela realidade atual.

Na hora em que o Chile parou de respeitar/temer o Brasil e viu que estava diante de uma equipe limitada tecnicamente e medíocre taticamente, ganhou o jogo com relativa facilidade.

Não dá para entender como jogadores que fazem sucesso em seus clubes na Europa, como Oscar, Willian, Huck e agora Douglas Costa, tornam-se atletas comuns quando vestem a outrora sagrada camisa amarela.

Contra o Chile, Willian e Douglas Costa tiveram um ou outro brilhareco e foi só. Oscar sumiu e Huck é aquela estinge. Como é que um cara desses é titular da Seleção Brasileira?

O Chile, ainda que não seja a oitava maravilha do futebol mundial, perdeu a chance de golear, caso tivesse atacado desde o início. Manteve o domínio do jogo, mas só criou coragem a partir da metade do segundo tempo, quando fez os dois gols a garantiu a vitória. Sem sustos, sem sobressaltos.

Neymar faz falta, como faria falta em qualquer seleção. Sem ele, não há com quem o adversário se preocupar. Basta fazer uma marcação sob pressão e ponto final. Só Neymar tem a jogada genial, o drible imprevisível, o lance que desmonta qualquer esquema.

Mais ou menos como a Argentina sem Messi, que pra se igualar ao Brasil na mediocridade, tratou de perder para o Equador por 2×0 em casa.

Voltando ao Brasil. Dunga é fraco, fraquíssimo. Demora 500 anos para fazer uma substituição e quando faz, é quase sempre mais do mesmo. Troca seis por meia dúzia, ou um zero a direita por um zero a esquerda. Em vez do futebol total o futebol-anão.

Mesmo com a estréia pífia, nada de dramalhões ´galvanianos`. O Brasil se classifica com um pé nas costas para a Copa da Rússia.

Mas, à exceção de Neymar, não se espere grande futebol. Vai ser na base do ganha umas três seguidas, empata uma, perde uma ou outra e lá vamos nós rumo ao fazendão de Putin, o outrora glorioso (?) império comunista.

Na terça, o Brasil deve golear a Venezuela em Fortaleza. É obrigação.

Depois vem a Argentina em Buenos Aires e o Peru em Salvador, já com Neymar no time.

Aí, enfim, teremos futebol.

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É gol- Afastar Joseph Blatter, Jerome Valcke e Michel Platani da FIFA numa pernada só é um gol de placa. Começa a limpeza que pode devolver a beleza do jogo e resgatar a magia do futebol.

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É pênalti- O São Paulo, outrora exemplo de modernidade no futebol, virou casa de puta. Com todo o respeito às valorosas operárias do prazer, per supuesto.

 

Neymar e Cia. Ltda. Limitada mesmo!

Daniel Thame

DT blog 1O que se pode abstrair dos dois amistosos da Seleção Brasileira na terra do Tio Sim, vitória de 1×0 sobre a Costa Rica e uma goleada de 4×1 nos Estados Unidos?

O óbvio ululante, como diria o saudoso Nelson Rodrigues: o Brasil é um time sem Neymar e outro com Neymar. Até ai, morreu o boi, como diria (ou mugiria) a vaca. Neymar é o único extra-classe nessa safra ruim do futebol tupiniquim, o que além da rima pobre, não é solução.

O jogo contra a Costa Rica foi uma pasmaceira de dar sono num fim de tarde de feriado prolongado. Um gol irregular de Huck, uma garfada nos costarriquenhos naquele que seria o gol de empate e só.

Contra os EUA, que dia dessas andaram lá pelas `Oropas` e ganharam (sabe-se lá Obama como, porque o time é ruim de doer) da Holanda e da Alemanha, um primeiro tempo de dar pena, 1×0, de novo gol do incrível Huck (incrível porque um jogador apenas esforçado consegue ser estrela de um time pentacampeão do mundo) e mais nada.

neymarNo segundo tempo, fez-se a luz: Neymar entrou em campo e ai foi outro time, outro jogo. Neymar fez dois gols, infernizou a fraca defesa ianque e mostrou que fará falta nos dois primeiros jogos das eliminatórias, contra o Chile em Santiago e contra a Venezuela aqui no Brasil.

Porque, e de novo vamos ao óbvio e ululante, o Brasil sem Neymar é uma seleção recheada de bons jogadores como David Luiz, Marcelo, Kaká, Miranda, Oscar, Willian, Douglas Costa, Willian, etc., mas nenhum deles capaz de resolver um jogo difícil. Neymar já mostrou que resolve.

Na próxima semana, Dunga convoca os jogadores que darão a largada nas Eliminatórias da Copa do Mundo na Rússia, mas nada que seja muito diferente do grupo que foi aos EUA.

É isso que temos e é com isso que vamos à luta, porque se classificar para o Mundial é obrigação.

Cá pra nós, as Eliminatórias não serão o passeio de antigamente, mas o Brasil passa sem levar muito susto.

Um pouco de susto vai levar, porque tirando Neymar, a companhia é mesmo limitada.

 (*)Coluna publicada na edição semanal de A Região

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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