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Marco Lessa, o Hiperativo do Cacau

Marco Lessa

Por Cléber Isaac Ferraz

 

cleberJá a algum tempo sem publicar continuo escrevendo minhas crônicas e o livro está pronto; era pra ser lançado em 2020 nos meus 50 anos (pandemia adiou, porque se não for com aglomeração e furdunço não tem minha cara).

São 50 crônicas que contam meio século de minha história; que carrega em si peculiaridades óbvias já explicitadas no título – são em essência “causos” cujo sujeito é hiperativo (o que gera alta produtividade de eventos) e baiano, o que gera cenários lindos e contexto cultural peculiar; além claro personagens de novela.

A crônica 51; é a mais importante porque leva nome de cachaça ; foca-se no único ser humano mais baiano e mais hiperativo que eu; que mereceria não uma crônica mas um livro inteiro.

Nasceu em junho de 70, ano e mês que Pelé era tricampeão mundial com o mais belo futebol arte da história, ou seja já nasceu com o Brasil vitorioso e em festa.

Marco Lessa não é da Bahia mas “das Bahias “ (são cinco*) e como sabemos que baiano não nasce, estreia, seu primeiro palco foi a “Bahia do Sertão”.

Região catingueira, árida na geografia e verdejante nas pessoas; região que gerou João Gilberto; Glauber Rocha; Ivete Sangalo; Targino Gondim, Elomar e Xangai.

Infância e adolescência padrão; saudável filho de bancário jogando bola e estudando “na marra” mas passando de ano.

Com 20 e poucos anos, se muda para a “Bahia do Cacau”, por uma sincronicidade do cosmos, exatamente quando a rede globo estava produzindo a magnífica novela “Renascer” que tem como pano de fundo a cultura do cacau, com grande elenco (Antônio Fagundes; Marcos Palmeira, Adriana Esteves entre outros ícones) e ele passa a trabalhar na produção com diversas funções operacionais; entre elas de escalar figurantes.

Mal sabia a Globo; que ela estava dando o primeiro palco para uma estrela; o menino baiano Marco.

Participar de uma grande produção global e entrar no universo explicitamente “jorge amadiano” da novela; desbloqueou a criatividade e mostrou para um menino catingueiro o poder da arte em sua manifestação mais impactante naquele momento; uma novela da globo nos anos 90 tinha o poder de um Mark Zuckerberg hoje.

Imagine pegar um menino que passou infância e adolescência em Guanambi** e dar lhe essa vivência, de participar ainda que em função secundária, de uma produção com a força e poder da rede Globo ?

Claro que endoidou a criatura; azar o dele; sorte da região; que na época vivia seu momento mais depressivo por causa da vassoura de bruxa que matou muitos pés de cacau e a criatividade de muitos jovens que aos 20 começavam sua vida profissional ao meio de uma situação triste em seu entorno.

Acredito que muitos “Marco Lessas” tiveram carreiras medíocres apesar de talentosos; por não terem força para superar esse momento.

Mas para nossa sorte, Marco Lessa com 23 anos tinha endoidado e doido tem mais força que gente normal; entrou em delírio; não com droga nem 51, mas com a visão prática que ARTE se materializa com planejamento e CAPITAL.

E CAPITAL por sua vez sua vez, pode vir da ARTE – formando um circulo virtuoso.

Delirava ao entender que o cotidiano da Bahia retratado com técnica e talento encanta plateias do Brasil e do mundo; pois a novela chegou a bater 85% de audiência e foi exportada para 20 países.

Ele participou disso; não é que ele leu sobre isso; ele estava lá.

O coitado se lascou; aos 20 e poucos anos ao ver isso tudo; não se recuperou mais nunca, e o infeliz não foi para as drogas; foi pior…virou publicitário e produtor de eventos.

Ser publicitário/produtor tem muitas semelhanças com ser drogado; gera picos de ansiedade; enxerga o que ninguém está vendo, fica imaginando coisas, e vive correndo atrás de dinheiro para suprir ,seu ciclo vicioso; e como os drogados tem amigos artistas e anda com todo tipo de gente, péssimas companhias como eu.

Entre 1993 (ano da novela) e 2009 o menino perdido já tinha feito os mais icônicos shows e eventos da região cacaueira ( Legião; Paralamas; Elba, Alceu, Djavan etc) atendia as maiores empresas aqui instaladas ( shopping center Shopping Jequitibá ; indústrias de computador).

Na vida pessoal já e era casado com Luana que além de bonita ; gente boa; empreendedora; boa mãe ; era filha do então dono do Vesuvio o que da ainda mais charme a relação, o cara literalmente conquistou “corações e mentes” da região, só para citar a banda Titans – que ele também trouxe para Ilhéus claro.

Mas aí em 2009, com quase 40 ; ele já podia se aquietar para curtir uma de suas melhores criações – João Lessa seu filhote nascido em 2006.

Maduro e tranquilo podia curtir com mais quietude as próximas décadas, até se aposentar com a serenidade exemplar de seu pai; que fez carreira no Banco do Nordeste, e apenas gerenciar a consagrada agência M21, disparado a que mais ganhara prêmios no interior da Bahia até então.

Só que não – SQN como dizem os millenials.

A doença ? da hiperatividade não deixa ; azar dele sorte nossa.

Com quase 40 a alma de Marco Lessa , catingueiro da beira do mar, inventa o Festival Internacional do Chocolate da Bahia porque sua missão não estava cumprida.

A região cacaueira que tanto lhe dera; tinha que ser retribuída com um evento que ajudasse a sua economia a sair da atividade primária da Agricultura, e gerar mais riqueza .

Para explicar em números : 1 kg de cacau vale 10 reais , um kilo de chocolate fino vale 300 reais, chegando a 1000 reais, em 2009 o sul da Bahia não tinha nenhuma fábrica de chocolate fino; apesar de plantar cacau desde 1850.

O Festival Internacional do Chocolate da Bahia e o povo bom dessa terra mudaram essa história; menos de 10 anos depois já eram mais de 70 marcas, e Lessa foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes do agronegócio pela imprensa nacional, mas essa parte fica para o capítulo 52; até lá !

* São pelo menos 5 Bahias : Bahia do Cacau, Bahia do Recôncavo; Bahia sertaneja; Bahia soteropolitana e Bahia do extremo sul (território que já foi até questionado e disputado pelo Espírito Santo e Minas )

** Guanambi no sudoeste da Bahia apesar de ser rica pelo agronegócio; tem vivência e ritmo típicos dos polos rurais sem fervilhar cultural e artístico, em especial nos anos 70/80 quando Lessa viveu

 

—-

 

Cléber Isaac Ferraz  é empresário/visionário e grapiuna ancorado nas terras mágicas de Itacaré entre o mar, a mata atlântica e, claro, o cacau

 

Cacau-Vaga para Estágio

estagio

Irmão Sol, Irmã Lua

Daniel Thame

 

dt chapeuEle era trabalhador rural numa fazenda em Canavieiras, cidade que era o limite de seu mundo e para onde ia, todos os finais de semana, fazer a feira, composta de arroz, feijão, farinha, óleo, açúcar, sal e, de vez em quando, jabá, fato e chupa-molho.

Além, é claro, da garrafa de cachaça.

Ela era mulher de um trabalhador rural em Ipiaú, cidade que era o limite de seu mundo e para onde ia, todos os finais de semana, orar no culto na igreja evangélica que lhe oferecia o céu como compensação para a vida dura na terra.

 

Orava pela saúde do marido, cujo trabalho garantia o sustento da família, e por um futuro melhor para os três filhos.

Se essa fosse a vontade de Deus…

Quando vieram os sinais de que a crise provocada pela vassoura-de-bruxa era pior do que se imaginava, ele foi despedido da fazenda e mudou-se para Camacan, onde conseguiu um emprego de gari na prefeitura.

Como a bruxa não tinha limites e se alastrava por toda a região, o marido dela também perdeu o emprego. Tão logo chegaram a Ubaitaba, para onde se mudaram, ela conseguiu um emprego de doméstica. Meses depois, o marido a abandonou e sumiu no mundo, deixando-a sozinha com três crianças para cuidar.

Quando a prefeitura de Camacan, abalada pela decadência da cidade e com a arrecadação despencando, teve que demitir funcionários, os apadrinhados foram mantidos, ele, pobre gari, perdeu o emprego.

Foi tentar a vida em Itabuna, onde passou a viver de pequenos bicos e morar num barraco no Maria Pinheiro, bairro paupérrimo nas fraldas da periferia da cidade.

Em Ubaitaba, a patroa, empobrecida pela crise, não teve como manter a empregada. Penalizada, ainda deu o dinheiro para a viagem até Itabuna, o máximo aonde aquela pobre mulher poderia ir.

No mesmo bairro Maria Pinheiro, montou um barraco, misto de papelão e restos de madeira, e passou a trabalhar como lavadeira, ganhando o pão com o suor do seu rosto banhando as águas do Rio Cachoeira.

Os dois se cruzaram quando ele voltava do centro da cidade, onde acabara de ganhar 15 reais para limpar um terreno, e ela levava na cabeça uma imensa trouxa de roupas.

Ele se ofereceu para ajudar, ela aceitou.

No barraco, ele aceitou o café ralo que ela ofereceu.

Sorriram, escancarando os poucos dentes daquelas bocas que, na sequência, trocaram o primeiro beijo.

Dias depois, estavam morando juntos, dividindo a mesma cama sob um teto cheio de buracos em que, nas lindas noites de verão, podiam contemplar estrelas, distraídos.

A bruxa, que tantas vidas havia tragado, tantas tragédias pessoais e coletivas havia causado, abençoou aquele encontro mais do que improvável.

Virou, ainda que por linhas tortas, uma fada.

E eles, que nunca tiveram nada, juntaram o pouco que agora tinham e foram felizes para sempre!

——
Conto extraído  do livro  “Vassoura”- a história que Jorge Amado não viveu pra contar- Editora Via Litterarum

AMURC participa de encontro com Câmara de Comércio Árabe—Brasileira para alavancar negócios com cacau e chocolate

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Na manhã deste domingo, 13, estiveram reunidos representantes da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, representada por  Ahmed Bin Sulayem, Samer Merhi, Executivos da DMCC (Dulbai Multi Commodities Centre) e. Rafel Solimeo – Diretor da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, representando os municípios do Sul da Bahia o prefeito de Itajuípe e Presidente da AMURC Marcone Amaral e o prefeito de Ilhéus Mário Alexandre, Soane Galvão Secretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação do Município de Ilhéus e Dr. Vinicius Briglia Pinto – Assessor Especial da referida Secretaria, Cristiano Villela Diretor Executivo do Centro de Inovação do Cacau (CIC) e Luciano Veiga Secretário Executivo da AMURC e do CDS-LS.

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“A gente fica feliz em receber investidores de várias partes do mundo, desta vez, a primeira visita de investidores dos emirados árabes, interessados em expandir negócios e contribuir com o crescimento da nossa cidade de Ilhéus e região. Isso reflete em mais arrecadação e receita, bem como reflete positivamente na nossa economia e de toda a região Sul, gerando emprego e renda para a nossa população”, destacou o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre.
Esta vinda do pessoal do Dubai Multi Commodities Centre – DMCC, tem como objetivo entender sobre o mercado de cacau em nossa região, já que estão montando um centro de excelência em cacau, e pretendem compreender o modelo diferenciado realizado no Brasil, a exemplo do modelo cabruca e de sua sustentabilidade, bem como o SIC atua na linha de mapeamento de qualidade do cacau para que, futuramente, a Bahia e o Brasil seja um dos fornecedores de cacau de alto padrão para este empreendimento internacional”, afirmou Cristiano, do Centro de Inovação do Cacau – CIC

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Monilíase é tema de audiência pública na Câmara dos Deputados

moniNesta segunda-feira (13) será realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília, a audiência pública Controle fitossanitário da monilíase do cacaueiro. Os trabalhos serão transmitidos ao vivo pelo site da casa legislativa, a partir das 14h. A audiência foi solicitada pela deputada federal baiana Lídice da Mata. Prefeitos e secretários dos 83 municípios baianos pertencentes à região cacaueira foram convidados a acompanhar a transmissão da audiência, que também é aberta ao público em geral.

Sempre houve uma atenção à doença monilíase no Brasil, mas esse cuidado aumentou ainda mais após a recente detecção, no mês de julho, de focos em municípios do interior do Acre.

O Brasil é considerado zona livre da doença e agora luta para dizimar plantas e plantações contaminadas, na busca por conservar o status de país sem ocorrência da praga ou, ao menos, minimizar os impactos da chegada do fungo.

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Produção de cacau em comunidade quilombola de Maraú é qualificada

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As áreas de cacau da Associação dos Remanescentes de Quilombolas Produtores Rurais do Barro Vermelho, do Município de Maraú, foram ampliadas e qualificadas. Com isso, a expectativa é que a produção, que hoje chega a uma média de 10 hectares por ano, passe para 100 hectares.

cacau assenta (2)A organização e melhoria do sistema produtivo do cacau na comunidade foi possível graças aos investimentos do  Governo do Estado, por meio do projeto Bahia Produtiva. Estão sendo destinados R$387,6 mil para a melhoria das áreas de cultivo, visando a agregação de valor, por meio do beneficiamento da amêndoa, o aumento da produtividade e o manejo da biodiversidade presente nas áreas, além de educação ambiental para as famílias de agricultores.

No local, foram implementadas técnicas de produção de cacau, como a prática de clonagem para renovação das áreas produtivas e capacitação para produzir cacau de qualidade, por intermédio da assistência técnica e extensão rural (ATER).

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Cacau: Prefeitura de Ilhéus e BB se reúnem para anúncio de R$ 60 mi do plano safra

Reunião Prefeitura de Ilhéus e BBCom o lançamento do Plano Safra 2021/2022, o Banco do Brasil destina um crédito já disponível de 60 milhões de reais para agricultores familiares, produtores, cooperativas rurais e empresas do agronegócio da região cacaueira, que hoje conta com 83 cidades produtoras de cacau, na Bahia. Uma reunião foi intermediada pela secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) da Prefeitura de Ilhéus, na agência do Banco do Brasil do Centro, com representantes da cacauicultura, associações, produtores e cooperativas, onde o Assessor de Agronegócios da Superintendência Estadual do Banco do Brasil (BB), Leonardo Vilela, junto ao gerente da Agência BB de Ilhéus, Vinícius Esteves, apresentou a proposta na tarde desta última quinta-feira, 11.

De acordo com o banco, o acesso ao crédito está disponível e Ilhéus, que possui 92,7% do território de área rural, sai na frente por contar com a agência próxima dos produtores locais. No entanto, é preciso que os interessados busquem logo o acesso ao crédito, uma vez que existe a cadeia produtiva de mais 82 cidades de cacauicultores que podem ser contemplados com o recurso. Para acessar o financiamento, o interessado precisa ser produtor rural com certidões negativas de débitos, contar com consultoria de um agrônomo ou técnico agrícola e estar disposto a realizar um trabalho sério.

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Cores da Terra celebra a arte e a força da identidade do homem junto a natureza

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Selma Calheira transforma cacau em obras de arte

 

Uma colecionadora de experiências. Forjada pela versatilidade do próprio barro que macera diariamente, a arte da qual faz uso para modelar toda espécie de figura, também deu forma à artista plástica Selma Abdon Calheira. Assim ela percebe sua arte  como instrumento de desenvolvimento da criatividade e da intuição, .que abriga beleza na simplicidade. Felicidade disfarçada nos detalhes.

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Honesta nos materiais, suas esculturas de cerâmica são únicas. Feitas à mão, fascinam nos detalhes minuciosos de transformação do barro. Criações orgânicas, que carregam a expressividade dos elementos da natureza e primam pela excelência na qualidade e exatidão das peças. As técnicas dos processos de criação, modelagem e queima se originam de resgates culturais, como as sabedorias indígenas, e evidenciam a valorização da natureza.

veja a reportagem completa em

www.cacauechocolate.com.br

Estudo avança no entendimento da vassoura-de-bruxa, que derrubou produção de cacau no Brasil

vbruxJosé Tadeu Arantes | Agência FAPESP – A doença conhecida como vassoura-de-bruxa foi o motivo da maior crise já ocorrida na cacauicultura brasileira. Causada pelo fungo Moniliophthora perniciosa, essa enfermidade provoca deformação, apodrecimento e morte nas partes afetadas dos cacaueiros, que adquirem a aparência de vassouras velhas – daí o nome que lhe foi dado. Endêmica na região amazônica, a vassoura-de-bruxa propagou-se pelo sul da Bahia em 1989. Como decorrência, o Brasil, que chegou a ser o segundo maior produtor mundial, com safras de mais de 400 mil toneladas de cacau em meados da década de 1980, teve sua produção reduzida para cerca de 100 mil toneladas na década de 2000.

Os impactos foram desastrosos – tanto no âmbito econômico, com a queda de receita e o endividamento dos fazendeiros; quanto na escala social, com o desemprego massivo dos trabalhadores antes ocupados nas fazendas; e na esfera ambiental, pois o cacau, por ser cultivado à sombra de remanescentes da floresta Atlântica, era um importante fator para a preservação desse bioma.

Várias iniciativas foram adotadas desde então. Mas o problema não está resolvido. Plantas sadias coexistem, lado a lado, com plantas doentes. A Bahia perdeu a primazia, sendo superada pelo Pará como principal Estado produtor do país. E o Brasil fechou o ano de 2020 com uma produção total de 250 mil toneladas, ficando em sétimo lugar no ranking mundial.

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João Carlos Oliveira destaca ações da Seagri para o cacau e chocolate

O secretário de Agricultura da Bahia-Seagri, João Carlos Oliveira, concedeu entrevista ao Café Ipolitica onde falou sobre as ações para o cacau e o chocolate. João Carlos também faou sobre as ações para a prevenção da monilíase, uma praga que ameaça a lavoura sulbaiana.

Confira:

Secretaria da Agricultura de Itabuna será parceria nas ações de fortalecimento do cacau e chocolate

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A convite do secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), João Carlos Oliveira, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna (Seagrima), Moacir Smith Lima, participou ontem, dia 8, de reunião na Superintendência Regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna, para apresentação das ações da Seagri referentes à cultura do cacau no sul da Bahia.

joao c (1)O titular da Seagri está buscando parcerias para dinamizar ainda mais a pauta sobre os chocolates finos do sul da Bahia, cuja aceitação pelo mercado consumidor vem crescendo de forma exponencial, além da assistência técnica aos produtores e distribuição de clones resistentes a vassoura-de-bruxa, dentre outras ações para o fortalecimento da cacauicultura.

Esse foi o primeiro contato do secretário João Carlos Oliveira com dirigentes e técnicos da Ceplac depois de assumir a Seagri. Desde o início do segundo mandato do governador Rui Costa, João era o titular da Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Agora, ele deseja aprofundar as discussões, inclusive com a realização de sequência de lives para a iteração dos órgãos parceiros: Ceplac, Seagri e Seagrima.

No encontro de quinta-feira estavam presentes Lucimara Chiari, coordenadora de Pesquisa e Inovação; José Carlos Santana, coordenador regional substituto; José Marques Pereira, Mílton Conceição, Dan Érico Lobão, Karina Gramacho, pesquisadores da Ceplac; Tiago Guedes, assessor Seagri/BA; Rodrigo Haun, diretor de Agricultura, e Cilene Souza, diretora Meio Ambiente da Seagri.

A história das vacinas, um composto contra superbactérias e pesquisas com cacau no Univerciência

univerciencia

No Univerciência deste sábado (29), pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) vão contar a história do surgimento das vacinas. O programa mostra também a descoberta do grupo de pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) de um composto capaz de combater as superbactérias, e a pesquisa das composições alimentícias de chocolate e de gelado comestível, que proporcionou à Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), sua terceira carta patente. No ar pela TVE aos sábados, às 14h30, o programa tem horários alternativos às segundas-feiras, às 20h, e quartas-feiras, às 7h30.

Sabemos hoje que as vacinas são produzidas por microorganismos conservados em laboratório, sendo atenuados ou inativados. Porém, a história da vacina começa com a varíola no século XVIII. A partir da observação de trabalhadores da agropecuária que adoeciam da varíola bovina foi constatado a imunidade da varíola humana. Ao perceberem a proteção, os pesquisadores imunizaram um adolescente com a varíola bovina e conseguiram provar para a população que ele estava imune a variante humana. Esses conhecimentos, experimentos e descobertas, que aconteceram graças às pesquisas científicas, serão contados no programa por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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