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Quem vai dormir com a Orelhuda?

Daniel Thame

 

daniel thame FlicaA mais importante competição de clubes do planeta, a Champions League, chega à reta final com quatro times na briga pela desejada ´Orelhuda`.

Real Madrid, Atlético de Madrid, Juventus e Mônaco vão lutar pelo título.

Dois times da Espanha, um da Itália, um da França. Nenhum da Inglaterra ou da Alemanha, que ficaram pelo meio do caminho.

As quartas de final que definiram os quatro semifinalistas deixaram gigantes pelo meio do caminho e trouxeram surpresas na batalha da semifinal.

O Barcelona, por exemplo, parecia redivivo depois daqueles heroicos 6×1 sobre o PSG (heroísmo que incluiu um juiz gatuno, é bom que se diga). Só parecia. Diante de uma Juventus excepcionalmente bem na defesa e com um candidato a cracaço de bola, o argentino Dybala, o Barça de Messi, Suarez e  Neymar naufragou com um 0x3 em Turim e um melancólico 0x0 em Barcelona, num jogo onde apenas Neymar parecia querer alguma coisa com a bola, já que o M e o S do trio MSN estavam com a cabeça e os pés na lua. A Juve está vivíssima!

O Real Madri, de Cristiano Ronaldo (cada vez mais letal), Bale, Sérgio Ramos,  Casemiro e Cia passou pelo poderoso Bayern de Munique em dois jogos eletrizantes, decidido na prorrogação, um dos gols de Cristiano Ronaldo num impedimento que até cego marcaria, não tivessem os juízes uma compulsão freudiana em ajudar os espanhóis. O Bayern, de novo, ficou pelo meio do caminho e o Real já nem sabe onde pode colocar outra taça, tantas que já conquistou.

orelhudaSurpresa, mas nem tanto, foi o Mônaco ter eliminado o tradicional Borussia Dortmund, com vitórias na Alemanha e na França. O time francês tem um ataque poderoso, com o renascido Falcao Garcia e outro candidato a cracaço, Mbappé. A dupla vem triturando defesas e embora seja o menos tradicional dos quatro semifinalistas, o Mônaco, que também está a caminho do título francês, não pode ser descartado na briga pelo título.

Na disputa menos badalada, o Atlético de Madrid acabou com o conto de fadas do Leicester inglês. 1×0 na Espanha e 1×1 na Inglaterra, na menos empolgante das disputas. Comandado por Diego Simeone, o Atlético é o mais argentino dos times europeus. Fechado na defesa, mortal dos contra ataques, jogando sempre por uma bola. Não é por acaso que vem sempre chegando perto do título. Resta saber se finalmente chegará à praia…

Favorito?

Nenhum. Por ora, a Orelhuda namora os quatro embora só vá se casar com um.

Quem será o felizardo?

-0-0-0-

E pênalti- Corinthians e São Paulo, eliminados da Copa do Brasil, fazem a melancólica semifinal do Paulistinha. O popular abraço e enforcado, onde o prêmio de consolação vale tanto quanto uma nota de três reais.

 

É gol- A queda do Barça foi um baque no sonho de Neymar em ser escolhido o melhor do mundo pela FIFA. E é com correr, porque Dybala e Mbappé esão chegando. E Messi, definitivamente, está saindo.

Não foi épico, foi roubo (ou: o ratón alemão meteu a mão no queijo francês)

Daniel Thame

daniel thame Flica“Épico”. “Heróico”. “Inesquecível”. “Histórico”. “Milagre”.

O mundo despeja adjetivos para descrever a vitória do Barcelona sobre o Paris Saint Germain por 6×1 na Champions League, depois de levar um sonoro 4×0 no jogo de ida em Paris.

Mas, o fato é o juiz alemão Deniz Aytekin roubou do Paris Saint-Germain a chance de se classificar para as quartas de final da Liga dos Campeões. Simples assim.

Feito um ratón, meteu gulosamente a mão no queijo francês. De lambuja, levou o vinho também.

Com 1 a 0 para o Barça, não um deu pênalti de Mascherano, que saltou para bloquear um cruzamento de braços abertos. E depois, mais outro pênalti não marcado para o PSG, do mesmo Mascherano em  Di María.

Já com  2 a 0 para o Barça , o árbitro Aytekin inventou um pênalti absurdo cavado por Neymar no início do segundo tempo: 3×0. O Barcelona estava vivo e o PSG, que entrou em campo  para cumprir a obrigação, como se aqueles 90 minutos fossem apenas protocolares, enfim acordou.

queijo ratoCavani fez 1×3 e calou o Camp Nou lotado. Caixão fechado, prego batido. Precisando de mais três gols, os espanhóis a lutavam pela honra, porque a vaga, essa já era. Os franceses passaram a tocar a bola e esperar o tempo passar.

E o tempo passou até os 43 minutos do segundo tempo. Tudo dentro do script.

Mas ai o juiz (e justiça seja feita, Neymar também, numa noite em que lembrou o Neymar do Santos e da Seleção, tornando Messi um quase coadjuvante) decidem que a história não acabou.

Aytekin inventa mais um pênalti, desta vez de Marquinhos em Luiz Suarez. Neymar, que já havia feito o quarto, um golaço de falta, bate faz o quinto.

O imponderável invade o gramado blugrená.

Faltava mais um gol e `sua excelência` deixa o jogo correr até aos 50 minutos, quando veio o tento redentor de Sergi Roberto, na bacia das almas. 6×1, o placar necessário.

O inacreditável assombra o mundo da bola.

Nunca e em tempo algum na história da Champions, um time havia conseguido reverter um 0x4. O Barça de Messi e Neymar, que contra o PSG foi o Barça de Neymar e Messi (e de Deniz Aytekin) conseguiu.

Daí a tempestade de adjetivos em todos os idiomas possíveis.

Em meio a quase unaminidade de louvores ao time catalão, que efetivamente é uma lenda do futebol mundial  e que no início do século, sob o comando de Guardiola, elevou o jogo à condição de arte como poucos times o fizeram, poucas vozes se levantaram para registrar o que efetivamente ocorreu em meio ao caldeirão de emoções que transbordou do Camp Nou e se espalhou pelo planeta: o PSG foi garfado, teve sua vaga surripiada por erros (?) de arbitragem.

O milagre, o heroísmo, o épico e a glória tiveram uma mãozinha demasiadamente humana para dar um empurrão rumo à História.

 

Todos vivos. Dois muito vivos, um na enfermaria e dois na UTI

Daniel Thame

dthame Reta final da primeira fase da Copa Libertadores e a vida não está fácil para os cinco brasileiros que disputam a competição.

Se em anos anteriores superar a primeira fase era um passeio, esse ano é quase certo que alguns sairão precocemente da disputa.

Até agora, os cinco estão matematicamente vivos, mas apenas dois respiram sem sobressaltos.

Corinthians e Atlético Mineiro devem se classificar tranquilamente, mesmo sem apresentar um futebol que os credencie ao título.

O time paulista enfrenta o fraquíssimo Cobresal em casa e se classifica com um empate. Remontado por Tite após o ataque chinês que levou seus principais jogadores, o alvinegro vem jogando para o gasto, com um esquema tático bem definido,  no velho 1×0, 1×1 e basta.

Os mineiros também jogam   por um empate contra o igualmente fraquíssimo Melgar em Belo Horizonte e devem golear. O Galo, treinado por Diego Aguirre, tem apresentado o melhor futebol entre os brasileiros na Libertadores, o que não é muita coisa mas já é alguma coisa.
O Grêmio não está em situação confortável, mas não está no desespero. Num grupo equilibrado, onde apenas o Toluca do México se sobressaiu, os gaúchos disputam a  segunda vaga com San Lorenzo e LDU. Quatro pontos em dois jogos e a classificação estará garantida. Nada que um time copeiro não consiga.

filme Já o São Paulo e o Palmeiras respiram por aparelhos. Certo que o São Paulo depende só dele, mas precisa vencer o fortíssimo River Plate no Morumbi e depois superar o The Strongest na desumana altitude de La Paz. Está com jeito de missão impossível para um time que até agora vive dos lampejos de Ganso e dos gols de Calleri.

O Palmeiras depende de uma combinação tão absurda de resultados que a classificação ganha ares de milagres. Precisa ganhar do genérico River Plate do Uruguai, em casa, e ainda torcer para que Nacional do Uruguai e Rosário Central da Argentina não façam um jogo de compadres em que o empate classifica os dois.

Resumo da opera bufa: Timão, Galo e Grêmio sobrevivem. São Paulo e Palmeiras já podem encomendar o velório.

-o-o-o-

É gol- Você ouviu falar em Bruno Henrique? Pois esse brasileiro que caiu com o Goiás para a Série B do Brasileiro, detonou o Real Madrid na vitória de 2×0 do Wolfsburg da Alemanha, pela Champions League. Fascinante esse esporte chamado futebol em que davis podem eventualmente derrotar golias.

 

É pênalti- Quando é que a polícia e a justiça vão tratar uma parte das torcidas organizadas como elas efetivamente são: bandidos organizados? A morte de um cidadão que estava no lugar errado e na hora exata durante uma briga de gangs do Palmeiras e Corinthians deveria por um ponto final nesse barbárie.

Deveria, mas não vai.

Após exibir final da Champions League, Globo suspende exibição do Brasileirão por vergonha

champions

(do Blog Sensacionalista) Nomes como Lionel Messi, Carlito Tevez, Andrea Pirlo, Luis Suarez, Neymar e Iniesta. Partidas cheias de emoção, arbitragem acima de suspeita, lances geniais, muitos gols. Após exibir algumas partidas das finais da Champions League neste ano, a Globo decidiu suspender a exibição do campeonato brasileiro até encontrar um produto melhor para colocar no lugar. A razão foi a vergonha de voltar a exibir os jogos nacionais.

“Imagina com que cara eu vou mostrar Corinthians e Joinville, Flamengo e Chapecoense depois de mostrar aquele contra-ataque do Barcelona nos acréscimos e o gol do Neymar”, perguntou um chefe de programação que resolveu não se identificar. “Podemos até mostrar, mas desde que com outro nome. Depois que a gente mostrou a Champions como ‘futebol’, temos que chamar o que é jogado no Brasil de outra coisa, ‘boliche’, ‘peteca’, ‘frescobol’, menos ‘futebol’”.

UMA AULA DE FUTEBOL, COM O MESTRE DOS MESTRES

Barcelona 7×1 Bayer Leverkusen, 5 gols de Lionel Messi. O futebol agradece

SHOW DE HORROR NA CHAMPIONS LEAGUE

Tudo bem que o Barcelona é um time de outro planeta e que o futebol europeu está num nível superior ao brasileiro, mas vamos parar com esse endeusamento generalizado.

Nesta tarde/noite com cara de feriado, este blogueiro zapeou entre dois jogos da Champions League, o mais importante torneio europeu: Olimpique de Marselha 1×0 Internazionale de Milão e Basel da Suiça 1×0 Bayern de Munique.

Dois verdadeiros shows de horrores, com a pobre da bola tomando uma surra.

Algo assim  como, digamos Itabuna x Juazeiro ou Colo Colo x Guanambi.

O bezerro é de ouro, mas tem cada pesão de barro…

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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