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Aqui não, ONU!

lula onu

Modelo do Mutirão do Diabetes de Itabuna é adotado em várias cidades do Brasil

mutirão itabuna azul 1 (1)

O modelo do Mutirão do Diabetes de Itabuna, que terá sua 14ª. edição no dia 10 de novembro,  está sendo replicado em diversos estados brasileiros e já foi apresentado no Congresso Mundial de Diabetes no Canadá, como exemplo a ser seguido em outros países.

O idealizador e coordenador do Mutirão e presidente da ONG Unidos Pelo Diabetes, Dr. Rafael Andrade tem participado de seminários e teleconferências em que expõe o projeto do mutirão, focado principalmente na prevenção da doença. O modelo do evento itabunense já foi adotado por cidades como Curitiba (PR), Belém (PA), Feira de Santana (BA), Petrolina (PE), Ribeirão Preto (SP) e Joinville (SC).

md 20

A partir deste ano, haverá mutirões do diabetes em Blumenau (SC), Florianópolis (SC), Uberlândia (MG), Betim (MG), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Presidente Prudente (SP), Sorocaba (SP), Campo Grande (MS), São José dos Pinhais (PR), todos com o apoio da ONG Unidos Pelo Diabetes de Itabuna.

Criada em 2017 para ampliar as ações do Mutirão, a ONG Unidos pelo Diabetes, vem fornecendo transferência do know how para diversas instituições, além de investir na capacitação de profissionais de saúde e na conscientização da população, para os riscos e cuidados na prevenção e tratamento do diabetes.

mutirão diabetes

O Dr. Rafael Andrade destaca que “a realização de mutirões em várias cidades brasileiras, vai se multiplicando a cada ano, contribuindo para  amenizar a deficiência e desigualdade, combatendo uma das doenças que mais fazem vítimas fatais e deixam sequelas no país”.

Fórum Anual do Cacau no Brasil tem foco na sustentabilidade

cacau fruto

Será realizado nesta terça-feira, dia 21,  o 1º Fórum Anual do Cacau – CocoaAction Brasil. O evento acontece no auditório Olacyr de Moraes, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília, com temas relevantes que dialogam entre produção sustentável, qualidade, produtividade e manejo.
O Fórum tem o objetivo de compartilhar com a cadeia do cacau e chocolate boas experiências e discutir soluções para a construção de um setor cacaueiro mais sustentável.

Veja a programação:

forum cacau

Carta de Lula aos brasileiros

lula carta

“Registrei hoje a minha candidatura à Presidência da República, após meu nome ter sido aprovado na convenção do PT e com a certeza de que posso fazer muito para tirar o Brasil de uma das piores crises da história.

A partir dessa aprovação do meu nome pelas companheiras e companheiros do PT, do PCdoB e do Pros, passei a ter o direito de disputar as eleições.

Há um ano, um mês e três dias, Sérgio Moro usou do seu cargo de juiz para cometer um ato político: ele me condenou pela prática de “atos indeterminados” para tentar me tirar da eleição. Usou de uma “fake News” produzida pelo jornal O Globo sobre um apartamento no Guarujá.

Desde então o povo brasileiro aguarda, em vão, que Moro e os demais juízes que confirmaram a minha condenação em segunda instância apresentem alguma prova material de que sou o proprietário daquele imóvel. Que digam qual foi o ato que eu cometi para justificar uma condenação. Mas o que vemos, dia após dia, é a revelação de fatos que apenas reforçam uma atuação ilegítima de agentes do Sistema de Justiça para me condenar e me manter na prisão.

Chegou-se ao ponto em que uma decisão de um desembargador que restabelecia a minha liberdade não foi cumprida por orientação telefônica dada por Moro, pelo presidente do TRF4 e pela procuradora Geral da República ao Diretor-Geral da Polícia Federal.

Como defender a legitimidade de um processo em que conspiram contra a minha liberdade desde o juiz de primeira instância até a Procuradora-Geral da República?

Sou vítima de uma caçada judicial que já está registrada na história.

Tenho certeza de que se a Constituição Federal e as leis desse país ainda tiverem algum valor serei absolvido pelas Cortes Superiores.

A expectativa de que os recursos apresentados pelos meus advogados resultem na minha absolvição no STJ ou no STF é o que basta, segundo a legislação brasileira, para afastar qualquer impedimento para que eu possa concorrer.

Não estou pedindo nenhum favor. Quero apenas que os direitos que vem sendo reconhecidos pelos tribunais em favor de centenas de outros candidatos há anos também sejam reconhecidos para mim. Não posso admitir casuísmo e o juízo de exceção.

O Comitê de Direitos Humanos da ONU já emitiu uma decisão que impede o Estado brasileiro de causar danos irreversíveis aos meus direitos políticos – o que reforça a impossibilidade de impedirem que eu dispute as eleições de 2018.

Quero que o povo brasileiro possa decidir se me dará a oportunidade de, junto com ele, consertar este país.

A partir de amanhã, vamos nos espalhar pelo Brasil para nas ruas, no trabalho, nas redes sociais, mas principalmente olhando nos olhos das pessoas, lembrar que esse país um dia já foi feliz e que os mais pobres estavam contemplados no orçamento da União como investimento, e não como despesa.

Cada um de vocês terá que ser Lula fazendo campanha pelo Brasil, lembrando ao povo brasileiro que nos governos do PT o povo trabalhador teve mais emprego, maiores salários e melhores condições de vida.

Que um nordestino que mora no Sul podia visitar sua família de avião e não somente de ônibus.

Que um pobre, um negro, ou um índio podia ingressar na universidade.

Que o pobre podia ter casa própria e comer três vezes ao dia.

Que a luz elétrica era acessível a todos.

Que o salário mínimo foi aumentado sem causar inflação.

Que foi posto em prática aquele que a ONU considerou o melhor programa de transferência de renda do mundo, beneficiando 14 milhões de famílias e tirando o Brasil do mapa da fome.

Que foram criadas novas universidades e novos cursos técnicos.

Para recuperar o direito de fazer tudo isso e muito mais é que sou candidato a Presidente da República.

Vamos dialogar com aqueles que viram que o Brasil saiu do rumo, estão sem esperança mas sabem que o país precisa resolver o seu destino nas urnas, não em golpes ou no tapetão.

Lembrar que com democracia, com nosso trabalho, o Brasil vai voltar a ser feliz.

Enquanto eu estiver preso, cada um de vocês será a minha perna e a minha voz. Vamos retomar a esperança, a soberania e a alegria desse nosso grande país.

Companheiras e companheiros, o Moro tinha até hoje para mostrar uma prova contra mim. Não apresentou nenhuma! Fato indeterminado não é prova! Por isso sou candidato.

Repito: com meu nome aprovado na convenção, a Lei Eleitoral garante que só não serei candidato se eu morrer, renunciar ou for arrancado pelo Justiça Eleitoral. Não pretendo morrer, não cogito renunciar e vou brigar pelo meu registro até o final.

Não quero favor, quero Justiça. Não troco minha dignidade por minha liberdade”.

Os homens que não vão à janela não vêem

brasilia

Fernando Brito, no Tijalaço

Vejo as fotos da marcha em favor do registro da candidatura Lula no Facebook – pois os jornais não se dignam a registrar, salvo por alguma desgraça que aconteça por ali.

Gente, muita gente, a serpentear sobre a grama seca de uma Brasília seca, onde esta época anda-se com uma garrafinha d’água que imita os  odres e cantis os da Legião Estrangeira às beiradas do Saara.

Em geral, os saúdam, dizem ter vontade de estar ali com eles, lamentam não poderem ir.

Outros, porém, cheios de ódio, têm um argumento-padrão: é dia de semana, deveriam estar trabalhando e são, portanto, “mortadelas”, “vagabundos”, etc…

Curioso, em pleno horário comercial, dedicam-se a xeretar as publicações alheias e não à dura labuta de serem, como dizem, os que trabalham e carregam o país às costas, com seus impostos.

Volto a quem importa, aos que desfilam sua pobreza e sua esperança diante dos palácios dos senhores bem-postos, que não saem à rua numa cidade sem esquina e cheias de garagens privativas, nos subsolos.

Eles deveriam ser invisíveis – e em parte o são, porque só a outros a TV multiplica a presença, com transmissões “ao vivo” e o tradicional “famílias inteiras enchem a Avenida Paulista”.

Quando aparecem, são ofensivos, são marginais, são desocupados. São tratados nestes dias com a brutalidade com que os tratam todos os dias.

Deveriam estar nas fábricas, nas lavouras, nos escritórios, onde só, há tempos, se demite.

Deveriam estar quietos na calçada, como camelôs e indigentes, aproveitando a tranquilidade dos momentos em que o “rapa” e a “assistência social”, com seus jatos d’água, estão no almoço.

Aliás, eles próprios deveriam estar almoçando e quem sabe o farão, em barracas, com pratos esticados para pegar a gororoba com que, certamente, “os estão corrompendo”, enquanto o filé da Fiesp para o MBL é uma digna “cortesia”.

Os homens do poder não chegam à janela para ver os pobres senão com medo, medo e asco.

Um velho amigo envia-me um texto do escritor moçambicano Mia Couto:

A maior desgraça de uma nação pobre é que, em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.

Mas eles têm outras coisas. Têm a lei, que é lida com os olhos dos endinheirados que a aplicam. Têm os políticos, eleitos pelo dinheiro. Têm os sábios homens da imprensa, que querem estar nos mesmos salões, nos mesmos restaurantes, nos mesmos mundos que eles e não serem Emile Zola ou John Reed e partilharem a poeira dos fatos para saber e sentir como os fatos são.

Eles não vão às janelas, mas o mundo, lá fora, continua a existir, quente, empoeirado e seco, embora não o respirem.

Como não respiram o sentimento daquela gente e de milhões de gentes que, por toda a parte, teimam em resistir com Lula, como a vegetação do cerrado resiste à seca e ao ódio.

Não conseguem ver que só existem procissões quando existem mártires, que só existem mártires quando se praticam injustiças e que só existem injustiças quando não nos reconhecemos como iguais.

Algo que jamais admitirão que aquela gente rota, de pele crestada pelo sol e de rosto curtido pela dureza da vida é igual, senão melhor, do que eles próprios.

Afinal, aqueles não têm nada e querem só um pouco. E eles têm, como sempre tiveram, muito, mas não abrem mão de ter tudo para si.

Lula no NY Times: “eu quero Democracia, não impunidade”

lula nyt

Lula é destaque nesta terça (14) no mais importante jornal do planeta, o The New York Times. O jornal publicou artigo de Lula com a a seguinte advertência aos leitores: “O ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva escreveu este artigo de opinião da prisão”. O NYT deu como título: “Lula: Eu quero democracia, não impunidade” e destacou: “Há um golpe de direita em andamento no Brasil, mas a justiça prevalecerá”

A íntegra do artigo:

Lula: Eu quero democracia, não impunidade

Há um golpe de direita em andamento no Brasil, mas a justiça prevalecerá

By Luiz Inácio Lula da Silva

O ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva escreveu este artigo de opinião da prisão.

CURITIBA, Brasil – Dezesseis anos atrás, o Brasil estava em crise; seu futuro incerto. Nossos sonhos de nos transformarmos em um dos países mais prósperos e democráticos do mundo pareciam ameaçados. A ideia de que um dia nossos cidadãos poderiam desfrutar dos padrões de vida confortáveis de nossos colegas na Europa ou em outras democracias ocidentais parecia estar desaparecendo. Menos de duas décadas após o fim da ditadura, algumas feridas daquele período ainda estavam cruas.

O Partido dos Trabalhadores ofereceu esperança, uma alternativa que poderia mudar essas tendências. Por essa razão, mais que qualquer outra, vencemos nas urnas em 2002. Tornei-me o primeiro líder trabalhista a ser eleito presidente do Brasil. Inicialmente, o mercado financeiro se abalou; mas o crescimento econômico que seguiu tranquilizou o mercado. Nos anos seguintes, os governos do Partido dos Trabalhadores que chefiei reduziram a pobreza em mais da metade em apenas oito anos. Nos meus dois mandatos, o salário mínimo aumentou 50%. Nosso programa Bolsa Família, que auxiliou famílias pobres ao mesmo tempo em que garantiu que as crianças recebessem educação de qualidade, ganhou renome internacional. Nós provamos que combater a pobreza era uma boa política econômica.

Então este progresso foi interrompido. Não através das urnas, embora o Brasil tenha eleições livres e justas. Em vez disso, a presidente Dilma Rousseff sofreu impeachment e foi destituída do cargo por uma ação que até mesmo seus oponentes admitiram não ser uma ofensa imputável. Depois, eu fui mandado para a prisão, por um julgamento questionável de acusações de corrupção e lavagem de dinheiro.

Games para toda a família

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O mercado de Games está começando no Brasil, já no exterior onde a indústria de jogos eletrônico é mais aquecida, e ainda tem muito a crescer e se desenvolver. Com mais de 66,3 milhões de games, correspondência superior a R$ 5 bilhões em 2017, o Brasil é o principal mercado de jogos eletrônicos da América Latina, conforme levantamento Newzoo. O mercado mostra um setor crescente e o faz ainda mais precisamente, levando em conta dados relacionados ao mercado físico, digital e móvel. Observamos o público para uma amostra representativa da população de 13 a 64 anos, que considera “jogador” qualquer pessoa que tenha usado videogame nos últimos 12 meses.

familia 1FREQUÊNCIA DO JOGO E SUAS PLATAFORMAS – Vamos agora para a população: 57% dos brasileiros entre 13 e 64 já jogaram pelo menos uma vez em videogames nos últimos 12 meses, estamos falando de 66,3 milhões de pessoas que 59% dos casos são homens. A faixa etária principal concentra-se entre 25 e 34 anos, seguido por aquela entre 35 e 44. Curiosamente, a diferença entre homens e mulheres aumenta com a idade, permanecendo a grande maioria masculina. 45% dos entrevistados dizem que jogam todas as semanas, mas há também 43% que nunca jogam.

No que diz respeito aos sistema mais difundidos, os dados se cruzam, em alguns casos, temos mais sistemas de jogos para uma pessoa, de modo que 48% possuem um console, 46% um PC e 52% um dispositivo móvel. Obviamente, no mundo dos consoles, o PlayStation 4 é rei, mas há uma porcentagem muito alta de usuários ainda ligados ao Xbox One. A grande japonesa Nintendo, encerrou suas lojas em São Paulo há mais de 5 anos, mas  atualmente está se preparando para novas possibilidades de retorno e resgate, com vendas oficiais no Brasil, a empresa anuncia a criação da Loja online, em busca do tempo perdido, a Nintendo Switch ( https://store.nintendo.com.br), no site será possível adquirir códigos para ter acesso aos jogos, com pagamento em reais e cartões de crédito nacional.

familia 4De todos os proprietários de um console, apenas 36% jogam online, enquanto não temos os mesmo dados no mundo PC. Obviamente, tablets e celulares são os mais utilizados em geral, especialmente nas faixas etárias mais baixas, mas após os 55 anos os jogadores brasileiros preferem o PC, talvez porque as reflexões sejam a preferência de jogos estratégicos.

DESENVOLVER JOGOS – Questões Jurídicas e a Capacitação de Recursos – Para se fazer um game, tem que ter uma equipe, pequena ou grande, todos os técnicos envolvidos possuem direitos autorais sobre suas contribuições no desenvolvimento do jogo. O Contrato é indispensável para se desenvolver um videogame, precisa ser muito bem-feito para evitar problemas no futuro, desde o planejamento á execução. Tudo deve estar em acordo escrito, mesmo quando se trabalhe com amigos.

Necessidades econômicas de criação e execução, existem varias formas de Captação de Recursos para o desenvolvimento de games independentes ou não, todas as fontes de recursos exige cuidados jurídicos próprios, e normas a serem respeitadas. Deve-se entender e ponderar com a equipe de desenvolvimento, as vantagens e desvantagens de cada fonte, quais os custos  (financeiros e não financeiros) envolvidos. A forma mais fácil e inovadora de captação de recurso, que se apresenta na atualidade e nas condições econômica do nosso mercado, é o Financiamento Coletivo online ( ou Crowdfunding) popularmente conhecido como “Vaquinha Online, Eletrônica ou Virtual”, é o meio pelo qual se pode arrecadar fundos para alavancar um projeto de jogos eletrônicos e/ou outros projetos… e torná-lo realidade!

FONTE DE INFORMAÇÃO SOBRE VIDEOGAMES – Mas como nos informamos sobre videogames? Youtuber, Podcast, e redes sociais são as principais formas de acesso a notícias, resenhas, rumores e opiniões sobre videogames, seguir sites especializados, lojas de aplicativos e imprensa em geral. Deve-se dizer que a porcentagem de mídias sociais provavelmente também inclui notícias dos sites de informação transmitidos através das páginas ou usuários, de modo que os dados nos chegam com alguns sentidos.

familia 3INTERESSE NOS VIDEOGAMES. Com o crescimento das novas tecnologias, os videogames se reinventam constantemente, existindo sempre algo a ser feito e descoberto. Avanços, interesses e aumento de possibilidades internacionais, perante um mercado milionário e sempre crescente dos jogos eletrônicos, fazem que os pais, tenham um novo olhar, como grande oportunidade profissional para os seus filhos aficionados em videogames, além de os auxiliar na construção da personalidade e no desenvolvimento do raciocínio lógico –

MOTIVOS PELOS QUAIS OS PAIS TEM JOGADO COM SEUS FILHOS. Uma percentagem significativa é a dos país que brincam com os filhos, são 67% e o fazem pelos motivos mais dispares. O mais comum é que é uma atividade divertida ou para passa tempo com eles. Mas de um terço dos país dizem que são os próprios filhos que querem jogar com os pais. De certa forma, um fato reconfortante e que lentamente corrói os pensamentos ultrapassado, que as crianças se isolavam através de videogames ou que os pais não são conscientes e intoleráveis. É claro que quanto mais continuarmos, os jogadores mais velhos se tornarem pais e mães com mais conhecimento sobre o assunto do que as gerações anteriores.

 

Inadimplência atinge 63,6 milhões de brasileiros

calote(da Agência Brasil)- A inadimplência em todo o país atingiu 63,6 milhões de consumidores – 42% da população adulta brasileira -, ao final do primeiro semestre deste ano, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O dado leva em conta brasileiros com o CPF restrito pelo atraso no pagamento de contas.

Em junho, houve crescimento de 4,07% na comparação com o mesmo período do ano passado – o último recuo da inadimplência foi registrado em novembro de 2017 (0,89%). Na comparação entre maio e junho, houve alta de 0,61%, a maior variação positiva desde março deste ano.

Por região, a Sudeste teve crescimento de 9,88% em junho frente ao mesmo período do ano passado. O Nordeste apresentou alta de 4,81% na quantidade de devedores. As variações também foram positivas no Centro-Oeste (2,82%), Sul (2,13%) e Norte (2,02%).

Os estados do Norte concentram, de forma proporcional, o maior número de brasileiros inadimplentes no país, 5,79 milhões de consumidores, que, juntos, somam 48% da população adulta residente. A segunda região com maior número relativo de devedores é o Nordeste, que conta com 17,61 milhões de negativados, ou 44% da população.

Vai Croácia!

croacia

Veka Mehmere

 

veka croaA Croácia é um país pequeno, mas com inúmeras belezas naturais e um patrimônio artístico e cultural que remonta séculos de histórias.

Estive em cidades como Zagreb, que é a capital do país, Dubrovic, Split, a Riviera Croata e Ilha de Hvar, pela qual me apaixonei e ainda pretendo morar um dia. São lugares maravilhosos, que encantam turistas de todas as partes do mundo.

O croata é um povo guerreiro, sofrido, que enfrentou uma guerra terrível nos Balcãs, mas ainda assim está sempre sorrindo. Eles conseguiram extrair felicidade de todo o sofrimento.

O futebol lá é uma paixão tão ou mais intensa do que no Brasil e eles devem estar vibrando com o sucesso da Seleção.

Sou brasileira, mas estou torcendo pela Croácia desde o início da Copa.

A França têm um ótimo time, mas acredito no título.

Vai, Croácia!

———–

Veka Mehmere é baiana de Salvador e viajou para a Croácia a turismo

 

Pesquisa mostra que extrema pobreza no Brasil voltou a patamares de 12 anos atrás

do Instituto Humanitas Unisinos

pobrezaAo deixar em 2014 a relação de países que têm mais de 5% da população ingerindo menos calorias do que o recomendável, o Brasil atingiu um feito inédito: saiu do Mapa da Fome da ONU. Mas, após três anos do feito, um relatório de 20 entidades da sociedade civil, publicado em julho do ano passado, alertava sobre os riscos de o país retornar ao mapa indesejado.

O economista Francisco Menezes, pesquisador do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) e da ActionAid Brasil, fez parte da equipe que elaborou o relatório.

Menezes também especialista em segurança alimentar conta que no final deste mês um novo documento atualizado da sociedade civil será lançado. E alerta: “A nossa nova advertência já leva a quase uma certeza”. Essa quase certeza, ele diz, é de que o Brasil voltará ao Mapa da Fome. “Toda a experiência sempre mostrou que os números da extrema pobreza com os números da fome são muito próximos.”

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A hora de Neymar

Consumo de chocolate ainda é tímido no Brasil

chocolate 2O chocolate é um produto consumido em todo o mundo. No Brasil, não é diferente, o país é hoje o 6º mercado em volume de vendas de chocolates no varejo, atrás apenas de Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido e França. Para atender a demanda, a setor brasileiro de chocolates fechou 2017 com uma produção de 491 mil toneladas, volume praticamente estável se comparado ao ano anterior, com um crescimento de 0,3%, registrado no período.

“Desde 2011 o setor vinha registrando quedas constantes no volume produzido, por conta do cenário econômico do Brasil. No último ano, seguindo a tendência de recuperação de diversos segmentos, a indústria de chocolates registrou um desempenho melhor. O chocolate, apesar de paixão nacional, não é considerado prioridade na cesta do brasileiro, por isso seu consumo é fortemente influenciado pelo poder de compra do brasileiro”, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da  Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados- ABICAB.

O consumo de chocolate no Brasil ainda é tímido se comparado com outras regiões da Europa, como a Suíça, Áustria e Alemanha, por exemplo. Ainda assim, considerando os hábitos dos brasileiros e, principalmente, o clima do País, o mercado nacional merece atenção.

De acordo com pesquisa CONECTA encomendada pela ABICAB, os tipos de chocolate mais consumidos pelos brasileiros são tablete (43%), bombons (40%) e wafers com chocolate (34%). Segundo o estudo, o chocolate ao leite é o preferido dos brasileiros (42%), seguido pelo meio amargo (31%) e pelo chocolate branco (18%).

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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