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Archive for maio 28th, 2022

Viagem Solo

ana livia (3)Anna Lívia Ribeiro

Viajar sozinha nunca foi uma pretensão. Na verdade, comecei a fazê-lo por conta das contingências da vida. Confesso que no início foi difícil não ter alguém próximo para conversar, dar boas risadas, brindar uma taça de vinho ou ajudar a solucionar um perrengue. Mas, com o tempo, fui me descobrindo uma excelente companhia.

A ideia de viajar sozinha, para quem nunca passou pela experiência, pode parecer um pouco intimidadora a princípio. Muitas mulheres, ainda que tenham a vontade, deixam de viajar por receio do que possa acontecer devido ao fato de estarem sozinhas. A insegurança, o medo, a ansiedade e os questionamentos são alguns dos obstáculos que costumam aparecer. No entanto, fazer uma viagem solo não é uma “missão impossível”.

ana livia (2)Bom, o primeiro passo é sentir vontade. Mas, antes de você sair por aí atravessando o mundo sozinha, faça o seguinte: seja uma viajante na sua própria cidade. Caminhe, vá para algum ponto turístico da sua cidade e sinta-se uma verdadeira turista, tire fotos, converse com as pessoas, peça a outras pessoas para te ajudarem com as fotografias. Depois, vá a um restaurante e desfrute da sua própria companhia. Chegando em casa, avalie a experiência: como eu me senti? Achei agradável? Como foi solicitar auxílio de outras pessoas?

 

Caso as respostas não tenho sido satisfatórias, faça outros programas sozinha para ir ganhando confiança. Vá ao cinema ou quem sabe um fim de semana em uma cidade próxima à sua como uma maneira de começar a viajar sozinha.

ana livia (1)

É de praxe tomar todos os cuidados no dia a dia – não andar com celular na mão, bolsa aberta, não caminhar por lugares muito escuros e isolados… Em uma viagem solo não é diferente. Cuidado nunca é demais e mesmo eu, que viajo um bocadinho sozinha, não perco o foco no quesito segurança. Por exemplo, tenho pessoas próximas que seguem as minhas postagens (@viadestinoviagens) durante a viagem e estão avisadas que devem ir em busca de ajuda se eu parar de publicar; sempre escolho alguém que recebe todos os meus dados antes do embarque (passagens aéreas, hospedagens, roteiro da viagem); quando vou fazer algum passeio que considero mais aventureiro, deixo alguém ciente para alguma necessidade de me localizar em caso de emergência; pesquiso sobre o destino e a cultura local. Esses são alguns detalhes que ajudam a ter mais confiança e evitar problemas.

 

Então, ouso dizer que, havendo disposição e vontade, não há grandes motivos para se ter receio de enfrentar uma jornada sozinha por esse mundão (viajar sozinha não é um viajar solitário). O que me incomoda é ser abordada por homens poucos respeitosos.

 

ana livia (4)Mas vai, se joga. A sua própria companhia vale a pena. Por que esperar por outras pessoas para realizar seus próprios desejos? Acredite, você não estará sozinha! Muitas mulheres, assim como eu, estão trilhando novos rumos em viagem solo.

 

Viajar sozinha é um grande aprendizado e um desafio muito libertador. É praticar a autonomia de ser mulher e descobrir que você pode ser mais confiante do que imagina. Poderá fazer tudo o que tem vontade, na hora que quiser, demorar o quanto for necessário, estender a viagem; se tornará mais independente; fará amizades e poderá, de quebra, encontrar um grande amor!

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Ansiedade e autoestima em relacionamentos

Cleide Léria Rodrigues

cleide leriaUltimamente, tem se falado muito sobre a importância da autoestima para que tenhamos uma vida melhor.

A autoestima é a qualidade que pertence ao indivíduo satisfeito com sua identidade, ou seja , quem a tem , é uma pessoa dotada de confiança e que valoriza a si mesma.

O contrário de autoestima temos a baixa autoestima , onde a pessoa tem dificuldades de se enxergar positivamente e interfere em todas as áreas de nossas vivências. Essas áreas abrangem nosso relacionamento amoroso , com amigos , familiares , trabalho.

Além do mais, uma pessoa com baixa autoestima, sente-se com abaixo potencial, e vive buscando ser aceita pelos OUTROS. Ela vive relacionamentos insatisfatório ou abusivos.

Ela não acredita que merece mais que recebe.

Quando se trata de relacionamentos e, o modo como é percebido essa imagem de si mesmo impossibilita essa pessoa de viver plenamente, ter qualidade de vida , alcançar objetivos e sonhos.

Mas , segundo Bert Hellinger, criador das constelações familiares, em toda relação adulta deve existir um equilíbrio de troca saudável, isto é, entre o dar e receber.

Essas por sua vez quando estão equilibradas em um sistema familiar promovem uma vida saudável.

E talvez você esteja sentindo uma tensão em seu relacionamento , a ansiedade pode está desempenhando um papel e você nem tenha percebido.

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A arte em tampinhas de Diocélio Rodrigues

Como a arte nos surpreende, e nessa semana apresento a surpreendente pintura em tampinhas de Diocélio Rodrigues. Um artista plástico, carioca que alcançou notoriedade em seu trabalho com a incrível arte de pintura em tampinhas.

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Como começou a sua arte nas tampinha?

Comecei a pintar tampinha depois que passei cinco anos imaginando como um amigo meu conseguiu pintar uma paisagem na tampinha. Quando comecei, não parei mais.

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Como vc consegue tantas tampinhas perfeitas para seu trabalho?

As tampinhas são fornecidas por um comerciante, q abre a garrafa sem amassa-las.

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Qual maior dificuldade nesse minucioso trabalho?

A pintura em tampinha é extremamente difícil, e requer muita habilidade com as cores.  Além da habilidade citada por Diocélio, uma boa visão é primordial.

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Como vc interage com seus seguidores em sua página?
Mantenho estreito contato com meus seguidores, através de lives semanais, onde procuro conhecer os novos membros do grupo, e conversar com os que me seguem a mais tempo. Como sou músico, ainda faço uma apresentação, seja com instrumento de corda, teclado ou gaita. Somos uma grande família

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Seu trabalho também tem um cunho social que torna sua arte ainda mais excelente e impactante, fala um pouquinho sobre essa faceta de seu trabalho.

Faço essa arte em prol da Casa de Apoio a Criança com Câncer, através da inscrição dos fãs, para ser monetizado e reverter o que ganhar para aquela instituição. Como forma de recompensar quem nos ajuda nesse projeto, faço sorteios mensais de pinturas no YouTube. Além de ensinar passo a passo como pintar.

Voce nos falou de live, sorteios, aula, como entrar em contato para melhores informações:

https://www.facebook.com/ diocelior

 

Diocelio Rodrigues’s (@pinturaemtampinha) profile on Instagram • 193 posts

Diocelio também está no livro dos recordes brasileiro como o pintor de maior número de tampinhas.

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Como tratar e identificar a depressão nos pets

 

Hannah Thame

htUma das principais causas da depressão em animais é a falta do dono. Por conta do cotidiano corrido, trabalho, faculdade e outros compromissos, muitas vezes o pet é deixado sozinho em casa por bastante tempo.

A chegada de outro animal também pode ser a causa da doenças . Assim como o nascimento de uma criança. Isso porque toda a atenção que era para o único cachorro, a partir de então vai ser dividida.

Outro fatores, como mudança de hábitos na rotina, alteração dos horários de passeios e de alimentação, mudança de casa ou ambiente que o animal já estava acostumado e até perda de algum ente querido também podem levá-los ao quadro depressivo.

Durante, e também pós-quarentena, é importante que os donos ensinem e introduza os novos hábitos com muita calma e paciência, além de ficarem atentos com os sinais. Isso porque o home office, e posteriormente o trabalho fora de casa, mudam completamente a rotina dos pets, que podem vir a apresentar sinais de depressão.

Sintomas

pets depreAlgumas mudanças de comportamento do animal podem apontar a doença, como lamber e morder as patas de forma excessiva. O aparecimento de dermatites, perda de peso, apatia, isolamento e distanciamento dos donos e outros animais, falta de apetite e ânimo para brincar e passear também são alguns sinais de que ele pode estar com a doença.

Tratamento

Caso seja diagnosticada a depressão em animais por um veterinário, é preciso mantê-lo ativo com brincadeiras, passeios ao ar livre, enriquecimento ambiental e adestramento.

Além de atenção, você precisa procurar um veterinário para confirmar a necessidade de prescrição de remédios e, também, a visita de um terapeuta de cães para dar as orientações necessárias.

No caso dos felinos, é bom deixá-los em locais onde possam escalar ou se esconder. Pois, quando estão depressivos podem apresentar um comportamento agressivo e miados altos e frequentes.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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