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Governo da Bahia define novo modelo de manejo de cultivo de cacau cabruca

cacau cabruca 1

O Governo da Bahia publica na próxima semana a portaria que dá novas diretrizes ao manejo de cacau no Sul da Bahia, conhecido como ‘Portaria da Cabruca’. O anúncio foi feito pelo secretário estadual do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira, durante palestra sobre políticas públicas para o cacau e incentivos a legislação ambiental, no Chocolat Festival, que acontece até amanhã (14) na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo.

sema cabruca (3)A portaria incentiva a produção de cacau em áreas de mata nativa, com sombreamento, passando da média atual de 300 para 700 pés de cacau por hectare, preservando a Mata Atlântica, um sistema manejo moderno, que vai possibilitar o aumento da produção e da produtividade no Sul da Bahia. “Isso representa um avanço muito grande, era reivindicação dos produtores de cacau, cuja efetivação pelo Governo do Estado se deu num processo de construção coletiva com a participação de pesquisadores e técnicos da Universidade Estadual de Santa Cruz, Inema, Ceplac, Ministério do Meio Ambiente, Secretaria de Meio Ambiente e associações de produtores”, afirma o secretário.

 

“O cacau é uma planta conservacionista e graças a esse cultivo o Sul da Bahia possui grandes áreas de Mata Atlântica. É um produto inserido na sustentabilidade econômica, social cultural e ambiental”, finaliza João Carlos Oliveira.

Estado reedita portaria da Cabruca

cacau cabrucaO Governo do Estado reeditou Portaria de agosto de 2015 que dispõe sobre os critérios e procedimentos para a autorização de manejo da cabruca, sistema de cultivo agroflorestal sob o qual, há cerca de 280 anos, se fez a lavoura cacaueira.

O manejo facilita a supressão de árvores, permitindo ao produtor mais luminosidade na lavoura com elevação da produtividade por hectare. A decisão foi anunciada no encontro dos agentes da cadeia produtiva, o Bahia Cacau 2035, que aconteceu na terça-feira, em Salvador.

O governo mantém a política de estimular a verticalização da produção “para que o produtor possa ficar cada vez mais com o fruto do seu trabalho, no caso, o chocolate, que agrega muito mais valor que a amêndoa seca”.

No final do evento foi lançado o Sistema de Arranjo Produtivo Local (APL) do Cacau e Chocolate, pelo secretário Jaques Wagner e pela reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz, Adélia Pinheiro. (A Região)

Cacau Cabruca terá espaço no Salão do Chocolate de Paris

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Faltando um mês para a Conferência do Clima em Paris, a técnica da Cabruca ganha destaque no Salão do Chocolate que está sendo realizado em Paris. Neste domingo (1), o sistema ganhará espaço no salão.

Neste dia será explicado como funciona a produção ambientalmente sustentável de cacau. O sistema Cabruca utiliza a produção de cacau cultivado sob a copa das árvores da Mata Atlântica, produzindo frutos de alta qualidade.

O método, praticado há mais de 200 anos no sul da Bahia, está despertando interesse do mundo, considerando, inclusive, a baixa da qualidade do cacau produzido na África, cujo continente está cada vez mais devastado.

 

INPI defere pedido de marca coletiva para produtores de cacau cabruca da Bahia

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O INPI divulgou o deferimento da marca coletiva CABRUCA, da Cooperativa dos Produtores Orgânicos do Sul da Bahia, para assinalar cacau e produtos derivados. A  entidade foi fundada no final do ano 2000, conta com 32 agricultores e tem sua sede no município de Ilhéus, centro da região cacaueira da Bahia.

O principal produto da Cooperativa é o cacau, que passa por vistorias anuais para obter o certificado de produção orgânica. A fruta é cultivada à sombra das árvores nativas da Mata Atlântica no tradicional sistema agroflorestal conhecido como “cabruca”. Por se tratar de um sistema de produção comum a quem atua no segmento de mercado cacaueiro, a marca foi deferida com apostila da expressão “cabruca”. Isso, portanto, não fere direitos de terceiros que fazem uso desta técnica de produção.

No regulamento de utilização da marca coletiva CABRUCA, a Cooperativa estabelece que a marca só pode ser usada por produtores que tenham o status orgânico e estejam em situação regular com a entidade. O Conselho Administrativo e a Equipe de Controle Interno da Cooperativa são responsáveis em determinar os produtos dos cooperados que poderão ser assinalados com a marca, nos casos em que a venda é realizada diretamente pelo produtor.

Câmara dos Deputados aprova o projeto Cacau Cabruca

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A Câmara dos Deputados aprovou  o Projeto de Lei nº 4.995 de 2009, de autoria do deputado federal Geraldo Simões (PT/BA), que institui o Sistema Agro Florestal denominado Cabruca na lavoura de cacau. O projeto já foi ao Senado Federal e deve ser distribuído para as  Comissões e a tramitar no início de 2015.
O Sistema Cabruca é um sistema de cultivo do cacau combinado com a manutenção de espécies da cobertura vegetal originária, para sombreamento. Este tipo de consórcio é responsável para manutenção das características da Mata Atlântica no Sul da Bahia.

De acordo com Geraldo Simões, “ao contrário do acontecido em outras regiões, onde a Mata Atlântica foi praticamente devastada, no Sul da Bahia, a introdução da cultura cacaueira, ainda que inicialmente afetou a floresta local, ao cuidar da preservação de espécie nativas para o sombreamento, possibilitou a sobrevivência da Mata, minimizando os efeitos da ocupação produtiva da região”.

Geraldo-Simoes“Tenho a firme convicção que a melhor política agrícola adequada, em termos de sustentação ambiental é aquela que combina preservação e conservação, com desenvolvimento da agricultura e a ocupação econômica, com características de diversificação e consórcio produtivo e que possa ser manejável de maneira sustentável”, afirma Geraldo Simões.
O Cabruca, além de manter espécies originais, permite a manutenção do solo rico em matéria orgânica, conserva as nascentes e permite a continuidade da fauna e flora local, com impactos reduzidos. Tudo isto aliado à sustentabilidade econômica, não só pela produção cacaueira, mas pelo manejo florestal adequado.

O projeto aprovado, que agora foi encaminhado ao Senado, define como Cabruca “o sistema agrossilvicultural com densidade arbórea igual ou maior que 40 indivíduos de espécies nativas por hectare, que se fundamenta na implantação da cultura do cacau sob a proteção das árvores remanescentes da vegetação da Mata Atlântica, de forma descontinua e circundada por vegetação nativa.”
A aprovação desse projeto trará um avanço para a proteção ambiental e para a agricultura de nossa região”, finaliza Geraldo Simões.

Câmara dos Deputados aprova projeto que incentiva sistema de cacau cabruca

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A Câmara dos Deputados aprovou o projeto  de lei nº 4.995, de autoria do deputado federal Geraldo Simões (PT/BA), que  que institui a política de conservação das áreas de cultivo tradicional de cacau, conhecido como sistema cabruca. O projeto tem o objetivo de conciliar a preservação da Mata Atlântica e ao mesmo tempo  reconhecer  e estimular  o sistema de cultivo do cacau em áreas de cabruca.

O projeto segue agora para o Senado e após sua aprovação, para a sanção da presidente Dilma Rousseff. “Considero uma grande vitória para nossa região, onde o cultivo de cacau dá sinais de recuperação, dentro de um modelo de sustentabilidade, permitindo a atividade produtiva e a conservação ambiental”, afirmou Geraldo Simões.

Decreto regulamenta gestão de florestas na Bahia e inclui sistema cabruca do cacau

wagner cabrucaO decreto que regulamenta a gestão das florestas e das demais formas de vegetação da Bahia foi assinado nesta segunda-feira (2) pelo governador Jaques Wagner e o secretário do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, em evento realizado no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Também na cerimônia ocorreu a assinatura do Contrato de Repasse do projeto ‘Cadastro Ambiental Rural da Bahia’, entre o governo estadual e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai disponibilizar recursos da ordem de R$ 31 milhões.
Pela primeira vez, o estado dispõe de decreto que regulamenta a gestão das florestas. O objetivo é definir metas de conservação de vegetação nativa, o regime de proteção aplicável das Áreas de Preservação Permanente – procedimento especial para propriedades que pratiquem agricultura familiar – e a regularização da Reserva Legal, mediante compensação por servidão.

Spengler explicou que, por meio da iniciativa, o governo estadual incentiva à preservação e à recuperação ambiental, aliando conservação ambiental com atividades econômicas sustentáveis. O decreto vai regulamentar também o sistema Cabruca, tradicional sistema de produção de cacau no sul da Bahia, que alia o cultivo intensivo à conservação ambiental dentro da Lei Ambiental da Bahia.

Segundo o secretário, o manejo de cacau Cabruca é fundamental para impulsionar a economia regional, via a comercialização de madeira. A classificação da Cabruca como sistema agrossilvicultural permitirá que o produtor realize um manejo de sombra nas plantações, garantindo maior entrada de luz, e ampliar a produtividade da lavoura cacaueira.

“É uma maneira de incentivar a conservação ambiental, valorizando nossas riquezas ambientais. Para isso, damos suporte aos pequenos produtores rurais para usarem de maneira adequada os recursos naturais”, afirmou o governador. Ainda no evento, Wagner assinou mensagem à Assembleia Legislativa da Bahia para encaminhar projetos de lei, que institui o programa de regularização ambiental dos imóveis rurais e o programa de pagamento por serviços ambientais.

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Cabruca vai injetar R$ 3 bilhões na economia regional

cacau cabrucaO secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eugenio Spengler, participou de um evento sobre a revitalização da Bacia do Rio Cachoeira e confirmou que o governador Jaques Wagner assina no próximo dia 29 o decreto que vai regulamentar o sistema cabruca, dentro da Lei Ambiental da Bahia.  A regulamentação vai  tipificar a cabruca, tradicional sistema de produção de cacau no sul da Bahia, que alia o cultivo intensivo à conservação ambiental.

Splenger revelou ainda que a projeção inicial de que o manejo de cacau cabruca vai injetar 3 bilhões de reais na economia regional, através da comercialização de madeira.

A classificação da cabruca como sistema agrossilvicultural vai permitir que o  produtor realize  um manejo de sombra nas plantações, garantindo maior entrada de luz e ampliar a produtividade da lavoura cacaueira.

A Ceplac mantém projeto experimental de produção sustentável no município de Barro Preto, dentro da proposta de Conservação Produtiva do Cacau. Para o superintendente regional da Ceplac, Juvenal Maynart, “a regulamentação do sistema cabruca inicia um novo ciclo no processo produtivo do cacau e resgata  o braço economico da atividade com uma visão moderna de diversificação em florestas plantadas com imediata valorizaçao patrimonial imediata, dando capacidade de pagamento e garantia de novas operações de credito e recuperando a r a capacidade de investimento do produtor na recuperação e modernização da lavoura”.

 

Wagner diz que “decreto da cabruca é inovador”

cacau 13O governador Jaques Wagner disse nessa segunda-feira (28), na FTC, durante o anúncio de um pacote de obras de pavimentação para Itabuna, que o decreto que vai regulamentar o sistema cabruca, dentro da Lei Ambiental da Bahia, vai ser algo “inovador”. A regulamentação vai permitir tipificar a cabruca, tradicional sistema de produção de cacau no sul da Bahia, que  alia o cultivo intensivo à conservação ambiental.

“Estamos trabalhando nisso, negociando com produtores e o pessoal do meio-ambiente. Será algo inovador, que vai permitir o aumento da produção de cacau e garantir a preservação do meio ambiente”, afirmou o governador Jaques Wagner. A classificação da cabruca como sistema agrossilvicultural vai permitir que o o produtor realize um manejo de sombra nas plantações, para permitir maior entrada de luz nas plantações.

Esse é um dos pontos do projeto Conservação Produtiva, modelo de produção sustentável defendido pela Ceplac, que já está em teste no município de Barro Preto. A minuta do decreto da cabruca, elaborada pela Ceplac e produtores regionais, está sob análise da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Governo e produtores buscam avanços no manejo sustentável do cacau cabruca

Até o final do mês de agosto, o governo do Estado, através da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), deverá publicar decreto disciplinando a questão da retirada de árvores exóticas e madeira caída nas áreas de cabruca, permitindo o manejo sustentável. Foi o que explicou o secretário da Sema, Eugênio Spengler, durante reunião realizada nesta segunda-feira (20), na Secretaria da Agricultura, com o secretário Eduardo Salles; Juvenal Maynart, superintendente da Ceplac na Bahia; Guilherme Pinto, presidente da Associação de Produtores de Cacau da Bahia (APC) e diretor da Faeb.

Também participaram da reunião o superintende de Desenvolvimento da Agropecuária da Seagri (SDA), Raimundo Sampaio, Ednaldo Ribeiro, extensionista da Ceplac, Dan Érico Lobão, engenheiro florestal e pesquisador da Ceplac, e o técnico Demosthenes Carvalho.

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Secretário da Agricultura da Bahia defende sustentabilidade do cacau cabruca

A conquista de melhores preços para as amêndoas de cacau produzidas no sistema cabruca, e o manejo sustentável do cacau cabruca, através da utilização de árvores e replantio, são duas das propostas de ações defendidas pelo secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Reforma Agrária, Pesca e Aquicultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles. “O cacau cabruca foi e é o grande responsável pela conservação do que resta da Mata Atlântica na Bahia, mas precisamos de ações para alcançar a sustentabilidade econômica das fazendas que utilizam esse sistema”, disse Salles, ao participar na manhã desta quinta-feira (24), em Ilhéus, na sede da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira Ceplac, do lançamento de sete cartilhas técnicas voltadas para a agricultura familiar.

Fazendo parte da mesa oficial, ao lado do diretor geral da Ceplac, Helinton José Rocha; José Guilherme Leal, diretor do Sistema de Produção e Sustentabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário do Ministério da Agricultura; Daniel Carrara, superintendente nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), e Guilherme Moura, primeiro vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), representando o presidente João Martins, também presidente em exercício da CNA, Salles explicou que os produtores querem o direito de retirar algumas árvores por ano, repondo-as em número muitas vezes maior. “A exploração florestal sustentável, além do cacau, representa sustentabilidade para os cacauicultores”, avalia o secretário da Agricultura.

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Secretário defende em Brasília ações para dar sustentabilidade ao cacau cabruca

O manejo sustentável da floresta e a conquista de melhores preços para a amêndoa do cacau cabruca foram defendidos pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, durante audiência pública promovida nesta quarta-feira (21), pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Salles defendeu ainda modificações na Instrução Normativa 47 do Ministério da Agricultura, mantendo a vistoria do cacau no país exportador; do expurgo, e a incineração da sacaria utilizada no cacau importado.

Conduzida pelo presidente da Comissão de Agricultura, deputado federal Raimundo Matos, a audiência contou com a participação, além do secretário da Agricultura da Bahia, do diretor de Defesa Vegetal do Ministério da Agricultura, Cósan Coutinho; dos deputados Carlos Magno, Paulo Magalhães, Geraldo Simões, Felix Júnior e Zé Silva, dentre outros; do diretor geral da Ceplac, Helinton Rocha; de representantes dos produtores, e da técnica da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) especialista em cacau, Catarina Cotrim. O evento foi organizado para discutir as novas tecnologias para aumentar a produtividade do cacau, a importância socioambiental da cultura e os rumos da importação do fruto, visto que recentemente houve casos de contaminação das cargas que chegaram ao país.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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