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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

outubro 2022
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:: ‘ABC da Noite’

Aulas suspensas no ABC da Noite. Agora, só depois das eleições

Walmir Rosário

Do presidente da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., (Alambique), o jornalista Daniel Thame, recebo a fatídica informação. Foi difícil acreditar, mas constatei que era verdade. Após a reabertura do ABC da Noite, recebida com festa em grandioso estilo, a diretoria resolveu dar mais um tempo e cerrar suas duas portas até passar as eleições de 2 de outubro.

A notícia pegou todos de surpresa, já que o professor Caboclo Alencar e sua inseparável companheira, dona Neusa, deliberaram, em sessão extraordinária, a suspensão da prestação dos serviços etílicos na sua sede, no Beco do Fuxico. Mas como não existe nada ruim que não possa piorar, como garante em sua tese o tal de Murphy, num conceito que se transformou em lei sem que fosse aprovada por parlamento algum.

Esse já é o segundo choque sentido pelos boêmios itabunenses, que ficaram órfãos das deliciosas batidas do Caboclo Alencar durante esses anos em que a pandemia resolveu assolar o Brasil e o mundo. A primeira decepção sentida foi a drástica redução nos dias de funcionamento, que caiu do tradicional segunda a sábado, em dois expedientes, e que passaria apenas aos sábados.

Pois bem, se não bastassem os torturantes 30 meses em que esteve fechado, o primeiro decreto editado pelo Caboclo Alencar e dona Neusa, restringiu a abertura, em desconformidade à placa de bronze afixada na parede proclama os horários de abertura e fechamento do régio expediente: De segunda a sexta-feira: das 11 às 12h30min e das 17 às 19 horas; aos sábados, das 11 às 12h30min; sem expediente aos domingos.

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ABC da Noite reabre após as eleições

Após o sucesso da reabertura do ABC da Noite (fechado por torturantes 30 meses por conta da pandemia), quando centenas de repetentes e aderentes se reuniram no ponto mais tradicional do Beco do Fuxico, em Itabuna, as portas voltam a se fechar.

 

Felizmente, dessa vez é por pouco tempo. O ABC da Noite volta a funcionar após as eleições, sempre aos sábados.  A decisão foi tomada pelo Caboco Alencar e sua inseparável companheira, dona Neusa, com o objetivo de evitar dissabores nestes tempos sombrios.

 

Afinal, no espaço mais democrático de Itabuna, o que deve -e vai- prevalecer são os sabores das magistrais batidas que só Alencar sabe fazer.

 

ABC da Grapiunidade

Caboco Alencar

 

Ernesto Marques

Quando começou o confinamento, nas conversas com Daniel Thame, logo me preocupei: e o Caboclo? Quem é papa-jaca não tem dúvidas, mas incautos de outras paragens talvez estejam em dúvida se me refiro àquele em cujos pés, na Bahia, se recomenda que desconsolados chorem suas mazelas no centro da Praça 2 de Julho, vulgo Campo Grande.

 

E, claro, se a preocupação era com a vida, esse Caboclo não é de outro mundo. Não é monumento, como o da praça, mas é uma entidade que se pode resumir em bom baianês como uma autarquia; um patrimônio material e imaterial, também!

Sim, porque tem uma dose de ancestralidade infundida em conhecimento tradicional, personificada numa figura em carne, osso e, sobretudo, alma.

Uma combinação genuinamente baiana, dessas que compõem um personagem idiossincrático, dono de um carisma improvável, capaz de cativar séquitos de seguidos engajados e orgânicos, muito antes das redes sociais.

Muito antes de um tal de Zuckerberg criar o Face, o Caboclo já tinha criado uma rede social poderosa no Planeta Cacau. Aonde! A rede do Caboclo existe é de hooooooje, muito antes até do Orkut! E nunca houve plataforma melhor pra fazer um network em Itabuna.

Eu, forasteiro que venho lá do sertão, na primeira passagem por Itabuna, em 2004, trabalhando numa campanha eleitoral, percebi isso logo na chegada, levado pelo companheiro Rui Correia, o “senador da Bahia livre”, e jamais eleito.

Voltemos a falar da entidade, o Caboclo – a maiúscula, ou caixa alta, como dizem os jornalistas das antigas, não é simples reverência. É respeito à lei que manda grafar substantivos próprios assim. É nome de gente de carne e osso, com nome e sobrenome, também: Caboclo Alencar. Criador e mantenedor do ABC da Noite, uma verdadeira catedral de duas portas estreitas onde se reúnem infiéis de vários credos, partidos, etnias e extratos sociais.

Esse tipo ecumenismo sócio-etílico-religioso só poderia ter como endereço o Beco do Fuxico, logradouro cujo nome oficial nem itabunense conhece. Se você chegar na Avenida Cinquentenário, centro comercial de Itabuna e perguntar onde é a Travessa Adolfo Leite, dificilmente alguém saberá responder. Mas se você estiver em Ilhéus e perguntar onde fica o Beco do Fuxico, com certeza qualquer um vai lhe dizer do Beco, cuja referência certeira é o ABC da Noite, do Caboclo Alencar.

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Festa no Beco no Fuxico: Caboco Alencar reabre o ABC da Noite

 

Depois de dois anos e meio fechado por causa da pandemia, o ABC da Noite, um dos pontos mais tradicionais de Itabuna, reabre suas portas neste sábado, dia 17, com a presença do Caboco Alencar e suas batidas de antologia, entre elas a de pitanga, de sabor inigualável, preparada especialmente para os “repetentes” do ABC da Noite e demais visitantes extemporâneos.

Localizado no Beco do Fuxico, referência da boemia itabunense, o ABC da Noite é ponto de encontro de pessoas que se congraçam em torno de batidas cuja receita é mantida a sete chaves, embaladas pela sabedoria do Caboco Alencar, que, aos 90 anos de idade, se mantém em plena forma.

Durante a pandemia, Alencar trabalhou em regime de ´batida office´, comercializando a produção em casa, o que em nada se compara com saborear a maravilha etílica no balcão ou na calçada do ABC da Noite, prédio tombado pelo Patrimônio Histórico de Itabuna, com todo o mobiliário e ´bebiliário´ incluídos.

A reabertura do ABC da Noite terá show com Nonato Teles, nobilíssimo repetente do Caboco e cantor dos melhores. Devido à expectativa criada em torno de tão aguardado momento, o Beco do Fuxico será fechado ao tráfego de veículos das 10h30min às 13h, no trecho entre a Rua Duque de Caxias e a Avenida do Cinquentenário.

Itabuna e o Beco do Fuxico: um símbolo, o ABC da Noite, e sua alma, o Caboco Alencar

O programa Bahia Meio Dia, da TV Santa Cruz, exibiu um programa em homenagem aos 112 anos de emancipação de Itabuna, com reportagens especiais e participação de artistas da cidade.

Uma das reportagens mostra o Beco do Fuxico, com seu símbolo, o ABC da Noite e sua alma, o Caboco Alencar.

Confira:

Alunos do ABC da Noite em sala de aula

Caboclo Alencar vistoria o ABC da Noite1

 

Walmir Rosário

walmirNunca, em tempo algum neste Brasil, uma visita foi tão comemorada pelos boêmios do Beco do Fuxico e adjacências. Entrando o mês de abril, justamente no dia 1º, em que se costuma a contar mentiras, uma verdade merece ser contada em alto e bom tom: o Caboclo Alencar, nos seus 90 anos, deu as caras no Beco do Fuxico, o endereço do mais conceituado boteco de Itabuna.

Sem alarde ou notícias enviadas aos colunistas sociais que emolduram e abrilhantam nossa imprensa, a visita do Caboclo Alencar teve a simples finalidade de realizar uma vistoria nas instalações do majestoso ABC da Noite, fechado desde que apareceu a pandemia. No chamado grupo de risco, o Caboclo preferiu encerrar as atividades – temporariamente – no seu estabelecimento. :: LEIA MAIS »

Caboco Alencar, os 89 anos do Rei do Beco do Fuxico

abc 2

Sem a merecida festança por conta da pandemia, Alencar Pereira da Silveira, o Caboco Alencar, completa hoje  89 anos.

Proprietário do ABC da Noite, lendário boteco no Beco do Fuxico, em Itabuna, Alencar é um símbolo da boêmia itabunense.

abc 1Com suas frases de antologia e com suas batidas incomparáveis e igualmente antológicas, o Caboco Alencar mantem uma legião de fiéis, que tem no ABC da Noite (temporariamente fechado) um espaço para cultivar a amizade e nas batidas um bálsamo para as vicissitudes do dia a dia ou mesmo para o simples prazer de tomar uma.

Se Havana tem La Bodeguita com seus mojitos incomparáveis, Itabuna tem o ABC da Noite com batidas como as de limão, gengibre, maracujá e (raramente) a de pitanga, todas eles dignas de serem degustadas de joelhos.

A tradicional festa de aniversário que acontece todos os anos vai ter que esperar a vacina.

Por ora fica saudade da presença do Caboco Alencar no ABC  da Noite e  se reforça aqui o desejo repetido anualmente em meio a beberança e festança:

Longa vida ao Rei do Beco do Fuxico

A verdade vive escondida no fundo do poço

A0 PÉ DA GOIABEIRA lopes

bddepd@gmail.com        Barão de Pau d´Alho

 
Verdade1
Um dia, a Verdade e a Mentira se encontram. A Mentira diz à verdade: “Hoje está um dia maravilhoso”. A Verdade olha para o céu, desconfiada, suspira e concorda, pois o dia estava realmente lindo. Elas andam algum tempo juntas, chegando, finalmente, a um poço. A Mentira diz: “A água está muito boa! Vamos tomar um banho!” A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e confirma que, de fato, está ótima para o banho. Elas se despem e entram no poço. De repente, a Mentira sai  da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai o poço e, com um chicote, persegue a Mentira, para castigá-la e pegar as roupas de volta (v. quadro de Jean-Leon Gérôme “A verdade saindo do poço”, de 1896), mas ninguém colabora com ela nessa busca: as pessoas, vendo-a nua, desviam o olhar, com desprezo  e raiva. A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo ali sua vergonha. Desde então, a Mentira viaja pelo Mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo a conveniência  da sociedade, que não nutre o menor desejo de se deparar com a Verdade nua.  (Trecho de um conto judaico – há  versões ligeiramente diferentes desta)

O jornal The Washington Post assumiu, desde 20 de janeiro de 2017, uma estranha função: contabilizar as afirmações mentirosas do Topetudo presidente  Donald Trump. Passados cerca de 420 dias da administração, o mentiródromo do jornal já crava, por dia, mais de 11 declarações falsas ou enganosas. No Brasil, o Capitão reformado segue o padrão do seu líder estadunidense desde a campanha, com invenções do tipo kit gay e uma tal mamadeira erótica, que a oposição usaria para perverter as crianças – o que, para além da mentira para convencer incautos, parece uma perversão sexual das mais abjetas. Freud, que muito sabia das aberrações humanas, botaria esse maluco no divã e só o tiraria de lá com a suave terapia da camisa de força.

 O Barão se proclama ex-presidente do Brasil

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Esta semana, vocês lembram, lançou-se aqui na resistente goiabeira danielina a feliz ideia de fazer este Barão presidente interino do Brasil. Tal providência era uma resposta ao ridículo de um cara ridicularmente chamado de Guaidó, e também ao clamor das ruas contra a pouca vergonha instalada em Brasília, num governo formado por paramilicianos, fundamentalistas religiosos, milicos aposentados e variados gêneros de malucos, tendo ao centro da pantomima o clã Bolsonaro. Eis que, horas depois, o ator José de Abreu (não por imitação, como querem meus puxa-sacos, mas por coincidência – não restou provado que ele seja leitor desta coluna) apresentou-se devidamente enfaixado presidente, dando entrevista e já com ministério escolhido. Até mesmo a divisa do novo presidente (ecologicamente correta!) coincide com a minha, conforme registro do jornalista (comunista, é óbvio!) Leonardo Attuch:

…Zé de Abreu já declarou que “nossa bandeira jamais será laranja” e prometeu acabar com aposentadorias e pensões especiais das mais variadas castas da sociedade – incluindo filhas casadas que fingem ser solteiras, como Maitê Proença. Também prometeu indultar o ex-presidente Lula, que, em condições democráticas normais, hoje seria presidente da República. Afinal, o país que prende opositores para impedi-los de disputar eleições é o Brasil – não a Venezuela.

A propósito, já hipotequei meu nobre e irrestrito apoio ao novo presidente da República do Brasil, abdicando do desonrado cargo e assumindo minha modesta condição de ex-presidente, candidato a administrar apenas o recém-criado IPAD – Instituto Pau d´Alho de Assuntos Difusos.

E mais não digo, a não ser que, do jeito que  coisa anda, a moda pega e vamos ter muitos dirigentes autoproclamados. Por enquanto, além de Abreu (Brasil) e aquele Gauidó (venezuelano de enorme vocação para o patético – e que já está sendo “destituído” por Trump, pois prometeu levantar o povo da Venezuela e não conseguiu), são dados como certos o ator Alexandro Munhoz, autoproclamado presidente da Colômbia, já anunciado, e o Cacique Babau, prefeito de Buerarema – proposta ainda em análise no Conselho de Anciãos dos Tupinambás.

Em Itabuna, devido à fadiga do atual prefeito, os biriteiros do ABC da Noite pretendem que o município seja dirigido pelo Caboco Alencar, cidadão sabidamente acima de qualquer suspeita, mas a escolha é discutível: há quem diga que O Caboco, patrimônio da cidade, não dispõe de maldade suficiente para sobreviver  no Centro Administrativo.

 

(As diatribes do Barão e sua equipe são publicadas às terças e sextas, quer chova, quer faça sol)

PERFIL DO BARÃO

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87 anos do Caboco Alencar, o Mestre das Batidas Imortais

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Alencar Pereira da Silva, o Caboco Alencar, completa 87 anos hoje. Com seu boteco, o ABC da Noite, o Caboco é um dos símbolos de uma Itabuna boêmia e acolhedora que parece pertencer a um tempo cada vez mais distante.

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Ponto de encontro de pessoas de todas das classes, credos e tendências políticas, em busca de uma boa conversa e, principalmente, de batidas de antologia, que tem em Alencar o seu mestre, o ABC da Noite é quase um símbolo de resistência.

Que resiste porque viver é preciso, beber uma batida mítica é preciso, celebrar é preciso.

Celebremos pois. E desejemos longa vida ao Senhor das Batidas Imortais.

Festa no Beco do Fuxico para os 86 anos do Caboco Alencar

caboco alencar 3

Alencar Pereira da Silveira, o Caboco Alencar, completa 86 anos de vida nesta quinta-feira (2). A data será comemorada com uma festa preparada pelos acólitos do ABC da Noite, no Beco do Fuxico, em Itabuna.

 

O ABC da Noite é um dos pontos mais tradicionais de Itabuna, onde o Caboco prepara suas batidas de antologia como as de maracujá, limão, gengibre e a extemporânea de pitanga, comercializada apenas em outubro e novembro; além de receber a todos com suas frases de fina ironia, num ambiente onde cabem todas as tendências políticas, clubísticas, etc.,etc., etc…

 

A festa acontece das 18 às 20 horas, com música, bebida, acepipe e um bolo com 86 velinhas, que os amigos de Alencar torcem para que  em breve sejam 90, 100 e por aí vai.

Longa vida ao Rei do Beco do Fuxico!





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