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Posts Tagged ‘artes plásticas’

Artes & Artistas

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

As cores e luzes de Almira Reuter

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Almira Reuter nasceu em 1946 em Nanuque no interior de Minas Gerais. Auto didata, expressionista, começou as suas criações artística em 1986. Almira Reuter trabalha suas criações focando se na trajetória de sua vida de sua terra natal e a sua vida no campo.

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As ´cores vivas` nas telas de Nadja Alves

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Com exposições já realizadas em Itabuna, Ilhéus e Salvador, a artista plástica Nadja Alves é um desses talentos em estado puro, com seu estilo naif (primitivista). A expressão artística de Nadja Alves salta das telas e ganha vida nos olhos de quem observa quadros que exprimem a alma baiana em todas as suas cores e nuances. E a Bahia é o universo da artista, embora sua arte tenha todo o potencial para romper fronteiras.

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Em sua coletânea `Coisas da Bahia´, Nadja Alves  revela habilidade de lidar com cores e temas, dando vida a personagens do dia a dia, como  baianas do aracajé, pescadores, capoeiristas, trabalhadores rurais, etc. Grapiuna que é, as telas de Nadja também trazem a Gabriela e o cacau, da inesgotável fonte de Jorge Amado.

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Nadja Alves pinta desde menina, mas só há pouco tempo passou a se dedicar exclusivamente às artes plásticas. Embora tenha trabalhos adquiridos por colecionadores de Salvador, Itacaré, Minas Gerais, São Paulo e Estados Unidos, está a merecer uma presença mais marcante no circuito regional de exposições.

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“Pintar é uma terapia, a coisa que mais gosto de fazer, porque através dos quadros, posso exprimir meus sentimentos”, afirma a artista, que também faz trabalhos em madeira, com as mesmas cores fortes e marcantes.

 

A próxima exposição de Nadja deve acontecer no Shopping Jequitibá, um espaço privilegiado em que circulam milhares de pessoas de todo o Sul da Bahia.

Artes & Artistas

 

Marcelo Schimaneski, exemplo de superação

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Marcelo Schimaneski natural de Ponta Grossa, Paraná. Nasceu e cresceu e não sabia que já era um artista, o mesmo trabalhava numa empresa de ônibus para seu sustento um funcionário normal. Enquanto isso fazia desenho artístico no Senac com isso lhe deu experiência a um trabalho como serigrafista em Curitiba. Desempregado novamente volta a Ponta Grossa e fez algumas viagens de assistência para maquinas de cerrarias em outros estados, junto com um vizinho, nesse tempo fez amizade e teve conhecimentos de vida. Ao retornar numa viagem teve a contratação da empresa. Feliz com o trabalho e com o salário quando de repente aos 22 anos teve uma mudança brusca em sua vida, quando de repente Marcelo sofre um acidente, é internado no hospital sem saber da gravidade e foi informado sobre uma lesão grave na cervical. Marcelo manteve-se calmo e fez um tratamento e recuperou alguns movimentos. Hoje é impossibilitado de locomover-se com as pernas, mas com as mãos Deus lhe deu a habilidade do desenho e da pintura.

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Com estimulo de pessoas próximas começou a fazer uso de tinta acrílica sobre tela.

Encontramos trabalhos lindos, sem constrangimentos de vários artistas sem instrução acadêmicos na área artística. Marcelo tem um trabalho espontâneo, de sua própria convivência ou mesmo de lugares por onde passa, retratando a vida com liberdade deixando a vida cabocla e interiorana natural criando com autenticidade e destreza.

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Para o espectador, Marcelo apresenta um colorido que evidencia a interação de leitura, mesmo sem nenhuma palavra.

As vilas, comunidades com as casas feitas de madeiras como era de costume nos sítios uns ajudando o outro, o andar das corroças-bois, as araucárias arvore nativa do seu estado.

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Cada dia uma conquista expôs em muitos lugares individuais e coletivas, com um talento impar conquistou seleções em Bienais.

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Marcelo sabe que nada foi por a caso suas vitorias, exigiu muito desempenho e determinação.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

Artes & Artistas

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A imaginação das máquinas de Godá

Juraci Masiero Pozzobon

 

Rodrigo Godá, nascido em Goiânia, leva guardada sua adolescência, suas lembranças do artesanato brasileiro, desde a arte indígena, as festas populares, folia de reis, as cavalgadas e também não sai de sua mente os tecidos coloridos pela sua mãe.

Em toda essa passagem mora com ele todos seus trabalhos, no hábito observador por onde passar vê máquinas engenhosas, plantas e animais… “Requer que seja visto em conjunto, tudo ali reunido. A natureza, a vida urbana, todos com seus dilemas, suas angústias e vem também a esperança que permeia meu trabalho”. Também “posso dizer que labuto em cima dessa busca de identidade desde os primeiros experimentos gráficos, o que permite meu processo criativo”. Rodrigo Godá.

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Rodrigo Godá é um artista dedicado a arte, com vasta imaginação do lúdico da sua maneira de brincar configurando o mundo da arte, e com o lírico com a poesia é o modo de falar mais comum, que são duas coisas: a arte que ensina e a obra feita com arte onde deixa o apreciador entrar na sua vida cotidiana.

Também o desenho um pouco despojado na sua pratica artística de liberdade.

Godá tem trabalhos diversificados, como pintura, desenhos feitos com uso de canetas de tinta preta sobre tela os desenhos de maneira chapada. Seus traços ora fina, ora espessa, que a espessura e o espaço irão dar o sombreamento no colorido ou na cor preta, ele faz seus trabalhos de uma maneira peculiar.

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O artista quer na verdade, é trazer o domínio do invisível, com a intervenção de uma máquina maluca que prova a imaginação da arte contemporânea, onde o homem enfrentou a industrialização que está incomodando o mundo.

A ironia aparece nos desenhos de Godá, que demonstra insatisfação, como exemplo “A máquina que produz floresta”. “A máquina que produz nuvens coloridas”, a que produz árvore, entendendo que ele busca um sentido de recuperar com esses aparelhos mundanos inundados por natureza.

“Diz Rodrigo Godá” “ Na composição das cenas, todo esse conjunto, fica semelhante as rendas e bordados”. Também diz, “A pintura dá uma possibilidade maior de vibração das cores, mais gosto do desenho, pois tenho maior domínio sobre o trabalho”.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF –

Buenos Aires, Argentina.

 

 

 

Artes & Artistas

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O colorido lúdico de Cristiane Campos

Juraci Masiero Pozzobon

 

Natural de Maringá/PR, Cristiane Campos é uma pesquisadora de cores brilhantes buscou aprimorar novos caminhos para suas criações Naif, voltado ao lúdico figurativo. Esse lindo trabalho que nos encanta. Ela usa tinta a óleo ou acrílica em suas telas.

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Cristiane Campos tem uma trajetória para um livro, foi construído através dos anos errando e acertando, até finalmente chegar a sua satisfação. “Na verdade o estudo é um eterno aprendizado a alma do artista nunca pode estagnar e sim sempre buscando algo além da imaginação, construindo uma linha do tempo de vida” – Cristiane.

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Cristiane abre um livro para que o espectador interaja numa leitura ao passado, presente e futuro, cada um com sua identificação de personagem que o conduz para seus próprios medos, desejos, sonhos, ilusões, uma leitura construída pelo inconsciente.

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Suas criações são arbítrias de mudanças. A artista desabafa para si que é pura necessidade de se manter lúcida e com isso agrada uma parte do público.

As buscas são cansativas, porém compensatórias.

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Cristiane desde o inicio vem sendo assídua nas exposições, com participação nacionais e internacionais levando em sua bagagem cultural.

 

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juraci maziero Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutora em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

Artes & Artistas

Adir Sodré e a pureza das cores

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Juraci Masiero Pozzobon

 

Adir Sodré, de Rondonópolis – Mato Grosso de 1977, desenhista e pintor. Ele frequentou o atelier Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso, teve como orientador o amigo Humberto Espíntola e Dalva e mais tarde se integra com outros colegas artistas, procurando sempre renovar a arte mato-grossense. Sodré expôs internacional, no Brasil e regional. Ele é irreverente em seus trabalhos um admirador pelo pintor francês Henri Matisse.

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Sodré usa cores puras ultracolorido com elementos decorativos. Nela demonstra o erotismo dos quais são extremamente presentes.

Suas obras são secretamente consumistas, uma pintura de prazer safado para não deixar ninguém confortamente de boas atitudes.

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Seu maior tema para obras são as flores. Uma descrição harmônica e linda para se observar. Seus elementos são extremamente interagidos na vida cotidiana, Sodré é diferente faz o que vê, faz o que sente, sua criação é atípica e invulgar.

Na arte contemporânea, Sodré ao retratar seus quadros sofreu repressão durante muitos anos por religiosos católicos, devido as imagens explicitas em romances e telas.

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Sodré demonstra pinceladas fortes cores vivas para destacar os personagens, na época de forte tabu.

Alguns críticos aparece dizendo que é um contexto mais literário e ao mesmo tempo simbólico.

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Não é o personagem que é erótico e sim a maneira que o expõe, ter a habilidade de entender os sentimentos que uma obra trás.

Sodré é um grande colorista, um monstruoso artista.

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 Juraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá, Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ. Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

As telas que ganham vida nos quadros e mosaicos de Célia Messias

Amor à arte, prazer de transpor as emoções para a tela. É isso o que move a artista plástica itabunense Célia Messias, que começou a pintar em 1980 e que há dez anos se  dedica integralmente ao ofício. São cerca de oito horas por dia, no ateliê localizado no bairro Berilo, em Itabuna. “É uma coisa que faço com paixão, que me entrego, nunca vi  como trabalho, mas como algo que dá sentido à vida”, afirma Célia.

Depois de passar pela fase acadêmica e impressionista, com o inevitável foco no cacau, atualmente Célia Messias trabalha com arte contemporânea. Suas telas mostram figuras humanas, baianas e figuras sacras, que ganham vida pelo talento da artista. Ela também faz mosaicos, painéis de brilho e cores intensas, utilizando pedras e pastilhas de vidro.  “Busco sempre mostrar a energia das cores no meu processo de criatividade”, afirma.

São estilos diferentes, mas que se completam pelas mãos de Célia, que já  realizou exposições em  Itabuna, Ilhéus e Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Paris e Genebra (Suiça). Ela também expôs no Shopping Jequitibá, em Itabuna, mas considera o mercado de arte regional ainda incipiente: “as pessoas não dão o devido valor às artes plásticas, mesmo nunca região com grandes talentos”, afirma.

ARTE E EDUCAÇÃO

Para Célia Messias, a valorização da arte e do artista passa também pela educação. “É preciso despertar nas crianças o gosto pela arte, com exposições e oficinas de pintura em escolas, praças e outros espaços públicos”, afirma. “Espero que a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania exerça esse papel, porque a arte está na essência do ser humano”, destaca.

“Pintar é colocar emoção, sensibilidade, passar uma mensagem”, resume a artista plástica, enquanto prepara o próximo quadro, a tinta e o pincel tocando a tela branca que em breve ganhará vida.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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