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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

outubro 2022
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:: ‘Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)’

Avaliação dos cursos de pós-graduação da Uesc cresceu nos últimos quatro anos

A convite da Reitoria, diretores de Departamento, assessores, pró-reitores,  professores e coordenadores dos colegiados dos cursos de pós-graduação estiveram reunidos no auditório do Edifício José Haroldo Castro Vieira (Torre Administrativa), para comemorar o aumento da  nota dos cursos de pós-graduação da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação atribui notas de 1 a 5 aos programas de mestrado e de 1 a 7 aos de doutorado.

Dentre os sete cursos que ampliaram suas notas, a avaliação deu destaque para o Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade (PPGECB/Uesc), único curso de Ecologia da Bahia com nota 6. Doze cursos mantiveram as suas notas e dois obtiveram nota de excelência de Mestrado: Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física e o Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente.

Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação em exercício, Vinicius Arakawa, destacou a importância do planejamento estratégico da gestão superior, que vem implementando ações de apoio em pesquisa com investimentos para projetos de pesquisa internos, publicações científicas, além da tradução e revisão de artigos.

Dentre os incentivos estão as políticas de internacionalização através de convênios com instituições estrangeiras para atração de estudantes, o edital institucional para o Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), a aquisição de cotas para o exame de proficiência TOEFL para os candidatos ao PDSE e a prorrogação do Edital de seleção para vinda dos pesquisadores estrangeiros para 2022 e 2023.

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Programas de pós da graduação da Uesc melhoram na avaliação do MEC

Adélia Pinheiro

Adélia Pinheiro

Quatro programas de Pós-graduação da Universidade Estadual de Santa Cruz-Uesc mantiveram ou aumentaram seus conceitos, atingindo 5 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação, entre 2013 e 2016.

Trata-se dos programas de Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Ecologia, Conservação da Biodiversidade, Zoologia e Genética e Biologia. A avaliação é feira periodicamente, com a participação da comunidade acadêmica, por meio de consultores.

Esta avaliação, além de ser fundamental à manutenção do funcionamento dos programas, é um indicador de qualidade, embasando as políticas governamentais e institucionais para o crescimento qualitativo e quantitativo dos cursos.

Os cursos de pós-graduação da Uesc obtiveram avanços nesta primeira etapa da avaliação, como os de Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Ecologia e Conservação da Biodiversidade e Zoologia, que saíram do conceito 4 para 5.

Outros cursos mantiveram o mesmo patamar, como o de Genética e Biologia Molecular, nível de mestrado e doutorado, que possui conceito 5. Um dos diferenciais foi a reserva de um período para análise exclusiva dos mestrados profissionais.

O Mestrado Profissional em Formação de Professores da Educação Básica foi avaliado com conceito 4 e os demais mantiveram suas avaliações. A professora Adélia Pinheiro, reitora da Uesc, diz que “o Programa de Genética nos dá sinais que pode chegar ao conceito 6 nas próximas avaliações”.

“Temos o Programa de Ecologia alcançando o conceito 5 e que esperamos na próxima avaliação 6 e ainda Zoologia alcançando 5. O bom resultado não ocorre ao acaso. É o resultado do esforço e do comprometimento dos professores, técnicos e estudantes”.

Capes aprova acordo da UESC para intercâmbio de estudantes nas áreas de ciências agronômicas, agro-alimentares e veterinária na França

uescA Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aprovou o através do edital nº 20/2014, projetos de parcerias universitárias entre Brasil e França, no âmbito do programa Capes/Brafagri. Dez novos projetos, entre eles o UNIVIN: Formação em Ciências Agronômicas, dos Alimentos e Ambientais em parceria Universidade-Empresa, com a participação da UNES/Jaboticabal, UNICENTRO e Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, pelo Brasil e Vetagro, Isara Lyon e Bordeaux Science Agro, pela França.

O Programa Capes – Brafagri (Programa de parceria universitária entre Brasil e França para promoção do intercâmbio de estudantes em nível de graduação nas áreas de ciências agronômicas, agro-alimentares e veterinária) é um acordo de  cooperação entre dois países agrícolas de primeira ordem no cenário mundial. Este programa se caracteriza por promover a mobilidade de estudantes e professores, a colaboração entre os estabelecimentos de ensino superior franceses e brasileiros, tendo em vista a existência de visões intercaladas e o compartilhamento de vivências pedagógicas para a formação de engenheiros agrônomos.

Essa é uma ação resultante da participação da reitora da UESC, Adélia Pinheiro, em Missão na França, em junho de 2014, integrando comitiva da ABRUEM, e reforça a internacionalização na Universidade. O projeto aprovado no âmbito deste programa é o “UNIV’IN: Formação em Ciências Agronômicas, dos Alimentos e Ambientais em parceria Universidade-Indústria, e tem como parceiros na França as Escolas VetAgro Sup, Bordeaux Sciences Agro e ISARA Lyon, e no Brasil as UNESP, UNICENTRO e UESC.

A professora Agna Almeida Menezes do Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais (UESC), explica que “no Brasil, de modo geral, um curso de graduação é composto de módulos ou disciplinas obrigatórias durante todos os períodos de formação, enquanto que  na França, o percurso do engenheiro é dividido em duas grandes etapas: a primeira, frequentemente chamada Tronco Comum que visa a aquisição de conhecimentos científicos, tecnológicos e ambientais próprias a um engenheiro generalista e a segunda corresponde às disciplinas com um conteúdo mais especializado, que permitem a profissionalização.”

“Acredito que este acordo de cooperação bilateral, será muito proveitoso para a formação dos estudantes em mobilidade. Enquanto que os Franceses poderão conhecer a formação de agrônomos voltados para a agroecologia e a agricultura de baixos insumos ministrada de forma modular, os brasileiros terão a oportunidade de vivenciar a realidade de uma formação balizada na decisão da profissionalização.  Além da formação, às diferenças ambientais (clima, solo, vegetação)  portanto, de aptidão agrícola, aporte de tecnologia e de recursos financeiros para a produção agropecuária, entre os dois países possibilitará uma formação sólida de agrônomos, profissão caracterizada, por conviver harmoniosamente com a natureza, já que estes são os seus fatores de produção.” conclui a professora.





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