WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
hanna thame fisioterapia animal

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

janeiro 2023
D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  


:: 21/jan/2023 . 15:47

Em carta conjunta com governadores do Nordeste, Jerônimo destaca diálogo com Governo Federal e pacto pela Segurança Pública

 

Após a assembleia do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, realizada na sexta-feira (20), em João Pessoa, na Paraíba, os nove governadores da região apresentaram, por meio de uma carta assinada pelos gestores, um conjunto de projetos de transformação da infraestrutura e das condições de vida da população nordestina.

 

O documento aponta a necessidade de projetos para cada unidade federativa, também, projetos integradores e estruturadores de toda a região Nordeste do país. “Nosso compromisso é trabalhar sinergicamente para que nossa história e nossas experiências sejam valorizadas, nossos problemas sejam visíveis e enfrentados em bloco e de maneira objetiva e, sobretudo, para que nossas melhores experiências possam estar conectadas com as grandes causas de nosso tempo”, diz trecho do documento assinado por Jerônimo, que ainda destacou a necessidade de continuar melhorando indicadores socioeconômicos da região.

:: LEIA MAIS »

As voltas de Sebastião

André Maynart Cunha Alves

Diziam que na Serra do Catolé, no sertão pernambucano, 2 enormes e douradas pedras em forma de torre eram encantadas. O conjunto, chamado de Pedra Bonita, continha em si o mitológico Dom Sebastião – o rei português que se aventurou a conquistar o norte africano e, após a derrota na batalha decisiva, nunca mais foi visto.

Apesar da sua belicosidade e de suas ilusões de grandeza, sem trazer prosperidade ou realizar nenhum feito notável, exceto começar uma guerra inútil, os portugueses clamavam pela volta do rei. Impostores surgiram – alguns que nem sequer sabiam falar português e alegavam ter esquecido a língua no cativeiro -, profecias foram emitidas e a volta de Sebastião tornou-se um fato conhecido. Viria numa manhã de nevoeiro, num tempo oportuno.

Quando Portugal perdeu sua independência com a União Ibérica, adivinhos e bruxas encontraram sinais claros de que ele voltaria de uma ilha – a Ilha Encoberta – para devolver a independência àquele país, criar um Império mundial e trazer prosperidade. Quando Napoleão invadiu Portugal, ainda havia quem confiasse que o rei, que teria 285 anos então, voltaria para comandar a resistência portuguesa.

Mas Dom Sebastião nunca voltou, porque, na verdade, estava encantado entre duas pedras no interior de Pernambuco. Um arraial foi formado em volta delas, e um homem chamado João Ferreira assumiu a liderança após seu cunhado, fundador do arraial, abandonar o lugar – e o mais provável é que o tenha feito porque nem o próprio fundador acreditava no que dizia. Mas no meio da miséria, fome e sede, a ideia de prosperidade e igualdade para todos os homens não precisa de muita credibilidade para ser aceita.

João Ferreira não perdeu tempo e se autodeclarou rei. Fundou o Reino Encantado da Pedra Bonita e, logo em seguida, usando seus plenos poderes, exigiu que toda noiva, no dia anterior ao seu casamento, se deitasse com ele. E quando o rei declarou que lhe fora revelado, num sonho, que a pedra só iria desencantar com o derramamento de sangue humano, os seus fiéis não o questionaram.

38 pessoas foram sacrificadas para que Dom Sebastião voltasse, entre elas o pai e a esposa do rei. A morte da esposa fez com que o irmão dela declarasse, por sua vez, que lhe fora revelado, num sonho, que a Pedra precisava do sangue do rei João Ferreira para desencantar. E assim João Ferreira foi morto, em nome de Dom Sebastião.

Como se explica o sacrifício, feito por degolamento, de 38 pessoas para que volte um rei a um continente de distância? Parcialmente pela psicologia das massas e pelo conceito de “folie à plusieurs”, parcialmente pela miséria que tende a sempre radicalizar os homens e, em parte, pela herança cultural portuguesa da volta de um salvador que iria redimir as terras lusófonas e trazer prosperidade.

E quando deixamos essa herança de lado? Em que momento deixamos de acreditar na vinda do redentor numa manhã de nevoeiro? Quando se deixou de acreditar num Messias, mesmo que este trouxesse morte e caos?

Sebastião voltou, e voltou várias vezes, em várias manhãs de nevoeiro. Voltou como marechal de ferro, que encarnava a República e seus interesses, defendendo-a da revolução federalista e dos motins da Armada a preço de sangue e de terror. Foi decretado salvador da República, aclamado pelas ruas e, ao morrer, seu funeral durou 3 meses – e nesses 3 meses, houve quem morresse do coração e quem se jogasse, abraçado, ao caixão -. Também se popularizaram 3 versos que diziam o seguinte: “O grande Deus do Orbe Soberano/ Ao mundo não tem mais o que dar/ Depois que deu Jesus e Floriano”. Floriano Peixoto, hoje visto – quando é lembrado – como um ditador sanguinário, era o Messias, o Sebastião de sua época.

Sebastião voltou como um gaúcho da fronteira com a Argentina, que, depois de anos de perseguição, censura, prisão e morte de adversários políticos (aliás, nesse período foi fundado o infame DOPS), foi aclamado pelo povo como o pai dos pobres e reeleito à presidência. Apesar da brutalidade e autoritarismo, do personalismo e da exigência que houvesse seu retrato em cada prédio público, os avanços econômicos e os direitos cedidos aos trabalhadores tornaram-no messiânico. E, obviamente, quem tão perto chega à divindade tem o direito de mandar como quiser do jeito que desejar. Hoje, Getúlio Vargas é mais um personagem dos livros de história, mas foi o Sebastião de sua época.

Sebastião voltou como um governador que prometia uma revolução inteira em todas as instituições, proibindo de biquines a jogos de azar, para logo depois quase se lançar a uma guerra contra a França – e justo aí renunciou. Jânio Quadros hoje é visto como um louco, mas sua volta após seu curtíssimo governo foi anunciada tanto quanto a de Sebastião.

E Sebastião há de voltar, dizem. E em breve! “Os sinais apontam para sua chegada iminente”, gritam. Desta feita, voltará depois de estar escondido numa cidade dos Estados Unidos, esperando o momento oportuno em que os patriotas se organizem, as Forças Armadas intervenham e seja derramado sangue dos opositores (como se derramou na Pedra Bonita), para que ele possa governar e trazer a prosperidade que não pode trazer quando governou.

“Há de voltar, há de voltar.” Esbravejam aqueles que nunca perdem a ilusão que Sebastião irá voltar! Mais uma vez.

André Maynart Cunha Alves
É estudante e apaixonado pela história do Brasil

As cores vibrantes na arte de Valdonês

É garimpando pela net que encontro maravilhosos talentos que nos fazem ter orgulho de nossa profissão.  Somos seres relacionáveis, por isso a arte se tornou uma grande ferramenta de comunicação expondo sentimentos, anseios, manifestações das mais diversas esferas.

Não existem concorrentes em nosso meio, o que existe é um DNA exclusivo de cada verdadeiro artista que faz dele o único.

Nosso Brasil está repleto de artistas de grande talento que embelezam cenários trazendo cor, luz e brilho. Nossa arte teve início na pré história e se estendeu até a atualidade, passando por diversos momentos e influências. Temos diversos artistas consagrados que fizeram história com sua arte, e creio que daqui algumas décadas, teremos ainda mais nomes de grande influência em nossa arte.

Apresento um artista maranhense, de grande talento que tem suas obras representadas
em mais de 30 países.

Sua assinatura artística é VALDONÊS   

Carrega na maioria das obras, cores fortes em contraste e figuras marcadas pelo CUBISMO,

Também se  arrisca no estilo ART POP e PONTILHISMO, que acabam gerando lindas obras.

 VALDONÊS desenvolve um trabalho que representa muito bem a arte brasileira e sua cultura.
Apreciem uma pequena porção de seus trabalhos.

Título: “FLORES DE ANA”

 Dimensões: 60 X 110

Título: “COMÉRCIO POPULAR”

 Dimensões: 80 X 180

Título: “COMERCIANTE”

 Dimensões: 70 X 130

Título: “CAPOEIRISTA”

 Dimensões: 70 X 140

Título: “MELODIA”

 Dimensões: 65 X 120

Título: “FISHERMAN”

 Dimensões: 80 X 100

Se gostou, e quiser conhecer mais trabalhos do artista visite seu instagram: @valdonesobras

Se quiser adquirir uma de suas obras fale com ele no whatsapp bit.ly/3tDLr7w  ou 99 8161-8270

Se curtiu a matéria deixe um comentário no final e compartilhe o link para que mais admiradores e investidores conheçam nossos artistas. E se vc é artista de pintura,escultura desenho ou fotografia e  gostaria de ter seu trabalho publicado em minha coluna, entre em contato através de meu instagram

@atelie_lucianeyahweh

                           

 

                             Com a arte a cultura se constrói, elas estão completamente interligadas.

Metas Pet para 2023

 

Hannah Thame

Sai escondidinha ali no canto só pra enfatizar essas metas de ano novo para os pets!! Quem aí nunca fez uma listinha (e não cumpriu?). Mas 2023 promete, então vamos colocar em dia nossas metas em dose dupla (nossa e dos nossos bichinhos que amamos!)

#ficaadica #maedepet #paidepet #reveillon #anonovo #metas

Manuel e Daniel

dt

-Eu soube que o senhor vai lançar um jornal e está precisando de repórteres…

-Você é de onde?

-São Paulo, cheguei há um mês aqui…

-Então começa amanhã…

-Mas o senhor não vai nem me pedir pra fazer um texto pra avaliar?

-Não precisa. Se você é de São Paulo é bom, pode vir amanhã cedo e começar a trabalhar…

-0-0-0-

Contado assim, quase 36 anos  depois, parece até uma daquelas narrações inverossímeis, feitas para dourar a pílula e transformar um ato banal em algo digno de registro.

Mas foi exatamente assim que aconteceu naqueles meados de abril de 1987, num fim de tarde em que, levado por Vilma Medina (testemunha desse diálogo surreal), meu destino se cruzou com o de Manuel Leal e me fez mergulhar na aventura de uma vida que foi, durante os 13 anos em que lá passei como repórter e depois editor, trabalhar no jornal A Região.

manuel leal13 anos, dez deles convivendo com Leal. O tempo permite o que em outras situações soaria como cabotinismo: o inigualável faro para a notícia e o destemor  de Leal, somados a um texto cortante como uma navalha afiada e uma compulsão por grandes reportagens deste que ora vos escreve (puta que pariu, `dourar a pílula` e ´deste que  ora vos escreve` são dignos de aposentadoria compulsória),  foram a essência de um jornal que mais do que papel e tinta, era impresso com alma.

O arco se encontrou com a flecha.

Antes que a banda siga e o mundo gire, um adendo necessário: gente com muito mais talento para a escrita passou por A Região, mas não citarei nomes para não despertar egos adormecidos. Estou me referindo à simbiose de duas almas que o acaso (ou não) reuniu numa redação de jornal. Nisso, a união de Manuel com Daniel produziu uma rima e uma solução.

Foram 10 anos de Malhas Finas e Malhas Grossas, de reportagens inesquecíveis, manchetes de antologia, histórias (ao menos as publicáveis)  que dariam um livro.

primeira capaQuem senão A Região teria coragem de dar a manchete de fraude no Vestibular da Uesc, apostando num suposto gabarito jogado por baixo da porta da sede do jornal? A edição rodando, Leal me liga de madrugada:

-E se aquilo for uma falsificação?

Respondi com a única frase possível:

-Nós dois estamos fodidos.

As denuncias  de fraude, com conhecimento prévio dos gabaritos por alguns privilegiados, principalmente nos cursos mais disputados, como Direito, eram recorrentes. Comprovada, mudou para sempre a história do vestibular  na Uesc.

Quem senão Leal para perceber que um romance entre um fazendeiro  de 70 anos e uma estudante de 13 era notícia nacional? Foi além: a história de Ferreirinha e Yolanda foi destaque até no Japão, com direito a uma impagável entrevista a Jô Soares em que Ferreirinha, orientado por Leal, repetia que sua propalada virilidade se devia ao suco de cacau. E eram tempos pré-viagra…

:: LEIA MAIS »

Um senhor colégio de futebol em terras grapiúnas

 

Walmir Rosário

 

No início da década de 1960 o futebol era – disparado – o centro das atenções nos fins de semana em Itabuna, superando as grandes produções nos cinco cinemas da cidade e até o movimento nas praças, incluindo a Olinto Leone. Em 1961 nossa Seleção Amadora ganhou o bicampeonato baiano e era a candidata ao tricampeonato, o que despertava o sonho da criançada em se tornar jogador de futebol. E dos bons!

Campos de babas existiam em todos os bairros da cidade e até no centro da cidade encontrávamos um terreno baldio para disputar uma partida de futebol entre os vizinhos e amigos. Entre a meninada existiam muitos bons de bola e até alguns craques, daqueles que já nascem feito, driblavam com facilidade, davam passes perfeitos, faziam gols colocados, se tornavam o espetáculo.

Sim, tínhamos muitos jogadores de excelência, mas, e os outros? O futebol é um jogo coletivo e um time é formado por 11 atletas, de preferência do mesmo padrão, então como equilibrar o espetáculo? Era preciso trabalhar as questões técnicas e físicas de cada jogador, aumentando o seu potencial, a educação básica, sem falar na formação de caráter dos jogadores.

Foi aí que surgiu em Itabuna o primeiro Colégio de Futebol Grapiúna, projeto posto em prática pelo cirurgião-dentista Demosthenes Propício de Carvalho, o primeiro do gênero no Brasil, logo seguido pelo Santos (SP) e Bahia, em Salvador. De início, era apenas a vontade do torcedor do Vasco da Gama a melhorar o nível e estilo de futebol jogado em Itabuna e que cresceu como uma bola de neve.

As primeiras turmas do Colégio de Futebol Grapiúna foram de juvenis, que jogavam no campo da Desportiva; posteriormente vieram as turmas infantis, com treinamentos e jogos no campinho do Banco Raso. Cresceram as turmas, acompanharam no mesmo nível as despesas. Antes eram bancadas por Dr. Demosthenes e alguns amigos, o projeto passou a ser bancado por empresários e a Liga Itabunense de Desportos Atléticos (Lida), que destinou 5% da renda dos jogos amadores para o projeto.

 

:: LEIA MAIS »

Ansiedade x Síndrome do pânico

Cleide Léria Rodrigues

 

Hoje em dia a ansiedade, depressão e síndrome do pânico possuem verdadeira origem e experiências disfuncionais que causam grandes males a humanidade. Todos nós conhecemos alguém que vive ou já viveu dificuldades em relação a esta oscilação de humor. Sendo que o preconceito em relação a doenças é instigante e causadora de grande polêmica acerca de suas causas e tratamento.

Mas uma coisa é certa, a gente só sabe a dimensão de um sofrimento quando é nosso. Nem sempre é fácil falar que tem depressão ,ansiedade, pânico. Sendo que as pessoas portadoras de transtornos de ansiedade, depressão, sentem uma enorme Culpa por estarem nessa condição. O medo de um julgamento e de uma rejeição são diários e geram intenso sofrimento nessas pessoas.

Ansiedade e Depressão juntas, quando há uma crise deve ser observada. E quando se trata da ansiedade e pânico que são os maiores de comodidade dentro do transtorno depressivo é bom observadas as diferenças que há entre transtorno de ansiedade e síndrome do pânico. Porque as pessoas acham que as crises de ansiedade/pânico só acontecem quando estamos tristes ou nervosos, mas infelizmente elas acontecem até quando estamos felizes

É muito difícil explicar isso sem ouvir aquela frase: “Ah, mas  você estava tão feliz, Porque está assim? “ .Pois é, crises de ansiedade é isso!

Portanto  a diferença entre ansiedade e pânico é a Emoção. Na ansiedade a emoção é natural que é antecipação de ameaça futura, emoções naturais e saudáveis, responsáveis pela proteção e manutenção da vida. Mas quando ela é elevada e passa a atrapalhar a sua vida, o seu dia a dia , deixa de ser natural e passa a ser uma ansiedade patológica.

:: LEIA MAIS »

Barcelona x Itabuna e Jacuipense x Jacobinense ao vivo neste sábado na TVE

A terceira rodada continua neste sábado (21) na TVE. O Barcelona enfrenta o Itabuna, às 16h, no Estádio Mário Pessoa, em Ilhéus e o Jacuipense encara o Jacobinense, às 18h30, no Estádio Eliel Martins, em Riachão do Jacuípe. Além da TV, os torcedores também podem acompanhar pelo Youtube.com/tvebahia e Facebook.com/tvebahia da emissora.

Em quarto lugar na tabela, com 4 pontos, o Barça de Ilhéus, após vencer o Juazeirense fora de casa por 1 a 0, quer vencer para se manter entre os primeiros. Já o Dragão do Sul, atual líder da competição com 100% de aproveitamento e um saldo positivo de quatro gols, quer aproveitar a boa fase e permanecer na liderança.

O Leão do Sisal e o Jacobinense se enfrentam em uma partida por posições na tabela. Respectivamente em 6º e 5º lugar, as duas equipes vêm de jogos bem equilibrados, estão empatadas com 3 pontos cada e buscam a vitória para entrarem na zona de classificação.

:: LEIA MAIS »





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia