hanna thame fisioterapia animal
prefeitura ilheus livros do thame

CERVEJA DE CACAU. FEITA NA ITÁLIA!!!


Uma empresa da Sicília, na Itália, lançou uma cerveja produzida com amêndoas de cacau. A composição da “birra” (cerveja em italiano) leva ainda aveia e sementes adocicadas de alfarroba.

A Grado Plato Chocarrubica tem produção sazonal e está à venda no Brasil através do site www.cervejagourmet.com.br (o site é uma tentadora bíblia das melhores cervejas do planeta).

A cerveja tem o gosto doce do chocolate, mas o preço é salgado: 68 reais a garrafa. Pra quem pode, vale a pena o sacrifício, porque o fabricante, Sergio Omea, diz que é bebida pra se degustar de joelhos.

E nós aqui na Região Cacaueira só produzindo matéria prima!

Que porre!!!

PINTADOS PARA A GUERRA


Ilhéus e Itabuna travam amanhã (17) mais uma batalha pela posse da área onde estão localizados o Makro e o Atacadão.

Técnicos da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia estarão no local para esclarecer quem qual cidade é dona da área.

Os prefeitos Newton Lima e Nilton Azevedo estarão presentes à refrega, como se dizia nos tempos de antigamente.

Espera-se que os respectivos assessores e puxaquistas em geral não levem carangueijos e jacas, sob risco de iniciar uma guerra.

Ah, e ainda tem as baronesas…

Lona? Cerca?

As duas coisas.

“FOGE”, MAS COM CAMISINHA


O carnaval acabou há quase uma semana mas a Mulher Maravilha ainda “foge” (ô, sutileza!) com o Super Homem.

E como “foge”, já que a música(?) continua sendo tocada à exaustão.

De tanto que a Mulher Maravilha “foge” com o Super Homem, é de se presumir que o nosso herói use uma ulta-hiper resistente camisinha.

Senão, periga o carnaval baiano de 2012 emplacar o hit “o bebê do Super Homem e da Mulher Maravilha”.

Kriptonita neles, pelo amor dos nossos ouvidos…

A natureza e as mãos do homem

O mundo assiste, impressionado e ao mesmo tempo preocupado, as conseqüências de um terremoto devastador, seguido de um tsunami ainda mais violento; que devastou parte do Japão e cujas conseqüências são ainda imprevisíveis.

Terremotos não chegam a ser propriamente uma novidade no Japão, um dos países mais desenvolvidos no planeta, cujas construções já são executadas de maneira a suportar abalos sísmicos de grande intensidade. Tome por exemplo o que ocorre no Japão e o que ocorreu no miserável Haiti, um terremoto destruiu o país e deixou mais de 200 mil mortos.

O problema do Japão não foi o terremoto em si, embora os estragos tenham sido consideráveis. O problema foi outra força da natureza, o tsunami, formação de ondas gigantes impulsionadas por uma energia alucinante, que em questão de horas alcançou o território japonês e destruiu tudo o que encontrou pela frente.

Para o tsunami, não há tecnologia que contenha seu poder de devastação. O máximo que se pode fazer é poupar vidas humanas, através de alertas à população. De resto, a onda gigante engole tudo, como uma mão poderosa sobre estruturas frágeis.

As imagens, captadas numa profusão nunca vista antes, espécie de Big Brother da tragédia, registram as ondas gigantes engolindo cidades inteiras, portos, aeroportos, rodovias. Parece um desses filmes-catrástrofe, que tanto sucesso fazem no cinema e na televisão. Mas não reais.

Como se tragédia pouca fosse bobagem, a junção terromoto-tsunami provocou aquele que é um dos maiores temores da humanidade: a ameaça de um desastre nuclear. Embora as informações ainda sejam desencontradas, sabe-se com certeza que usinas nucleares foram afetadas e que houve vazamento de material radioativo.

Só não se sabe ainda, a quantidade de material, daí ser impossível medir as conseqüências do desastre, que nos traz a lembrança da tragédia de Chernobyl, na Ucrânia (então parte de esfarelada União Soviética), que na década de 80 faz milhares de vítimas numa parte considerável do continente europeu.

Embora os japoneses descartem, categoricamente, o risco de uma “nova Chernobyl” (a retirada preventiva da população que mora próxima à usina nuclear foi imediata), os efeitos do vazamento de material radiativo são impossíveis de se avaliar imediatamente.

Houve um tempo em que no imaginário popular, o Japão ficava do outro lado do mundo e que se poderia chegar até lá cavando um hipotético e imenso buraco cruzando a terra.

No mundo globalizado, o Japão é aqui ao lado e sua tragédia é a tragédia de todo o planeta.

Terremotos e tsunamis são tragédias naturais.

Acidentes nucleares, não.

São uma espécie de tsunami invisível, criado pelas mãos humanas. E que tem como vítimas, seres humanos.

PLIM PLIM

Quem é esse blogueiro, ex-jornalista em atividade, para se imiscuir em assuntos televisivos?

Mas não deixa de causar estranheza que na terça feira de carnaval, a TV Santa Cruz, afiliada da Rede Globo ignorou uma manifestação que reuniu cerca de 600 pessoas em defesa do Complexo Intermodal (Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste) e na quarta-feira deu destaque em seus telejornais a um protesto contra o Intermodal, que reuniu exatas 63 pessoas, a maioria moradores de Itabuna que mantém casas de veraneio em Ilhéus.

Seria o povo bobo, Rede Globo?

BLOCO DA VIOLÊNCIA


Como Itabuna não teve carnaval, parte do policiamento foi deslocada para cidades como Salvador, Ilhéus, Itacaré e Porto Seguro, onde a folia reuniu milhares de pessoas.

Em Itabuna, quem deitou, rolou e matou foi o Bloco da Violência.

Foram 10 assassinatos na cidade no período de carnaval.

O verdadeiro samba da vergonha.

Ou da falta dela.

E O SALÁRIO, ÓÓÓÓÓÓ…

Carnaval e Cerveja, tudo a ver. Mas sem chutar o copo…


O carnaval está chegando -no caso da Bahia já chegou- e a propaganda principalmente na televisão incentiva o consumo de um produto que está diretamente associado à folia: a cerveja.

Assim como cerveja e verão parecem indissociáveis, cerveja e carnaval são irmãos siameses.

O sujeito pensa em carnaval e vem à mente a folia mais popular do país e uma cerveja estupidamente gelada. Melhor, várias cervejas estupidamente gelada.

O marketing, óbvio, aproveita e superdimensiona essa relação entre carnaval e cerveja.

Aí, é só ligar a televisão que nos intervalos do futebol, da novela, do filme, do telejornal e do intragável Big Brother lá estão os comerciais de cerveja, cada uma se apresentando mais apetecível do que a outra.

Uma cerveja se arvora de símbolo dos guerreiros, os batalhadores que dão um duro na vida e merecem como prêmio a tal cerveja. No carnaval, então, os guerreiros dão uma pausa e caem na folia. Tomando muita cerveja, obviamente.

Outra espalha aos quatro ventos que desce redonda e conclama “todos por uma”. Ou melhor, todos por “umas”, no plural mesmo. Sem ela, o carnaval fica quadrado, seja lá o que isso significa.

Aí, vem a terceira marca e não se contenta em ser apenas uma cerveja. Se anuncia como cervejão, assim mesmo no aumentativo. Para isso, usa até uma cantora que tem um corpão e um vozeirão para que o folião não abra mão do cervejão.

A rima, como se denota, é pobre e ruim de doer, mas quem está preocupado com isso, quando o negócio é vender cerveja?

Entre guerreiros, redondos e cervejões, o folião elava o consumo às alturas, faz a sua festa e a festa dos fabricantes.

Até ai, nada demais.

Carnaval e cerveja fazem mesmo uma tabelinha prefeita e não há nada demais em tomar uma cervejinha, ops, um cervejão.

A questão é que se carnaval e cerveja combinam entre si, ambos não combinam com direção de veículos, sejam eles caminhões, ônibus, carro ou motos.

É aqui que se quer chegar. Para evitar que a alegria da folia se transforme nas cinzas da tristeza pede-se encarecidamente a quem vai dirigir que evite o consumo de bebidas alcoólicas, a velha e boa cerveja inclusive.

Portanto, senhores guerreiros, no volante, o cervejão não desce redondo. Nunca.

No mais, é desejar que o carnaval seja isso mesmo: alegria e celebração com os amigos.

Sejam eles guerreiros, adeptos do cervejão ou daquela que desce redondo.

Ou, como este que ora vos escreve, de uma legítima cachacinha de alambique, por ora compulsoriamente substituída por uma Líber, que desce, porque a gravidade faz descer.

E só por isso mesmo.

A GUERRA DAS DEVASSAS

BOLINHA DE GUDE


Um juiz do Rio de Janeiro diz que a Taça das Bolinhas é do Flamengo, que teve o título do campeonato brasileiro de 1987 reconhecido pela CBF.

Um juiz de São Paulo diz que o São Paulo deve manter a Taça das Bolinhas em sua sala de troféus (onde, convenhamos, pra quem é tri mundial e tri da libertadores uma tacinha besta nem faz falta)

O jeito é decidir essa baboseira num jogo.

De bolinhas de gude, per supesto…

SANTA DEVASSA


Durante anos, Sandy (da dupla Sandy e Junior) conservou a imagem “filha-perfeita”, “esposa-prefeita”. Uma cantora quase virginal.

Virou a página, repaginou.

Sandy é a nova estrela da cerveja Devassa, substituindo ninguém menos que Paris Hilton, que no quesito devassidão dispensa apresentações.

Cá pra nós, santinha ou devassinha, Sandy dá de mil a zero na insossa da Paris.

E este blogueiro aqui, submetido à Líber por uma boa temporada…

Síndrome de Cebolinha


Cebolinha, simpático personagem criado por Maurício de Souza, acalenta um sonho: ser o dono da rua, ou da ´lua”, já que ele tem o hábito de trocar o R pelo L.

O problema é que a rua já tem dono, no caso dona, a igualmente simpática, gorducha, dentuça e fortíssima Mônica, que com seu coelhinho chamado Sansão manda e desmanda no pedaço.

E assim, todos os ´planos infalíveis´ de Cebolinha, auxiliado por seu amigo Cascão, para se tornar dono da rua falham, terminando invariavelmente com uma bela surra dada por Mônica, usando como arma o seu inseparável Sansão.

Caso saísse das histórias em quadrinhos e resolvesse ser dono de rua de verdade, sem ter que se arriscar à fúria da Mônica, bastaria a Cebolinha aboletar-se num avião e desembarcar em Itabuna e Ilhéus.

Pois, nessas plagas grapiúnas, se existe coisa fácil de ser é dono de rua.

Não é ficção: é inacreditável a facilidade com que donos de bares se apoderam do espaço das ruas, chegando em alguns casos a bloquear o trânsito, para colocar mesas, cadeiras e equipamentos de som, fazendo das vias públicas a extensão de seus estabelecimentos comerciais.

Pior ainda: alguns esses estabelecimentos permitem aqueles carros de som que mais parecem trios elétricos, com o som da estratosfera, incomodando toda a vizinhança, privada de seu momento de tranqüilidade no pretenso aconchego do lar.

Vá lá que em determinados horários ou em feriados e/ou finais de semana, quando o movimento é menor, não haja problema em ocupar parte da calçada ou da praça (da rua, também é exagero!). O problema é quando isso se torna uma prática diária, rotineira.

Em Itabuna e Ilhéus, também é comum que calçadas e praças sejam tomadas pelos donos de bar, impedindo o fluxo normal das pessoas.

Não são apenas os bares. Nas principais artérias comerciais de Itabuna e Ilhéus, calçadas são utilizadas para expor mercadorias, como se fizessem parte da área das lojas. O pedestre que trate de fazer malabarismo, para se desviar das mercadorias, isso sem contar o risco de ser “laçado” por um vendedor mais afoito.

Cebolinha iria se deleitar por aqui, ainda mais que não há Mônica nem Sansão para colocar ordem na rua.

Fiscais, então!

Esses parecem obra de ficção mesmo…

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

Busca por data
maio 2018
D S T Q Q S S
« abr    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031