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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

agosto 2022
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:: 6/ago/2022 . 10:13

Ferreirinha, Jô Soares, Manoel Leal. Onze e Meia…

Ferreirinha

Ferreirinha

Daniel Thame

 

,dt chapeuNo início da década de 90, então no vigor dos seus 80 anos, Ferreirinha ficou mundialmente conhecido após se casar com a estudante Iolanda, nos seus tenros com 15 anos. Foi tema de reportagens em jornais de todo o planeta e concedeu uma entrevista antológica no programa Jô Onze e Meia, no SBT, onde foi triunfalmente apresentado por Jô Soares como o “Garanhão de Itabuna”.

 

A entrevista com Jô, que levou seu monumental talento para a eternidade, foi acertada após o envio de um exemplar do Jornal A Região por Manoel Leal à produção do programa. O jornal, à época vivendo seu auge, foi o responsável pela divulgação inicial da insólita união.

 

Como Ferreirinha, já passando os 80 anos e com Yolanda batendo o pé e se negando a acompanhar o esposo, coube a este jornalista (então editor de A Região), levá-lo a São Paulo.

Jô Soares (foto Agência Brasil-EBC)

Jô Soares (foto Agência Brasil-EBC)

Antes de viajar, Leal comprou uma camisa florida (estilo Jorge Amado) para usar no programa e orientou que se Jô Soares perguntasse o segredo da propalada potência sexual, a reposta era: “muito suco de cacau”.

 

 

Na viagem de avião, Ferreirinha foi me contando-repetindo todas as suas peripécias sexuais, a ponto de eu me perguntar se ele teria coragem de dizer tudo aquilo no programa.

 

Disse  e levou Jô Soares e a platéia (composta majoritariamente por estudantes) às gargalhadas, imitando o famoso gesto da posição “receba, galinha”, a sua preferida, antes das núpcias com Yolanda, bem entendido.

Manoel Leal

Manoel Leal

Diante de um Jô Soares surpreso com tanta desenvoltura e todos os presentes à gravação encantados com aquele senhor com jeito de menino sapeca, Ferreirinha confirmou que o segredo de levar a jovem esposa à exaustão a ponto de que era ela e não ele quem pedia para parar os arrufos na cama, era mesmo o tal suco de cacau.

Foi o suficiente para Jô Soares pedir: “atenção meus amigos do Sul da Bahia, me mandem vários pacotes de suco de cacau!”

 

Por obra e graça (coloca graça nisso!) de  Jô Soares,  Ferreirinha ficou conhecido como “O Garanhão de Itabuna”, título do qual se orgulhava e procurava manter, sempre se vangloriando de seus “dotes garanhísticos”, até falecer (lúcido e bem humorado), aos 99 anos, cercado pelo amor de Iolanda do dos familiares.

 

 

A entrevista foi um sucesso tão estrondoso que foi repetida entre as melhores do ano. Ferreirinha só não pode usar a camisa amadiana, porque como o voo atrasou, fomos levados diretamente para o estúdio. Durante a entrevista (sem imaginar que a gravação já estava valendo), Ferreirinha dizia a um Jô atônito que precisava vestir a camisa que Leal lhe deu.

 

 

Manoel Leal, Ferreirinha, Jô Soares. Deus deixa o céu mais habitável. E esse planetinha tão judiado pelo homo (sic) sapiens cada vez mais pobre de personagens dessa dimensão.

Conhecer, Pertencer e Agir

anna livia (4)Anna Lívia Ribeiro

 

anna livia (5)Conhecer é o primeiro passo para entender, para reconhecer o valor de alguma coisa. Mas, não adianta apenas conhecimento, é preciso também despertar o sentimento de pertencimento. É uma necessidade humana estar ligado a alguma coisa, ter uma referência. Entretanto, o que torna alguma coisa uma referência?

 

Para responder a essa pergunta eu penso na memória, preservada por meio das tradições, do patrimônio material e imaterial. Ela é uma referência ímpar. Nela podemos encontrar a potência para vislumbrar o futuro a partir do passado. A memória é emocional, é afetiva. Ela mexe com sentimentos, com sensações. Como diz meu amigo José Nazal “A gente só ama o que conhece.”

 

Uma das coisas que nos faz sentir parte de um espaço geográfico, de um território, é o vínculo que temos com o passado. Nossa história é parte constitutiva da nossa identidade local. A História pode mostrar que é possível construir o futuro, não um futuro que imite o passado, mas que possa nele encontrar repostas ou estímulos para novos projetos.

anna livia (1)

O conhecimento por parte das comunidades e dos indivíduos do seu patrimônio, da história e da cultura dos locais onde vivem é significativo para o processo de preservação dos bens culturais e também para fortalecer os sentimentos de identidade, que os façam se sentirem sujeitos ativos da história.

 

Conhecer e ocupar os lugares da cidade gera pertencimento uma vez que o conceito de lugar está relacionado à nossa identidade, com o qual criamos vínculos e demonstramos o quanto esse lugar é importante para nós. Conhecer, estudar o lugar onde nascemos e vivemos significa compreender as relações que ali acontecem, o lugar como espaço vivido e construído ao longo do dia a dia pelos indivíduos e por seus interesses.

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Estudar a história da nossa cidade contribui para a manutenção da memória do lugar, significa resgatar e preservar a tradição daqueles que ajudaram na sua construção. É uma oportunidade, única, de compreender a nossa própria identidade.

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Feira de Adoções e Desfile marcam Pet Week em clima de confraternização e amor aos animais

pet week (3)O Boulevard Shopping em Vitória da Conquista viveu um final de semana movimentado e em clima de integração entre pets, tutores e os presentes ao local. Promovida pelo Centro de Especialidades Veterinárias, a Pet Week teve palestras, distribuição de brindes, sorteios, feira de adoção e desfile de animais.

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Entre os temas apresentados no evento, “Conhecendo um pouco mais os medicamentos na Medicina  Veterinária”, “Manejo e cuidados com os animais no banho e tosa”, “Alimentação de Cães e Gatos- por quê oferecer uma ração de qualidade”  e “Ambiente Pet Friendly: o que devo saber antes de levar meu animal ao shopping”.

 

Dra. Hannah Thame e Dr. Alex Gonçalves

Dra. Hannah Thame e Dr. Alex Gonçalves

Os médicos veterinários Dr. Alex Gonçalves e Dra. Hannah Thame, diretores do CEV e organizadores do Pet Week destacam o êxito do evento. “Tivemos um grande público presente, os tutores e seus pets muito animados e uma grande movimentação no shopping, o que nos anima a manter e ampliar esse projeto, que superou nossas expectativas”, afirma o Dr. Alex. “Foi um momento de confraternização e de demonstrar para um grande público as novidades do universo pet. Tivemos ainda uma importante ação social, com a Feira de Adoção de animais e a arrecadação de rações para a ONG 4 Patas, destaca a Dra. Hannah.  A ONG 4 Patas atua na proteção de cachorros abandonados.

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Luciana Trindade, diretora da Concord Distribuidora, uma das parceiras do Pet Week ressalta que “o evento foi maravilhoso, muito participativo, com o envolvimento da comunidade amante dos pets. Estaremos juntos com o CEV nos próximos eventos”.

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As atividades foram encerradas com o Desfile Pet, com a participação de cerca de 40 cães e seus tutores, que deram um show de originalidade. Além da alegria de todos os presentes, o desfile foi marcado por um momento de emoção, com a vitória da cachorrinha Clara, que tem deficiência nas patas traseiras e fez a apresentação numa cadeira de rodas.

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O Pet Week foi realizado pelo CEV em parceria com o Boulevard Shopping, com o apoio da Casa das Rações, Concord Distribuidora, Pet Stop, NaturAU e Arte Magistral.

Sobre ansiedade

Cleide Léria Rodrigues

 

CleideA ansiedade é um sentimento normal na vida de todos nós.

Em um nível controlado , ela é até considerada saudável, pois o medo nos ajuda a evitar comportamentos impulsivos e situações perigosas.

Vale ressaltar que a ansiedade se torna patológica quando entra em um nível elevado e permanece por um longo período de tempo.

Nesses casos, nem sempre a pessoa consegue identificar o que aquela situação está lhe causando medo e preocupação e, muitas vezes tende a interpretar situações normais como perigosas.

Um dos comportamentos mais comuns de pessoas com transtornos de ansiedade é a fuga de situações que causam ansiedade.

Porém quanto mais você foge de situações que te deixam ansiosa(o) , mais a ansiedade ganha força e tende a controlar e limitar seu repertório comportamental.

Mas a psicoterapia pode te ajudar a lidar com sua ansiedade.

O processo psicoterapêutico vai-te ajudar a conseguir elaborar estratégias de enfrentamento, perceber  o que aumenta a sua ansiedade , identificar as possíveis causas e reconhecer as emoções e comportamentos que vêm dificultando a sua vida.

Sendo assim !  Buscar   um profissional  psicólogo para o tratamento é muito importante.

Quando as pessoas aprende a lidar com ansiedade, elas tem  mais paz , tranquilidade de vida que é tão importante para nossos dias.

Quer saber mais ?  Terei maior prazer em falar com você! Acesse @psicologacleiderodrigues.

Um grande abraço.

Cleide Léria Rodrigues  é Psicóloga  – CRP03 18383.

 



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