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Bahia Cacau, exemplo a ser seguido

Josias Gomes

 josias 2A Bahia Cacau gerida pela COOPFESBA (Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidário da Bacia do Rio Salgado e Adjacências) é a primeira fábrica de chocolate da Agricultura Familiar no Brasil e vem revolucionando a indústria do chocolate.

O fomento do Governo do Estado, através da SDR e o Programa Bahia Produtiva, foi decisivo para o desenvolvimento e expansão desse promissor mercado. Até o momento, foram feitos investimentos de R$877 mil com foco na qualidade da amêndoa, oriundas do plantio ao chocolate no município R$ 1,9 milhão no acesso ao mercado e mais de R$ 642 em assistência técnica.

bahia cacau (1)A maneira como a Cooperativa realiza o seu cultivo merece destaque. É a famosa “cabruca”, feita sob a sombra das imensas florestas de Mata Atlântica da região Sul da Bahia, seguindo os saudáveis processos de controle agroflorestais. Este controle de qualidade é um diferencial de mercado. Os consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos que tenham compromisso socioambiental e valores agregados. Pensando no mercado externo, este valor agregado sobe consideravelmente.

A Bahia Cacau tem em seu portfólio barras de chocolate com 35%, 50%, 60% e 70% cacau, amêndoas torradas e processadas em nibs e bombons recheados com frutas. Tanto potencial reunido só poderia resultar em um show de vendas na Naturaltech.

Parabéns companheiros e companheiras da Bahia Cacau, um dos stands mais saborosos da exposição!

Josias Gomes – Deputado Federal (licenciado) do PT/Bahia e atualmente titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). Se concorda, compartilhe

 

Produção de cacau no Sul da Bahia é reinventada e estado lidera ranking no país

Cacau (3)(do G1, com Rede Bahia)-Com mais de 200 mil toneladas produzidas entre 2017 e 2018, a Bahia tem liderado a produção de cacau no Brasil, em uma disputa concorrida com o Pará, que é o segundo maior produtor do país. E, neste ano, a previsão é de que o estado seja destaque nacional novamente.

A TV Bahia exibiu a oitava reportagem do projeto “Avança”, que trata sobre o desenvolvimento econômico do estado, e mostra segmentos que são destaque, setores com alta produtividade, exemplos de negócios e utilização de tecnologia. A produção de cacau no sul do estado foi tema da reportagem.

Em 2017, a Bahia teve 88,6 mil toneladas do fruto, enquanto o Pará somou cerca de 57 mil. Em 2018, a produção baiana chegou a 122,6 mil toneladas e a paraense ficou perto em 116,1 mil. Neste ano, a previsão é que o Pará chegue a 113 mil toneladas e a Bahia mantenha a produção perto de 120 mil.

A maior parte do cacau baiano sai do litoral sul, que ainda lida com a devastação da praga conhecida como vassoura de bruxa. Por lá, os produtores tiveram que reinventar as fazendas e apresentaram bons resultados com as mudanças.

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Produtos baianos da agricultura familiar para o segmento FIT conquistam consumidores na Naturaltech 2019

Natural Tech (1)

A agricultura familiar da Bahia se mostra cada vez mais diversa, promissora e atenta às novidades. No que diz respeito à gastronomia Fit, o segmento apresenta sua potencialidade na Naturaltech 2019, feira especializada em alimentos e produtos naturais, que acontece até este sábado (8), no Anhembi, na capital paulista.

Natural Tech (2)Entre os alimentos que contribuem para o ganho de massa muscular, fortalecem os músculos ou dão energia estão o nibs de cacau, mel, chocolates, castanha de caju, guaraná, licuri, pólen e café, produzidos por cooperativas baianas. Os produtos estão expostos no estande Bahia Produtiva, instalado em uma área de 100 m², totalmente ambientado para receber o público visitante da Naturaltech. O estande está localizado na rua F-E/10-11.

Carine Assunção, representante da Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), do município de Ilhéus, tem recebido os visitantes destacando a qualidade dos produtos que levou para comercializar durante a Naturaltech: “Na linha Fit, nós temos o cacau em pó, que é 100% cacau, sem nenhum aditivo químico e sem açúcar. Temos também o chocolate com açúcar demerara, que vem com 35% de cacau. Esse é um produto natural, também sem nenhum aromatizante, sem conservantes, super natural e super fit”.

No total, 17 empreendimentos da agricultura familiar, contam com apoio do Governo da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), para expor e comercializar seus produtos na maior feira de produtos sustentáveis da América Latina.

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Do Dia do Cacau ao Dia do Chocolate

Produção de cacau para chocolate fino aumenta no Brasil

Cacau. Foto CNA Brasil

(Valor Econômico)-  Todos os alimentos têm histórias e sabores particulares, e, exceto por uma lista restrita de produtos como vinho, cachaça e alguns queijos, raramente os consumidores conectam as duas pontas. Essa distância existe no mundo do chocolate, mas, no Brasil, uma nova leva de empreendedores quer trocar esse disco e “reconectar” a produção nacional de cacau com a capacidade de produção de chocolates finos e de qualidade.

marco lessa“Hoje você não sabe qual a origem do cacau, se é brasileiro, baiano, africano. Mas é possível ter um chocolate de origem se tiver rastreabilidade, quando você pode identificar de onde vem a amêndoa, e, principalmente, se tiver um percentual elevado de cacau na sua composição”, diz o empresário Marco Lessa.

Fundador da ChOr, que fabrica chocolates com alto teor de cacau produzido na Bahia, Lessa também é um dos principais expoentes da nova “cena chocolateira” brasileira. Já organizou festivais com empresas como a sua em Ilhéus, Belém e, no último mês, também em São Paulo.

Olhares mais atentos e bolsos mais cheios já notaram que as prateleiras de lojas em grandes centros urbanos como São Paulo estão começando a ser ocupadas por esses chocolates, que muitas vezes não têm só mais cacau, mas também a identificação da região de produção e até do agricultor responsável.

Trata-se, como reconhecem os próprios empreendedores, de um mercado de nicho. Mas eles acreditam que essa pode ser a solução para uma nova fase de crescimento da cacauicultura no Brasil, que perdeu o posto de maior produtor do mundo na década de 1990 ante os estragos causados pela vassoura-de-bruxa.

 

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Chocolate e vinho tinto ajudam a combater rugas e manter a pele jovem

 

choc vimQuem tem o hábito de apreciar uma boa taça de vinho tinto acompanhada de um pedaço de chocolate tem bons motivos para celebrar a combinação de sabores. Um estudo realizado pela Universidade de Exeter, Inglaterra, descobriu que o doce e a bebida ajudam a combater rugas e manter a pele jovem.

De acordo com a pesquisa, tanto o vinho tinto quanto o chocolate contribuem para o rejuvenescimento de células antigas, fazendo com que elas se comportem mais como células jovens.

O segredo estaria nos flavonoides, compostos presentes em ambos e conhecidos por seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios. acordo com a pesquisa, tanto o vinho tinto quanto o chocolate contribuem para o rejuvenescimento de células antigas, fazendo com que elas se comportem mais como células jovens.

O segredo estaria nos flavonoides, compostos presentes em ambos e conhecidos por seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios.

Fonte: A Soma de Todos os Afetos

 

 

Investimentos na cadeia produtiva de cacau e chocolate qualificam a produção baiana

chocolate bahia cacau 1Um dos produtos que mais se destacam é o chocolate, alimento secular, produzido a partir da amêndoa do cacau, que vem passando, ao longo dos anos, por sucessivos aprimoramentos, tanto na base de produção, quanto no beneficiamento. Na Bahia, segundo dados do Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE 2017), a produção de cacau tem origem na agricultura familiar, nos assentamentos de reforma agrária, resultado de um processo de modificação da malha fundiária nos últimos 20 anos.

Para fortalecer a cadeia produtiva do cacau, o Governo do Estado vem investindo em ações voltadas para a melhoria da qualidade da amêndoa, inclui a escolha das mudas e a adubação, com preservação do meio ambiente, recomposição de áreas, construção de casa de fermentação, estrutura de secagem, ampliação de agroindústrias, até assistência técnica e extensão rural (Ater). Os investimentos já ultrapassam R$ 100 milhões, aplicados em empreendimentos da agricultura familiar, direta ou indiretamente, nos territórios de identidade Baixo Sul, litoral Sul, Extremo Sul, Vale do Jiquiriçá, Costa do Descobrimento e Médio Rio das Contas.

Na busca pela qualificação da produção do cacau, foram desenvolvidas formas diferenciadas de plantio, a exemplo do cacau-cabruca, utilizado na região Sul da Bahia. Esse modelo, além de gerar retorno financeiro, contribui para a conservação de fragmentos da floresta tropical, preservação da fauna e dos recursos hídricos regionais.

cacau premiumDe acordo com o chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Jeandro Ribeiro, nos últimos quatro anos o Governo do Estado vem promovendo um amplo diálogo com todos os atores envolvidos na cadeia produtiva do cacau, o que gerou o lançamento, no ano de 2018, do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022: “O nosso esforço, enquanto SDR, é reunir e integrar todas as ações que convergem para o rural, incluindo assistência técnica, fomento, regularização fundiária, acesso ao crédito, agregação de valor à produção, e outras intervenções que resultem em uma amêndoa de qualidade”.

O plano, que atenderá cerca de 20 mil agricultores, prevê o desenvolvimento de ações estratégicas que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano, até 2022, e consolidar a fabricação de chocolates finos com certificado de origem no Sul da Bahia, por meio da instalação de agroindústrias. Entre os produtos e subprodutos do cacau, além do tradicional chocolate, estão geleias, doces, mel de cacau, licor, polpa para suco e nibs.

 

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Produção de chocolates de origem impulsiona turismo no Sul da Bahia

CHOCOLATE E TURISMO - DANIEL THAME (5)

Uma região celebrizada em todo o mundo pelas obras magistrais do escritor Jorge Amado com seus coronéis, jagunços, trabalhadores, etc. e cenários de fantasia como o Vesúvio de Nacib e Gabriela, o Bataclan de Maria Machadão e suas moçoilas dadivosas e o universo único das fazendas de cacau. A esse universo, que faz do Sul da Bahia um local que encanta pessoas do Brasil e do Exterior, soma-se um emergente polo de produção de chocolates de origem, com mais de 40 marcas apresentadas e comercializadas no Chocolat Festival, realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

CHOCOLATE E TURISMO - DANIEL THAME (6)

Um pouco desse cenário mágico está sendo mostrado no estande do Governo da Bahia no evento, que inclui modelos de barcaça e fermentação de cacau, mudas de cacaueiros produzidos pela Biofábrica e uma exposição fotográfica com a história do chamado fruto de ouro, desde os maias até sua chegada ao Sul da Bahia.

CHOCOLATE E TURISMO - DANIEL THAME (7)

O secretário estadual de Turismo, Fausto Franco afirma que “a criação do polo chocolateiro vai potencializar o setor, agregando um produto de excelência, com a rica história do cacau, às belezas naturais, com praias exuberantes, Mata Atlântica preservada e um grande patrimônio cultural e arquitetônico, que já fazem de Ilhéus e Itacaré destinos turísticos que atraem pessoas do Brasil e do Exterior”.

 

estrada do chocolate 1

Além de incentivar a produção de cacau de qualidade e chocolates de origem, o Governo da Bahia implantou a Estrada do Chocolate, a primeira rota temática do Estado. São 44 quilômetros entre a primeira fábrica do chocolate caseiro, localizada no Distrito Industrial de Ilhéus, e o entroncamento com a BR 101, no município de Uruçuca, num trajeto que inclui fazendas de cacau e as belezas naturais como rios, cachoeiras e áreas de preservação ambiental. A rota também passa pelas fábricas do parque moageiro de cacau, no Distrito Industrial de Ilhéus, fazendas/fábrica de chocolate gourmet, a Estação Rio do Braço, sede do antigo distrito de Ilhéus e a Biofábrica do Cacau.

JORGE CHOCOLATE E TURISMO - DANIEL THAME (3)

Para Marco Lessa, coordenador do Chocolat Festival, que produz chocolates premium em Ilhéus, destaca que “o Sul da Bahia tem de grande diferencial em relação a outras regiões do mundo, porque depois que as pessoas conhecem o chocolate feito com cacau baiano, ele vivencia um pouco da nossa rica história, o compromisso com a conservação ambiental”. “O chocolate associado ao turismo, oferece experiências únicas, num pacote completo que vai da gastronomia ao convívio com a natureza. A agroindústria e o turismo são alternativas efetivamente viáveis para o desenvolvimento regional”, afirma Lessa.

 

cacau

Centro de Inovação do Cacau e Castelli Chocolataria promovem capacitação

chocolates 2

O Centro de Inovação do Cacau – CIC, da Universidade Estadual de Santa Cruz, estabeleceu uma parceria com a Castelli Escola de Chocolataria. O objetivo é  promover um maior intercâmbio entre as duas instituições, fortalecendo a troca de experiências e um maior entendimento da importância de um cacau de qualidade para produção de um chocolate de excelência.

Dando início à parceria, foi lançada a primeira programação de cursos, a serem ofertados pela Castelli Escola de Chocolataria em Ilhéus, na sede do CIC, onde os alunos terão a oportunidade de vivenciar o cultivo e pré-processamento das amêndoas de cacau nas fazendas parceiras, bem como praticar o processamento da amêndoa até a modelagem final da barra de chocolate nos laboratórios de ponta da instituição.

“Acreditamos que a parceria, com essas duas instituições vocacionadas em suas expertises, vem enobrecer nosso país e estimular de forma excepcional este novo mercado do cacau fino e do chocolate de verdade e de origem”, diz Silvana Castelli, diretora da Escola.

Para o Diretor Executivo do CIC, Cristiano Villela, “essa parceria é estratégica para o Centro de Inovação do Cacau, porque ela irá fortalecer ainda mais a cultura empreendedora e inovadora voltada para a cadeia do cacau e do chocolate, além de fazer com que os profissionais formados pela Castelli entendam que um chocolate de excelência passa pela seleção de amêndoas de qualidade. O que tem tudo a ver com o que estamos promovendo aqui no CIC. A busca pela melhoria geral da qualidade do cacau brasileiro, muito baseada em ciência, e na busca de conhecimento”.

Programação:

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Decreto da “Nova Ceplac” prioriza projetos e parcerias na cadeia produtiva de cacau

ceplacApós mais de seis meses de estudos, foi aprovada ontem (2), em forma de decreto presidencial, a configuração da nova estrutura organizacional da Ceplac. A “Nova Ceplac” foi mantida como órgão singular, porém com um viés mais voltado para a pesquisa e extensão por meio de projetos e parcerias. É o que se destaca no no  decreto nº 9.667, de 2 de janeiro de 2019 (veja aqui), assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Ainda foi mantido o conteúdo da Medida Provisória 870,  assinada e publicada dia 01.01.19.

Foram criados ainda cinco novos cargos, vinculados à Diretoria, em Brasília, que vão cuidar exclusivamente dos projetos e parcerias dentro da cadeia produtiva, voltados para a pesquisa e extensão, vocacionados à sustentabilidade, por meio de sistemas agroflorestais em todo o Brasil.

juvenalA consultoria contratada pela Ceplac identificou as potencialidades do órgão, bem como suas fragilidades, em um longo estudo, que já começa a apresentar os resultados. Em relação às superintendências, apontou diversas soluções, porém não recomendou o aumento de cargos.

De acordo com o diretor geral da Ceplac, Juvenal Maynart (foto), “os produtores estão na expectativa de um novo momento para o mercado de cacau e chocolate, especialmente a partir da legislação criada em torno da Ceplac, que deve possibilitar a chegada de projetos consistentes para resolver o problema da baixa produtividade em algumas regiões, enquanto tratam da questão das dívidas em outras frentes”.

A invenção do Chocolate da Mata Atlântica

Gerson Marques

 gerson marquesFazer chocolates é uma atividade muito nova para nos do Sul da Bahia, o antigo modelo exportador de matéria prima, com base monocultural, ficou congelado por mais de um século, travando alternativas e oferecendo um certo conforto, que mais tarde se mostraria insustentável.

Neste sentido, existe um fator positivo com a crise da vassoura, como ensina os orientais, as crises são o fim e início ao mesmo tempo, depende de seu ponto de vista, ou como se comporta perante a adversidade.

A busca por alternativas que viabilizasse saídas para um quadro de insustentabilidade econômica da atividade agrícola do cacau, foi sem dúvidas o fator motivador e indutor para o surgimento da chocolataria no Sul da Bahia.

chocolate do sul da bahiaMas, como se faz chocolates? Está era a pergunta a ser respondida anos noventa, no mundo até então, prevalecia a escola Suíça, com forte tradição no chocolate ao leite, traduzido para o Brasil, em chocolates com baixo teor de cacau, baixa qualidade e muitos aditivos suspeitos, fidelizando consumidores de doces, com o nome chocolate entrando como fantasia.

A falta de tradição e conhecimento sobre a produção de chocolates, era uma dificuldade que parecia intransponível apontando para um mar de desafios pela frente.

Também nos anos noventa, surge na Califórnia-EUA, um movimento de inovação do chocolate, comandado por chefs de culinária que resolveram reinventar o chocolate com base na seleção de amêndoas de alta qualidade e diminuição ou eliminação do leite na fórmula de seus inventos, este movimento ficou logo conhecido como “been tô bar”, foram fundamentais no desenvolvimento de uma linha de máquinas e equipamentos, de pequeno porte que viabilizaria o surgimento da micro e pequena fábrica de chocolate, coisa impensável pouco tempo antes.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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