hanna thame fisioterapia animal
coronavirus 155 livros do thame

Posts Tagged ‘artes plásticas’

A magia das aquarelas de Ana Cláudia Taquecita

acqua 2

Ana Cláudia Taquecita artista de Ribeirão Preto-SP,  seu contato com a arte começou na infância, interrompido  voltando em meados de 2016 a se encantar pela pintura em aquarela, onde tem se dedicando ao estudo e se aperfeiçoando cada vez mais. 

Ana Claudia

Ana Claudia

Como foi seu encontro com a arte de pintar aquarela?

A aquarela entrou em minha vida através dos livros de colorir para adultos em 2016, até aí trabalhava no mundo corporativo, mas sempre gostei de arte, porém, me  achava velha demais pra aprender , mas ouvi histórias de artistas que começaram depois dos 40 anos, isso me empolgou.

acqua 4

Nos conte um pouquinho qual a  importância  da arte em sua luta contra a enfermidade…

Descobri um câncer de mama, em 2016, mas isso não me desmotivou à pintar, aí que eu percebi o quanto preciso da arte na minha vida, de lá pra cá encontrei um amigo artista que me deu aula de desenho durante à quimioterapia e depois encontrei uma professora que me dava aulas online.

acqua 3

Nessa luta contra o câncer,  ACTaquecira como assina suas obras, encontrou na arte uma  aliada que prenche sua vida.

acqua 5

Quando fala se seu trabalho revela seu amor e dedicação  por sua arte:

“Adoro aquarelar, é mais que um hobbie, é um sentido de vida, dá cor e beleza a meu  mundo”. 

acqua 6

Taquecita  afirma  que tem se aprimorado, e crê que nunca é tarde para realizar um sonho quando se tem força de  vontade nada pode lhe impedir.

acqua 7

:

Instagram @actaquecita

watsapp +55 16 98158-8276

A arte em movimento de Jesuino Rocha

jesuino 6

Jesuino Rocha Natural do Estado do Paraná, (1963), hoje morando  na cidade de Ribeirão Preto, Artista Plástico autodidata, funcionário público, estudou na escola Pan Americana de Artes, desenvolveu um estilo acadêmico, navegando por outros estilos inspirado no Naif. Sua grande inspiração é o pintor Antonio Parreiras, desenhista, escritor e professor brasileiro. Desde a adolescência se aventurava em desenhos de personagens de revista em quadrinhos e paisagens o que aprimorou seu talento no acadêmico ressaltando seu talento.

“Catedral de Ribeirão Preto”

“Catedral de Ribeirão Preto”

Apesar de sua  formação na carreira jurídica, sempre foi um  admirador das artes, especialmente  a pintura em tela. Seu amor pela arte é notória e sua dedicação é visível. Um representante da Arte Ribeirãopretana, sempre participando de todas as oportunidades para fazer sua arte reconhecida e notória.

“Caminho da Roça”

“Caminho da Roça”

No ano de 2004 iniciou  as primeiras pinturas a óleo, a partir daí,  começou  a desenvolver diversos trabalhos e frequentar a “Galeria de Arte a Céu Aberto de Ribeirão Preto”, uma exposição que acontece numa conceituada praça da cidade, reunindo grandes talentos da arte onde buscou nos colegas mais experientes valiosas  orientações e troca de experiências que vieram a somar em sua trajetória artística.

 “ O Sertanejo”

“ O Sertanejo”

Jesuino, procura retratar aquilo que de alguma forma oemociona,  seja uma paisagem, um rosto humano ou uma flor. Isso define a poética de suas obras, sempre retratando uma história, uma situação, um momento que fica…
Sem título

Sem título

Um momento marcante na sua trajetória como artista plástico, foi no ano de 2014, quando foi selecionado para a Bienal de Arte Naifs do Brasil, com a obra “Começando o Dia”, estilo de arte da qual também é admirador e representante.
Jesuino Rocha

Jesuino Rocha

Jesuino Rocha, um artista em movimento, aproveitando todas oportunidades para mostrar sua arte e talento, merece nossos aplausos.

lu

A arte de Sérgio Teodoro Papa, o Ted

ted 2

Sérgio Teodoro Papa, o Ted, artista plástico independente, natural de Ribeirão Preto – SP, tem 33 anos, formado em Economia e a alguns anos viu na arte seu verdadeiro propósito.

Esse é mais um talentoso artista que tive o privilégio de conhecer e representá-lo em um dos meus projetos artísticos realizado no Centro Cultural Palace de Ribeirão Preto. Minha última exposição física devido a pandemia, realizada em março/2020 que chamava a atenção para “MULHER”. Ted, participou com um lindo trabalho

“A BOCA” (SÉRIE SONHOS E SENSAÇÕES)            1.20 X 0.80 ÓLEO SOB TELA 2019

“A BOCA”
(SÉRIE SONHOS E SENSAÇÕES)
1.20 X 0.80
ÓLEO SOB TELA
2019

“Descobri uma grande versatilidade na pintura, consigo atravessar diversos temas e estilos, pois as minhas obras refletem meu estado de espirito e todos sentimentos”, diz  Ted.

‘DESPERTAR’  (SÉRIE SONHOS E SENSAÇÕES) 1.20 X 0.80 ACRÍLICO E ÓLEO 2019

‘DESPERTAR’
(SÉRIE SONHOS E SENSAÇÕES)
1.20 X 0.80
ACRÍLICO E ÓLEO
2019

Nesses últimos anos vem se especializando e aprendendo. Participando de eventos artísticos onde teve suas  obras premiadas e continua na busca existencial de viver como um artista plástico.

“O ASTRONAUTA” (SÉRIE SONHOS E SENSAÇÕES) 1.20 X 0.80  ACRÍLICO

“O ASTRONAUTA”
(SÉRIE SONHOS E SENSAÇÕES)
1.20 X 0.80
ACRÍLICO

Em suas diversas séries de trabalhos destaco  a série “SONHOS E SENSAÇÕES”, em que o artista procura explorar as capacidades de interpretações, forçando o  observador a compreender o verdadeiro sentido das obras fora do âmbito racional. Assim como nos sonhos, o nosso anseio por explicações possíveis que acalme a inquietação por coisas incompreensíveis. Onde talvez a chave dessas interpretações esteja na intuição, no universo das sensações.

“GESTAÇÃO” (SÉRIE CONCEITOS) TECNICA: MISTA

“GESTAÇÃO”
(SÉRIE CONCEITOS)
TECNICA: MISTA

A série “CONCEITOS”, onde o artista procura  trazer o peso de conceitos fortes,  tanto na  própria obra como em sua conjuntura com a sociedade, o ser humano e a arte. Obras mais contemporâneas em seu estilo que fazem o observador refletir sobre diversos paradoxos e paralelos da vida.

Para conhecer mais sobre esses e outros trabalhos do artista segue contatos abaixo:

@ted.artes

tedribeiraopreto.wordpress.com

(16) 99718 5950

luciane art

Rejane Melo, a professora das artes

arte

luciana yahweh

Iniciando o ano  de 2021 , quero apresentar o incrível trabalho de Rejane Melo , professora do ensino fundamental  há 30 anos , teve que parar suas atividades em sala de aula no final de 2015 por um problema visual, como sempre gostou de desenhar e a arte sempre esteve em sua vida,  resolveu criar um ateliê de artes – AteliRê, em  Manaus, no Amazonas, onde tudo começou. Um novo desafio que  a motivou intensamente. Começou com 8 alunos e no ano seguinte teve que trocar a sua sala por um espaço maior.

 Hoje o AteliRÊ está numa hípica,  local inspirador,  onde tem em sua volta a natureza, as crianças experimentam criar no meio da natureza e os resultados são emocionantes.

A Arte  é uma importante ferramenta da educação, pois estimula o desenvolvimento das crianças é possível aprender, adquirir novas habilidades e enxergar diferentes perspectivas .

As crianças quando apresentadas ao mundo das cores desenvolvem integralmente os aspectos intelectuais, emocionais, sociais, perceptivos, físicos, estéticos e criativos.

 A Arte é um instrumento muito importante para a compreensão de si mesmo, da realidade, dos próprios sentimentos e das suas   emoções.

A expressão das emoções é uma parte inerente para a melhoria da vida social, principalmente na infância  , que é a fase na qual o ser humano começa a tomar conhecimento de suas próprias atitudes,  à medida que as crianças compreendem o funcionamento do mundo à sua volta, tornam-se capazes de vivenciar e interpretar o que sentem por meio do desenho e da pintura.

Hoje o AteliRê trabalha com crianças e jovens de todas as idades, uma turminha que temos muito carinho que são as crianças autistas , o ateliê na sua festa é a novidade,  onde levamos arte e entretenimento para as festinhas de aniversário, fazemos também duas vezes ao ano a colônia  de férias com muita diversão, mostrando as brincadeiras simples que são incríveis,   e uma vez ao ano o Camping , com direito a assar na fogueira milho .

O AteliRê no momento tem aulas online e presenciais , além do canal no YouTube com aulinhas bem fáceis para a garotada.

 São experiências  preparadas com muito amor que  deixamos para nossos pequenos, abrindo janelas capazes de construir e despertar um aprendizado importante no desenvolvimento intelectual e criativo das crianças.

Homenagem a Mirthes Bernardes

mirthes bernardes_3

Oscar D’Ambrosio

Falecida em 18 de dezembro último, a artista visual Mirthes Bernardes tinha uma forte ligação com árvores. Tinha fascinação pelo tema desde criança e via nelas, com a sua constituição em partes, como raízes, tronco, galhos, folhas, flores e frutos, como uma metáfora de trajetórias existenciais e de elevação pessoal e espiritual.

Uma das principais expoentes nacionais da arte de esmaltar sobre placas de cobre, a artista tem, como obra mais conhecida, mas poucas vezes creditada adequadamente, o calçamento padronizado da cidade de São Paulo, representado pela estilização do mapa estadual e escolhido para integrar a paisagem citadina por meio de concurso público.

Com ampla experiência na tapeçaria, escultura, desenho e pintura, Mirthes encontrou, no esmalte, um universo de possibilidades e, nas paisagens, com árvores como protagonistas, a sua linguagem poética. Estabeleceu, assim, atmosferas de encantamento em que as composições, com céus ao fundo, geram universos visuais que cativam o observador.

Arte que encontra antecedentes há mais de 3 mil anos, no Antigo Egito, a aplicação do esmalte sobre metais e outros materiais chegou ao Brasil em meados do século XX, trazida por imigrantes franceses e alemães.

Para Mirthes, essa linguagem funcionou como um campo de pesquisa de cores, formas e sensibilidades. Integrante do Nubrae (Núcleo Brasileiro da Arte do Esmalte) e com obras em países como França, Suíça, Estados Unidos e Alemanha, a artista oferece, com suas paisagens, uma criação de portais que possibilita a passagem para um mundo em que expressivas árvores, com todo seu simbolismo, e cores, cuidadosamente desenvolvidas, se integram e fascinam.

A sua partida deixa em todos nós a marca de uma bela árvore frondosa a nos tornar pessoas melhores.

oscar 2

Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

 

As cores vibrantes de Regina Sganzerla

Regina 3

Luciane Yahweh

 luciane

Regina Sganzerla  é uma  artista de Cafelândia-Paraná, dedicada a arte e minuciosa nos detalhes. Comprometida com sua missão, mesclada com sua paixão, faz do seu trabalho sua grande paixão.

Regina 4

Ela  traz como enredo condutor nas suas obras a temática  fé e espiritualidade. Entre seus objetivos está o de evangelizar através da arte em temas que nos remetem ao criador e as criaturas, a natureza, reflexão , posicionamento  e  responsabilidade do homem perante  ao planeta, ao ser humano.

Regina 2

A flora e fauna também se refletem em suas obras, além das relações humanas, família, resgate de valores, conflitos existenciais, educação cultural, valorização do papel da mulher  entre outros sentimentos, como o amor, a paz, a amizade, etc.

Regina 5

Suas obras caracterizam também nas cores vibrantes que destacam a técnica também utilizada por ela o pontilhismo policromático.

Regina 1

Regina  contextualiza e valoriza o dinamismo da vida contemporânea sem perder a leveza e suavidade que nos remetem ao divino.

Regina 6

A artista procura não fugir da essência, com imagens  recontextualizadas buscando conviver no campo da expressão artística, abrindo possibilidades e integrando novos significados pela arte

Conheçam um pouco mais de seus trabalhos acessando:

www.instagram.com/reginasaganzerlapires

www.facebook.com/reginaaparecida.sganzerlapires

luciana

 

 

A expressão artística de Leila Castellan

por Luciane Yahweh

Leila

Leila Castellan

Artista por natureza, bióloga, professora, e artesã, radicada em Uberlândia, Minas Gerais, Leila Castellan desde criança esteve envolvida com arte. Uma criança muito sensível e até hoje  observava muito a natureza e ficava por horas olhando as nuvens no céu formando os “ bichinhos e pessoas” com seus movimentos.

Abaixo está sua  primeira pintura, feita por volta dos 11 anos para um trabalho de escola. Ela pediu para que seu pai torneasse um prato em  madeira e nele fez sua pintura.

“Não fiquei satisfeita, pois queria um prato fininho, mais aberto, e o barco não tinha perspectiva, pois não sabia desenhar.”, afirma a artista.

leila 2

“PRIMEIRA PINTURA”

Essa pintura, remetia ao quão distante Leila Castellan  sonhava em ir.

Tudo a encantava e ainda  encanta. Os movimentos, as cores, as formas dos vegetais, das flores e tudo ao seu redor naquele olhar que só o artista nato possui.

Ser artista para Leila,  é algo que nem todos o são ou podem ser. Mesmo com a aplicação e desenvolvimento das melhores técnicas, tal possibilidade precisa de um algo a mais. Esse “algo a mais”,  segundo ela, é o que nos diferencia, que é nato, não adquirido apenas. É o que se expressa através da alma, dos sentimentos e da emoção.

“Cada um possui suas habilidades e competências, essas, mais ou menos desenvolvidas. Não é apenas o querer fazer, é o transmitir.”

“Creio que ser um artista é ter um dom Divino ou talento, é um objetivo de vida, que podemos desenvolvê-lo ou enterrá-lo por diferentes motivos. Que é expresso em nosso modo de vida e expressão.”

leila 3

“ARARAS”

“Enquanto estou criando ou pintando não me sinto naquele lugar. É como estar em um outro espaço, outro mundo. Um lugar quieto e calmo, livre de toda agitação externa ou mesmo aquela do meu interior.

É um acalanto, um repouso que me remete à infância, àqueles momentos de paz interior e tranquilidade. Sinto-me feliz e motivada em criar. É um cuidar de mim por horas.”

leila 4

“RELEITURA ESCRAVA”

“De alguns anos para cá, com as pinturas em telas, exposições, e as manifestações do interesse das pessoas pelo meu trabalho, percebo nitidamente que isto me traz benéficos e a elas também. Percebo tal fato, quando essas se encantam e manifestam expressando seus sentimentos e emoções ao observarem minhas obras. Podemos até citar aqui Henry Ward Becher, que diz “ O pintor molha o pincel na própria alma”, e é como se assim o fosse.”

leila 5

“TIPICAMENTE BRASILEIRA”

Sou grata a Deus por esse dom, e a cada momento, meu desejo maior é trazer o bom, o belo e a motivação para uma vida melhor a todos que se aproximam da minha arte.

leila 6

“PÔR DO SOL”

“A realidade para muitos, é algo muito pesado e penoso. No entanto, quando nos encontramos frente a uma obra de arte, seja ela qual for, isso alimenta nosso ser. Nos remete a lugares, sonhos e possibilidades que podemos conquistar. Nos motiva e nos envolve de tal forma, que se possibilita viver algo mais ameno, um pouco mais palatável com novas visões de mundo.”

Tal fato, pode ser expressado na frase do filósofo Nietzsche: “A arte existe para que a realidade não nos destrua”. (Nietzsche).

 

https://instagram.com/leilacastellanpelizer?igshid=1thpqvyhstiov

A arte e o ativismo cultural de Saíra Kleinhans unindo o Brasil e o Japão

saria 5

Daniel Thame

Graduada pela Universidade Unioeste – Cascavel, Paraná, a artista brasileira Saíra Kleinhans, que vive a 19 anos no Japão tem perseguido as artes plásticas como forma de expressão, com participação em  inúmeras exposições e premiações de grande importância em vários países. Nascida em  Planalto/Capanema, no Paraná  além de artista plástica, Saíra é  escritora e fotógrafa, Curadora de artes, Presidente fundadora da IAF Japan e membro do Grupo Ikkikai, criou juntamente com  outros artistas a IAPAJ Worldwide International- Association of Plastic Artists da qual foi Presidente eleita por unanimidade por sete anos, atuou como Vice-presidente Executiva da Zarco Academy of Arts international e MIAB-Portugal- Madeira International Art Biennal. A artista também foi Vice-presidente da Malta Arts Biennale e da Tempra Academy of Arts UK no Japão e finalmente exerceu o cargo de Vice Presidente da United Photo Press em solo japonês.

Saíra Kleinhans recebe homenagem no Japão

Saíra Kleinhans recebe homenagem no Japão

O interesse pelas artes fez com que Saíra Kleinhans adentrasse várias outras ramificações tais como literatura, fotografia, teatro, canto, vídeos, cinema etc.; convergendo para as artes plásticas, em especial pinturas abstratas e instalações de arte. “Uma grande paixão por ter a oportunidade de interagir com o público” salienta a artista ao se referir às informações. Saíra utiliza várias técnicas; mista, dripping, colagem e  texturizado,  combinando várias tintas; pigmentos , acrílico, pintura a base de água, esmaltados, óleo, gesso, aquarela, tinta chinesa, folhas de ouro, spray e outros.  Essas técnicas são influenciadas por artistas como Pollack, Kandinsky, Mondrian, Miró, Van Gogh, Monet, Gauguin, Klimt, Yayoi, entre outros.

ARTE MULTIFACETADA
saria 4
“ No cenário das artes passei por várias fases na arte, desde desenhos de paisagem, figurativos, retratos até chegar no abstracionismo, abstrair meus sentimentos, pintar meus sonhos em formas nebulosas e vibrantes é porque quero mostrar ao mundo que nem tudo se resume a formas”, afirma. “Posso misturar tudo, mexer com a imaginação das pessoas e tocar seus corações, cheguei nisso exatamente por observar os detalhes na natureza; movimentos das nuvens, céus noturnos, cascas de árvores, vendavais e calmarias, é um despertar da mente junto ao Criador e reconhecer que Ele é o maior artista abstracionista do Seu mundo”, diz.

saria 6

“Tenho pesquisado sobre desenvolver técnicas que precisam do controle e da liberdade, confiado que a energia que envolvo na criação de uma obra, que leva minutos, horas, dias, semanas e até meses de experimentos para finalizar deixando uma boa impressão aos olhos de quem as apreciam”, ressalta. Seu aprendizado foi adquirido em alguns cursos de pintura à óleo, acrílica, desenho, tinta chinesa, aquarela e fotografia.

Saíra afirma ainda que “no universo literário está sendo como um olhar para trás, trazendo para o meu presente o que larguei lá e está incompleto, creio que o tempo e espaço não existem ou coexistem e se misturam o tempo todo. O presente, passado ou futuro tanto faz, estamos cumprindo tarefas e a minha é a arte e a escrita num aprendizado infinito”.

saria 7

A artista adquiriu outros conhecimentos  pesquisando, testando e reinventando técnicas no atelier, seu laboratório permanente. Das Exposições Coletivas que participou destaca o SNBA, Société Nationale Des Beaux-Arts) Salon du Carrousel du Louvre, Echo de l’Universal,Salon de l’Art Contemporain, Space Saint Martin e a 3a Biennale des Arts de Malte à Paris, Atelier Z – Centre Culturel Christiane Peugeot, todas em Paris. Também esteve presente nos museus mais importantes de Tokyo, o Metropolitan e o The National Art Center e realizou  mostras na Embaixada do Brasil, La Biennale di Venezia, Galerias em Roma, Miami, Budapeste  e New York, e países como Espanha, Portugal, Itália, Miami, Alemanha e Japão.

saria 3

Apesar de ser brasileira a artista teve até o momento maior visibilidade e reconhecimento no mercado internacional, no entanto sempre esteve receptiva a oportunidades no mercado brasileiro. Os prêmios foram se acumulando. “Numa exposição anual no Japão acabei por arrebatar o prêmio por quatro anos seguidos, resultado; parei de participar, os japoneses já estavam desmotivados”, diz sorrindo, Ela também recebeu outros prêmios como o Melhor abstrato no Museu de Tóquio e pela IAPAJ da Focus Japão.

Saíra participa de Projetos de abrangência internacional como o Projeto Andante da Espanha. Sua arte está em alguns livros e catálogos, também com divulgação internacional.

ASSOCIAÇÃO DE ARTISTAS PLÁSTICOS

saria 1

Sobre a IAF – Japan, International Fine Art ela destaca que se trata de uma Associação Internacional de artistas plásticos no Japão, que atua desde 2008 (nesta época era registrada como IAPAJ) junto a centros culturais, galerias e museus oportunizando aos artistas estrangeiros e japoneses divulgarem seus trabalhos no Japão e exterior. Essas mostras sempre foram bem visualizadas e abrilhantadas com autoridades brasileiras e japonesas bem como as mídias televisivas, jornais, revistas, internet dos dois países citados e também da mesma forma quando o Evento era na Europa.

saria 2

Segundo ela a mudança do nome veio para fortalecer e reestruturar, já que o grande projeto é realizar a Bienal da IAF, dando maior peso e importância nos critérios cada vez mais apurados para a seleção de obras e artistas. Com isso, busca-se ampliar o raio de ação, solidificando o evento não apenas pela qualidade das obras, mas também pela amplitude de alcance dos artistas.

As obras de Saíra estão expostas em acervos de Museus e Centros Culturais e com colecionadores no mundo todo, porém o Japão é o País onde mais vende seus trabalhos.
Seu local de trabalho é no Art Studio Atelier Kleinhans, Gunma-Ken, Ota-Shi,

Japansaira.kleinhans@gmail.com
Redes sociais Facebook: Kleinhans ArtCuratorInstagram: Kleinhans

 

Mais detalhes sobre a jornada desta importante artista  convido a  visitar os blogshttp://

sairakleinhans.blogspot.pt/http://iapaj-japan.blogspot.jp/

Alumbramento de grande aquário para ballerinas

penna prearo_geral

Oscar D’Ambrosio

oscar 2Um fotógrafo, por menos que queira, com seu olhar, já interfere no ambiente onde realiza o seu trabalho. Analogamente, visualiza o mundo de uma maneira sempre diferenciada. Encontrar formas de dialogar com aquilo que se costuma chamar de realidade é um dos principais elementos apresentados pelo trabalho plástico de Penna Prearo.

 

Ao lidar com o espaço, ele oferece variadas possibilidades de encantamento. Talvez a mais significativa esteja na humildade com que se relaciona com aquilo que o cerca e deseja fotografar. Isso lhe permite contornar quaisquer imprevistos e se dedicar com paciência e perseverança a erguer momentos estéticos marcados pela força visual e por um clima que oscila entre o fantástico e o inusitado.

 

Galinheiros, água, encruzilhada de estradas, locais abandonados, detalhes do solo ou de elementos da natureza propiciam uma espécie de realidade própria e imaginária em que o lirismo predomina. A habilidade de Penna Prearo está em fazer isso com grande naturalidade, como se os mundos que propõe não fossem apenas dele, mas sim onipresentes, embora invisíveis para a maioria de nós.

 

O começo dos processos criativos do artista está geralmente associado ao cotidiano. Há muito de intuição e, principalmente, de uma sabedoria do contemplar desenvolvida em dois grandes momentos: a pureza do olhar de uma criança, que busca ver tudo como fosse pela primeira vez, e a sabedoria adquirida pela experiência nas mais variadas situações.

 

Seja quando toma situações já prontas para fotografá-las ou quando interfere naquilo que vê inserindo elementos, Penna Prearo nos propicia uma inserção num pensar em que pouco lhe escapa. Uma cena já pronta ou as alterações de uma situação pelo dinamismo gerado pelo vento são igualmente registradas pela observação do espaço como um amplo campo de trabalho.

 

O efêmero, nas lentes de Prearo, cristaliza-se. Isso não lhe dá um tom de morte. Pelo contrário, permite a uma situação passageira uma materialização que fornece uma observação posterior mais atenta. Ao lidar com as nuanças da água ou dos tons ocre da terra, esse processo permite o desenvolver de sequências que poderiam ser aprimoradas infinitamente.

 

O diálogo estabelecido entre cada objeto fotografado e o entorno faz com que aparentes cerceamentos ou liberdades tomem novas dimensões. Quem parecia estar preso se liberta e vice-versa, fatos que obrigam a pensar como o poder da fotografia não está, como se costumava pensar, em “roubar almas”, mas em deixar que elas aflorem, mesmo quando se trata de objetos aparentemente inanimados.

 

Os conjuntos propostos originam danças visuais em que o mistério surge como umas das principais características. O espaço do trabalho é onde se realiza a magia alquímica de dar vida àquilo que parecia inerte. A composição visual e a maneira de lidar com a cor são alguns dos recursos para criar uma poética e uma estética diferenciadas regidas pela sensibilidade.

———-

Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus.

Maria José Oliveira e a arte como expressão de sentimentos

Desafio em Mar Aberto

Desafio em Mar Aberto

Daniel Thame

 

Desde jovem Maria José Gonçalves Oliveira   gostava de se expressar através de todos os tipos de arte. Na infância e pré-adolescência, já se destacava nas disciplinas de artes plásticas e artes cênicas, participando das apresentações de dança, peças de teatro e musicais. Nesse período, estudou,  como autodidata, desenho, fazendo ´sketches` sobre suas reflexões da adolescência.

Moinhos na praia de Mikonos/Grécia

Moinhos na praia de Mikonos/Grécia

 

Em 1988, Maria José  fez o curso de teatro amador. Em 1991, também como autodidata, produziu  várias pinturas abstratas com tinta acrílica, fazendo uso de cores fortes e vibrantes. Em 1995, realizou o  primeiro curso sobre pintura a óleo, produzindo quadros com temas florais. Como escritora, elaborou vários ensaios e publicou o livro de poesias “Compartilhar”; e escreveu e publicou  na plataforma Kindle os ebooks “ Pingo, uma surpresa”, “ Cristal em letras”, “A morte de Isis”, e  “Crime, Inocente?”.

 

Maria José,  a arte que transforma vidas

Maria José, a arte que transforma vidas

Em 2018, a artista  decidiu  que voltaria a se expressar através da pintura artística e a partir daí fez curso sobre História da arte e vários cursos sobre técnicas de desenho, pintura a óleo e aquarela.

 

Liberdade

Liberdade

Maria José utiliza, preferencialmente, em seu trabalho o grafite, carvão, giz pastel, tinta a óleo e tinta acrílica sobre tela ou sobre papel profissional específico para pinturas. “Gosto de me expressar, abordando temas do cotidiano e da natureza utilizando as técnicas e influências do impressionismo, pós impressionismo, expressionismo e fauvismo”, afirma.

 

Café da manhã

Café da manhã

“Acredito que a arte é uma forma de expressar e ressignificar pensamentos e sentimentos, podendo influenciar e transformar a vida das pessoas. Acho muito importante que as obras contem histórias, promovam reflexões e estimulem o que há de melhor no ser humano: a compaixão, a generosidade, a empatia, a contemplação, o amor ao próximo, a natureza e aos animais”, destaca a artista.

Beleza Negra

Beleza Negra

 

 

PARTICIPAÇÃO EM EXPOSIÇÕES

  Read the rest of this entry »

Introspecção

cibele_1

Oscar D’Ambrosio

O período de pandemia pode ser caracterizado pelas mais diversas necessidades interiores, entre elas a de estabelecer novos diálogos internos e com o mundo. O trabalho visual da artista visual Cibele Nakamura (@cibelemsnakamura), de São Bernardo do Campo, SP, promove justamente essa discussão ao apresentar duas obras que dialogam entre si.

 
Realizadas em cerâmica, pela modelagem de placas e queimadas em forno elétrico a 1260°C, com 28 cm diâmetro, a peça mais escura, e 26 cm de diâmetro, a mais clara, as obras apresentam, de maneira visual, como podemos nos sentir ao longo de diversas situações vivenciais, mas principalmente perante o período em que o mundo mudou com a COVID-19.

 
Enquanto uma peça conduz para uma interioridade, seja de si mesmo, da segurança do útero materno ou das entranhas do próprio cérebro; a outra já aponta para um movimento de conexões mais dialogadas com o mundo externo. São duas facetas que se completam, mostrando os movimentos internos de cada um de nós.

 
Os trabalhos apresentam a capacidade de nos fazer pensar se estamos em um momento mais voltado para atender os apelos externos ou mais fechados em nossos próprios labirintos perante a caminhada existencial terrena, com suas múltiplas aventuras, das quais nunca saímos ilesos, mas sempre transformados.

 

oscar 2

Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus.

Lana Bittencourt: a arte como contemplação da alma

lana 6

Daniel Thame

 

Lana Bittencourt artista plástica natural de Santa Catarina, atualmente residindo em  Cascavel, no Paraná,  desde muito cedo desenvolveu o  interesse pela arte,  expressado através de desenhos e cores. Ela estudou várias técnicas que hoje compõem suas obras,  entre elas, giz pastel, grafite, lápis de cor, tinta acrílica.

lana 4

A técnica mais utilizada pela artista atualmente é acrílica sobre tela e o processo de criação se dá através da espátula e pincéis, com um constante olhar num colorido vibrante com movimento e luz.  “A Arte é um exercício de contemplação da alma, onde a emoção se tornar real”, afirma “ Lana Bittencourt

lana

No processo de criação, a artista  utiliza sua intuição, sentimentos e seu olhar observador para a natureza os animais e a beleza das flores, que pelas suas mãos serão transformados em uma arte colorida e vibrante, com pinceladas que se cruzam, se entrelaçam, se mesclam revelando um estilo próprio, marcante e fortemente personalista.

lana 3

Lana Bittencourt  tem  participação em exposições nacionais e internacionais

lana 1

Exposições Internacionais

Arte Borgo Gallery- Roma-Itália

Exposição Semana Brasileña em Barcelona – Espanha  Buenos Aires- Argentina ( Centro Cultural Casa Abierta)

Nacional Áustria- Viena – The Vienna Workshop Gallery

Exposição Art Barcelona- Barcelona-Espanha

Portugal-Vila Nova de Gaia -exposição Cores de Outono

lana 2

Exposições nacionais

MAC Museu de Arte de Cascavel- Panorama das Artes Visuais – 2017

A Estrebaria Artes – Exposição Pintou o Verão – 2017/2018

Exposição Ecos da Arte -Alphaville Tênis Club – Barueri – São Paulo – 2018

Arte Esporte e Solidariedade – Leilão virtual – Barueri-SP 2018

Salão Premiado de Verão Solaris – Limeira /SP – 2018/2019

Espaço Paulista de Arte – São Paulo /SP– 2018

MAC- Museu de arte de Cascavel – Cascavel / PR – 2018

Exposição Mottainai- Memorial da América Latina – São Paulo/SP – 2018

Exposição as Belezas e Cores do Brasil- Academia Campinense de Letras – São Paulo/ SP – 2018

Centro Cultural e Histórico Brazilio Ayres de Aguirre – Itapetininga /SP

Le Bougainville – Alphaville /SP

Exposição Outono Arte Festival

VIII Salão Internacional De Artes Visuais- Assembléia Legislativa do estado de São Paulo SP

XLIII Intercâmbio Cultural Internacional de Artes

XXXIX Salon Premier Olhares Múltiplos no Mundo Contemporâneo – Limeira /SP

Semana de Artes – São Pedro da Aldeia- RJ

Exposição Mulheres -Ribeirão Preto-SP

Exposição Formas da Beleza- Cawcine-Rio de Janeiro/RJ -Exposição Amor Manifestado Ribeirão Preto SP

MAC – 4° Panorama Das Artes Visuais de Cascavel

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
abril 2021
D S T Q Q S S
« mar    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930