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Walter Pinheiro visita Centro de Inovação Urbana em Barcelona

pim barCumprindo agenda de trabalho em Barcelona, o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, visitou o Ca l’Alier, uma antiga fábrica têxtil que foi completamente reestruturada para abrigar um Centro de Inovação Urbana e o Centro de Inovação da Cisco, no distrito de Sant Martí. O local, hoje, é uma referência mundial ligado ao conceito de cidades inteligentes, ou Smat Cities, que se define pelo uso da tecnologia para melhorar a infraestrutura urbana e tornar os centros urbanos mais eficientes e melhores de se viver.

“Hoje fui visitar essa boa experiência, que reúne restauração de prédios antigos e degradados com uma nova vocação para a região, integrando empresas locais, incubadoras e centros de pesquisa. O Centro oferta a possibilidade de envolver a comunidade para pensar o futuro e, no presente, criar novas formas de atividades, trabalho e desenvolvimento local”, destacou Pinheiro.

A antiga fábrica Ca l’Alier renasceu como um edifício inteligente, com emissões zero, com estratégias de auto-suficiência e gestão inteligente de recursos dedicados à promoção da inovação urbana. Além de ser um próprio protótipo, este novo prédio se tornou um laboratório de projetos de inovação aplicados às cidades, além de um espaço de reflexão e geração de iniciativas inovadoras voltadas para a melhoria da vida urbana.

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Em Barcelona, Rui se reúne com Grupo Prima para ampliar investimentos imobiliários na Bahia

Em viagem de negócios à Espanha, o governador Rui Costa reuniu-se, na manhã desta segunda-feira (12), em Barcelona, com executivos do Grupo Prima, que opera na área de empreendimentos imobiliários e turísticos. Acompanhado do secretário da Casa Civil do Estado, Bruno Dauster, Rui quer intensificar os negócios do empreendimento na Bahia, bem como reafirmar o compromisso do governo do Estado em oferecer infraestrutura necessária para a ampliação dos investimentos na localidade de Baixio, no município de Esplanada, onde o grupo vem implantando projetos hoteleiros e imobiliários de grande porte.

Governador e Grupo Prima

Na Bahia, o grupo se estabeleceu em 2005 por meio da Prima Empreendimentos constituída por investidores espanhóis. Com mais de R$ 500 milhões investidos em treze anos, o grupo pretende expandir os investimentos em projetos turísticos e imobiliário em Salvador e no povoado de Baixio. Proprietária do Hotel Fasano Salvador, localizado em frente à Praça Castro Alves, com 70 suítes de alto luxo, com início de operação prevista para dezembro, o carro-chefe dos negócios do Grupo na Bahia é o projeto Baixio, onde já dispõe de mais de 62 milhões de m² licenciados, com 14 km de praias e uma disponibilidade para construção de mais de 25 milhões de m². A meta do grupo nos próximos quinze anos é priorizar projetos na região, envolvendo hotéis, resorts, loteamentos, zonas comerciais e condomínios residenciais, além de infraestrutura de serviços.

Nota de pesar do Governador Rui Costa

O governador Rui costa lamentou, na noite desta quinta-feira (17), o atentado terrorista que deixou mortos e feridos em Barcelona.

“Não podemos nos silenciar diante daqueles que devastam vidas para impor a sua voz! Em meu nome e de todos os baianos, transmito aos espanhóis e à comunidade espanhola na Bahia nossa solidariedade e acolhimento. Com muito pesar e tristeza, peço que sigamos juntos contra a propagação do mal”, afirmou.

Não foi épico, foi roubo (ou: o ratón alemão meteu a mão no queijo francês)

Daniel Thame

daniel thame Flica“Épico”. “Heróico”. “Inesquecível”. “Histórico”. “Milagre”.

O mundo despeja adjetivos para descrever a vitória do Barcelona sobre o Paris Saint Germain por 6×1 na Champions League, depois de levar um sonoro 4×0 no jogo de ida em Paris.

Mas, o fato é o juiz alemão Deniz Aytekin roubou do Paris Saint-Germain a chance de se classificar para as quartas de final da Liga dos Campeões. Simples assim.

Feito um ratón, meteu gulosamente a mão no queijo francês. De lambuja, levou o vinho também.

Com 1 a 0 para o Barça, não um deu pênalti de Mascherano, que saltou para bloquear um cruzamento de braços abertos. E depois, mais outro pênalti não marcado para o PSG, do mesmo Mascherano em  Di María.

Já com  2 a 0 para o Barça , o árbitro Aytekin inventou um pênalti absurdo cavado por Neymar no início do segundo tempo: 3×0. O Barcelona estava vivo e o PSG, que entrou em campo  para cumprir a obrigação, como se aqueles 90 minutos fossem apenas protocolares, enfim acordou.

queijo ratoCavani fez 1×3 e calou o Camp Nou lotado. Caixão fechado, prego batido. Precisando de mais três gols, os espanhóis a lutavam pela honra, porque a vaga, essa já era. Os franceses passaram a tocar a bola e esperar o tempo passar.

E o tempo passou até os 43 minutos do segundo tempo. Tudo dentro do script.

Mas ai o juiz (e justiça seja feita, Neymar também, numa noite em que lembrou o Neymar do Santos e da Seleção, tornando Messi um quase coadjuvante) decidem que a história não acabou.

Aytekin inventa mais um pênalti, desta vez de Marquinhos em Luiz Suarez. Neymar, que já havia feito o quarto, um golaço de falta, bate faz o quinto.

O imponderável invade o gramado blugrená.

Faltava mais um gol e `sua excelência` deixa o jogo correr até aos 50 minutos, quando veio o tento redentor de Sergi Roberto, na bacia das almas. 6×1, o placar necessário.

O inacreditável assombra o mundo da bola.

Nunca e em tempo algum na história da Champions, um time havia conseguido reverter um 0x4. O Barça de Messi e Neymar, que contra o PSG foi o Barça de Neymar e Messi (e de Deniz Aytekin) conseguiu.

Daí a tempestade de adjetivos em todos os idiomas possíveis.

Em meio a quase unaminidade de louvores ao time catalão, que efetivamente é uma lenda do futebol mundial  e que no início do século, sob o comando de Guardiola, elevou o jogo à condição de arte como poucos times o fizeram, poucas vozes se levantaram para registrar o que efetivamente ocorreu em meio ao caldeirão de emoções que transbordou do Camp Nou e se espalhou pelo planeta: o PSG foi garfado, teve sua vaga surripiada por erros (?) de arbitragem.

O milagre, o heroísmo, o épico e a glória tiveram uma mãozinha demasiadamente humana para dar um empurrão rumo à História.

 

Do problemático ao programático

 

Daniel Thame

daniel charge cuba zapO imortal Nelson Rodrigues perpetrou certa feita que toda unaminidade é burra.

Pois o futebol brasileiro, em tempos de estiagem dentro e fora de campo, vive uma unaminidade chamada Tite.

Com desempenho melancólico da ´Era Dunga`, o dos 7×1 no Haiti, e uma ejaculação, ops, eliminação precoce na Copa América Centenário diante do Peru, a CBF finalmente se deu conta do risco da seleção ficar fora da Copa da Rússia.

E buscou o único nome que é consenso entre crítica e torcida. Tite, embora não esteja no patamar de Pep  Guardiola, José Mourinho ou Jorge Sampaoli, é de longe o melhor treinador brasileiro da atualidade.

O Corinthians de Tite, campeão do Brasil, da Libertadores e do Mundo, nunca se caracterizou pelo futebol brilhante, de encher os olhos do torcedor. Mas, em compensação, é de uma objetividade letal. Ganha quase sempre de 1×0, mas quase sempre ganha. Mais que um trocadilho, é quase uma necessidade para uma Seleção Brasileira que perdeu o encanto e a magia, um time quem a nem a Venezuela respeita mais.

tite 2Resgatar a Seleção Brasileira, torná-la competitiva e vencedora, fazer com que bons jogadores como Phillipe Coutinho, Willian, Douglas Costa, Lucas Lima, Casemiro rendam o que rendam nos seus times e tenham orgulho de vestir a camisa amarela.

Esses são os desafios imediatos de Tite, além da missão de conter o estrelismo de Neymar e seus chiliques de prima dona. Fazer o Neymar que se acha deus na seleção, ser o Neymar do Barcelona, craque acima da média, mas que joga em função do time e não o contrário.

Óbvio que a Seleção Brasileira vai melhorar com Tite, dar uma arrancada nas Eliminatórias e garantir a vaga para a Copa do Mundo na Rússia sem grandes sustos.

Esqueçam a magia do futebol, até porque os mágicos estão em falta por essas plagas. Pelo menos

Sai o futebol problemático de Dunga e entra o futebol programático de Tite.

Não é uma rima, mas espera-se que seja uma solução, agora parafraseando (mal) o igualmente imortal Drummond.

-o-o-o-

 

É gol- Reverbera-se que os chineses estão dispostos a pagar mais de 100 milhões de reais para contratar Gabriel, o Gabigol, do Santos. A se confirmar, o mundo enlouqueceu de vez. Ou virou uma imensa lavanderia…

É pênalti- Tudo bem que tem Alemanha, França, Itália, Espanha, Inglaterra, mas essa Eurocopa com Albânia, Islândia, País de Gales, Eslovênia, Irlanda do Norte tem alguns jogos em que a bola deveria apelar pra Lei Maria da Penha, de tanto que apanha,

 

No mundo todo, o nome disso é golpe

O diário Núvol, digital de cultura a Vilaweb, de Barcelona, Espanha, publicou diversas charges denunciando o golpe no Brasil. As tiras são assinadas pelo ilustrador Santiago.

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O adeus a Johan Cruyff. o holandês que reinventou o futebol

cruijff1( Brasil 247)- O ex-jogador da Seleção da Holanda Johan Cruyff, 68 anos, faleceu por conta de um câncer de pulmão.O ex-jogador era foi um fumante, e não escondia o prazer pelo cigarro. No ano passado, Cruyff  teve diagnosticado com câncer no pulmão, mesmo tendo largado o cigarro 25 anos antes após problemas cardíacos.

“Em 24 de março de 2016, Johan Cruyff (68) morreu pacificamente em Barcelona, cercado de sua família após uma dura batalha contra um câncer. É com grande tristeza que pedimos que você respeite a privacidade da família durante este tempo de pesar”, registrou o comunicado oficial no site do ex-jogador.

cruijffCruyff despontou para o futebol no começo da década de 70, apresentando um futebol revolucionário, que unia habilidade e conhecimento tático. Durante a Copa de 1974, ele foi um dos protagonistas do time que, após surpreender o mundo, ficou conhecido como “Laranja Mecânica”, com uma estrutura tática inovadora. A Holanda, inclusive, eliminou o Brasil, vencendo por 2×0, vitória que levaria o time para a final contra a Alemanha Ocidental, que venceu os holandeses por 2×1.

Antes de se destacar na seleção da Holanda, Cruyff já fazia sucesso pelo Ajax, um dos principais clubes do país europeu.

O ex-jogador vestiu camisas de times como o Ajax e Barcelona (ESP). Cruyff também trabalhou como técnico no clube catalão, onde foi tetracampeão espanhol entre os anos de 1990 e 1994.

O Time dos Sonhos

Daniel Thame

 DT tabocas 20Quando o Barcelona de Pep Guardiola, Messi, Xavi e Iniesta encantou o mundo, vencendo duas Ligas dos Campeões, dois Mundiais de Clubes, campeonatos espanhóis, copas do Rei, supercopas e tudo o que era possível vencer, imaginou-se que era o auge daquele que muitos consideram o maior time de todos os tempos, superando os lendários Real Madri de Puskas e Di Stefano e o Santos de Pelé, Pepe e Coutinho, que brilharam intensamente nos anos 50 e 60 do século passado.

Aquele Barcelona, essência do futebol-arte e objetividade, que faz parte da História, parecia o ápice de um clube. Depois viriam a acomodação, a estagnação e por fim a decadência. Foi assim com o Real, com o Santos e outros times que tiveram fases gloriosas, embora não necessariamente geniais, como o São Paulo de Telê e o Manchester United de Sir Alex Ferguson nos anos 90.

barçaO Barcelona, símbolo de uma Catalunha orgulhosa e guerreira, que luta para se desgarrar da Espanha, não quis virar atração de museu, peça de recordação, algo que passou e deixou uma doce lembrança.

Pois não é que menos de três anos após o apogeu daquele Barcelona, o mundo assiste igualmente encantado a um novo Barcelona, ou o Barcelona de sempre, campeão europeu, campeão espanhol, dando um espetáculo a cada partida.

O Barcelona de Messi, mas também de Neymar, Luiz Suarez, do eterno Iniesta, do discreto técnico Luis Enrique, que a cada jogo oferece um novo espetáculo. As goleadas de 4×0 sobre o arquirrival Real Madri no Santiago Bernabeu e de 6×1 sobre a Roma no Camp Nou foram duas aulas de futebol, a essência de como o jogo, tão robotizado por esquemas que valorizam a força física, pode ser mágico, lúdico.

Parece não haver limites para esse Barcelona, que como diz o próprio slogan, é `más que un club`.

É o Time dos Sonhos dos que amam o futebol,

Rendidos a essa magia, somos todos Barcelona.

-0-0-0-

É gol- O Vitória, com toda justiça, está de volta à Série A do Brasileirão. Mas que monte um time competitivo em 2016, para não ficar no eterno sobe-desce.

É pênalti- Faltou futebol e sobrou correria no jogo de ida da Copa do Brasil. Vitória do Santos por 1×0 sobre o Palmeiras na Vila Belmiro e tudo aberto para o jogo de volta no Alianz Arena.

É f…- Se o time do São Paulo participar de uma campanha de doação de sangue, não arrecada uma gota.

Neymar, a boa e a má notícia

Daniel Thame

 DT tabocas 20O Brasil empatou com a desfigurada Argentina em 1×1 em Buenos Aires e passou sem sustos pelo Peru com um 3×0 em Salvador, fechando o ano em terceiro lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo 2018 na Rússia, atrás do surpreendente Equador e do óbvio Uruguai.

Dentro do esperado, já que nessa maratona de 18 jogos, Brasil e Argentina vão ficar com duas das quatro vagas diretas para a Copa, restando ainda uma boquinha na repescagem. Equador, Uruguai, Colômbia, Chile e Paraguai que se estapeiem por elas, posto que Peru, Bolivia e Venezuela fazem apenas figuração.

Agora vamos a boa e a má notícia.

Comecemos pela má. Neymar, ausente na derrota para o Chile e na vitória sobre a Venezuela era a garantia do toque de genialidade que faltava na Seleção de Dunga. Não foi.

Apático, individualista e com a cabeça em outro planeta, Neymar não foi nem uma pálida sombra do gênio que encanta o mundo com a camisa do Barcelona, a ponto de suprir a lacuna de ninguém menos do que Lionel Messi.

Contra o Peru, era um daqueles jogos para Neymar deitar e rolar, no embalo da torcida baiana. Foi uma decepção e pode-se dizer que ele ainda não estreou nas Eliminatórias. Entrou em campo mas não estreou. Simples assim.

A boa notícia é que o Brasil parece estar eliminando a tal ´neymardependência`, cantada em verso e prosa pela mídia. Na ausência do craque do Barça, Willian e Douglas Costa exibiram um futebol de primeira linha, com toques, dribles desconcertantes, passes precisos e gols.

Douglas Costa, que era apenas esperança, vai rapidamente se transformando em certeza, tamanha a sua evolução no Bayern de Guardiola, com reflexo positivo na Seleção de Dunga.

O Brasil por ora, não é Neymar e mais dez. É Neymar, Willian, Douglas Costa e mais oito.

Não é pouca coisa, Na verdade é muita coisa.

-0-0-0-

É gol- Cavalo paraguaio é a mãe! O Vitória está com os dois pés na Série A em 2016. O Leão ruge.

É pênalti- Cavalo paraguaio sim senhor. O Bahia tropeçou na própria mediocridade e passa mais um ano na Série B.

 

 

Neymar pode tudo?

     Daniel Thame

 

DT lacoste 2Não há no futebol brasileiro, que vive uma entressafra terrível, nenhum jogador que chegue aos pés do talento de Neymar, que caminha a passos, dribles e gols largos para se tornar um dos três melhores do planeta, abaixo de Messi e no mesmo patamar ou um pouco acima de Cristiano Ronaldo.

Na Seleção Brasileira, Neymar é imprescindível, insubstituível e indispensável para resgatar o orgulho da outrora gloriosa camisa amarela, desbotada após a Copa do Mundo 2014, que incluiu aquele vexaminoso, inolvidável e eterno 7×1 sapecado pela Seleção Alemã. Ponto.

Mas, a pergunta é: na Seleção, Neymar pode tudo?

Pode ser o capitão do time, o jogador para quem todas as bolas devem ser passadas, o craque que não marca ninguém, o atacante que tenta definir todas as jogadas sozinho, mesmo com um companheiro melhor colocado?

Pode ser o intocável que nem o técnico Dunga e nenhum outro jogador podem questionar? A resposta não está no vento, está na Copa América. E a resposta é: não pode.

Neymar pode ser o craque que desequilibra, a luz nas trevas do futebol brasileiro. O gênio da bola que ainda não é mas inevitavelmente será.

Mas não pode tudo.

Seu comportamento na Seleção Brasileira é inversamente proporcional ao que tem no Barcelona, onde mais por esperteza do que por modéstia, aceitou o papel de coadjuvante de luxo, porque lá tem Messi, tem Xavi, tem Iniesta, tem Pique, tem Luiz Suarez e não tem ninguém que lhe passe as mãos na cabeça.

Todos reconhecem seu talento, sua importância para o time, mas não o tratam como um menino mimado.

E é justamente esse menino mimado, imaturo e (no melhor estilo Cristiano Ronaldo) louco por um holofote, por seu o centro das atenções, a única estrela, que caracteriza o Neymar da Seleção Brasileiro.

Some-se a isso um nervosismo exacerbado, uma série de chiliques contra árbitros e adversários, que lhe custaram, após dois cartões amarelos, um vermelho, uma tentativa de cabeçada num jogador da Colômbia e um xingamento ao arbitro já a caminho dos vestiários (“seu filho da puta, você quer aparecer às minhas custas?”), a suspensão de quatro jogos que o deixou fora da Copa América e vai deixá-lo fora de  dois jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo 2018.

Neymar tem apenas 23 anos e essa lambança na Copa América (que no frigir dos ovos é um omelete de segunda linha), pode servir de lição.

Não custa nada, deixando de lado o Narciso que só olha o próprio rosto, pegar emprestado o espelho de um tal de Lionel Messi, que Neymar conhece muito bem, per supuesto.

É pênalti – Bahia e Vitória vem fazendo campanhas irregulares na Série B do Campeonato Brasileiro e até agora deram mais motivos para desconfiança do que esperança aos torcedores. Parece que vão embalar e empacam.
Perdem pontos bobos, que podem fazer falta no final e, mania sublime do futebol brasileiro, trocam de treinador e de jogadores ao sabor do humor da torcida.

Posto que uma vaga para a Série A é do Botafogo, restam três vagas em disputa.

Dá para os dois, da para um ou não dá para nenhum dos dois?

Por ora, o que não dá para arriscar palpite algum.

É gol – Depois de surgir no Itabuna, ter uma rápida passagem pelo Vitória, alternar bons e maus momentos no Atlético Mineiro e mergulhar no anonimato e na grana farta do futebol árabe, Neto Berola está de volta ao futebol brasileiro.

Contratado pelo Santos, tem a chance de mostrar que é o atacante talentoso e diferenciado que parecia ser e até agora não é.

Para anular trio Messi, Neymar e Suarez, FIFA coloca Felipão no comando do Barcelona

trio

(do Blog Sensacionalista)- Reviravolta no mundo do futebol. Depois de receber o bilhete azul do Grêmio , o pentacampeão mundial e heptagoleado alemão Luis Felipe Scolari já prepara as malas para embarcar para Barcelona. Seguindo uma resolução da Fifa, Scolari deverá assumir o time grená e azul para dar mais emoção às partidas protagonizadas pelo ataque “tridente” de Lionel Messi, Neymar e Suarez.

Felipão encarou seu novo destino com naturalidade. “Depois que eu rebaixei o Palmeiras me colocaram na seleção brasileira, então nada mais natural que depois de afundar o Grêmio me colocassem num time como o Barça”, disse Felipão. “Eu quero ver quem vai me chamar de burro agora. Quem? Já estou vendo com meus assessores e vou tirar esse menino aí que fica tendo enjoo, essas coisa (sic) de potro argentino, vamos por logo do Fred que é macho mesmo e o Julio César, quero ver falarem de apagão de novo. Pode vir a Juventus, pode vir a rua Javari inteira!”

 

Após levar duas canetas, David Luiz é o novo garoto propaganda da Mont Blanc

caneta

(do Blog Sensacionalista)- Os executivos da Mont Blanc nem esperaram PSG x Barcelona terminar para contratar o zagueiro David Luiz como garoto propaganda de suas famosas canetas de luxo.

Após levar duas lindas canetas de Suarez que resultaram nos gols que o uruguaio fez na partida, David agora representará a Mont Blanc pelos gramados da Europa.
Após Suarez fazer o gol no Paris Saint-Germain passando por David Luiz, Marquinhos e Maxwell o trio agora está sendo conhecido em Barcelona como Avenida Brasil.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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