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Posts Tagged ‘Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães’

Em vistoria de obra escolar, Rui suspende serviços por uso de produto inadequado

Foto_Manu Dias_GOVBANa visita que fez ao município de Camaçari, para cumprir agenda de trabalho, o governador Rui Costa finalizou a viagem com visita a duas escolas da rede pública. Na oportunidade, Rui vistoriou as obras que estão sendo realizadas no Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães, que passa por requalificação da quadra e construção de um campo society, entre outros serviços.

Durante a vistoria, o governador percebeu que a pintura utilizada no piso da quadra esportiva não atendia às características exigidas para esse tipo de superfície, que requer uma pintura forte e resistente ao intenso tráfego de pessoas e às intempéries do tempo em razão da umidade e abrasão.

Ao identificar o uso de uma tinta imprópria para o local, Rui determinou a suspensão dos serviços até que fosse providenciada a tinta adequada àquele piso, do tipo époxi. Ainda no colégio, o governador criticou o acúmulo de lixo em uma das salas de aula que visitou, aconselhando aos alunos presentes que mantivessem o ambiente limpo, tal qual se faz em casa.

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Colégio Modelo de Itabuna é finalista do Prêmio Respostas para o Amanhã

escola cultA construção de uma sala de arte usando bambu e a produção de plástico com a banana verde. Estes dois projetos desenvolvidos por estudantes e professores do Colégio Estadual Alaor Coutinho, localizado em Praia do Forte, e do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, respectivamente, concorrem, nesta terça-feira (5), em São Paulo, à 4ª edição do Prêmio Respostas para o Amanhã. Esta é uma iniciativa da Samsung, para estimular projetos científicos que buscam soluções sustentáveis para problemas existentes na comunidade em que vivem. As gestoras e professores coordenadores dos projetos nas unidades escolares embarcaram, nesta segunda-feira para participar da premiação.

Ao todo, foram inscritos 1.371 projetos, de 41.929 estudantes de escolas públicas de todo o país, com a seleção de 25 projetos, cinco de cada região do Brasil. Os dois projetos da rede estadual ganharam a etapa regional da premiação, sendo os únicos a representar a Bahia.

ednailza O projeto “Biosala: sala de artes, sala da vida”, do Colégio Estadual Alaor Coutinho, visa a construção de uma sala de artes sustentável, utilizando os princípios da bioconstrução, por meio do resgate dos saberes tradicionais indígenas e afrodescendentes. Para tanto, os estudantes já chegaram a fazer um curso de tratamento de bambu ministrados por indígenas da aldeia Kariri-xoco e especialistas em bioconstrução para a implantação do telhado que será construído com estrutura de bambu.

Já o “Bioplástico de banana verde”, do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, tem como um dos objetivos encontrar uma alternativa sustentável para o uso da banana verde, que é inviável para o comércio, na produção do ‘plástico’ biodegradável de rápida decomposição, minimizando assim, o uso ou descarte do plástico convencional e, consequentemente, diminuindo a poluição do meio ambiente.

A gestora do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, Ednailza  Miranda (foto), viajou acompanhada pelo professor Robson Almeida, da disciplina de Biologia. Ela fala da alegria pelo reconhecimento. “Estamos muito felizes com a repercussão e o reconhecimento deste projeto, que foi desenvolvido em sala de aula. É um orgulho para toda a nossa escola que recebeu, este ano, o projeto Escolas Culturais e está fomentando, cada vez mais, o protagonismo dos nossos estudantes por meio da Ciência, da Inovação, da Arte e da Cultura”, afirmou.

Oficina de dança integra escola e comunidade e dá início ao projeto Escolas Culturais em Itabuna

dança escolas culturais 1

A realização de uma oficina de dança marca o início das atividades do projeto Escolas Culturais no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, no Sul da Bahia. O projeto integra o programa Educar para Transformar e tem como objetivo promover o protagonismo estudantil, além de reconhecer e requalificar a escola como um espaço de circulação e produção da diversidade cultural do Território de Identidade onde está inserida. O Colégio Modelo de Itabuna foi a primeira unidade da rede estadual a ter o projeto implantado.

dança escolas culturais 14A oficina, que reúne cerca de 200 pessoas entre estudantes e membros da comunidade, é dirigida por Francine Costa, da Secretaria de Educação do Estado e coordenadora de dança do projeto. “Trabalhar a arte-educação é trabalhar a relação professor-aluno, as relações de afeto, o fortalecimento do protagonismo juvenil, fazer com que o estudante acredite que é possível ser um agente transformador da sociedade”, afirma Francine. Para ela, “educar para transformar é entender e estimular o aluno para que ele promova a própria transformação”.

No Colégio Modelo de Itabuna, além da dança, já estão programadas as oficinas de literatura, audiovisual e música, além de rodas de conversa sobre cultura e apresentações de filmes para a comunidade, em sessões semanais do Cine Modelo. De acordo com a diretora do  colégio, Ednailza Miranda, o projeto contribui para a formação multidisciplinar dos estudantes através da arte. “Eles irão mergulhar na cultura em suas várias expressões, contribuindo para transformar a comunidade em que estão inseridos. Estamos formando não apenas alunos, mas principalmente cidadãos”.

liane e gleidson escolas culturais 13Novos horizontes – Entre os estudantes, o entusiasmo é muito grande para a realização de projetos culturais.  Gleidson Lucas, do 3º ano do Ensino Médio, afirma que o colégio está inovando, trazendo mais cultura e motivando ainda mais a comunidade. “A dança é uma expressão que abre novos horizontes, inclusive na profissão que escolhi, que é Relações Internacionais, porque estimula o multiculturalismo”. A estudante Liane Araújo, também do 3º ano do Ensino Médio, está igualmente empolgada com a oficina. “A dança já faz parte da minha vida e o projeto faz com que os próprios alunos e a comunidade passem a ver a escola com outros olhos”, afirma.

A oficina de dança será encerrada no sábado (19), com uma gincana cultural envolvendo grupos de dança da comunidade e os estudantes do Colégio Modelo. O projeto Escolas Culturais  é executado em parceria entre a Secretaria da Educação do Estado com as Secretarias de Cultura (Secult) e da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS).

As atividades envolvem as áreas de  dança, música, audiovisual e literatura e, além de Itabuna, que é a  cidade pioneira, outras 85 unidades escolares de 66 municípios baianos serão atendidas, com  ações de requalificação e aquisição de novos equipamentos  para projeção de audiovisual,  apresentações artísticas e internet banda larga para o desenvolvimento de programas de rádio  e ações de estímulo ao  empreendedorismo.

Grupo de teatro do Colégio Modelo inicia projeto Arte em Peregrinação

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O Grupo de Teatro O Sanatório realiza nesta sexta-feira uma apresentação na Escola Norma Videro, no bairro Conceição, em Itabuna.

O grupo é formado por estudantes do Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães, em Itabuna, através do projeto  Arte em Peregrinação, coordenado pela professora Laiz Carvalho Nascimento.

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A apresentação começa às  14 horas e a programação terá performance de Michael Roseno, apresentação de dança com o Power Mix Group;  música clássica (violino) com Geovana   Santos e expressão corporal de Láyra Rocha; música com Larissa Santos; apresentação de Hip Hop com a dupla João Felipe e Dimmy em parceria com a professora Laiz Carvalho; apresentação dos palhaços Cérebro e Cerebelo, respectivamente prof Marlon Almeida e Osvaldo Moura; e roda de leitura com Giselly, Brenda e Maria Mota, com encenação de Bruna Geovanella e João Felipe.

“A arte tem sido um fator de integração e valorização da autoestima dos estudantes, além de descoberta de uma nova perspectiva profissional”, afirma a professora Laiz.

Jackson Costa abraça “Escolas Culturais” como caminho contra violência em Itabuna

 

Por Celina Santos, no Diário Bahia

 Jackson_CostaO ator Jackson Costa não abre mão de manter os vínculos com Itabuna, ainda que esteja fazendo trabalhos no eixo Rio-São Paulo. Escolhido padrinho do programa Escolas Culturais, lançado semana passada no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, ele toma o papel como missão e acredita que a iniciativa seja um caminho para tirar a cidade do cenário de violência que a insere entre as principais da Bahia.

Como você recebeu a atribuição de ser padrinho do programa Escolas Culturais em Itabuna?

Como uma mãe que recebe uma criança e precisa cuidar dela. Porque é um projeto muito bonito, que pode tirar a gente dessa condição que nós estamos aqui na região, de descaso, de violência. Por que Itabuna está sendo a primeira? Eu perguntei ao governador. Eu acredito que Deus sempre faz a coisa certa. Itabuna é quem tá precisando muito, porque a gente precisa abrir horizontes para as pessoas se desenvolverem. A gente só sai da condição que está se fizer valer esse projeto: unir cultura, educação e arte. E a gente consegue.

Qual sua primeira impressão sobre o que viu no Colégio Modelo, escolhido como Escola Cultural?

Pelo que eu vi aqui hoje, estamos com tudo na mão. Às vezes a gente quer e não tem suporte pra realizar; mas aqui a gente está tendo o suporte dado pelo governador e não é uma coisa utópica, paternalista. Não é de cima pra baixo; é aproveitando o que já existe de estrutura física aqui nessa escola, mas também o que já existe de ações culturais aqui, integrando a sociedade. Então, eu recebo como uma responsabilidade muito grande, uma alegria de estar presenciando esse momento, a possibilidade de a gente sair das trevas e encontrar a luz através da educação e da cultura.

De que forma se dará a sua ação como padrinho do programa?

É uma responsabilidade, mas eu não vou fazer nada sozinho. A proposta dele [do governador Rui Costa] é que muitos – se possível, todos – se unam nesse propósito. Eu já vi que aqui tem muitos e a gente precisa é ter cada vez mais gente.

Está disposto a vir aqui constantemente para colocar ideias em prática?

Eu quero estar aqui o máximo de tempo que eu puder, conversando com a direção da escola, com os movimentos de arte que são da escola e da comunidade, que entrem nessa ‘Arca de Noé’ para a gente se salvar. Se eu puder estar aqui todo mês, eu estou; se for preciso, toda semana ou passar um tempo aqui, eu quero vir. Porque eu sou daqui, eu nasci aqui e eu vou fazer por mim. Eu fazendo pelos outros, vou estar fazendo pra mim; e fazendo pra mim, vou estar fazendo para os outros.

Você recebe, então, como uma missão para sua vida …

Como uma missão! Todos nós temos uma missão aqui. Acho que a grande missão não é a gente pensar em nós, é pensar no outro. Então, é um trabalho que proporciona o desenvolvimento criativo, espiritual, o desenvolvimento da sociedade, das pessoas. Estou aqui para fazer o que eu puder fazer.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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