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Nelson Leal ressalta importância da cadeia produtiva do cacau para economia baiana

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A importância da lavoura cacaueira da região Sul para a economia baiana e na consolidação da indústria no Estado foi destacada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Nelson Leal (PP), na manhã desta terça-feira (03). Evento aconteceu na Sala das Comissões Luís Cabral, lotada de prefeitos da região, produtores do fruto, parlamentares, representantes de entidades de classe, como a Ceplac e Câmara Setorial, e de sindicatos de trabalhadores rurais.

cacauO chefe do Legislativo estadual foi um dos palestrantes da Audiência Pública “Cacauicultura Baiana – a Cadeia Produtiva do Cacau”, promovida pela Comissão de Agricultura e Políticas Rurais da Alba, presidida pela deputada Jusmari Oliveira (PSD), em parceria com a Federação de Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia.

“O cacau já foi o principal produto de exportação da Bahia. A força da nossa indústria muito se deve à cultura do cacau. É uma alegria imensa para Casa debater tema tão importante para a economia do Estado. Quero me congratular com a Comissão de Agricultura pelo belo trabalho desenvolvido pelos deputados Jusmari Oliveira (presidente) e Sandro Régis (vice). Tenho certeza que a lavoura cacaueira voltará a ter a pujança que já teve, a partir do esforço dos produtores e o uso das novas tecnologias”, apostou, o presidente da Casa.

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Bom para o corpo, bom para o planeta

O cacau e seus divinos frutos: chocolate, chopp, sabonete…

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Os lançamentos de novas marcas e produtos diferenciados são características do Festival Internacional do Chocolate. Em 2019 um dos produtos de maior sucesso e o chocolate Andrei Martinez, que leva o nome de seu chocolatier criador. Feito com chocolate com 53% de cacau, açúcar orgânico e leite de coco.

“Trata se de uma marca vegana, sem produtos de origem animal, que tem como diferencial o sabor mais suave, mantendo o aroma inconfundível do cacau”, afirma Andrei.

Andrei

Andrei  Martinez

O chocolate é produzido com cacau do Pará, com amêndoas especialmente selecionadas por Andrei.

“É simplesmente divino, eu diria indecente de tão delicioso”, brinca a empresária paulista Cláudia Gouveia, que descobriu a novidade durante o festival.

Chopp de nibs de cacau

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Para os apreciadores de uma bebida com personalidade, foi lançado no Espaço Economia Solidaria, no Chocolat Festival, um chopp feito com nibs de cacau, uma Session IPA de sabor marcante.

Produzido pelo microempreendedor Gustavo Bonfim, trata-se de um chopp pilsen, com lúpulo, fermento e o nibs de cacau, que garante uma bebida encorpada e de sabor marcante.

Gustavo

Gustavo Bonfim

“Valorizamos o principal produto da região, criando um chopp diferenciado, pronto para agradar um público consumidor de bebidas premium”, afirma Gustavo.

O chopp de nibs de cacau  pode ser encontrado na Kombi do Chopp Artesanal, que reúne vários produtores da bebida, e fica estacionado em pontos estratégicos do centro de Itabuna, com a Praça Camacan, Praça Rio Cachoeira e Beco do Fuxico.

Mahat, o chocolate com ´selo sustentável´

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A Rede de Agroecologia Povos da Mata está comercializando um novo produto, o  Mahat (Inteligência da Natureza), um chocolate com cacau e nibs de cupuaçu 72%, marca 100% orgânica.

Fabiola Ribeiro

Fabiola Ribeiro

 

De acordo com Dalila Ribeiro Almeida, uma das coordenadoras da Rede, “além do sabor marcante do cacau e do cupuaçu, o chocolate apresenta notas de café, cacau e caramelo, numa composição única e uma textura amanteigada”.

A Rede Povos da Mata é um movimento agroecológico, com foco social, econômico e ambiental, com atuação no Sul da Bahia, que já teve projetos premiados pela Fundação Banco do Brasil.
Sabonete de cacau, fórmula para a pele saudável

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O cacau que deixa a pele mais saudável. Não é chocolate, mas foi uma das estrelas do Chocolat Festival, em Ilhéus. A  microempreendedora Dalila Fernandes, doutoranda em genética de plantas medicinais pela Universidade Estadual de Santa Cruz-Uesc,  criou o As d Lilás, linha de sabonetes fitoterápicos feitos com extrato de cacau.

A linha de produtos inclui cacau com café, cacau com cupuaçu, cacau com menta, cacau com caramelo, licor de cacau, cacau, maca e jasmim, creme de chantily com nibs de cacau, além de creme dental.

 

Dalila Fernandes

Dalila Fernandes

“Minha esperança parem de envenenar pra ficarem bonitas, optando por produtos naturais e saudáveis”, destaca Dalila, que cuida pessoalmente da seleção das plantas e essências.

Para quem quiser experimentar esse novidade, basta ligar (73) 98888-7802

 

Chocolat Bahia 2019 consolida polo chocolateiro e impulsiona economia

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O maior evento de cacau e chocolate da América Latina. Assim pode ser definido o Chocolat Festival 2019, encerrado neste domingo (21), em Ilhéus. Realizado com o apoio do Governo do Estado, o festival reuniu cerca de 60 mil pessoas e movimentou aproximadamente R$ 15 milhões em negócios, reunindo 170  expositores e mais de 70  marcas de chocolate.

O festival possui características únicas  como produção de chocolate, mel de cacau, nibs, cauchaça, creme de, cacau caramelizado, sabonetes de cacau, etc; e uma estrada temática, a Estrada do Chocolate,  com fazendas centenárias, fábricas de chocolate, natureza exuberante.

foto chocolate festival 1O coordenador do Chocolat Festival 2019, Marco Lessa, destacou que “os resultados superaram todas as expectativas, numa  demonstração de que os consumidores passam a valorizar o chocolate de origem. Tivemos muitos lançamentos de produtos, com diversidade e inovação,  que  atraíram pessoas da região e de outros estados”. Ainda para Marcos, “é importante  conscientizar os cerca de 30 mil produtores de cacau, que sustentaram a economia sulbaiana durante décadas, de que eles podem se restabelecer dentro de um novo conceito, que é o chocolate de origem. Dessa maneira, iremos retomar, em bases sólidas e sustentáveis, o caminho do desenvolvimento”.

O Governo do Estado também marcou presença no festival com os estandes do  Centro Público de Economia Solidária (Cesol) Litoral Sul,com produtos de empreendimentos solidários e destaque para o lançamento do creme de cacau Cacauela; a Bahia Cacau, uma cooperativa que  já que comercializa chocolate e derivados no mercado paulista, a fábrica-escola do Chocolate do Centro Estadual de Educação Profissional Nelson Schau, com a instalação de uma planta industrial em que os alunos produziram chocolates e derivados de cacau, além da retomada as atividades da Câmara Setorial do Cacau, que define de ações conjuntas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do cacau.

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Chocolate e retomada do desenvolvimento

Marly Brito

Marly Brito

A empreendedora Marly Brito destacou que “a cada ano, o festival abre a possibilidade de novos negócios e incentiva a criação de novos produtos derivados de cacau”. Gerson Marques, que produz chocolates e também atua na área de turismo rural, ressaltou que “as vendas diretas aumentaram e também os acordos comerciais com parceiros da Bahia e de outros estados, consolidando a qualidade e o potencial do chocolate, além de criar um novo atrativo para o setor turístico”.

Para Leo Maia, que aproveitou o evento para lançar o chocolate branco com nibs de cacau, “esse é um mercado que exige sempre inovações capazes de cativar e atrair novos consumidores. As vendas foram ótimas”. Fernando Modaka, um dos pioneiros na produção de chocolate de origem, disse que “esse movimento que estamos vivendo no Sul da Bahia é fantástico, agrega valor o nosso principal produto, o cacau, tornando a região conhecida pelo chocolate de qualidade”.

Cristiano Vilela

Cristiano Vilela

A difusão de novas tecnologias também tem sido uma das tônicas do festival. O diretor executivo do Centro de Inovação do Cacau, da Universidade Estadual de Santa Cruz, Cristiano Vilela destacou que “o Sul da Bahia passa por um processo de modernização e valorização do cacau  e na qualidade do chocolate”.  O vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia-FAEB, Guilherme Moura, avaliou que “o Festival do Chocolate já se tornou uma referência no Brasil  com sua característica única de unir produção de cacau e de chocolate, além de impulsionar toda a revitalização cadeia produtiva e movimentar a economia”.

Além da comercialização de chocolate e outros produtos o festival contou com eventos como Cozinha Show, ChocoDay, Ateliê do Chocolate, Cozinha Kids, Espaço Cutural do Cacau, com apresentação  de artistas regionais, exposição História do Cacau, palestras, workshops e o Fórum Brasileiro do Cacau, com foco na sustentabilidade e avanços tecnológicos.

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O Chocolat Bahia – 11 ° Festival Internacional do Chocolate e Cacau contou com a parceria do Governo da Bahia, através das secretarias do Turismo, do Desenvolvimento Econômico, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural, CAR, e apoio financeiro do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura, assim como da Prefeitura Municipal de Ilhéus, Sebrae, Governo do Pará, Banco do Nordeste, Bahiagás, Sicredi e Chocolates Harald. O evento também tem apoio institucional da CEPLAC, Instituto Biofábrica, UESC, GAP, entre outras instituições. O Chocolat Bahia é uma realização da MVU Eventos.

Industrialização do cacau baiano movimenta R$ 1,3 bilhão em investimentos

cacauO cacau da Bahia vai além das 123 mil toneladas produzidas por ano e lidera nacionalmente também no setor industrial. No estado, os cinco empreendimentos do setor, incentivados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), já injetaram cerca de R$ 1,3 bilhão em investimentos e geram juntos 1,2 mil empregos diretos. O forte da industrialização do cacau é a região sul, mas também tem presença marcante na capital e já exportou até loja artesanal para Paris.

Reinventado, o segmento cacaueiro tem visibilidade nacional com o Chocolat Bahia Festival, cuja 11ª edição começou na quinta-feira (18), em Ilhéus. Os números positivos se refletem ainda no processamento das amêndoas de cacau. A indústria moageira produz 270 mil toneladas por ano. Dados da SDE revelam a diversidade da cadeia produtiva baiana, que vai do cacau em pó aos chocolates gourmet, com nibs de cacau.

“A Bahia ocupa espaço importante no cultivo do fruto e no desenvolvimento econômico, especialmente no sul e extremo sul. O cacau se reinventou depois da vassoura de bruxa e temos uma nova oportunidade de crescimento territorial, com grandes variedades e com potencialidade sustentável do cultivo. A industrialização vem como reforço e essa cadeia tem movimentado a economia baiana, gerado empregos e tornado o estado referência mundial, seja no cacau ou no chocolate”, afirma o vice-governador e titular da SDE, João Leão.

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Seminário Parceria Mais Forte debate inovações para a cacauicultura

Cacau. Foto CNA BrasilO Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), realiza, na próxima quinta-feira (18), no auditório da Ceplac, em Ilhéus, o Seminário Parceria Mais Forte – Governo do Estado e Sociedade Civil juntos pela Agricultura Familiar.

O evento é voltado para agricultores familiares e assentados de reforma agrária, produtores de cacau, do município de Ilhéus. O objetivo principal é discutir o pacote de modernização da cacauicultura e o acesso à inovações tecnológicas.

A programação contará ainda com uma visita de campo a uma propriedade rural do Assentamento Nova Vitória, localizado na Rodovia Ilhéus–Uruçuca. Na visita, que contará com a participação de representantes da SDR, Banco do Nordeste e da Cooperativa da Agricultura Familiar do Sul da Bahia (Coofasulba), será possível conferir alguns dos resultados, na melhoria da produtividade, com a execução de políticas públicas do Governo da Bahia e da Ceplac, a exemplo da entrega de mudas da Biofábrica e do serviço de assistência técnica e extensão rural (Ater).

Torre de Babel

Daniel Thame

daniel flicaDurante os tempos dadivosos, cada um se bastava, e o individualismo era a regra. Quem é que precisava de união, de organização, quando as terras, conquistadas por seus antepassados a ferro e fogo e deixadas esbanjando prosperidade e riqueza, geravam também a disputa para ver quem era o maior?

O título de maior produtor individual de cacau do mundo, coroa pousada em pouquíssimas cabeças, era uma espécie de troféu que, quando conquistado, equivalia à posse de um reino.

E pareciam mesmo reis os senhores que tudo podiam e de ninguém dependiam, a não ser do fruto dourado, da árvore mágica.

Não precisavam de governo nenhum e transformavam gerentes de banco em office boys subservientes e bajuladores. Nas crises cíclicas, pequenos hiatos na rotina de bonança, era o próprio dinheiro gerado pelo fruto quem garantia a recuperação, quem trazia de volta a prosperidade, num ciclo que não terminaria nunca.

Como não terminaria nunca, nunca se preocuparam com representação política, com entidades que fossem além dos almoços, jantares e viagens de puro deleite.

capa-do-livro-vassoura-daniel-thame-2A força de cada um dispensava a força coletiva, coisa de uns pobres coitados, de uns agitadores que vez por outra tentavam fazer com que os trabalhadores, que sempre ficaram com as migalhas do bolo doce e farto, se organizassem e reivindicassem seus direitos.

“Esses comunistas filhos da puta”, diziam com escárnio nas rodas de uísque escocês, correndo pelos copos como a água corre na cachoeira caudalosa.

Quando vieram os tempos difíceis, e esses tempos se revelaram mais longos do que a mais longa das crises enfrentadas até então, já não havia o dinheiro gerado pelo fruto, que a bruxa tratava de abortar ainda no ventre das árvores, igualmente agonizantes.

Cada um já não se bastava mais, a coroa de Rei do Cacau enferrujou tal qual um latão de péssima qualidade.

“Precisamos nos unir, cobrar das autoridades tudo aquilo que demos para o Estado, para a Nação”, bradava-se para auditórios suntuosos, mas vazios de gente e de alma.

Nas articulações, que nem esse nome justificavam, tão desarticuladas eram, ninguém se entendia, visto que como cada um sempre se fizera sozinho, sozinho falava a sua própria língua.

Instalou-se, então, uma confusa babel grapiúna, até que o templo em que eles se reuniam para celebrar as dádivas do deus cacau, em vez de ruir como era de se imaginar em tempos de ira divina, foi alugado, subalugado, emprestado, tomado.

E, finalmente, abandonado, como um monstrengo encalhado no coração da cidade.

Há quem jure ouvir, nas noites abafadas, vozes fantasmagóricas, mas que ninguém entende, posto que nessa Torre de Babel nem os fantasmas falam a mesma língua.

Conto extraído do livro “Vassoura, apogeu e queda da Região Cacaueira da Bahia”. Atualíssimo.

Documentário mostra cacau como um dos alimentos brasileiros que correm risco de extinção

Produção de Cacau Cabruca Agroecológico no Assentamento Terra Vista, em Arataca

Produção de Cacau Cabruca Agroecológico no Assentamento Terra Vista, em Arataca

(Instituto Cabruca)-Não são apenas os animais que correm risco de extinção, muitos alimentos também, como o buriti, a castanha do Brasil, a baunilha do cerrado, a tainha, entre outros. A série documental “SEMENTES DO AMANHÔ tem o objetivo de resgatar a história dessas espécies alimentícias brasileiras, por meio de um olhar contemporâneo, mostrando a teia de relações humanas e ambientais que há por trás da sua cadeia produtiva.

Com 13 episódios que mostram um panorama geral de cada item nas comunidades onde são produzidos, a série apresentada por Nanda Barreto investiga a origem da extinção e guia o telespectador na descoberta da biodiversidade brasileira. Com isso, pretende provocar a conscientização das pessoas e buscar caminhos para a preservação das culturas alimentares e humanas, numa perspectiva de sustentabilidade. Read the rest of this entry »

Produtos baianos da agricultura familiar para o segmento FIT conquistam consumidores na Naturaltech 2019

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A agricultura familiar da Bahia se mostra cada vez mais diversa, promissora e atenta às novidades. No que diz respeito à gastronomia Fit, o segmento apresenta sua potencialidade na Naturaltech 2019, feira especializada em alimentos e produtos naturais, que acontece até este sábado (8), no Anhembi, na capital paulista.

Natural Tech (2)Entre os alimentos que contribuem para o ganho de massa muscular, fortalecem os músculos ou dão energia estão o nibs de cacau, mel, chocolates, castanha de caju, guaraná, licuri, pólen e café, produzidos por cooperativas baianas. Os produtos estão expostos no estande Bahia Produtiva, instalado em uma área de 100 m², totalmente ambientado para receber o público visitante da Naturaltech. O estande está localizado na rua F-E/10-11.

Carine Assunção, representante da Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), do município de Ilhéus, tem recebido os visitantes destacando a qualidade dos produtos que levou para comercializar durante a Naturaltech: “Na linha Fit, nós temos o cacau em pó, que é 100% cacau, sem nenhum aditivo químico e sem açúcar. Temos também o chocolate com açúcar demerara, que vem com 35% de cacau. Esse é um produto natural, também sem nenhum aromatizante, sem conservantes, super natural e super fit”.

No total, 17 empreendimentos da agricultura familiar, contam com apoio do Governo da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), para expor e comercializar seus produtos na maior feira de produtos sustentáveis da América Latina.

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Do Dia do Cacau ao Dia do Chocolate

Cacau de Ilhéus será tema do documentário ´Sementes do Amanhã´

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O cultivo do cacau em  Ilhéus, no Sul da Bahia, será tema, nos próximos dias, de reportagem da série documental “Sementes do Amanhã”. A série tem o objetivo de resgatar a história de espécies alimentícias brasileiras, por meio de um olhar contemporâneo, mostrando a teia de relações humanas e ambientais que há por trás da sua cadeia produtiva. As filmagens começaram em outubro de 2018, percorrendo diversas cidades brasileiras, nas cinco regiões do País e, quando concluídas, serão exibidas pelo Canal Futura.

Com 13 episódios que mostram um panorama geral de cada item nas comunidades onde são produzidos, a série apresentada por Nanda Barreto investiga a origem da extinção e guia o telespectador na descoberta da biodiversidade brasileira. Com isso, pretende provocar a conscientização das pessoas e buscar caminhos para a preservação das culturas alimentares e humanas, numa perspectiva de sustentabilidade.

Cacau pode ajudar no tratamento do diabetes

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Um composto presente no cacau, base para um dos maiores “inimigos” da dieta, o chocolate, poderá ser usado para o tratamento justamente de quem deve evitar o açúcar: os diabéticos. O efeito inusitado foi detalhado por pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, na última edição do Journal of Nutritional Biochemistry. Segundo os autores, os monômeros de epicatequina ajudam na produção de insulina, cuja ação é comprometida em decorrência da doença metabólica.

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No diabetes tipo 2, o corpo para de produzir insulina ou não processa adequadamente o açúcar ingerido. O problema ocorre por um colapso das células beta, responsáveis pela produção do hormônio. Segundo Jeffery Tessem, um dos autores do estudo, as produtoras de insulina funcionam melhor e ficam mais fortes quando se aumenta a quantidade de monômeros de epicatequina no corpo. “Eles tornam mais fortes a mitocôndria nas células beta, o que produz mais ATP (fonte de energia de uma célula), resultando em maior liberação de insulina”, resume o também professor de nutrição, dietética e ciência alimentar na universidade norte-americana.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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