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Posts Tagged ‘20 anos’

Fapesb comemora 20 anos com lançamento de edital e revista de jornalismo científico

fapesbEm comemoração pelas duas décadas de existência da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), serão realizados diversos eventos durante o mês de agosto. Estreando as comemorações, na próxima quinta-feira(5), às 14h30, será lançado, através de um evento virtual com transmissão pelo Canal do Youtube Secti Bahia, o edital e a revista Tecnova Bahia. O Edital, desenvolvido em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), destinará R$ 2 milhões para apoiar o desenvolvimento de ideias inovadoras de empresas sediadas no estado. Já a revista, conta com matérias sobre Ciência, Tecnologia e Inovação, com cases de empresas que se desenvolveram após o apoio por parte do Tecnova.

 

Ao longo dos últimos 20 anos, a Fapesb lançou mais de 270 editais, com cerca de R$ 770 milhões destinados à pesquisa. Esse investimento levou a Bahia a subir 10 posições na categoria inovação, no Ranking de Competitividade dos Estados. No total, foram 7800 projetos contratados, 40.000 bolsas de estudo concedidas e cerca de 300 empresas apoiadas. O diretor de Inovação da Fapesb, Handerson Leite, exalta os números. “Alcançamos, nos últimos anos, um aumento de 10 vezes em relação à produção científica internacional, além de 5 vezes no aumento do crescimento de cursos de pós-graduação, de mestrado e doutorado. Vale ressaltar também que 15% das publicações científicas internacionais do Estado possuem financiamento da Fapesb”, destacou.

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Curso de Medicina da Uesc comemora 20 anos

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“Onde quer que arte da medicina seja amada, haverá também amor pela humanidade” (Hipócrates). Esse pensamento norteou, desde os primeiros momentos, o curso de Medicina da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Em 2021, completa 20 anos do curso, que tem proporcionado uma formação comprometida com a vida, com respeito, humanidade e excelência.

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Alessandro Fernandes

O curso de graduação em Medicina da Uesc é o primeiro do interior do estado da Bahia. A Universidade exalta esse marco histórico e o modelo pedagógico que inovou ao implementar a experiência do Aprendizado Baseado em Problemas (Problem Based Learning – PBL), o terceiro curso do Brasil com esta metodologia ativa, e o primeiro da Bahia, servindo como polo formador para as outras universidades.

 

“O Curso de Medicina da Uesc comemora duas décadas dedicadas à vida e é avaliado entre os melhores do país, segundo o Ministério da Educação. Destaco o comprometimento dos professores, alunos e técnicos, que ao longo desse período, principalmente neste tempo desafiador da pandemia, não pararam as suas atividades. Ao contrário, se colocaram a serviço da sociedade e da esperança. Estão de parabéns todos aqueles empenhados na formação médica com a busca constante por inovação e a utilização de novas tecnologias voltadas à saúde”, avalia o reitor, Prof./Dr. Alessandro Fernandes de Santana.

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Exposição fotográfica abre comemoração de 20 anos da UTI Neonatal do Hospital Manoel Novaes

expo novaesQuem passar pelo Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, nos próximos dias poderá visitar a exposição fotográfica que reúne lindas imagens de mães, pais e profissionais que atuam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O ensaio faz parte da programação do Novembro Roxo e dos 20 anos da implantação da unidade, que anualmente é responsável por oferecer cuidados especiais a centenas de bebês prematuros no interior da Bahia.

Os personagens capturados pelas lentes do fotógrafo Daniel Medina estão em exposição na sala de Convivência Otaciana Pinto, no HMN. “Essa exposição é uma forma de demonstrar quanto é forte essa relação com os nossos pacientes, quanto carinho e dedicação temos por eles”, diz a diretora técnica, médica Fabiane Chávez, que está há 18 anos na unidade.

Por causa das medidas de segurança e sanitária para evitar a disseminação do novo coronavírus, os eventos de aniversário de UTI Neonatal do Manoel Novaes serão todos internos, com público reduzido. Além da exposição fotográfica, a programação de 20 anos inclui a gravação de um vídeo com depoimentos dos profissionais de saúde e pacientes, benção religiosa e apresentação do coral da Santa Casa de Itabuna.

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Nos 20 anos do Shopping Jequitibá, Manoel Chaves Neto aposta em união e encara futuro com otimismo

 

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Iniciativa pioneira e visionária do empresário Helenilson Chaves, o Shopping Jequitibá esta completando 20 anos hoje. Maior centro comercial do Sul da Bahia, a pandemia do coronavirus, que provocou o fechamento do comércio em Itabuna, transformou a data num momento de reflexão sobre o futuro encarado com otimismo pelo diretor do Jequitibá Manoel Chaves Neto.

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P- Como você resume estas duas décadas do Shopping Jequitibá?

shoppng 20 anos NetoManoel Chaves Neto- Quero agradecer, agradecer e agradecer por hoje completarmos 20 anos de vida, de relação e de muito amor por Itabuna e todo Sul da Bahia. Estas duas décadas passaram voando, ultrapassamos diversos obstáculos, vencemos dezenas de crises, chegamos até ficar órfãos do nosso fundador e idealizador Helenilson Chaves.

Entretanto, as raízes do Shopping Jequitibá são fortes, profundas e sólidas, proporcionado estarmos comemorando seus 20 anos, com empreendimento, completo, regional, dominante no Sul da Bahia.

Fomos pegos de surpresa pela forma avassaladora da pandemia, fazendo com que mudássemos por completo nossas programações e atividades comemorativas para esta data. Ainda assim, continuaremos constantemente atentos, trabalhando duro, estudando e nos adaptando para manter o Shopping Jequitibá por muitas décadas como um equipamento único e de vanguarda para o novo normal.

P- Hoje temos 46 dias do Decreto Municipal que culminou com o fechamento de todo comércio. Em relação ao Shopping Jequitibá, como está sendo este momento e quais os impactos?

shopping 20 anos 3MCN- Está sendo dificílimo, pois a Pandemia COVID 19 interrompeu repentinamente o ciclo operacional do shopping Jequitibá e dos nossos lojistas, por consequência, colocando todos numa fragilidade econômica e financeira de fluxo de caixa, entretanto, os reais impactos só saberemos no médio prazo.

P- Qual geração de empregos do Shopping Jequitibá?

MCN- Juntamente com nossos lojistas, aproximadamente 1.300 empregos diretos.

P-Haverá demissões no Shopping Jequitibá?

MCN- Não iremos demitir nossos colaboradores, pois utilizaremos todos os benefícios do Governo Federal para segurar ao máximo todos os postos de trabalho existentes antes da COVID 19.

P-Já existem cerca de 80 shoppings centers abertos no Brasil. Quando serão abertas as portas do shopping Jequitibá?

MCN- A abertura do shopping Jequitibá está diretamente ligado ao prazo estipulado no Decreto Municipal em vigor, Entretanto estamos conscientes que para abrir o Jequitibá, necessariamente os hospitais da nossa cidade terão que estar estar minimamente estruturados para enfrentamento das futuras demandas que virão. Hoje está situação carece da chegada de respiradores, pois só temos 10 leitos de UTI’s da Sta. Casa.

P- Qual será o protocolo de abertura para o Shopping Jequitibá?

MCN- Neste período nós adequamos o Shopping Jequitibá, com as normativas e protocolos listados pela OMS, com objetivo de prevenir e dar segurança à saúde de todos que ali frequentam.

P- As lojas que estavam contratadas e com previsão de abertura, serão concretizadas?

MCN- Nestes últimos 46 dias, tivemos várias evoluções na construção de lojas VIVARA, Natura, ISE Grelhados e Restaurantes e Meu Chapa, além da reforma da Patroni. Em fase de análise final de projetos, temos a Barbearia e a Gráfica que ficarão na alameda de serviços.

P- Quantas lojas o shopping Jequitibá já fecharam as portas por força da COVID 19?

MCN- A I Place já apresentava desde 2019 o desejo de fechar por motivos de não descolar ponto de equilíbrio e face a pandemia, e consequentemente aumento do dólar os produtos importados aumentariam de preço e possivelmente haveria retração de vendas.

P- Como está a relação da administração do Shopping com seus lojistas?

MCN- Nossa relação é de união, transparência e parceria reforçada, pois só sairemos desta crise unidos, com muito trabalho e criatividade.

P- Qual a perspectivas, novidades do Shopping Jequitibá?

MCN- Nossa perspectiva é mantermos o Shopping Jequitibá sempre atraente, aconchegante, seguro para receber bem cada vez mais nossos clientes. Além disto, vamos demandar esforços para criar novas alternativas de canais de vendas e distribuição para nossos lojistas.

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“Revolução sexual” contra impotência faz 20 anos em 2018

viviO ano que se encerra neste mês guarda uma marca histórica, especialmente, para os homens. Em 2018, os comprimidos contra a disfunção erétil completaram 20 anos de venda em farmácias do Brasil e de outros países.

A descoberta, feita ao acaso pela ciência que investigava medicação para pressão alta, permitiu a milhões de homens reativar sua vida sexual. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil consideram que a oferta desses gêneros de medicamentos impactou a sociedade. “Foi uma revolução sexual como a pílula [disponível a partir da década de 1960] causou na mulher”, avalia Carlos da Ros, chefe do Departamento de Sexualidade e Reprodução da Sociedade Brasileira de Urologia.

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Coral da Ceplac realiza novo show em comemoração aos 20 anos TMI

coral ceplacA comemoração dos 20 anos do Coral dos Servidores da Ceplac terá novo show no palco do Teatro Municipal de Ilhéus, na sexta-feira, dia 09 de novembro, às 19 horas. A programação faz  garante um passeio pela música popular brasileira ao som afinado dos seus naipes, em um repertório que homenageia os melhores momentos da sua trajetória. Como fazem os bons amigos, o coral também receberá convidados para celebrar. Assim, marcam presença o Coral da Uesc, o Coral Dom Eduardo, o Coral Mokiti Okada (Ilhéus e Itabuna) e o Coral da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

“Além de uma grande celebração, o show será um momento de congregar os coristas, de fortalecer o movimento coral na região com grupos muito representativos. Cantar em um coral não é apenas um hobby, mas uma atividade que beneficia a saúde e o bem estar das pessoas envolvidas, inclusive, resvala na família, que também se sente inspirada a compartilhar de outros repertórios e de momentos culturais como este”, comenta o cantor do coral e produtor do evento, Nylson Valença. Ele adianta que, além de músicas novas, o Coral vai cantar trecho do musical “Samba em festa” que vai estrear em 2019.

O ingresso custa R$10 e a classificação é livre. A compra antecipada pode ser feita na Loja ETC e TAL (ao lado do Teatro Municipal de Ilhéus) e, no dia, na bilheteria do Teatro Municipal de Ilhéus. O evento tem apoio da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários da Ceplac (COOPEC) e da VejoArte Soluções Culturais.

Coral da Ceplac comemora 20 anos com apresentação no TMI

Coral da Ceplac_Foto Kallyne Cristina

Cantando um repertório que passeia pela música popular brasileira e pela sua própria história, o Coral dos Servidores da Ceplac marca a comemoração dos seus 20 anos com um show que acontece na sexta-feira, 04 de maio, às 19h, Teatro Municipal de Ilhéus.

A seleção de músicas para esta noite contempla, também, trechos dos musicais “Festa de Arromba” e “Nordeste em Festa”, sucesso do grupo em 2015 e 2016. A apresentação ganha ainda mais brilho com os três corais convidados: Coral da UESC, Coral Dom Eduardo e o Coral Mokiti Okada, de Ilhéus.

“O show está sendo produzido com muito carinho para ser uma grande celebração, com coristas que nos acompanham desde o início e outros que entraram ao longo desses anos. O coral faz parte da nossa história pessoal e do nosso ambiente profissional”, conta Nylson Valença, cantor do coral e produtor do evento.

O ingresso custa R$10 e pode ser adquirido antecipadamente na Loja Etc e Tal e, no dia, na bilheteria do Teatro Municipal de Ilhéus.

 

 

Manoel Leal, notícias de jornal e outras histórias

Daniel Thame

daniel flicaHá exatos  20 anos, no início da noite de 14 de janeiro de 1998, seis tiros calaram Manoel Leal.

Ainda que assassinos e mandantes continuem protegidos pela impunidade, não se vai aqui repetir o que se escreveu ao longo dos anos, até por ser desnecessário, tanto o que já se falou sobre o crime.

O que vai se fazer aqui é uma homenagem.

Manoel Leal de Oliveira. O maior jornalista que já surgiu nesse chão grapiuna.

Manoel Leal de Oliveira, o cordeiro que às vezes brincava de ser lobo.

Manoel Leal, o que assumia os defeitos e não espalhava as virtudes que tinha.

Manoel Leal.

Nunca, em tempo algum, uma ausência se fez tão presente.

Desconheço, ao longo dos anos, uma conversa de bar que não tivesse convergido para seu nome. Que não remetesse a alguma história protagonizada ou inventada por ele.

Manoel Leal das malhas impagáveis, como a do soco que Carlito do Sarinha deu em Hamilton Gomes, quando na verdade Hamilton foi quem bateu em Carlito. “No meu jornal, amigo meu não apanha, só bate”.

Dos trocadilhos impagáveis com o amigo Hermenegildo, a quem dizia ser muito ágil, numa referência nada sutil à palavra ágio. Amigos, tanto que nas horas de aperto, lá estava Leal batendo às portas do ágil Hermenegildo. E sem pagar ágio.

Da piada infame que contava centenas de vezes, e só ele achando graça, na presença de Roberto Abijaude:
-Vocês árabes são muito unidos…

E completava:
-Também, vieram para o Brasil amarrados no porão do navio.

Da maldade com uma amiga paulista que fez comer o bago de jaca, até então uma fruta desconhecida para a mulher.

Do fogão novo enviado “por engano” para a casa do amigo Flávio Monteiro Lopes, apenas para que a esposa pensasse que ele tinha outra.

Das flores enviadas semanalmente para Nilson Franco, em nome de uma mulher misteriosa.

O Manoel Leal que pegava a máquina fotográfica e ficava na porta da Cesta do Povo fotografando as dondocas que escondiam o rosto com suas bolsas de grife. Isso num tempo (e bota tempo nisso!) em que Cesta do Povo era coisa de pobre.

De uma generosidade que não cabia no coração cambaleante.

E. vamos ao que interessa, de um talento para fazer jornal, do qual não apenas fui infinitas vezes testemunha como também co-autor, que é possível dizer sem correr o risco de cair no ridículo que nunca haverá alguém como Manoel Leal.
Esse faro para a notícia aliado a um destemor apavorante fez de A Região um jornal que não era apenas um veículo de comunicação.

A Região era aguardado nas bancas. Algumas de suas edições se esgotavam logo no domingo, menos de 24 horas após o jornal começar a circular.

E não eram apenas as Malhas Finas e Malhas Grossas, capazes de arrasar reputações ou garantir gozações ao longo de uma semana.

A notícia, muitas vezes exclusiva, muitas e muitas vezes corajosa, algumas vezes beirando a irresponsabilidade, era o combustível que alimentava o jornalista Manuel Leal.

Tráfico de Crianças, Importação de Cacau, Esquema dos “Cabritos” envolvendo autoridades, Fraude no Vestibular da Uesc, Liberação dos recursos do cacau para o  então governador Paulo Souto sem as garantias necessárias. E mais uma infinidade de notícias que A Região deu porque só Leal sabia ou porque só Leal tinha coragem de publicar.

Manoel Leal era um garimpeiro de notícias. Isso é raro.

Numa noite de 1996, véspera da eleição municipal. A Justiça determina a apreensão da edição do jornal.
Ordem cumprida com um batalhão de PMs armados até os dentes na porta da gráfica. Leal calmo.

Quando a polícia sai, pergunto:
-Você entregou o jornal assim, sem mais nem menos?

A resposta, seca, irônica.
-Menino, você não notou nada? Eles levaram mil jornais. O resto está aí no fundo.

A RegiãoNa madrugada, milhares de exemplares da edição apreendida eram espalhados pela cidade.

No episódio da denuncia de fraude no Vestibular da Uesc, talvez o maior furo da história do jornal e de toda a imprensa itabunense, a edição sendo impressa na gráfica, Manoel Leal liga aflito para minha casa:
-E se esse negócio não for verdade?

Duas horas da madrugada, morto de sono, igualmente aflito com a possibilidade de uma barrigada monumental, só consigo responder:
-Nós dois estamos fodidos.

No dia em que um navio trazendo cacau atracou no porto de Ilhéus, Leal esqueceu-se que era jornalista (porque também era produtor) e postou-se feito um Dom Quixote diante da embarcação, tentando impedir o desembarque.

Simbólico, embora hoje soe apenas engraçado.

O tempo tem dessas coisas.

Há que se cobrar, até a punição dos responsáveis, que o assassinato de Manoel Leal seja esclarecido. Porque esse é um crime que, decorridos cinco, dez, cinquenta, cem ou quinhentos anos, vai permanecer como uma mancha na história da cidade

Há também que se resgatar histórias de alguém que, parafraseando Nietszche, era “humano demasiadamente humano”.

Nas virtudes, nos defeitos. Na vida e na morte.

Mesmo para quem, entendam como quiserem, não morreu.

20 anos sem Manoel Leal

a falta que o velho capo faz

Neste 14 de janeiro de 2018, completam-se 20 anos da morte do jornalista e diretor do jornal A Região, Manoel Leal, brutalmente assassinado num típico crime de mando.

A exceção da condenação do ex-policial Mozart  Brasil, até hoje impera a impunidade, já que as investigações, propositalmente capengas, nunca chegaram nem perto dos mandantes.

A data passa quase despercebida, mas não deveria.

Verdade que a Bahia daqueles tempos trágicos em que a imprensa era silenciada a tiros não existe mais.

Não é menos verdade, entretanto, que enquanto a impunidade permanecer e não houver justiça, Manoel Leal será uma amarga lembrança para os que, como este blogueiro, tiveram a oportunidade de conviver com alguém demasiadamente humano, nas virtudes e nos defeitos.

Leal, o maior jornalista, no sentido literal na palavra, que essa terra (adubada com sangue, by Jorge Amado), já produziu.

Saudades do meu velho capo, com quem compartilhei alguns de meus melhores anos nessa trajetória sul-baiana que chega aos 30 anos de caminhada.

Manoel Leal, Eterno!

Ato em Brasília lembra 20 anos do assassinado do pataxó Galdino

Ato em memória de Galdino  em Brasília (Foto Marília Marques/G1).

Ato em memória de Galdino em Brasília (Foto Marília Marques/G1).

Indígenas de todo o país e representantes de entidades de defesa dos direitos humanos realizaram um ato ecumênico na noite desta quinta-feira (20), para lembrar os 20 anos do assassinato do índio pataxó Galdino Jesus dos Santos. Ao som dos maracás e à luz de velas, os indígenas fizeram um círculo ao redor do marco na Praça do Compromisso, na 703/704 Sul, em Brasília.
gal 1Wilson Jesus de Souza, sobrinho de Galdino disse que a memória do tio, morto por quatro jovens em 1997, “continua viva”. Todos os anos Wilson participa dos atos e destaca que esta “não é uma comemoração”. Ao G1, o sobrinho de Galdino falou que até hoje está em busca de “mais justiça” para que não aconteçam outros casos semelhantes.

Durante o ato ecumênico, indígenas entoaram cantos pataxós, poesias e gritaram palavras como “Galdino vive!”. A procuradora-geral da República, Débora Duprat, compareceu ao ato e lembrou que em abril de 1997, estava à frente da pasta do Ministério Público Federal, na época, responsável pelas populações e comunidades indígenas tradicionais.
“Nós aguardávamos o índio Galdino para uma audiência, foi quando soubemos da morte dele”. A procuradora-geral diz que passados 20 anos da morte, “o atual cenário é ainda mais complicado”.  Leia a íntegra

Exposição fotográfica marca 20 anos da Editus

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Quem se aproxima da entrada da Torre Administrativa da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) pode conferir a exposição fotográfica Entrelinhas, que conta um pouco da história da Editus – Editora da UESC – junto com alguns dos personagens que contribuíram para sua consolidação como ferramenta de promoção da leitura. A exposição foi lançada na 4ª Feira Universitária do Livro da UESC e agora segue com mais fotografias em novo espaço.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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