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Lançamento virtual de “Amor, Política e Ozadia” na Tenda do TPI

Amor, Política e Ozadia (divulgação)

Na noite do próximo dia 17 de maio (sexta-feira), às 20 horas, a Tenda Teatro Popular de Ilhéus receberá mais uma apresentação do espetáculo musical “Amor, Política e Ozadia”, de Cabeça Isidoro e a banda “Os Inflamáveis”. O show marcará o lançamento virtual do DVD, que foi gravado no dia 06 de setembro de 2018 no Teatro Municipal de Ilhéus e lançado no 14 de dezembro na Tenda TPI – e agora será disponibilizado nas plataformas digitais do YouTube e Spotify.

Neste espetáculo, junto com Lula Soares Lopes (bateria) e Guilherme Pessoa (guitarras e vocais), Isidoro passeia por suas composições em projetos como as bandas Dr. Imbira, Improviso Nordestino, Crime Organizado, o espetáculo “Ensaio sobre uma tal democracia”, além de trilhas sonoras do grupo Teatro Popular de Ilhéus. A classificação do evento é de 14 anos.

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Ordem e Regresso. Depois virá o progresso e o amor

Eulina Lavigne

 

eulina lavigneAntes de iniciar este artigo quero informar que sou apartidária. Não sou a favor nem deste e nem daquele partido. Sou a favor de ideias que sejam humanistas e progressistas. Isto sim.

Quando iniciei minha carreira profissional foi como trainee do Citibank em Salvador e depois entrei para o quadro efetivo de funcionários por sete anos trabalhando na área de pessoa jurídica.

Naquele tempo o Brasil era o país, depois dos EUA, mais lucrativo para o Banco. Com taxas de inflação altíssimas, com FGTS dos funcionários parado por quarenta dias no banco para que fossem emprestados a juros exorbitantes, tudo era uma festa!

brasil 1Ganhávamos decimo terceiro, quarto salários fora as premiações em dólar. As festas eram em hotéis maravilhosos, com show pirotécnico que ainda no Brasil não se ouvia falar. Nossas roupas de gala eram alugadas pelo banco e o salão de beleza aberto exclusivamente para atender a ala feminina. Coisa de cinema!

Quando vieram os planos, Bresser e Collor e medidas que encurtavam o prazo de permanência do FGTS nos bancos para dois dias, aumento do volume de recolhimento dos depósitos à vista ao Banco Central e outras medidas, a farra foi terminando.

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O Amor, o Medo e a Raiva

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneSe perguntar à maioria das pessoas qual o oposto do amor, a primeira resposta que ouvimos, assim no impulso, é que é o ódio.

E se pararmos para pensar um pouco podemos observar que o oposto do amor é o medo. O medo de. O medo de se envolver, o medo de se machucar, o medo de dizer o que sente de fato, o medo do abandono, o medo de amar a si próprio. No fundo temos medo de nos amar como somos e muitas vezes projetamos no outro aquilo que gostaríamos de ser, ou de ter, ou de fazer e, por medo, não somos, não temos e não fazemos.

E quando o outro pode ser quem é, fazer e ter, entramos no desamor e sentimos raiva. Do outro? Não. De nós mesmos. Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, se utiliza de uma frase muito interessante que diz: “Que mal lhe fiz para estar tão furioso com você?”. No fundo tenho raiva de mim porque aceitei muitas coisas que não devia ter aceitado. Porque deixei de exigir, tomar ou pedir o que eu poderia ter exigido, tomado ou pedido. Esse tipo de raiva paralisa, pode deixar o sujeito enfraquecido e preso por muitos anos.

amorQuando desenvolvo o amor por mim, e incluo o medo e a raiva como partes de mim, considerando-os importantes para a minha caminhada, me fortaleço e me sinto mais segura para amar o próximo. Por que o medo, quando reconhecido em momentos que me cabe, me protege. Por exemplo, Ângela Cavallo foi capaz de levantar e segurar um veículo por quase 5 minutos para salvar o seu filho que ficou preso sob um Chevrolet 1964. O medo de perdê-lo foi tão grande que a fortaleceu a tal ponto que fosse capaz de fazer o que fez. O amor que tinha pelo filho, superou qualquer obstáculo.

O medo me convida a ficar mais alerta e focado para que algo de pior não aconteça. E isso me faz bem!

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Irmão Sol, Irmã Lua

Daniel Thame

dthameEle era trabalhador rural numa fazenda em Canavieiras, cidade que era o limite de seu mundo e para onde ia, todos os finais de semana, fazer a feira, composta de arroz, feijão, farinha, óleo, açúcar, sal e, de vez em quando, jabá, fato e chupa-molho.

Além, é claro, da garrafa de cachaça.

Ela era mulher de um trabalhador rural em Ipiaú, cidade que era o limite de seu mundo e para onde ia, todos os finais de semana, orar no culto na igreja evangélica que lhe oferecia o céu como compensação para a vida dura na terra.

Orava pela saúde do marido, cujo trabalho garantia o sustento da família, e por um futuro melhor para os três filhos.

Se essa fosse a vontade de Deus…

Quando vieram os sinais de que a crise provocada pela vassoura-de-bruxa era pior do que se imaginava, ele foi despedido da fazenda e mudou-se para Camacan, onde conseguiu um emprego de gari na prefeitura.

Como a bruxa não tinha limites e se alastrava por toda a região, o marido dela também perdeu o emprego. Tão logo chegaram a Ubaitaba, para onde se mudaram, ela conseguiu um emprego de doméstica. Meses depois, o marido a abandonou e sumiu no mundo, deixando-a sozinha com três crianças para cuidar.

Quando a prefeitura de Camacan, abalada pela decadência da cidade e com a arrecadação despencando, teve que demitir funcionários, os apadrinhados foram mantidos, ele, pobre gari, perdeu o emprego.

 

Foi tentar a vida em Itabuna, onde passou a viver de pequenos bicos e morar num barraco no Maria Pinheiro, bairro paupérrimo nas fraldas da periferia da cidade.

Em Ubaitaba, a patroa, empobrecida pela crise, não teve como manter a empregada. Penalizada, ainda deu o dinheiro para a viagem até Itabuna, o máximo aonde aquela pobre mulher poderia ir.

No mesmo bairro Maria Pinheiro, montou um barraco, misto de papelão e restos de madeira, e passou a trabalhar como lavadeira, ganhando o pão com o suor do seu rosto banhando as águas do Rio Cachoeira.

Os dois se cruzaram quando ele voltava do centro da cidade, onde acabara de ganhar 15 reais para limpar um terreno, e ela levava na cabeça uma imensa trouxa de roupas.

Ele se ofereceu para ajudar, ela aceitou.

No barraco, ele aceitou o café ralo que ela ofereceu.

Sorriram, escancarando os poucos dentes daquelas bocas que, na sequência, trocaram o primeiro beijo.

Dias depois, estavam morando juntos, dividindo a mesma cama sob um teto cheio de buracos em que, nas lindas noites de verão, podiam contemplar estrelas, distraídos.

A bruxa, que tantas vidas havia tragado, tantas tragédias pessoais e coletivas havia causado, abençoou o encontro mais do que improvável.

Virou, ainda que por linhas tortas, uma fada.

E eles, que nunca tiveram nada, juntaram o pouco que agora tinham e foram felizes para sempre!

———————

Conto extraído do livro “Vassoura”, apogeu e ocaso da Região Cacaueira, Editora Via Literarum

Show de lançamento do DVD de 20 anos de carreira de Cabeça Isidoro: Amor, Política e Ozadia

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Celebrando duas décadas de intensa criação musical, o multiartista ilheense Cabeça Isidoro, realiza show de lançamento do DVD ‘Amor, Política e Ozadia’ no palco da Tenda Teatro Popular de Ilhéus. O evento acontece dia 14 de dezembro, às 20h, com ingressos a R$30 e R$15. Na compra do ingresso no valor de inteira, você ganha um exemplar do DVD. A classificação é de 14 anos.

imb 2Neste show, o artista está em cena com a banda Os Inflamáveis, composta por Lula Soares Lopes (bateria), Danilo Ornelas (baixo), Pablo Lisboa e Guilherme Pessoa (guitarras e vocais). Juntos passeiam pela história musical de Cabeça por meio de composições que marcaram sua obra em projetos como as bandas Dr. Imbira, Improviso Nordestino, Crime Organizado, o espetáculo ‘Ensaio sobre uma tal democracia’, além de trilhas sonoras do grupo Teatro Popular de Ilhéus.

O show registrado no DVD ocorreu no Teatro Municipal de Ilhéus no dia 06 de setembro e contou com apoio financeiro da Secult Ilhéus, através do Edital Cultura Livre, bem como contribuições através de Vakinha virtual e apoio cultural de empresários locais. A direção artística de ‘Amor, Política e Ozadia’ é da diretora de teatro e atriz graduada pela UFBA, Iara Colina, com figurino de Roney George (que também assina o cenário) e Shicó do Mamulengo. Os vídeos que permeiam o show são assinados por Mario Shneider e as inserções tecnológicas são de Hermilo Menezes. O show é uma realização do Teatro Popular de Ilhéus.

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Cabeça Isidoro lança campanha para gravação do DVD de 20 anos de carreira

Cabeça Isidoro_Foto Ana Lee

Admiradores  do cantor e compositor ilheense, Cabeça Isidoro, já podem garantir sua marca nos créditos contribuindo para a gravação do DVD “Amor, Política e Ozadia’, o mais novo espetáculo do artista. A campanha visa captar R$ 6 mil, segue até o dia 3 de setembro e está sendo realizada por meio de livro de ouro – diretamente com a produção (73 98221-3213) – e pela internet, onde pode ser usada a opção de cartão de crédito:  goo.gl/rfKrFg. Os colaboradores, além de fazerem o show acontecer, ganharão brindes especiais.

O espetáculo musical ‘Amor, Política e Ozadia’, será realizado dia 06 de setembro, no Teatro Municipal de Ilhéus, quando o músico, cantor, compositor, multi-instrumentista, construtor de instrumentos sonoros alternativos, ator, produtor cultural e educador musical vai apresentar 20 músicas do seu repertório autoral para celebrar seus 20 anos de carreira. Músicas do artista podem ser ouvidas neste link: https://m.soundcloud. com/cabeca-isidoro/sets/ ensaio-sobre-uma-tal-1

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O Amor, o Medo e a Raiva

 

Eulina Lavigne

eulina lavigneSe perguntar a maioria das pessoas qual o oposto do amor a primeira resposta que ouvimos, assim no impulso, é que é o ódio.

E se pararmos para pensar um pouco podemos observar que o oposto do amor é o medo. O medo de. O medo de se envolver, o medo de se machucar, o medo de dizer o que sente de fato, o medo do abandono, o medo de amar a si próprio. No fundo temos medo de nos amar como somos e muitas vezes projetamos no outro aquilo que gostaríamos de ser, ou de ter, ou de fazer e por medo, não somos, não temos e não fazemos.

E quando o outro pode ser quem é, fazer e ter, entramos no desamor e sentimos raiva. Do outro? Não. De nós mesmos. Bert Hellinger criador da Constelação familiar se utiliza de uma frase muito interessante que diz: “Que mal lhe fiz para estar tão furioso com você?”. No fundo tenho raiva de mim porque aceitei muitas coisas que não devia ter aceitado. Por que deixei de exigir, tomar ou pedir o que eu poderia ter exigido, tomado ou pedido. Esse tipo de raiva paralisa, pode deixa o sujeito enfraquecido e preso por muitos anos.

Quando desenvolvo o amor por mim e incluo o medo e a raiva como partes de mim e importantes para a minha caminhada, me fortaleço e me sinto mais segura para amar o próximo. Por que o medo, quando reconhecido em momentos que lhe cabe, me protege. Por exemplo, Angela Cavallo foi capaz de levantar e segurar um veículo por quase 5 minutos para salvar o seu filho que ficou preso sob um Chevrolet 964. O medo de perdê-lo foi tão grande que a fortaleceu a tal ponto que fosse capaz de fazer o que fez. O amor que tinha pelo filho, superou qualquer obstáculo. O medo me convida a ficar mais alerta e focado para que algo de pior não aconteça. E isso me faz bem!

A raiva pode ser saudável quando ela me impulsiona para a ação, quando me fortalece para tomar uma atitude e me impor com energia, ou quando ela se expressa como uma força de alerta, centrada para responder a situações de emergência.

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O que é o amor?

Animação francesa, com musica de Édith Piaf

Oscar “socializa” estatuetas e ´Aventuras de Pi” é destaque em premiações pulverizadas

Raquel Rocha 

Argo leva estatueta de melhor filme

Durante a 85ª cerimônia de premiação do Oscar, a categoria de Melhor Filme ficou com “Argo”, de Ben Affleck. O anúncio foi feito pela primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, em transmissão ao vivo da Casa Branca, em Washington, na madrugada desta segunda-feira (25). No entanto, foi o longa “As Aventuras de Pi”, dirigido por Ang Lee o grande vencedor da premiação, conquistando quatro estatuetas nas categorias de Efeitos Visuais, Fotografia, Trilha Sonora e Diretor.

 Na lista dos indicados em janeiro, “Lincoln” liderava a lista com 12 indicações e “As Aventuras de Pi” aparecia com 11. Apesar de liderar indicações à época, “Lincoln” acabou levando apenas duas estatuetas de Melhor Ator e Direção de Arte.
Confira os principais vencedores:

Filme

“Argo”

Diretor

Ang Lee (“As aventuras de Pi”)

Ator

Daniel Day-Lewis (“Lincoln”)

 Atriz

Jennifer Lawrence (“O lado bom da vida”)

 Ator coadjuvante

Christoph Waltz (“Django livre”)

Atriz coadjuvante

Anne Hathaway (“Os miseráveis”)

Roteiro original

Quentin Tarantino (“Django livre”)

Roteiro adaptado

Chris Terrio (“Argo”)

 Filme estrangeiro

“Amor” (Áustria)

Animação

“Valente”

Curta-metragem de animação

“Paperman”

Edição

“Argo”

Fotografia

“As aventuras de Pi”

 Efeitos visuais

“As aventuras de Pi”

Melhor curta-metragem

“Curfew”

Documentário em longa-metragem

“Searching for Sugar Man”

Documentário em curta-metragem

“Inocente”

 

“Amor da minha vida”, diz Adriano. A loira ou a morena?

a foto é o que se pode chamar de triangulo amoroso…

Apaixonado, o jogador Adriano se declarou para sua nova namorada Renata Fontes, na manhã deste domingo, 24. No Instagram, o atacante publicou uma foto dos dois e fez uma declaração de amor. “Amor da minha vida”, escreveu.

Jogador?

Pela foto, tá com pinta de que Adriano estava se declarando é pra ´loira´ gelada . Uma tal de Skol.

Amour

 

                                                                                                                                                                                                                 

 Por Raquel Rocha

Anne (Emmanuelle Riva) e Georges (Jean-Louis Trintignant) são um casal de aposentados. De gosto erudito, conservam o hábito de frequentar teatros e óperas. A história começa justamente no teatro Campos Eliseos com a câmera de frente para uma grande plateia. As pessoas chegando, se sentando, assistindo a apresentação, e não vemos o palco, somente a plateia e o casal octogenário em meio a todas aquelas pessoas.

Eles têm uma filha, mas vivem sozinhos, são independentes e tem uma relação de intensa cumplicidade. Tudo corre bem na rotina deles, até que Anne sofre um AVC e precisa fazer uma cirurgia. Vários planos do apartamento vazio à noite mostram que a vida de ambos nunca mais será a mesma.

Ao voltar do hospital, ela está com a parte direita do corpo paralisada, mas tenta conservar sua autonomia, fazer suas coisas sozinha e repetir o tempo todo que não está inválida.  Tendo consciência de sua condição degenerativa ela faz um pedido um tanto cruel pro marido: ”Prometa-me uma coisa. Por favor, nunca me leve de volta ao hospital.”

A partir desse momento vemos a personagem definhar, corpo e mente. Seu orgulho sendo ferido a cada agravamento da doença, a perda da capacidade de cuidar de si mesma, de controlar suas funções fisiológicas.  Anne não quer viver assim, o desejo de morrer está estampado em seus olhos e em seus gestos. Depois de perder o controle sobre seus movimentos, Anne perde também a lucidez. A filha quer interná-la, levá-la para um lar de idosos, mas Georges não permite, ele respeita a vontade da esposa mesmo quando ela não tem mais vontade. O casal tem uma dignidade peculiar.

O filme é de uma sensibilidade poucas vezes vista. É uma história triste, mas sentir a morte chegar aos poucos também é triste. Tem muitos momentos de silêncio, mas às vezes simplesmente não há o que ser dito. Planos longos, sequências arrastadas, mas é assim a velhice, a doença… ao nos sentirmos impotentes parece que o tempo teima em não passar.

“A história que eu conto é uma forma estética de ver esta promessa de amor”, declarou Michael Haneke, que também dirigiu “A Fita Branca” (Das weiße Band) e sempre se recusou a explicar seus filmes. Em Amour as palavras são mesmo desnecessárias.

 Amour (em português Amor, tradução altamente desnecessária) é um filme velho, um filme angustiante, mas é verdadeiro, dolorosamente verdadeiro, um filme que nos faz pensar, nos faz sentir, nos ensina a amar. É uma obra-prima.

“As coisas vão continuar, e um dia tudo vai acabar.”

 

O filme concorre ao Oscar nas categorias de melhor direção, melhor filme, melhor filme estrangeiro, roteiro original e melhor atriz. Emmanuelle Riva é a atriz mais velha a ser indicada a estatueta. Ela tá realmente espetacular no filme, mas acho que a interpretação máxima de Amour  é a de Jean-Louis Trintignant. As vezes ver o outro sofrendo é pior que sentir a dor.

 

Trailer

 

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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