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MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE

 

A diretoria da Associação Bahiana de Imprensa, reunida na manhã de 11 de setembro de 2019, por unanimidade, aprovou a presente moção de solidariedade à jornalista Lo-Hanna Magnavita, demitida pela TV Cabrália (Rede Record) após se envolver em conflito com um policial militar à paisana e fora de serviço.

Lo-Hanna questionou a abordagem agressiva e excessiva do PM a um adolescente que teria furtado dois pacotes de biscoitos de um super-mercado, fato gerador do conflito que se seguiu envolvendo seu marido, repórter cinematográfico da mesma emissora, com trocas de agressões físicas, tendo, inclusive, o policial sacado sua arma. Iniciativa de autoria desconhecida expôs a imagem da jornalista em redes sociais e grupos de aplicativos de trocas de mensagens com a inscrição “defensora de bandidos”.

O casal passou a sofrer agressões verbais e ameaças e, por cautela, foi obrigado a restringir sua circulação pela cidade.
Afastada inicialmente das atividades na emissora a pretexto de preservá-la, a profissional foi desligada da empresa em 10 de setembro, sendo a única parte punida em razão do ocorrido.

 

A ABI se solidariza com a jornalista, ao tempo em que clama pela revisão da decisão da Rede Record e pela solidariedade dos comunicadores baianos.

Salvador, 11 de setembro de 2019

Associação Baiana de Imprensa defende o acesso à informação

A ABI -Associação Bahiana de Imprensa recebeu com surpresa e vem a público expressar sua preocupação com a edição do Decreto Nº 9.690, de 23 de Janeiro de 2019 , que altera  o Decreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012, que regulamenta a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011 – Lei de Acesso à Informação – LAI.

O novo Decreto amplia o leque de servidores públicos, inclusive ocupantes de cargos de assessoramento, a impor o sigilo de documentos públicos por prazos a partir de cinco anos.

Conquista importante da democracia brasileira, a LAI tem sido um instrumento vigoroso para a sociedade acompanhar as ações dos governos nas três esferas de poder. Desde a sua sanção, em 2011, e posterior regulamentação, em 2012, o uso deste documento legal por profissionais de imprensa ajudou a revelar fatos que, em última análise, ensejam o aperfeiçoamento das instituições e da nossa democracia.

A partir desta Lei, qualquer cidadão passou a ter o direito de acessar quaisquer informações do interesse coletivo, mesmo não atuando na imprensa. Assim, a ABI vê no aludido Decreto uma ameaça ao princípio constitucional da publicidade do ato público e ao primeiro dos seis princípios desta Lei, segundo o qual “o acesso é a regra, e o sigilo a exceção”.

Partindo do pressuposto de que o amplo acesso às informações sobre atos governamentais só trouxe ganhos para a sociedade brasileira, a ABI -Associação Bahiana de Imprensa não vislumbra justificativa plausível para as alterações constantes do referido decreto e conclama os representantes do governo federal, nas pessoas do Presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a revogar a nova regulamentação da LAI, restabelecendo os critérios ora modificados.

Salvador, 24 de janeiro de 2019

Walter Pinheiro
Presidente da ABI

ERNESTO MARQUES É O MAIS NOVO IMORTAL DA ALAMBIQUE

O jornalista, sindicalista e petista Ernesto Marques,  vice presidente da Associação Baiana de Imprensa,  é o mais novo imortal da Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa ALAMBIQUE.

 Ernesto, que tem esse nome em homenagem ao nosso eterno comandante Che, foi imortaalcoolizado por este blogueiro, presidente vitalício, imortalício e ditatorialício da ALAMBIQUE, com direito a cachaça mineira e charuto cubano.

 Passada a refrega eleitoral, a ALAMBIQUE volta a se reunir todas as sextas feiras no ABC da Noite, gentilmente cedido (ou tomado) do nosso presidente de honra, o Caboclo Alencar.

O COMPANHEIRO JORGE, ILHEENSE?

Este blog teve acesso a um documento raro: a inscrição de Jorge Amado na Associação Baiana de Imprensa, feita no longuinquo ano de 1944.

 Na carteira da ABI, além  de colocar como local de trabalho o prosaico “em casa”, Jorge Amado afirma ter nascido em Ilhéus e não em Itabuna, como consta em sua certidão de nascimento.

 Jorge Amado, que sempre se esquivou do local de nascimento afirmando ser “um menino grapiuna da região do cacau”´, só afirmou categoricamente ser um itabunense  no início dos anos 90, quando estava prestes a completar 80 anos.

 Mas isso é apenas curiosidade histórica, que não muda o principal: Jorge Amado, menino grapiuna de Itabuna e Ilhéus, é um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos, merecedor de todas as homenagens na celebração do centenário de seu nascimento.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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