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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

fevereiro 2023
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E O FREGUÊS COMPARECEU DE NOVO


Brasil 3×0 Chile. Todo mundo dizia que o Chile era freguês. E como bom freguês do Brasil, o compareceu e foi de uma gentileza que até Dunga, o dono do boteco, sorriu agradecido.

Jogo fácil. Kaká ainda não é o Kaká mas jogou bem, Luis Fabiano deixou o dele e Robinho, acostumado a andar de Ferrari, BMW e Jaguar nas ´oropas´, finalmente pilotou seu golzinho.

A se lamentar apenas a suspensão de Ramirez, que não pega a Holanda.

E quando a gente lamenta a ausência de Ramirez é que se tem a noção do que significa agüentar um Felipe Melo com a camisa da seleção.

Enfim, faltam apenas três jogos para o hexa e para Dunga repetir a frase mãe dessa Copa:

-Cala a boca Galvão!

NEM PRECISOU DE BATMAN E ROBIN


Holanda 2×1 Eslováquia. Robben nem precisou de seu primo distante Robin (o amiguinho do Batman) e de seu tio-avô Robin Hood.

Resolveu o jogo sozinho e a Holanda ganhou mais uma, a quarta seguida, garantindo vaga para as quartas de final.

O 2×1 é engonoso. A Holanda fez 2×0 e só tomou um gol quando já estava cozinhando o jogo, pensando no Brasil.

De novo, uma Holanda mais eficiente do que mágica.

Como é mesmo que se diz “Era Dunga” em holandês.

UM VELHO FREGUÊS


O Brasil pega o Chile daqui a pouco.

Vai encarar um velho e bom freguês e tem tudo pra avançar às quarta de final.

3×0 ou 4×1 fica ao gosto do freguês

Quando o gol vira apenas um detalhe


A Alemanha vencia a Inglaterra por 2×0 e ensaiava uma goleada. Os ingleses diminuíram e, algo raro, os alemães se descontrolaram. Aí, Gerard acertou um chute de fora da área, a bola bateu no travessão e ultrapassou em cerca de meio metro a linha do gol: 2×2.

Que 2×2? O auxiliar não viu que a bola entrou, o jogo seguiu e no segundo tempo, diante da necessidade da Inglaterra partir para o ataque, a Alemanha voltou a ser a Alemanha e em dois contra-ataques mortíferos, enfim selou a goleada: 4×1.

É de se supor que, valido o gol de empate, a história do jogo e da Copa poderia ser outra, embora a Alemanha tenha muito mais time do que a Inglaterra.

O México jogava como gente grande diante da badalada Argentina, havia colocado uma bola na trave e perdido um gol inacreditável. Os argentinos, enfim, enfrentavam um time que não tremia diante deles.

Até que num lance mais de garra do que de talento, o goleiro mexicano rebateu um chute de Tevez. A bola caiu nos pés de Messi, que devolveu para o companheiro, que ainda olhou para o auxiliar do árbitro, antes de cabeçear para o gol. Um daqueles impedimentos escandalosos, que até cegos enxergam.

Então, o gol não valeu?

Valeu sim e, com os nervos mexicanos em frangalhos, a Argentina tratou logo de enfiar 3×0 e liquidar a fatura, restando ao México o chamado gol de hora: 3×1.

Igualmente, é de se supor que, mantido o 0x0, o México poderia ter vencido e também mudado a história do Mundial, ainda que a exemplo da Alemanha, a Argentina tenha muito mais time do que o México.

Dois jogos de oitavas de finais da Copa do Mundo, dois lances capitais, que poderiam ter sido evitados caso a FIFA, essa e entidade que se julga acima do bem e do mal, aderisse às tecnologias que permitem determinar se a bola entrou ou não no gol ou tirar a dúvida sobre impedimentos.

Afinal, para que servem às dezenas de câmeras espalhadas pelo gramado, que permitem identificar até o suor dos jogadores? No caso da bola entrar ou não, um reles chip resolveria o problema.

A FIFA alega que é essa emoção proporcionada pela possibilidade do erro humano é que torna o futebol mais atraente.

Errado.

O futebol se tornou o esporte mais popular do planeta porque é um jogo simples e acessível a todos. Basta uma bola, duas traves, um campinho improvisado e pronto.

E se tornou um esporte de massas, por conta do surgimento de craques com Freidenreich. Leônidas da Silva, Puskas, Di Stefano, Garrinha, Beckenbauer, Cruijff , Maradona e o maior deles, Pelé.

E, embora ainda apaixonante, perdeu a arte quando se transformou num monumental negócio.

Se a única emoção que resta é o erro grotesco que muda a história do principal evento esportivo do planeta, é melhor que se abram as portas para as novas tecnologias.

Não há emoção no erro. Principalmente para quem é vítima dele.

MÃOZINHA PARA DIEGUITO


Argentina 3×1 México. O primeiro gol da Argentina foi impedimento escandaloso. Pelo jeito, o livro Ensaio Sobre a Cegueira é best-seller entre os bandeirinhas, que hoje se chamam assistentes.

Depois, a Argentina tratou de fazer 3×0, o México fez seu golzinho e ficou por isso mesmo. A Argentina pega a Alemanha, num jogo de gente grande.

Dá gosto ver Diego Maradona à beira do gramado, um show à parte nessa Copa tão pobre de futebol.

PS- Em relação à postagem anterior, minha meia dúzia de quatro ou cinco leitores jamais me pedirá palpites pra jogar na mega sena.

TEQUILA

São 14;30 e alguma coisa diz a esse blogueiro que o México vai mandar a Argentina pra casa.

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA


Alemanha 4×1 Inglaterra. A Alemanha começou fulminante fez 2×0 e anunciou uma goleada. Ai os ingleses diminuíram, foram pra cima e o bandeirinha resolver ler Ensaio Sobre a Cegueira, de Saramago. E, cego, não viu a bola entrar mais de meio metro naquele que seria o empate inglês.

No segundo tempo, os alemães confirmaram a goleada anunciada, em dois contra-ataques mortais.

Mais do que nunca, a Alemanha é favorita.

GO HOME


Gana 2×1 EUA. Jogo bem disputado, decidido na prorrogação, num gol de pura raça de Gian.

Os Estados Unidos jogaram melhor, mas estão fora.

Com Gana, a África sobrevive na Copa.

A GARRA VENCE A CORRERIA


Uruguai 2×1 Coréia do Sul. De um lado, a clássica garra uruguaia, do outro a correria asiática.

Deu Uruguai, num jogo amarrado, resolvido pelo centroavante Luiz Suarez, que fez os dois gols da Celeste.

Já nas quartas de final, os uruguaios chegaram mais longe do que eles próprios imaginavam.

A FÚRIA JOGA PRO GASTO


Espanha 2×1 Chile. Jogo com 70 minutos de futebol e 20 de marmelada. Como o resultado de 2×1 para a Espanha classificava os dois, já que a Suíça e Honduras agrediam a jabulani sem só nem piedade, a partir dos 25 minutos do segundo tempo espanhóis e chilenos fingiam que jogavam o futebol.

Foi feio, mas Espanha e Chile conseguiram o que queriam. A Espanha, se não amarelar de novo, tem time pra brigar pelo título.





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