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Morre Hans Schaeppi, um pioneiro do turismo e do chocolate em Ilhéus

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O empresário Hans Schaeppi faleceu na madrugada desta quarta-feira (16), em Salvador. As causas da morte não foram informadas. O corpo será enterrado na capital baiana, de acordo com o presidente da CDL de Ilhéus, Clóvis Júnior.

Hans Schaeppi é fundador do Chocolate Caseiro Ilhéus, fábrica que se tornou famosa mundialmente pela produção de chocolates de origem e que levavam nomes de personagens de romances do escritor grapiúna Jorge Amado.

Ele também era proprietário do Ilhéus Praia Hotel e Pontal Praia Hotel, ambos no município sul-baiano.

Hans Tosta Schaeppi, nascido em Salvador, Bahia, em 1927, filho de pai suíço e mãe brasileira, foi levado cedo para Ilhéus onde a família já se radicara e onde viveu parte de sua infância. Aos seis anos retornou à capital para completar os estudos, tendo se formado em Engenharia Civil em 1951 pela Escola Politécnica da UFBA.
UM PIONEIRO

 

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“Bahia Oportunidades” revela novo perfil do produtor de cacau

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A força empreendedora dos produtores de cacau no sul do Estado é o principal destaque da edição impressa da Bahia Oportunidades, lançada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) da Bahia. A revista traz o ambiente favorável aos novos empreendimentos e geração e emprego e renda no estado.

No sul da Bahia, os coronéis dão lugar a empresários modernos, as exportações do produto in natura cedem espaço para a produção de chocolates tipo exportação e a fama adquirida por intermédio dos livros de Jorge Amado incentiva o turismo rural. As inovações com o suporte da Ceplac e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) também são mostradas na reportagem.

– A edição impressa amplia ainda mais o alcance da revista, que apresenta o ambiente favorável à geração de negócios, emprego e renda hoje existente na Bahia. A revista é um importante instrumento de prospecção e atração de novos investimentos – afirma o novo secretário da Pasta, Paulo Guimarães, que substitui o ex-governador Jaques Wagner.

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Ilhéus aparece entre as sete cidades que produzem os melhores chocolates do mundo

A história do cacau e do chocolate regionais atrai visitantes - Foto Maurício Maron (5)Um mais importantes jornais do sul do País, o Gazeta do Povo, de Curitiba, publicou ontem (13) reportagem especial, em seu caderno de turismo “Viver Bem”, que aponta Ilhéus entre as sete cidades produzem alguns dos melhores chocolates do mundo e são inspirações para o destino de férias de quem ama a iguaria.

A história do cacau e do chocolate regionais atrai visitantes - Foto Maurício Maron (4)Reportagem assinada pelo jornalista Guilherme Grandi, assegura que “o chocolate começa com o cacau, e Ilhéus é considerada a capital brasileira do fruto. É um destino certo para quem quer conhecer todo o processo produtivo do chocolate, desde a plantação do cacau até a hora de degustá-lo”.

O jornalista destaca que é da cidade baiana que sai boa parte da produção nacional do fruto, embora o período de bonança tenha ficado para trás na década de 1990, quando um fungo dizimou as plantações.

“No entanto, muitas fazendas conseguiram se reerguer e hoje abrem as portas para quem quer aprender mais sobre o chocolate”, afirma, destacando produções como as da Fazenda Riachuelo, uma das maiores e a Provisão, que data do século 19.

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Chocolate produzido por estudantes é degustado em camarote no Carnaval da Bahia

achocoEsse ano, o Camarote Planeta Band, localizado no bairro de Ondina, em Salvador, está com uma novidade. No espaço ‘Energizódromo’, os alunos do Centro Estadual de Educação Profissional (Ceep Empreende Bahia) estão oferecendo uma degustação de produtos elaborados com o cacau do sul da Bahia.

Neste quinto dia oficial da folia, o público pode saborear produtos como fondue e barrinhas que chegam a 80% de puro chocolate. “É muito bom ver coisas novas aqui. O chocolate é muito importante porque dá uma energia para a gente nesse carnaval”, destacou o analista de sistemas Paulo Dantas.

No espaço, o folião encontra também a matéria-prima do chocolate – semente do cacau (amêndoas) – e frutas como a uva de Juazeiro e o morango produzido em Morro do Chapéu, além do suco do mel do cacau de Ilhéus. Tudo com sabores e componentes nutricionais capazes de proporcionar mais energia a quem está curtindo a folia.

“O objetivo é divulgar o cacau e promover os estudantes na questão do empreendedorismo, já que o Centro de Educação Profissional tem essa proposta de empreendedorismo. Pedagogicamente, trazemos os estudantes e fazemos aqui a exposição desses produtos”, explicou o professor do curso de Gastronomia e Panificação do Ceep, Cristian González.

Desde a última quinta-feira (8), das 18h às 2h, são distribuídos de 4 a 6 kg de chocolates diariamente. “O Governo do Estado tem uma importância primordial para que isso aconteça, não só na questão da estrutura, mas de todo o projeto pedagógico em si, para que esse conhecimento da produção de chocolate se perpetue para os alunos”, acrescentou o professor.

Para o estudante Alex Sandro Costa, do curso técnico de Gastronomia, o evento é uma oportunidade de aplicar o que tem aprendido. “É algo gratificante. Em sala de aula, a gente aprende as técnicas, e aqui colocamos em prática a técnica e a teoria, como a questão da higienização”, afirmou. O Ceep Empreende Bahia fica localizado no bairro da Calçada.

A invenção do Chocolate da Mata Atlântica

Gerson Marques

 

gerson marquesFazer chocolates é uma atividade muito nova para nos do Sul da Bahia, o antigo modelo exportador de matéria prima, com base monocultural, ficou congelado por mais de um século, travando alternativas e oferecendo um certo conforto, que mais tarde se mostraria insustentável.

Neste sentido, existe um fator positivo com a crise da vassoura, como ensina os orientais, as crises são o fim e início ao mesmo tempo, depende de seu ponto de vista, ou como se comporta perante a adversidade.

A busca por alternativas que viabilizasse saídas para um quadro de insustentabilidade econômica da atividade agrícola do cacau, foi sem dúvidas o fator motivador e indutor para o surgimento da chocolataria no Sul da Bahia.

Mas, como se faz chocolates? Está era a pergunta a ser respondida anos noventa, no mundo até então, prevalecia a escola Suíça, com forte tradição no chocolate ao leite, traduzido para o Brasil, em chocolates com baixo teor de cacau, baixa qualidade e muitos aditivos suspeitos, fidelizando consumidores de doces, com o nome chocolate entrando como fantasia.

A falta de tradição e conhecimento sobre a produção de chocolates, era uma dificuldade que parecia intransponível apontando para um mar de desafios pela frente.

chocolateTambém nos anos noventa, surge na Califórnia-EUA, um movimento de inovação do chocolate, comandado por chefs de culinária que resolveram reinventar o chocolate com base na seleção de amêndoas de alta qualidade e diminuição ou eliminação do leite na fórmula de seus inventos, este movimento ficou logo conhecido como “been tô bar”, foram fundamentais no desenvolvimento de uma linha de máquinas e equipamentos, de pequeno porte que viabilizaria o surgimento da micro e pequena fábrica de chocolate, coisa impensável pouco tempo antes.

Foi bebendo nessa fonte, e buscando ao mesmo tempo uma identidade própria, que no final daquela década o tema chocolate começou a fazer parte das rodas de conversas de alguns produtores que souberam interpretar a crise como oportunidade, em 1898 a Ceplac, sob inspiração de Raimundo Moro, faz a primeira planta industrial de fabricação de chocolates da região, dando início a uma série de pesquisas que resultaria na base de nossa atual chocolataria.

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O verdadeiro ouro do cacau

Cacau 2035, o futuro passa pelo chocolate

Café com Cacau na ABAV Expo Internacional de Turismo

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A empreendedora Marly Brito, de Itacaré,  participa da 45ª ABAV Expo Internacional de Turismo, que acontece de 27 a 29 de setembro, em São Paulo. Marly é proprietária do Café Cacau, um espaço gourmet próximo ao trevo de acesso à cidade, onde além do café especial, comercializa chocolates artesanais  finos, amêndoas caramelizadas, trufas e bolos,  que ela mesma produz,  com destaque para chocolates com alto teor de cacau e mix de cacau e frutas regionais, estará em exposição no estande da Bahia na ABAV. Para Marly Brito, a exposição em São Paulo, que reúne operadores de turismo o do Brasil e do Exterior, “é uma excelente oportunidade de mostrar as deliciais do nosso chocolate e divulgar as belezas naturais, a história do Sul da Bahia”.

 

Energia na caravana: Lula recebe chocolate de origem de Ilhéus

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Em suas atividades na  Bahia, onde mobilizou milhares de pessoas e mostrou porque é o o presidente mais querido pelo povo em toda a história da República,  Lula foi presenteado com chocolates de origem Sagarana, produzidos por Henrique Almeida, que planta suas amêndoas- algumas delas premiadas no Brasil e no Exterior, e processa suas barras, em Ilhéus.

O presente  foi oferecido pelo  deputado federal e ex-secretário de Turismo do Estado, Nelson Pelegrino, que acompanhou a agenda de Lula na Bahia e em Sergipe.

Na Bahia, Lula percorreu cidades como Salvador, Cruz das Almas, Cachoeira e Feira de Santana. O chocolate de Ilhéus garantiu a energia, numa agenda que inclui várias cidades do Nordeste e, para muitos, é a caminhada rumo à presidência em 2018.

Dono da Natura lança chocolate com cacau do Sul da Bahia

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Sem alarde, no final de junho, apenas dois dias após comprar a gigante Body Shop por 1 bilhão de euros, Guilherme Leal, um dos donos da Natura, abriu um novo negócio.

Mas, dessa vez, de tamanho micro — a Dengo, uma loja de chocolates especiais, produzidos a partir do cacau de sua fazenda na Bahia. Tem apenas uma unidade, num shopping paulistano.

Por enquanto, Leal não tem a menor ambição de expandir a marca. (Lauro Jardim, n´O Globo)

Sul da Bahia, do cacau ao chocolate

 

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Do cacau ao chocolate. Essa é a nova realidade do Sul da Bahia, após décadas como região produtora de amêndoas. A cada dia, novos empreendedores passam a investir na produção de chocolates finos, apostando num mercado consumidor em expansão no Brasil e no Exterior. O Chocolat Bahia 2017, Festival Internacional do Chocolate e Cacau, que está sendo realizado em Ilhéus, com o apoio do Governo da Bahia, é uma oportunidade de apresentar novos produtos, adquirir e trocar conhecimentos e ampliar os negócios. São   cerca de 40 marcas de chocolates regionais em exibição, cada uma com sua característica, mas com a marca do cacau de qualidade, fruto de investimentos na modernização da lavoura.

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Hans Schaeppi é um pioneiro. Há 32 anos ele implantou a primeira fábrica de chocolate caseiro do Nordeste. “Foi um grande desafio, porque havia uma cultura de produzir amêndoas e percebi que era preciso investir no produto final. Hoje vejo com alegria a Região partindo para a verticalizado e se tornando a terra do Cacau e do Chocolate”, afirma. Atualmente, Hans produz cerca de duas mil toneladas/ano, comercializa os produtos em todo o país e busca atingir o mercado chinês.

henrique almeida

O setor de chocolates premium cresce cerca de 10% ao ano no Brasil, enquanto o mercado tradicional cresce apenas 2%. Henrique Almeida é outro exemplo de produtor de cacau que apostou no chocolate. Da terceira geração de uma família de produtores de cacau, há 5 anos, ele  começou a produzir chocolate. Investiu em amêndoas de qualidade, cursos de capacitação e hoje comercializa o chocolate premium em grandes redes da Bahia e do Sul/Sudeste do país. O próximo passo é o mercado árabe e os Estados Unidos. “Cacau e alimento e também e prazer. Nosso foco é a qualidade é esse é o caminho da região. O negócio Cacau só é viável se atrelado ao chocolate”,destaca

leo maia

O mercado de chocolate também atrai jovens empreendedores como Leonardo  Maia. Com pós graduação em Gestão de Negócios em Cacau e Chocolate ele está produzindo chocolates finos com 50% e 70% de cacau.  “Na  infância sempre tive muito contato com fazendas de cacau e sempre que podia acompanhava os trabalhadores nos tratos e colheita do cacau. E em minhas viagens para outros países tive a oportunidade de experimentar diversos tipos de chocolates e percebi que o nosso cacau do Sul da Bahia tem um potencial grande a ser explorado”, afirma.

 

AGRICULTURA FAMILIAR

carine assunção

A produção de chocolate também é incentivada na agricultura familiar, que responde por 90% da produção de cacau no Sul da Bahia. A Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia conta com 300 associados e produz chocolates caseiros e achocolatado com 30% de cacau. Beneficiados com recursos do Programa Bahia Produtiva, do Governo do Estado, os agricultores familiares pretendem investir na produção de cacau organico, que agrega valor ao chocolate e derivados. “Nossos produtos já são consumidos na merenda escolar e com o chocolate de origem vamos buscar novos mercados, gerando mais renda no setor rural”, destaca Carine Assunção, coordenadora da cooperativa.

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Com 420 associados, a Cooperativa de Agricultores Familiares do Sul da Bahia, também atendida pelo Bahia Produtiva, produz chocolates finos e achocolatados e está criando uma linha exclusiva para os supermercados. “Com assistência técnica e capacitação vamos melhorar cada vez mais a qualidade e criar novos canais de comercialização” , diz o diretor da Coopesulba, Gildeon Farias.

gerson marques

Gerson Marques, presidente da Chocosul  destaca que “a produção de chocolate é uma alternativa viável, num processo que está se consolidando. Dos 40 produtores, 38 produzem o próprio cacau. São empreendedores que foram para as fazendas, reorganizaram a produção, com uma nova mentalidade, investindo em amêndoas de qualidade superior”. “Essa é uma estratégia que terá impactos positivos na economia regional, com a melhoria da produtividade e consequentemente do preço final. O modelo antigo, de mero fornecedor de matéria prima, está superado. Hoje o caminho é a verticalização, valorizando principalmente a produção de chocolates fino, de cacau orgânico que tem alto valor agregado”.

Doce Pecado

Deus criou a árvore dos frutos de ouro, o cacau. E o homem criou a tentação, o chocolate.

Deus criou a árvore dos frutos de ouro, o cacau. E o homem criou a tentação, o chocolate.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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