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Azaleia gera 5.400 empregos em Itapetinga

jose carlos moura 2O prefeito de Itapetinga, José Carlos Moura (PT), comemora o bom momento econômico na região Sudoeste da Bahia,  Ele anunciou o volume de empregos gerados pela empresa calçadista Azaleia/Vulcabrás, que apesar de ter fechado filiais em algumas cidades baianas, emprega 5.400 pessoas na cidade administrada por Moura. “Itapetinga, graças a Deus, é uma cidade abençoada. Além da Azaleia, ainda teremos a Fábrica de Confecções WBozzi e Lia Line, que se instalará no distrito de Bandeira do Colônia”.

Para reduzir custos logísticos e criar condições para competir com os preços praticados pela concorrência chinesa, a Azaleia/Vulcabrás fechou, em 2011, 17 filiais que funcionavam em galpões de cidades vizinhas a Itapetinga. A empresa também fechou unidades em Sergipe, com redução de 1.300 postos de trabalho, e Horizonte, no Estado do Ceará, com dispensa de cerca de 400 trabalhadores, além de desativar unidade produtiva instalada na Índia. “A Azaleia/Vulcabrás, porém, afirma que a unidade de Itapetinga é a que produz com maior eficiência em todo o grupo”, anima-se o prefeito.

Com esforço do Governo do Estado, outras empresas se interessaram em ocupar os galpões e, segundo Moura, 70% da mão de obra que havia ficado ociosa foi contratada pelos novos empreendimentos. “São trabalhadores qualificados, com experiência”, atesta. “Os demais, que ainda estão sem trabalho, logo conseguirão colocação nas industrias que estão se instalando por aqui”.

Através da Farmácia Santana, Lojas Zema, Transnacional, Posto Águia e Lojas Americanas as pessoas estão sendo inseridas no mercado. “Com o programa Qualifica Bahia e Pronatec, mais de 200 pessoas foram preparadas para trabalhar com pintura predial, encanador, eletricista e estão sendo aproveitadas pelo setor da construção civil”, registra o prefeito de Itapetinga. “O Minha Casa Minha Vida, por exemplo, é um grande gerador de empregos, diretos e indiretos, aqui no Sudoeste”.

Profissionais capacitados em corte e costura, costura industrial, modelagem em tecido, culinária, doces e salgados e computação são encaminhadas para as empresas com atuação em diversos segmentos econômicos, que enxergaram o potencial do interior baiano. “Contrariando quem insiste em dizer que Azaleia fecharia suas portas em Itapetinga, somente nesse ano, a fábrica contratou 400 pessoas e outras empresas estão investindo e gerando oportunidades para o povo baiano”, ressaltou o prefeito.

José Carlos Moura atesta que a parceria com os Governos Estadual e Federal garantiu o bom desempenho regional na geração de empregos. “Quando a Azaleia anunciou, em 2011, o fechamento das filiais e a dispensa de cerca de 2 mil trabalhadores, a empresa manteve a sua linha de produção na matriz, em Itapetinga”, lembra ele, aplaudindo dado do sindicato dos trabalhadores calçadistas, que dá conta de que os galpões na cidade de Itambé foram ocupados pela calçadista BarbaKras, gerando 350 postos de trabalho. “Os pavilhões das cidades de Itororó e Firmino Alves estão ocupados pela empresa Lia Line – Calçados, que atualmente conta com cerca de 450 postos de trabalho”, registra. “Em toda a Bahia, foram criados mais de 584 mil novos empregos com carteira assinada. No total, os investimentos realizados somaram US$ 8 bilhões entre  2007-2012”.

O prefeito de Itapetinga ressalta que com o apoio do governo Jaques Wagner foi possível a reocupação de 11 galpões na região. “Até o final do ano os restantes abrigarão outros negócios”, garantiu. “O fechamento das filiais ocorreu por questões de dificuldades de mercado e alto custo de logística. Wagner lutou e atraiu novas empresas, que, logo depois do início do funcionamento, anunciaram expansão”.

O polo calçadista do Sudoeste baiano, garante Moura, está em franca produção, empregando, “além das 5.400 pessoas em Itapetinga, outras 1.200 em Itororó, Itapetinga, Firmino Alves e Itambé, nas fábricas da Calçados Irmãos Soares, Confecção Bozzi, Calçados Itambé e Fundição Sanag”, comenta o prefeito, para adiantar o anuncio de que a Gold Participações vai fabricar calçados femininos, em Itambé.

Geraldo Simões critica fechamento de fábricas da Azaléia e faz apelo para manutenção de empregos

O deputado federal Geraldo Simões (PT/BA) fez pronunciamento no Congresso Nacional em que criticou o  fechamento de fábricas da Azaléia na Bahia. Foi  anunciado, pela direção da empresa Vulcabrás/Azaléia, o fechamento de 12 unidades industriais, nos municípios de Itapetinga, Itororó, Macarani, Caatiba, Firmino Alves e Itambé.

Simões considera a posição da direção da empresa precipitada, que “ não leva em conta a situação das famílias dos trabalhadores e da população da região. As pessoas não podem ser tratadas simplesmente como números, como valores monetários, como simplesmente fonte de lucro. No momento em que dão lucro, são requisitadas, mas na crise, são simplesmente descartadas. São vidas de milhares de seres humanos que estão em questão. As pessoas não podem ser simplesmente dispensadas ao não ser obtido o lucro ou a rentabilidade esperada.”

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Wagner se reúne com Dilma e Mantega para solicitar providências contra fechamento de fábricas da Vulcabras/Azaleia na Bahia

 Com agenda durante todo o dia de hoje (4), em Brasília, o governador Jaques Wagner se reuniu, hoje pela manhã, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para tratar da questão da fábrica de calçados da Vulcabras/Azaleia, instalada em Itapetinga, e com 12 filiais em outros municípios baianos.

A fábrica, dona das marcas Olympikus e Azaleia, anunciou nos últimos dias o fechamento das unidades e a demissão dos funcionários por conta dos prejuízos sucessivos que vem apresentando em decorrência do aumento da competição, causado pela excessiva entrada no País de produtos importados a preços muito baixos. De acordo com Wagner, o ministro Mantega se comprometeu a estudar alternativas para o caso.

Logo mais, o governador Wagner estará reunido com a presidente Dilma Rousseff, oportunidade em que pedirá que o governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, adote medidas antidumping, como forma de proteger a indústria nacional.

 

Azaléia provoca ´tsunami´na economia de municípios baianos

Azaléia dá ´sapatada´em quatro mil empregos

O fechamento de 12 unidades da Vulcabras Azaleia, anunciado na última sexta-feira (30), terá um impacto devastador na economia dos seis municípios-sede das fábricas. Ao todo, foram quatro mil trabalhadores demitidos.

Na pequena Firmino Alves, na microrregião de Itabuna, o fechamento da fábrica deixará desempregada cerca de 80% da mão de obra formal da cidade.

Segundo dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, Firmino Alves tem 693 empregos formais, dos quais 570 estão na unidade da Azaleia.

Em Itororó, também na região de Itapetinga, o impacto na mercado formal é da ordem de 60%. Dos 2.068 empregos formais, 1.242 estão na indústria calçadista.

A situação não é diferente em cidades como Caatiba, Itambé, Macarani, cujas economias estão fortemente calcadas na produção de calçados.

Em Itapetinga, cidade-sede da Azaleia na Bahia, o impacto tende a ser menor, já que a matriz continua em funcionamento. (Fonte A Tarde)

CHAMA A LUIZA, QUE VOLTOU DO CANADÁ

Itabuna 1×1 Serrano, Itabuna 0×3 Juazeirense, Itabuna 0×4 Bahia de Feira.

  Vá lá que o uniforme da Azaléia/Vulcabrás é bonitinho, mas alguém tem que avisar aos jogadores que eles estão participando de um campeonato de futebol e não de um desfile de moda.

  Porque se for desfile de moda, chama a Luiza, que voltou do Canadá e leva mais jeito pra coisa.

 

JUSTIÇA DERRUBA LIMINAR QUE SUSPENDIA DEMISSÕES E AZALÉIA DEIXA 1.500 PESSOAS SEM EMPREGO

Fábrica da Azaléia em Ibicui: os empregos vão para a Índia

A liminar que suspendia a demissão 1.500 trabalhadores da Azaléia foi derrubada pela Justiça. A empresa fechou fábricas em Iguaí, Ibicuí, Itati, Potiraguá, Itarantim e Maiquinique, na Bahia,  e vai abrir uma unidade na Índia.

 A Azaléia oferece como compensação aos trabalhadores que não concordaram em  ser transferidos para outras filiais, dois salários, férias e três meses de cesta básica.

Detalhe: quem aceitar a transferência para outras unidades, não se adaptar e quiser sair, perde direito a esses “mimos”.

Faltou oferecer uns “tenisinhos”, umas “sandaliazinhas” e outros penduricalhos, para um bazar dos degolados.

APÓS FECHAR FÁBRICAS NA BAHIA, AZALÉIA VAI GERAR NOVOS EMPREGOS. NA ÍNDIA…

“Namaste”, Azaléia!!!

Menos de um mês depois de fechar fábricas em   Iguaí, Ibicuí, Itati, Potiraguá, Itarantim e Maiquinique,  a Vulcabrás/Azaléia anunciou que vai abrir uma nova unidade. Na Índia. A empresa, que culpa a importação de produtos chineses pela crise que fez suas dívidas chegarem a 950 milhões de reais em 2011, fechou também uma linha de produção em Parobé, no Rio Grande do Sul. Entre a Bahia e o Rio Grande do Sul, foram  cerca de nove mil demissões, duas mil delas nas fábricas nas cidades do sul e sudoeste baianos.  

O presidente-executivo da Vulcabrás, Milton Cardoso, disse que conta com o programa Brasil Maior, que promete desonerar a folha de pagamentos de alguns setores, para equilibrar as contas. Para os baianos que ficaram desempregados, será tarde demais. Os prédios e terrenos das cidades onde estão localizadas as fábricas fechadas, estão sendo devolvidos para as prefeituras. O Governo da Bahia chegou a intermediar um aporte de R$ 64 milhões do Banco do Nordeste, para ampliar a escala de produção da empresa e reduzir custos.

 

A AZALÉIA É CRUEL!!!

Vocês nem imaginam o que eu tenho no saco…

Quem achava que a Azaléia cometeu uma crueldade ao fechar, sem qualquer aviso anterior, as fábricas em cinco cidades do Sul e Sudoeste da Bahia, foi uma crueldade, pode ter certeza.

Em Potiraguá, cidadezinha de cerca de 10 mil habitantes, os cerca de 400 funcionários se dirigiram para a empresa para o ultimo dia de trabalho antes das férias coletivas e para a festa de Natal (havia até uma banda contrata), quando em vez da comemoração, foram avisados do fechamento da unidade.

A crueldade não acaba ai. A empresa ofereceu a oportunidade de transferência para as fábricas que não foram fechadas, mas o funcionário que não se adaptar terá que pedir demissão, em vez de ser demitido, perdendo as “vantagens” oferecidas, como um bônus de 1000 reais.

E olhem que na propaganda a Azaléia se jacta de ser uma empresa socialmente responsável.

Se não fosse, era capaz de colocarem alguém vestido de Papai Noel entregando de presente a temida carta de demissão.

JUSTIÇA SUSPENDE DEMISSÕES NA AZALÉIA

A Azaleia tem dez dias para abrir negociação com o sindicato dos trabalhadores e definir plano de demissão que “reduza os efeitos sociais da decisão de encerrar as atividades de seis fábricas do grupo”.

A decisão judicial cobra ainda que a Azaleia Nordeste (Vulcabrás) estabeleça critérios claros para os que optarem pela continuidade na empresa e aos que escolherem pela demissão.

A empresa está proibida, ainda, de demitir ou transferir qualquer funcionário sem antes estabelecer “os termos, prazos e medidas mitigadoras da dispensa em massa com o sindicato dos trabalhadores”.

Os procuradores do Trabalho denunciaram na ação civil que a Azaleia deu apenas 24 horas para que trabalhadores decidissem entre a demissão ou serem transferidos para uma das 12 unidades que serão mantidas no centro-sul baiano. A magistrada estipulou em R$ 5 mil a multa diária por trabalhador afetado pelas “medidas abusivas” da Azaleia. (do Pimenta na Muqueca)

 

 
 

FECHAMENTO DE FÁBRICAS: AZALEIA CULPA CHINA E BAIXA PRODUÇÃO

A NOTA OFICIAL DA AZALÉIA

“A Vulcabras|azaleia comunica o encerramento das operações fabris nas unidades localizadas em Potiraguá, Itarantim, Maiquinique, Ibicuí, Iguaí e Itati, nesta sexta-feira, 16 de dezembro.

Aos 1.800 colaboradores oferecemos a possibilidade de transferência para as demais unidades fabris da companhia que seguirão em atividade no estado (Itapetinga, Bandeira, Itambé, Macarani, Firmino Alves, Itaia, Itororó, Rio do Meio e Caatiba), e que contam com disponibilidade de capacidade de produção. Também disponibilizaremos transporte diariamente para estas localidades.

Aos que não optarem pela transferência, concederemos uma gratificação financeira de dois salários mínimos, além do pagamento de todas as verbas rescisórias.

Compreendemos a importância da empresa enquanto atividade econômica para estas comunidades, porém esta difícil decisão se faz necessária para a manutenção das condições de operação.
Razões de ordem econômica justificam a decisão:

1. Baixo volume de produção: as seis filiais têm baixo volume de produção, o que não permite ganhos de escala para melhorar a competitividade. Nessas seis unidades eram produzidos cabedais de calçados esportivos e feito sua montagem final, utilizando componentes da matriz de Itapetinga.

2. Elevados custos logísticos: as filiais estão distantes da matriz (Itapetinga), o que onera os custos com manutenção de máquinas e equipamentos de informática, custos de conexão de dados e, sobretudo, transportes. Apenas em termos de materiais e produtos acabados, deixaremos de realizar mais de 10 mil km mensais em viagens.

3. Concorrência de calçados importados: o comportamento da taxa de câmbio amplia a concorrência de calçados importados e nossos produtos têm que disputar o desejo do consumidor brasileiro ao lado de concorrentes cujos custos não evoluem como os nossos. Depois de uma ligeira queda das importações provenientes da China com a imposição da tarifa antidumping contra o referido país, a importação voltou a crescer fortemente, com grandes indícios de fraudes (triangulação_prática considerada “comércio desleal” na qual importadores optam por enviar produtos a outros países antes de remetê-los ao Brasil, para fugir do pagamento da sobretaxa imposta pelo governo brasileiro), que foram denunciadas pela indústria calçadista ao governo no início do ano.

Em 2010, as estatísticas chinesas registraram exportações de 38 milhões de pares para o Brasil, enquanto as estatísticas brasileiras registraram a importação de meros 9 milhões de pares. Até outubro de 2.011, os produtos importados do Vietnam representavam 31% do mercado interno, o que evidencia uma concorrência predatória com os produtos fabricados no Brasil.

A produção total do estado da Bahia não será reduzida. E o complexo de Itapetinga continuará sendo a principal unidade da Vulcabras|azaleia. A Bahia é a grande produtora de componentes para nossos calçados, abastecendo as fábricas do Sergipe (Frei Paulo) e parcialmente a fábrica do Ceará (Horizonte). Além disso, é da Bahia que sai a maioria dos tênis Olympikus, dos chinelos Opanka e uma boa parte dos nossos calçados femininos (Azaleia e Dijean).

Investimos, nos últimos quatro anos, R$ 207 milhões nas fábricas da Bahia, sendo grande parte em segurança do trabalho, o que resultou recentemente na marca de acidente zero no complexo de Itapetinga.

Vale ressaltar que esta decisão não tem relação com a abertura da unidade fabril na Índia, que ainda está sendo viabilizada.

Milton Cardoso
Presidente da Vulcabras|Azaleia”

NOTA DO BLOG: Um dialogo franco e aberto de nossas lideranças, unidas, com a direção da Vulcabrás  pode reverter esse quadro? Não só pode como deve, em função do impacto social do fechamento dessas fábricas nos pequenos municípios do Sudoeste Baiano.

E não é Azaléia que se jacta de ser uma empresa socialmente responsável?

 

 

AZALÉIA PODE FECHAR FÁBRICAS EM SEIS CIDADES DO SUDOESTE DA BAHIA

produção deve ser concentrada na fábrica de Itapetinga

A indústria de calçados Vulcabrás/Azaléia deve fechar as unidades de Iguaí, Ibicuí, Itati, Potiraguá, Itarantim e Maiquinique, cidades do Sudoeste da Bahia.  A decisão também atinge diretamente dois mil operários, além dos familiares das pessoas que se beneficiam da fábrica.  

A princípio os trabalhadores desses locais receberão o convite para se transferir para matriz em Itapetinga ou então aceitar a demissão oferecida pela fábrica.

 Durante o ano de 2011, por conta da crise mundial, a Vulcabrás/Azaléia ameaçou fechar a fábrica de Itapetinga e filiais, gerando encontros e discussões para tratar da questão. A empresa também alega concorrência com produtos vindos da China, onde os encargos e a mão de obra são mais baratos.

 O Governo da Bahia chegou a intermediar um aporte de R$ 64 milhões do Banco do Nordeste, para ampliar a escala de produção da empresa e reduzir custos. Lideranças políticas, empresariais e sindicalistas ainda tentarão reverter a decião da Azaléia, um verdadeiro presente de grego, numa época em que se ofertam presentes de Natal.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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