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“Bahia Oportunidades” revela novo perfil do produtor de cacau

revista bop

A força empreendedora dos produtores de cacau no sul do Estado é o principal destaque da edição impressa da Bahia Oportunidades, lançada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) da Bahia. A revista traz o ambiente favorável aos novos empreendimentos e geração e emprego e renda no estado.

No sul da Bahia, os coronéis dão lugar a empresários modernos, as exportações do produto in natura cedem espaço para a produção de chocolates tipo exportação e a fama adquirida por intermédio dos livros de Jorge Amado incentiva o turismo rural. As inovações com o suporte da Ceplac e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) também são mostradas na reportagem.

– A edição impressa amplia ainda mais o alcance da revista, que apresenta o ambiente favorável à geração de negócios, emprego e renda hoje existente na Bahia. A revista é um importante instrumento de prospecção e atração de novos investimentos – afirma o novo secretário da Pasta, Paulo Guimarães, que substitui o ex-governador Jaques Wagner.

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Acre em estado de alerta contra a monilíase

A defesa sanitária do Acre entrou em alerta contra a possibilidade de um novo fungo, que afeta o cacau e o cupuaçú, entrar no Brasil através da fronteira com a Bolívia e o Peru, onde já foram montadas barreiras sanitárias.

Todos os 6.395 kim de fronteira do Brasil com os dois países estão vulneráveis e podem deixar entrar a monilíase do cacaueiro. A doença, causada pelo fungo moniliophthora roreri, ainda não foi registrada no Brasil, apesar de alertas de “contaminação iminente” há mais de 30 anos.

A defesa agropecuária da Bolívia registrou uma área contaminada no departamento de Pando, a 55 km de Brasileia, no Acre. “Como nós temos poucos plantios de cacau, o problema vai ser maior no cupuaçu,”, disse Pedro Arruda Campos, coordenador de pragas do Idaf/AC ao site G1.

A doença causa uma lesão escura na casca do fruto, com um pó esbranquiçado que se sai facilmente. “A monilíase é tão perigosa para a cultura do cacau e do cupuaçu porque ela ataca diretamente o fruto. É a parte comercial dessa planta”, afirmou Ligiane Amorim, engenheira agrônoma do Idaf/AC ao G1.

Assim como a Vassoura de Bruxa, a doença se espalha pelo vento, chuva ou córregos.

Bahia investe em tecnologia para retomar liderança na produção de cacau

Detentora histórica da maior produção de Cacau do Brasil, a Bahia investe em atualizações da matriz tecnológica que diferenciam nas técnicas de cultivo e produção de amêndoas de qualidade para retomar produção que sofreu com a escassez de chuvas e prejudicaram as safras dos últimos três anos. Atrelada ao manejo agrossocioambiental da região cacaueira e ao maior parque moageiro de amêndoas de cacau do Brasil, a Bahia possui vantagens perante outros estados e mais de 370 mil hectares para ampliar a área de produção.

cac 1Com o Parque Tecnológico do Sul da Bahia, o Centro de Inovação do Cacau, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Bahia sedia o maior centro de pesquisa e tecnologia do cacau, demonstrando a alta capacidade produtiva e domínio tecnológico para desenvolver a cacauicultura no estado. O secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Inovação, Vivaldo Mendonça, ficou surpreso com a declaração do diretor científico da Ceplac, em Brasília, que a Bahia não tem condições de ampliar o processo produtivo.

“A Bahia tem, sim, condições de ampliação do processo produtivo. A agenda de expansão está colocada para além da região tradicionalmente produtora de cacau, ampliando para a região oeste. Também estamos em constante diálogo com a Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) e a Associação Brasileira das Indústrias de Chocolate, Cacau, Balas e Derivados (Abicab), onde defendemos o investimento da indústria no Parque Científico que abriga a Ceplac e reúne as instituições de ensino Uesc [Universidade Estasdual de Santa Cruz], UFSB [Universidade Federal do Sul da Bahia], Ifba [Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia] e Ifbaiano [Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano”.

cacau

Detentora histórica da maior produção de Cacau do Brasil, a Bahia investe em atualizações da matriz tecnológica que diferenciam nas técnicas de cultivo e produção de amêndoas de qualidade para retomar produção que sofreu com a escassez de chuvas e prejudicaram as safras dos últimos três anos. Atrelada ao manejo agrossocioambiental da região cacaueira e ao maior parque moageiro de amêndoas de cacau do Brasil, a Bahia possui vantagens perante outros estados e mais de 370 mil hectares para ampliar a área de produção.

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Cacau tem queda de preços e de produção na Bahia

cacauA desvalorização global da commodity, aliada às consequências da lenta recuperação do cacaueiro, que sofreu há dois anos com a forte estiagem, causou forte impacto na rentabilidade do cacauicultor brasileiro. Além disso, a piora da produção na Bahia e os baixos preços da amêndoa fizeram a receita dos produtores de cacau recuar 22,5% no ano passado, ante 2016.

Mesmo assim, o faturamento alcançou R$ 1,146 bilhão, valor calculado com base em uma produção nacional estimada em 162 mil 853 toneladas, que só foi 7,4% maior do que no ano anterior por causa do aumento no Pará.

O levantamento é de uma consultoria e foram divulgados pelo Valor Econômico. Segundo o estudo, a colheita de cacau na Bahia foi de 99 mil 340 toneladas – menor volume desde 1972, quando a consultoria começou a acompanhar a safra.

O trabalho estima que a colheita talvez seja a menor desde a catastrófica temporada de 1962/63, época da criação do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec) da Ceplac. No ano passado, a colheita de cacau no Pará foi de 63mil 512 toneladas, a terceira maior da História e 36,1% acima do ano anterior.

Na segunda, o preço médio do cacau no Brasil ficou em R$ 105,61 a arroba, 27,9% menor do que o preço médio de 2016. O preço médio obtido pelos produtores da Bahia ficou em R$ 107,84 a arroba, queda de 26,5%.

Já no Pará o preço caiu 30%, para R$ 102,13 a arroba. As previsões de uma oferta mundial mais apertada que o esperado deram impulso às cotações na bolsa de Nova York. Os contratos futuros com entrega em maio fecharam em US$ 1.916 a tonelada, valorização de US$ 18. (A Região)

 

Chocolate do Sul da Bahia, o verdadeiro ouro do cacau

Chocolate do Sul da Bahia, o verdadeiro ouro do cacau

Cacau é destaque na revista Bahia Oportunidades

RevistaA revista Bahia Oportunidades, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – SDE,  chega a sua edição de número 15. A publicação, que pode ser acessada em www.sde.ba.gov.br/ Informativos.aspx, teve sua primeira edição publicada em 2010 e desde então cumpre o papel de divulgar as oportunidades de investimento na terra dos bons negócios, seja de gigantes como os setores automotivo e de metalurgia ou pequenos e médios empreendimentos da agricultura familiar de norte a sul da Bahia.

“Trabalhamos duro para construir um ambiente de negócios saudável na Bahia e assim atrair novos investimentos e a Bahia Oportunidades é um importante instrumento de prospecção. É possível mostrar ao Brasil e ao mundo as potencialidades do Estado através desta importante publicação”, afirma o secretário da pasta, Jaques Wagner.

Edição 15

A edição de número 15 traz como assunto de capa o cacau, tema de alguns dos principais romances de Jorge Amado. No Sul da Bahia, os coronéis dão lugar a empresários modernos, as exportações do produto in natura cedem espaço para a produção de chocolates tipo exportação e a fama adquirida por intermédio dos livros do filho ilustre de Ilhéus incentiva o turismo rural.

Com forte presença na vida do sertanejo, o sol, que antes castigava a região, é responsável pelo desenvolvimento econômico do município de Bom Jesus da Lapa, onde foi instalado o primeiro parque solar de geração centralizada da Bahia. O complexo tem capacidade de gerar 340 GW/h por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de mais de 166 mil lares brasileiros.

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O verdadeiro ouro do cacau

Ceplac busca novas fontes para fomentar cacau

Juvenal Maynart

Juvenal Maynart

(do Valor Econômico)- Em meio à restrição orçamentária, a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que atualmente responde à secretaria-executiva do Ministério da Agricultura, está dando os primeiros passos para recuperar sua autonomia de gestão e de financiamento. O objetivo da Ceplac é acessar recursos externos ao orçamento federal, como de fundos internacionais de fomento.

Em pouco mais de um mês, uma consultoria será contratada por licitação para definir o novo modelo jurídico da Ceplac para permitir que ela receba esse tipo de recursos. A expectativa dentro do órgão é que a consultoria elabore esse modelo até fevereiro ou março.

Ainda não estão definidas quais fontes de financiamento a comissão poderá acessar, mas já foi sinalizada a possibilidade de buscar doações internacionais através dos projetos Fundo Verde para o Clima – submetido às Nações Unidas – e World Cocoa Foundation (WCF) – financiado pelas maiores companhias que atuam na produção de chocolate, tais como a suíça Nestlé e a americana Mars. Os detalhes constam de um relatório produzido por um grupo de trabalho do Ministério da Agricultura e que foi obtido pelo Valor.

cacau A autonomia administrativa e financeira já foi uma realidade para a Ceplac, mas em setembro de 2016 ela foi subordinada ao Ministério da Agricultura, e desde então passou a ser financiada diretamente pelo orçamento da Pasta.

A restrição orçamentária da Ceplac, porém, data de mais tempo. Há quase 30 anos, o órgão não realiza concurso público para contratar novos funcionários. Nesse meio tempo, a comissão enfrentou a pior crise do setor cacauicultor, provocada pela vassoura-de-bruxa no sul da Bahia.

A Ceplac já chegou a ter 4,2 mil funcionários, mas hoje o quadro tem 1,7 mil, sendo que 1,2 mil já têm idade e tempo de serviço suficientes para se aposentar. A falta de novos concursos também impediu a entrada das novas gerações, mais familiarizadas com ferramentas digitais.

O enxugamento do orçamento aprofundou-se nos últimos anos. Em 2012, foi fixado um orçamento de R$ 25,2 milhões para a comissão, mas a execução ficou em R$ 22,2 milhões. No ano passado, o valor orçado foi de R$ 22,7 milhões, mas somente R$ 17,3 milhões foi empenhado. Para este ano, o orçamento caiu para R$ 17,1 milhões.

Uma fonte externa de financiamento é vista dentro do órgão como uma saída para garantir o apoio da Ceplac para o fomento do cultivo de cacau pelo sistema agroflorestal. Nesse sistema, os cacaueiros são plantados junto à floresta nativa, um modelo que já é adotado no Pará.

Nos últimos anos, a Ceplac especializou-se nesse sistema, fornecendo sementes para os produtores, o que ajudou o Pará a se equiparar à Bahia em importância para a oferta nacional de cacau.

O crescimento da produção da amêndoa no bioma amazônico alterou a geografia da cadeia do cacau no país e impôs um novo desafio para o setor. Com um parque processador todo concentrado no sul da Bahia, a preocupação da Ceplac agora é estimular uma indústria do cacau no Pará, para evitar preocupações fitossanitárias derivadas do transporte do cacau de um bioma para outro, disse Juvenal Cunha, diretor geral da Ceplac.

A comissão também atua em cadeias complementares à cacauicultura, como a heveicultura, a piscicultura e cultivo de palma, mas a reavaliação do modelo da Ceplac pode reduzir o escopo de atuação.

Café com Cacau na ABAV Expo Internacional de Turismo

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A empreendedora Marly Brito, de Itacaré,  participa da 45ª ABAV Expo Internacional de Turismo, que acontece de 27 a 29 de setembro, em São Paulo. Marly é proprietária do Café Cacau, um espaço gourmet próximo ao trevo de acesso à cidade, onde além do café especial, comercializa chocolates artesanais  finos, amêndoas caramelizadas, trufas e bolos,  que ela mesma produz,  com destaque para chocolates com alto teor de cacau e mix de cacau e frutas regionais, estará em exposição no estande da Bahia na ABAV. Para Marly Brito, a exposição em São Paulo, que reúne operadores de turismo o do Brasil e do Exterior, “é uma excelente oportunidade de mostrar as deliciais do nosso chocolate e divulgar as belezas naturais, a história do Sul da Bahia”.

 

Chocolate naturalmente rosa é criado pela maior processadora de cacau do mundo

O novo chocolate 'ruby' da  Barry Callebaut Foto: Divulgação

O novo chocolate ‘ruby’ da Barry Callebaut (Foto: Divulgação)

(do Estadão)-A Barry Callebaut, a maior processadora de cacau do mundo, lançou nesta semana o que afirma ser o primeiro chocolate naturalmente cor de rosa do mundo. De acordo com a empresa suiça, essa é a primeira inovação na cor do produto em mais de 80 anos, desde que a Nestlé criou o chocolate branco. O desenvolvimento levou mais de 13 anos, desde que a empresa descobriu um novo tipo de cacau durante experimentos em laboratório.

“É natural, é colorido, é hedonista e tem um aspecto de indulgência, mas ele mantém a autenticidade do chocolate”, afirma Antoine de Saint-Affrique, CEO da empresa, à Bloomberg. Isso tudo sem adição de corante nem de sabores na composição, criando um resultado menos doce e mais leve do que o chocolate branco, garante a produtora.

Com grãos de cacau da Costa do Marfim, do Equador e inclusive do Brasil, a empresa sai na frente em uma época em que os alimentos precisam ser cada vez mais apelativos visualmente para as redes sociais. “Ele tem um bom equilíbrio e conversa com os millenials”, pondera Saint-Affrique. O chocolate rosa deve chegar ao mercado do Reino Unido daqui seis meses, informa o The Guardian. Ainda não há previsão para a chegada no Brasil.

Parceria vai fomentar sustentabilidade na produção de cacau

cacau(SF Agro)- O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deverá firmar, até o final do ano, convênio com a Word Cocoa Foundation (WCF) para desenvolver ações para garantir a sustentabilidade na cacauicultura brasileira. As negociações foram iniciadas durante reunião entre representantes do Mapa, da WCF e da cadeia produtiva, na Secretaria Executiva do ministério.   De acordo com o coordenador-geral de Desenvolvimento Institucional do Mapa, Jair Oliveira, o projeto idealizado para o Brasil é baseado no sucesso do programa já implantado na África. Ele é viabilizado pelo Cocoa Action, órgão da WCF que alinha as empresas mundiais de chocolate com governos e setores interessados na sustentabilidade do cacau.

Segundo comunicado do Mapa, a World Cocoa Foundation tem suas ações voltadas às parcerias público-privadas, ao aprendizado conjunto e compartilhamento de conhecimento que visa à mudança da cadeia produtiva do cacau, considerando a sustentabilidade. “O interessa da WCF em firmar parcerias com o Brasil deve-se ao potencial da cultura, além da importância que o atual governo dispensa ao cacau por meio da Ceplac [Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira]”, disse o consultor da instituição, Pedro Ronca.

Ele afirmou o reconhecimento internacional da Ceplac pelos serviços prestados à cacauicultura. A Ceplac tem o maior banco de germoplasma do mundo e importante experiência em pesquisa. Segundo ele, o plano de reestruturação da Ceplac deverá trazer grandes benefícios ao setor.   Na avaliação do diretor da Ceplac, Juvenal Maynart, parceria é de fundamental importância para organização do sistema de produção com sustentabilidade socioeconômica e ambiental. Adiantou também que a Ceplac promoverá pesquisa para definir as necessidades da cadeia produtiva e que a assistência técnica terá o envolvimento de todos os agentes da cacauicultura.

Jorge, Itabuna e Ilhéus: indiferença e amor

jorge

Se vivo fosse, Jorge Amado completaria 105 anos. Um dos mais importantes escritores brasileiros, conhecido em todo o mundo, Jorge Amado deu à chamada Civilização Cacaueira uma dimensão planetária, em obras imortais como Cacau, Terras do Sem Fim, Tocaia Grande e, principalmente, Gabriela Cravo e Canela, todas ambientadas no Sul da Bahia.

Nascido na Vila de Ferradas, na então recém emancipada Itabuna, Jorge passou parte da infância e juventude em Ilhéus, cidade em que inspirou grande parte de sua obra e onde escreveu o primeiro romance, O Pais do Carnaval.

Enquanto a relação dos ilheenses com o escritor é de admiração, reconhecimento e afeto, os itabunenses o tratam com olímpica indiferença.

Casa onde Jorge nasceu em Ferradas: portas fechadas

Casa onde Jorge nasceu em Ferradas: portas fechadas

Jorge Amado sempre se definiu como ilheense ou, no máximo, um grapiuna. Só ao completar 80 anos disse enfaticamente, num programa especial da TV Cabralia, que nasceu em Itabuna. De Ferradas, escreveu em Navegação de Cabotagem, livro de memórias, que nascera “no cú do mundo”.

Óbvio que se tratava de uma brincadeira, mas os orgulhosos ferradenses receberam a blague como ofensa. E jamais o perdoaram, tanto que um busto colocado na praça principal foi retirado durante a noite e sumiu e uma estatua colocada na entrada no bairro foi alvo de vandalismo e, depois de restaurada, abrigada em segurança no campus da Universidade Federal do Sul da Bahia.

Casa onde Jorge vivem em Ilhéus: ponto turístico

Casa onde Jorge viveu em Ilhéus: ponto turístico

Na celebração dos 105 anos de Jorge, os contrastes que explicam a relação. A casa em que o escritor nasceu é um projeto inacabado de memorial e passa a maior parte do tempo fechada. Já a casa em que o escritor morou em Ilhéus é atração turística, com direito a uma estátua, foto obrigatória para pessoas de todas as partes do Brasil e do Exterior.

Indiferença em Itabuna, amor em Ilhéus.

Não importa. Nosso Menino Grapiuna é imortal.

Salve Jorge!!!

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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