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Luiz Caldas e blocos animam Lavagem do Beco do Fuxico

becoA Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo e a FICC se uniram para apoiar a realização da 37ª edição da Lavagem do Beco do Fuxico e agora só falta a festa começar. Com patrocínio do Governo do Estado e da Bahiagás, a lavagem deste ano terá como tema os 30 anos da Axé Music, com a presença de ninguém menos daquele que é considerado o criador do ritmo: Luiz Caldas, que tocará em um trio elétrico que funcionará como palco, na Praça Adami.

A abertura será às 16 horas, com a saída das Baianas do Pai Gil, que farão a lavagem do beco propriamente dito, a Travessa Adolfo Leite, seguidas pelos blocos tradicionais, que sairão da sede da Ficc, passarão pelo beco e seguirão até a Praça Adami. A apresentação de Luiz Caldas está prevista para as 22 horas. Além das baianas e de Luiz Caldas, a festa terá com a participação dos tradicionais blocos Maria Rosa, Encantarte, Casados I… Responsáveis e Mendigos de Gravata, além de Descasados, Resgate dos Kizumbas, Planeta Reggae, Naufragados e Hora Extra.

Segundo o titular da Secretaria de Indústria, Comércio, José Humberto Martins, a expectativa é reunir mais de 40.000 foliões na praça. A estrutura terá 100 banheiros químicos e 30 barracas de bebidas na Praça Adami, e praça de alimentação com 20 espaços gastronômicos na Avenida Paulino Vieira. A segurança será feita por 155 Policiais Militares, 40 Guardas Civis Municipais, Corpo de Bombeiros e Policia Civil.

A Avenida do Cinquentenário, do trecho da Praça Adami, será isolada a partir da 7 horas, além da Rua Duque de Caxias, local onde se concentra o maior numero de foliões.

Lepo Lepo vai do axé ao sertanejo e pode virar batalha judicial

Deu no Bahia Notícias: a música “Lepo Lepo”, de autoria da dupla Filipe Escandurras e Magno Sant’anna, é alvo de polêmica. Consagrada na voz de Márcio Victor, do Psirico, a canção está sendo disputada por outros artistas e dando dor de cabeça à Penteventos, produtora do Psi.

O grande problemático é o cantor Cristiano Araújo, que teve um áudio divulgado pelo produtor musical Rafael Vannucci, filho da cantora Vanusa e ex-participante da Casa dos Artistas, cantando “Lepo Lepo”. A Penteventos ainda não tem a exclusividade da música, mas já negocia com os compositores.

Confira abaixo a versão sertaneja de “Lepo Lepo” na voz de Cristiano Araújo.

Ah, o que é “Chão de Estrelas” perto dessa preciosidade musical?

Isso porque ela ainda não ouviu o axé, o arrocha,,,

Governo do Ceará contrata Ivete Sangalo por R$ 650 para show de inauguração de hospital

 

quanta saúde, Ivete!

Mais uma para a já gorda conta bancária da estrela do Axé, Ivete Sangalo. A cantora baiana Ivete Sangalo assinou um contrato com o Governo do Ceará e vai ganhar um cachê de R$ 650 mil para participar da inauguração de um hospital na cidade de Sobral, a 240 quilômetros da capital, Fortaleza. O Ministério Público do Ceará questiona a realização do show e solicita que o governo não pague um valor tão elevado por um show musical.

Não é preciso ser bom de conta  para concluir que com 650 mil reais da pra fazer, pelo menos, duas unidades de saúde. Ou três escolas, ou várias creches, ou… (com informações da coluna “Olá”, da jornalista Vivian Masutti e publicada pelo jornal “Agora”, do Ceará).

 

E A RIMA É…CHULÉ!

Na musica baiana, tudo vira inspiração

Parecem inesgotáveis a criatividade, versatilidade e, quiçá, genialidade da música baiana.

Enquanto degustava um modesto pão com ovo e mortadela, pude sorver essa preciosidade entoada por uma banda de axé (arrocha? pagode?):

-Só quero dar uma, só quero dar uma, dar uma “mexida” com outra menina…

Sutil como um gordo tentando passar na catraca de ônibus, mas não acabou. Com o autor da letra provavelmente tem uma namorada ciumenta, veio o fecho genial:

-Ô mulher, larga do meu pé, você não é sapato e nem chulé…

O que esse pessoal não faz por uma rima…

MELÔ DA LAVANDERIA

Voltando de Salvador pela BR 101, sintonizo a Ubatã FM, que dá pra ouvir com o som limpinho de Santo Antonio de Jesus até Itabuna.

       Eis que, em meio a comerciais de remédios (e bicho do pé a prevenção de enfarto), empreendimentos da região (mercados, farmácias, lojas de roupas e calçados, etc.) e videntes que prometem trazer de volta a pessoa amada e resolvem até questões de terras (atenção MST!), me deparo com muitos anúncios de festas, todas elas bancadas pelas prefeituras.

       Chama a atenção que quanto menor a cidade, maior é o tamanho da festa, com atrações que incluem grandes nomes do forró, pagode, axé, arroja e até cantores gospel. Tudo bancado pelos cofres públicos.

       Estaria tudo  muito bom, tudo muito bem se os moradores dessas cidades-festeiras não sofressem com a falta de saneamento básico, saúde precária, prédios escolares caindo aos pedaços e jovens lançados ao ócio e à tentação das drogas.

       Com a garantia do anonimato, um promotor de eventos que conhece bem o negócio, revelou a esse blog que em alguns casos (não são todos, vamos deixar bem claro, para não generalizar), a coisa funciona mais ou menos assim: você coloca um trio, uma banda ou um artista por 10 mil, assina uma nota de 30 mil e a diferença: bem, o que seria deste país sem o respeito as diferenças?

F…, mas sem dinheiro público

Não sei se eu lavo, ou se eu cozinho. Dá um belo axé…

O Fantástico exibiu ontem uma reportagem sobre o projeto da deputada estadual Luisa Maia (PTBahia) que proíbe a contratação de bandas de axé e pagode que tocam musicas de duplo sentido, em eventos patrocinados pelo Governo do Estado.

 

A justificativa da deputada é que letras como “foge”  Mulher Maravilha, “meu pepino é muito grande”, “minha cachorrinha” e outras preciosidades agridem a dignidade da mulher. Além, é claro, de agredirem os ouvidos.

 

Após a exibição da reportagem, o Fantástico fez uma enquête para saber o que os telespectadores achavam da proposta da deputada. 56% se mostraram favoráveis e 44% contrários.

 

Nem tudo está perdido.

 

A Mulher Maravilha pode até f… com o Super Homem. Mas para f… com o dinheiro público, bastam algumas de nossas autoridades brasilienses e de outras plagas brasilianas.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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