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Posts Tagged ‘Chico Buarque’

Vamos trocar o saci-pererê pelo Dia das Bruxas?

A0 PÉ DA GOIABEIRA lopes

bddepd@gmail.com

 

saci (1)Corramos todos à aula de inglês, pois o pensamento de colonizados nos mostra que a língua portuguesa-brasileira está com os dias contados. E se isso era algo subjetivo, agora se torna explícito, após a eleição de um indivíduo de baixo nível cultural e altíssimo grau de subserviência aos Estados Unidos. Por via das dúvidas, é conveniente aprendermos todos a bater continência (military continence?) a todo tipo de pessoa ou coisa que nos lembre aquele país (presidente topetudo, bandeira, assessores de terceiro escalão, copos americanos, lojas americanas etc.), para sermos coniventes com a pantomima que se instalou no governo federal.

É claro que alguns colonizados já se anteciparam à destruição do patrimônio cultural que é a língua portuguesa e falam torcendo a boca, em feitio de gângsters de filmes B: em vez de treinador, dizem coach; gerente agora é manager; orçamento é badget; presidente (de empresa) virou chair man; pessoas importantes não têm cachorro, têm pet; bicicleta dessa gente é chamada de byke, documento é paper, centro é center, loja não mais dá desconto, tem preço off. E nada mais é grátis, agora é free. O (nem sempre) inocente intervalo do cafezinho passou a chamar-se cofee break, enquanto o velho molho de churrasco foi rebatizado como molho barbecue. Essa gente, que tem dinheiro mas não tem juízo, desconhece o que seja saci-pererê, mas comemora uma coisa chamada halloween. Não demora, vão trocar alguma de nossas festas típicas (o São João, por exemplo)  pelo Dia de Ação de Graças (que será dito, com a língua devidamente enrolada, Thanksgiving day). Se algum desses lesos aparecesse em outros tempos em Buerarema e chamasse a Barbearia de Mestre Alcides de Barber Shop seria posto pra fora a ponta-pés, pra aprender a respeitar nossas raízes culturais… Durante o Carnaval, a relação de anglicismos teve um acréscimo, feito pelo Capitão reformado: Golden Shower. “E o que é Golden shower” – perguntaria a ingênua leitora. Não digo. Além de cultivar um grande desamor pela baixaria, este é um blog familiar, que não pretende deixar coradas suas leitoras. Quem insistir em saber o que é Golden shower que consulte a enciclopédia de aberrações sexuais do clã Bolsonaro.

Resistir é preciso (e possível!)

ChicoA Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSC-SP) e a USP tiveram no Vestibular deste começo de ano, realizado, como de hábito, pela Fuvest – questões sobre textos de Karl Marx e Chico Buarque. De acordo com o Estadão, jornal sabidamente comunista, alguns dos temas das perguntas de Português foram patriarcado, ditadura militar e racismo. O texto de Karl Marx foi usado para discutir a figura histórica da mulher no capitalismo. Os candidatos também tiveram que analisar o gênero discursivo da letra da música “Meu Caro Amigo”, de Chico Buarque, que retrata um momento da ditadura militar. Trata-se de uma “carta-canção” ao teatrólogo Augusto Boal (um que, perseguido pela ditadura, vagou, exilado, pela Argentina, Portugal e França, voltando aqui só em 1984, com a redemocratização), em que Chico, a propósito de dar notícias do Brasil, tece um panorama da mesmice em que se encontra o País: “Aqui na terra estão jogando futebol/Num dia chove/Noutro dia bate o sol”- Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta.”

Curiosamente, o mesmo Estadão publicou, há cerca de um mês, entrevista com o professor Vahan Agopyan, reitor da USP, e lhe perguntou sobre a implantação de uma excrescência chamada  “Escola sem partido”, uma das ideias medievais da extrema-direita brasileira que o prefeito João Dória quer transformar em lei. Respondeu o mestre:

 

Na USP, é impossível. Obedecemos às leis, mas coisas que ferem nossa autonomia a USP não precisa seguir. E isso fere. A universidade é um locus de debate. Formamos cidadãos.

 

“Mas, e se houver denúncias de alunos?”  – perguntou o Estadão. Resposta:

 

Denunciar para quem? Não vou criar um mecanismo de controle ideológico na USP…

 

Enquanto houver atitudes corajosas como estas da  Fuvest e do reitor da USP, estará viva a resistência contra o retrocesso que querem impor à população brasileira.

(Bddepd)

(As diatribes do Barão e sua equipe são publicadas às terça e sextas, quer chova, quer faça sol)

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Chico Buarque entrega ao papa informe sobre ‘lawfare’ que ameaça América Latina

2 chicos

Da AFP: O cantor e compositor brasileiro Chico Buarque entregou ao papa Francisco, nesta terça-feira (11), um informe sobre o uso da justiça com fins políticos na América Latina, o “lawfare”, considerado uma ameaça para a democracia na região, informaram fontes da delegação.

Buarque, que estava acompanhado de outros líderes latino-americanos, entre eles a advogada brasileira Carol Proner e o argentino Roberto Carlés, conversou com o papa Francisco durante 45 minutos em sua residência privada, Casa Santa Marta, no Vaticano.

O papa argentino, sensível a esses temas, recebeu o informe sobre o “lawfare”, palavra usada para indicar as chamadas “guerras jurídicas” e a perseguição de líderes políticos e de movimentos sociais de protesto.

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Chico e Gil cantam ´Cálice` e pedem #LulaLivre

Rita Tavarez – Januária (Chico Buarque)

Chico Buarque, 7.3

João e Maria

Manifesto de intelectuais pede a candidatura Lula

volta LulaA partir desta segunda-feira, 6 de março, todo cidadão brasileiro será convidado a colocar seu nome, através de uma plataforma aberta na internet, a um abaixo assinado que solicita a Lula considerar “a possibilidade de, desde já, lançar sua candidatura a Presidência da República como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam.”

“O Brasil precisa de Lula,” diz o documento, lembrando que ele assegurou ” significado substantivo e autêntico à democracia brasileira.  Descobrimos, então, que não há democracia na fome, na ausência de participação política efetiva, sem educação e saúde de qualidade, sem habitação digna, enfim, sem inclusão social.” documento, que deve ser anunciado e debatido em eventos com a presença do próprio Lula marcados que para as próximas semanas, é uma iniciativa de intelectuais e personalidades reconhecidos por seu engajamento na luta pela democracia.

Na fase inicial, o abaixo assinado já recebeu a adesão inicial de cinco centenas de cidadãos engajados na luta pela democracia, intelectuais e lideranças da sociedade civil.” Entre eles, estão Leonardo Boff, o jornalista e escritor Fernando de Morais, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão,  Chico Buarque, o líder do MST, João Pedro Stédile e o jurista Fábio Konder Comparato.

 

CARTA  DAS(OS)  BRASILEIRAS(OS)

Por que Lula?

É o compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a defesa da soberania brasileira e de todos os direitos já conquistados pelo povo desse País, que nos faz, através desse documento, solicitar ao ex-Presidente Luiz Inácio LULA da Silva que considere a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República no próximo ano, como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam.

Foi um trabalhador, filho da pobreza nordestina, que assumiu, alguns anos atrás, a Presidência da República e deu significado substantivo e autêntico à democracia brasileira.  Descobrimos, então, que não há democracia na fome, na ausência de participação política efetiva, sem educação e saúde de qualidade, sem habitação digna, enfim, sem inclusão social. Aprendemos que não é democrática a sociedade que separa seus cidadãos em diferentes categorias.

Por que Lula? Porque ainda é preciso incluir muita gente e reincluir aqueles que foram banidos outra vez; porque é fundamental para o futuro do Brasil assegurar a soberania sobre o pré-sal, suas terras, sua água, suas riquezas; porque o País deve voltar a ter um papel ativo no cenário internacional; porque é importante distribuir com todos os brasileiros aquilo que os brasileiros produzem. O Brasil precisa de Lula!

Veja quem já assinou o manifesto:

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Chico Buarque – João e Maria

Mercedes Sosa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gal Costa – Volver a los 17

Programa Chico & Caetano, série especial da Rede Globo, exibido em 14/03/1987

Chico Buarque – Vai Passar

De Caetano para Chico, 72 anos

“O Brasil é capaz de produzir um Chico Buarque: todas as nossas fantasias de autodesqualificação se anulam.

 cae e chico

Seu talento, seu rigor, sua elegância, sua discrição são tesouro nosso.

Amo-o como amo a cor das águas de Fernando de Noronha, o canto do sotaque gaúcho, os cabelos crespos, a língua portuguesa, as movimentações do mundo em busca de saúde social.

Amo-o como amo o mundo, o nosso mundo real e único, com a complicada verdade das pessoas.

Os arranha-céus de Chicago, os azeites italianos, as formas-cores de Miró, as polifonias pigmeias.

Suas canções impõem exigências prosódicas que comandam mesmo o valor dos erros criativos.

Quem disse que sofremos de incompetência cósmica estava certo: disparava a inevitabilidade da virada.

O samba nos cinejornais de futebol do Canal 100, Antônio Brasileiro, o Bruxo de Juazeiro, Vinicius, Clarice, Oscar, Rosa,

Pelé, Tostão, Cabral, tudo o que representou reviravolta para nossa geração foi captado por Chico e transformado em coloquialismo sem esforço.

Vimos melhor e com mais calma o quanto já tínhamos Noel, Haroldo Barbosa, Caymmi, Wilson Batista, Ary, Sinhô, Herivelto.

A Revolução Cubana, as pontes de Paris, o cosmopolitismo de Berlim, o requinte e a brutalidade de diversas zonas do continente africano, as consequências de Mao. Chico está em tudo.

Tudo está na dicção límpida de Chico.

Quando o mundo se apaixonar totalmente pelo que ele faz, terá finalmente visto o Brasil.

Sem o amor que eu e alguns alardeamos à nossa raiz lusitana, ele faz muito mais por ela (e pelo que a ela se agrega) do que todos nós juntos.”

?#?CaetanoVeloso ?#?Caetano ?#?FelizAniversário

Cinema e Audiovisual pela Democracia

golpe não 4

Nós, cineastas, roteiristas, atores, produtores, distribuidores e técnicos do audiovisual brasileiro, nos manifestamos para defender a democracia ameaçada pela tentativa de impeachment da Presidente Dilma Rousseff.

Entendemos que nossa jovem democracia, duramente reconquistada após a ditadura militar, é o maior patrimônio de nossa sociedade. Sem ela, não teríamos obtido os avanços sociais, econômicos e culturais das últimas décadas. Sem ela, não haveria liberdade para expressarmos nossas distintas convicções, pensamentos e ideologias. Sem ela, não poderíamos denunciar o muito que falta para o país ser uma nação socialmente mais justa. Por isso, nos colocamos em alerta diante do grave momento que ora atravessamos, pois só a democracia plena garante a liberdade sem a qual nenhum povo pode se desenvolver e construir um mundo melhor.

Como nutrimos diferentes preferências políticas ou partidárias, o que nos une aqui é a defesa da democracia e da legalidade, que deve ser igual para todos. Somos frontalmente contra qualquer forma de corrupção e aplaudimos o esforço para eliminar práticas corruptas em todos os níveis das relações profissionais, empresariais e pessoais. Nesse sentido, denunciamos aqui o risco iminente da interrupção da ordem democrática pela imposição de um impeachment sem base jurídica e provas concretas, levado a cabo por um Congresso contaminado por políticos comprovadamente corruptos ou sob forte suspeição, a começar pelo presidente da casa, o deputado federal Eduardo Cunha.

Manifestamos a nossa indignação diante das arbitrariedades promovidas por setores da Justiça, dos quais espera-se equilíbrio e apartidarismo. Da mesma forma, expressamos indignação diante de meios de comunicação que fomentam o açodamento ideológico e criminalizam a política. Estas atitudes colocam em xeque a convivência, o respeito à diferença e a paz social.

Repudiamos a deturpação das funções do Ministério Público, com a violação sistemática de garantias individuais, prisões preventivas, conduções coercitivas, delações premiadas forçadas, grampos e vazamentos de conversas íntimas, reconhecidas como ilegais por membros do próprio STF. Repudiamos a contaminação da justiça pela política, quando esta desequilibra sua balança a favor de partidos ou interesses de classes ou grupos sociais.

Nos posicionamos firmemente a favor do estado de direito e do respeito à Constituição Brasileira de 1988. Somos contrários à irracionalidade, ao ódio de classe e à intolerância.

Como construtores de narrativas, estamos atentos à manipulação de notícias e irresponsável divulgação de escutas ilegais pelos concessionários das redes de comunicação.

Televisões, revistas e jornais, formadores de opinião, criaram uma obra distorcida, colaborando para aumentar a crise que o país atravessa, insuflando a sociedade e alimentando a ideia do impeachment com o objetivo de devolver o poder a seus aliados. Tal agenda envolve desqualificar as empresas nacionais estratégicas, entre as quais se insere a emergente indústria do audiovisual.

Por todos esses motivos, nos sentimos no dever de denunciar essa enganosa narrativa e de alertar nossos pares do audiovisual em outros países sobre este assombroso momento que vivemos.

Usaremos todos os instrumentos legais à nossa disposição para impedir um retrocesso democrático.

Assinam:
Luiz Carlos Barreto – Produtor (RJ)
Rui Guerra – Cineasta (RJ)
Orlando Senna – Cineasta (RJ)
Wagner Moura – Ator (BA)
Sara Silveira – Produtora (SP)
Anna Muylaert – Cineasta (SP)
Kleber Mendonça Filho – Cineasta (PE)
Karim Ainouz – Cineasta (CE/SP)
Jorge Furtado – Cineasta (RS)
Sergio Machado – Cineasta (BA/SP)
Rosemberg Cariry – Cineasta (CE)
Tata Amaral – Cineasta (SP)
Walter Carvalho – Cineasta e fotógrafo (RJ)
Gregório Duvivier – Ator e cronista (RJ)
Maurice Capovilla – Cineasta (SP)
Laís Bodansky – Cineasta (SP)
Marcelo Gomes – Cineasta (PE)
Alê Abreu – Cineasta (SP)
José Roberto Torero – Roteirista e escritor (SP)
Toni Venturi – Cineasta (SP)
Lucia Murat – Cineasta (RJ)
Gabriel Mascaro – Cineasta (PE)
Daniel Ribeiro – Cineasta (SP)
Roberto Gervitz – Cineasta (SP)
Murilo Salles – Cineasta (RJ)
Fabiano Gullane – Produtor (SP)
Marina Person – Cineasta (SP)
Lírio Ferreira – Cineasta (PE)
Tizuka Yamasaki – Cineasta (RJ)
José Joffly – Cineasta (RJ)
Leticia Sabatella – Atriz (SP)
Jorge Duran – Cineasta e Roteirista (RJ)
Silvia Buarque – Atriz (RJ)
Hermano Penna – Cineasta (SP)
Wolney Oliveira – Cineasta e curador – (CE)
Eryck Rocha – Cineasta (RJ)
Hilton Lacerda – Roteirista e Cineasta (PE/SP)
Paulo Caldas – Cineasta (PE)
Luiz Bolognesi – Cineasta e Roteirista (SP)
Marco Dutra – Cineasta (SP)
Vania Catani – Produtora (RJ)
Vicente Ferraz – Cineasta (RJ)
André Klotzel – Cineasta (SP)
Petra Costa- Cineasta (sp)
Chico Diaz – Cineasta e ator (RJ)
Ricardo Calil – Cineasta (SP)
Rubens Rewald – Cineasta (SP)
Tereza Trautman – Cineasta e produtora (RJ)
Gustavo Rosa de Moura – Cineasta (SP)
Manfredo Caldas – Cineasta (DF)
Julia Resende – Cineasta (RJ)
Fernando Coimbra – Cineasta (SP)
Silvio Tendler – Cineasta (RJ)
Giba Assis Brasil – Cineasta (RS)
Antonio Pitanga – Ator e Cineasta (RJ)
Helena Ignez – Cineasta (SP)
Anita Rocha da Silveira – Cineasta e Roteirista (RJ)
Aly Muritiba – Cineasta (PR)
Felipe Bragança – diretor (RJ)
Ricardo Elias – Cineasta (SP)
Gustavo Spolidoro – Cineasta (RJ)
Petrus Cariry – Cineasta (CE)
Paula Maria Gaitán – Cineasta (RJ)
Dandara Ferreira – Cineasta (SP)
Fernando Fraiha – Cineasta e Produtor (SP)
Reinaldo Pinheiro – Cineasta e produtor (SP)
Fernando Alves Pinto – Ator (SP)
Silvio Da-Rin – Cineasta (RJ)
Monique Gardenberg – Cineasta (SP)
Isabela Cribari – Produtora (PE)
Dira Paes – Atriz (RJ)
Mariana Lima – Atriz (RJ)
Jesuíta Barbosa – Ator (PE)
Maeve Jinkings – Atriz (PE)
Johnny Massaro – Ator (RJ)
Jordana Berg – montadora
Alfredo Manevy – Gestor cultural (SP)
Beto Rodrigues – Cineasta (RS)
Clélia Bessa – produtora
Vinicius Reis – Cineasta (RJ)
Paulo Betti – Ator e cineasta (RJ)
Diana Almeida – Produtora (SP)
Hálder Gomes – Cineasta e produtor (CE)
Theresa Gessouroun – Cineasta e produtora (RJ)
Tito Ameijeiras – Cineasta (CE)
Henrique Dantas – Cineasta (BA)
Maria do Rosário Caetano – Crítica e jornalista (SP)
Luís Zanin – Crítico e jornalista (SP)
Edna Fuji – Produtora (SP)
Eduardo Valente – Cineasta e gestor (RJ)
Celso Sabadin – Critico (SP)
Neusa Barbosa, Critica (SP)
Marcelo Miranda, Critico (MG)
Sara Antunes – Atriz (SP)
Frederico Cardoso – Cineasta e Presidente do CBC – (RJ)
Daniela Capellato – Produtora (SP)
Angelo Defanti – Cineasta (RJ)
Cesar Charlone – Fotógrafo (SP)
Edgard Navarro – Cineasta (BA)
Maria Farkas – Assistente direção (SP)
André Montenegro – Produtor (SP)
Geraldo Moraes – Cineasta (BA)
José Araripe Jr. – Cineasta e gestor (BA)
Solange Souza Lima – Produtora (BA)
Jorge Alfredo – Cineasta (BA)
Marcos Pedroso – Diretor de arte (SP)
Afonso Gallindo – Produtor (PA)
Virginia Cavendish – Atriz e produtora (RJ)
João Vieira Jr. – Produtor (PE)
Eric Laurence – Cineasta (PE)
Emile Lesclaux – Produtora (PE)
Margarita Hernandez Pascual – Cineasta (CE)
Lia Bahia – Gestora, pesquisadora e professora (RJ)
Antonia Pellegrino – Roteirista (RJ)
Julia Levy – Produtora e pesquisadora (RJ)
Emilio Domingos – Cineasta (RJ)
Diogo Dahl – Produtor (RJ)
Joana Nin – Cineasta (RJ)
Ruy Gardnier – Crítico (RJ)
Felipe Rodrigues – cineasta (RJ)
Carlos Azambuja – Fotógrafo e professor (RJ)
Flavio Botelho – Cineasta (SP)
Doug de Paula – Produtor (CE)
Caren Abreu – Cineasta (MG)
Marco Aurélio Ribeiro – Cineasta (MG)
Carla Francine – Produtora (PE)
Ilda Santiago – Produtora Cultural e Curadora (RJ)
Leyda Napoles – Editora (SP)
Daniella Elery – Cineasta e antropóloga (RJ)
Bárbara Cariry – Cineasta e produtora (CE)
Firmino Holanda – Cineasta e historiador – (CE)
Andrea Cals – Jornalista, Curadora (RJ)
Walter Lima – Cineasta (BA)
Antonio Olavo – Cineasta (BA)
Pedro Semanovsky – Cineasta (BA)
Amaury Cândido Bezerrra – Produtor (CE)
Tiago Therrin – Cineasta e montador (CE)
Cibele Amaral – Cineasta (DF)
Fabio Audi – Ator (SP)
Angelo Paes Leme – Ator (RJ)
Caco Monteiro – Ator (BA)
João Atala – Fotógrafo (RJ)
Heitor Martinez – Ator (SP)
Maria Rezende – Montadora (SP)
Rodrigo Gueron – Cineasta (SP)
Cristian Chinen – Montador (SP)
Moara Passoni – Cineasta(SP)
Mariana Oliva – Cineasta (SP)
Martha Kiss Perrone – Cineasta (SP)
Silvio Guindane – Ator (RJ)
Claudio Yosida – Roteirista (RJ)
Kaue Zilli – Diretor Fotografia (SP)
Humberto Carrão – Ator (RJ)
Marina Santos – Pesquisadora (SP)
Uira dos Reis – diretor (CE)
Marina Meliande – diretora (RJ)
Conceição Senna – atriz e documentarista
Marcelle Darrieux – Produtora e gestora
Waldyr Xavier – montador de som (RJ)
Flavia Castro – diretora (RJ)
Juilane Peixoto – diretora de fotografia (CE)
Mariana Lima – atriz (RJ)
Ivi Roberg – cineasta (SP)
Cris Aziz – diretor (MG)
Marcio Pons – diretor (MA)
Quito Ribeiro – Montador (RJ)
Bernard Atal – Cineasta (BA)
Tatiana Vilella
Tereza Seiblitz
Gabriela Amaral Almeida
Ana Cecilia Costa
Daniel Azevedo Greco
Rodrigo Magoo
Rita Careli
Anderson Quack
Leticia Simões
Flavio Rocha
Lula Oliveira
Diego Hoefel
Ana Cecilia Costa
Sofia Frederico
Sofia Midian
Pedro Perazo
Eva Pereira
Flavio Rocha
Jeronimo Soffer
Rodrigo Magoo
Paula Mercedes
Ducca Rios
Breno Cesar
Luciana Caruso
Breno Baptista
Ticiana Augusto Lima
Priscila Avilla
Anderson Quaq
Julia Cartier Bresson
Marcia Farias
Yasmin Rocha
Neco Tabosa
Keren HakermanR

Para assinar o manifesto e ver a lista atualizada: https://docs.google.com/forms/d/1BRgNhEKoGeGRBY7QmhG9YdOMNUdG_NIZAV0epW5_Q88/viewform

Artistas e intelectuais assinam manifesto contra o golpe

artistas lula

O manifesto intitulado “Carta ao Brasil” defende a democracia, a legalidade, e rechaça a tentativa de golpe impulsionada pela oposição, contra o governo da presidenta Dilma Rousseff. O documento já recebeu apoio de mais de 760 artistas e intelectuais brasileiros.

Entre os signatários estão o escritor Fernando Morais, o músico e escritor Chico Buarque, o ator e comediante Gregório Duvivier, a atriz e cantora Letícia Sabatella, a atriz Camila Pitanga, o intelectual Leonardo Boff, a atriz Betty Faria, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, e outros.

Leia o manifesto na íntegra:

“Carta ao Brasil

Artistas, intelectuais, pessoas ligadas à cultura que vivemos direta e indiretamente sob um regime de ditadura militar; que sofremos censura, restrições e variadas formas de opressão; que dedicamos nossos esforços de forma obstinada, junto a outros setores da sociedade, para reestabelecer o Estado de Direito, não aceitaremos qualquer retrocesso nas conquistas históricas que obtivemos.

Independente de opiniões políticas, filiação ou preferências, a democracia representativa não admite retrocessos. A institucionalidade e a observância do preceito de que o Presidente da República somente poderá ser destituído do seu cargo mediante o cometimento de crime de responsabilidade é condição para a manutenção desse processo democrático.

Consideramos inadmissível que o país perca as conquistas resultantes da luta de muitos que aí estão, ou já se foram. E não admitiremos, nem aceitaremos passivamente qualquer prática que não respeite integralmente este preceito.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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