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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 20/nov/2021 . 10:30

Ilhéus: História e Pertencimento

livia (2)Anna Lívia Ribeiro

 

 

foto Anna LiviaCom esse tema, realizamos o Tour Pedagógico pelo Centro Histórico de Ilhéus com os estudantes do Ensino Médio do Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães.

 

Uma das funções da escola é contribuir para a formação de cidadãos críticos capazes de atuar na sociedade em que vivem, de participar da construção e reconstrução da cidade porque todos os acontecimentos ocorrem em uma dimensão espacial e esse espaço é resultado das ações humanas, podendo ser analisado a partir de várias dimensões da realidade: histórica, cultural, econômica, política, demográfica e socioambiental.

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A escola é o universo propício para estimular as pessoas a se apropriarem de todos os lugares, histórias, objetos, monumentos, tradições, saberes e fazeres herdados e produzidos pelos grupos que as constituem. O que começa como espaço indiferenciado transforma-se em lugar à medida que o conhecemos melhor e o dotamos de valor.

 

O conhecimento por parte das comunidades e dos indivíduos do seu patrimônio, da história e da cultura dos locais onde vivem é significativo para o processo de preservação dos bens culturais e também para fortalecer os sentimentos de identidade, que os façam se sentirem sujeitos ativos da história.

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Conhecer e ocupar os lugares da cidade gera pertencimento uma vez que o conceito de lugar está relacionado à nossa identidade, com o qual criamos vínculos e demonstramos o quanto esse lugar é importante para nós. Conhecer, estudar o lugar onde nascemos e vivemos significa compreender as relações que ali acontecem, o lugar como espaço vivido e construído ao longo do dia a dia pelos indivíduos e por seus interesses.

 

Estudar a história da nossa cidade contribui para a manutenção da memória do lugar, significa resgatar e preservar a tradição daqueles que ajudaram na sua construção. É uma oportunidade, única, de compreender a nossa própria identidade.

Consta na Lei Orgânica do Município, no artigo 220 a determinação de ser incluído no currículo escolar da rede municipal de ensino, matéria que verse sobre a História do Município de Ilhéus proposta em 1995 pelo então vereador Nizan Lima. Infelizmente poucas são as escolas que atendem a essa determinação.

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Parabenizo a diretora do colégio Rosana Barbosa e as professoras e professores da Área de Humanas Mara Setubal, Zulmara Teles, Joelson Catarino e Adailton Morais assim como a coordenadora pedagógica Ana Paiva por proporcionarem aos seus alunos essa oportunidade de construção do conhecimento para além dos muros da escola.

Ilhéus é, a cada esquina, uma aula de História, Geografia, Filosofia, Português…

Ilhéus é transversalidade. A riqueza cultural salta aos olhos e inunda todos os saberes e sentidos.

 

Seja turista em sua própria cidade!

 

——

 

Anna Lívia Ribeiro é ilheense, Mãe, Avó, Pedagoga, Especialista em Educação Infantil, Mestra em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Graduanda em Gestão de Turismo, Agente de Viagens.

 

Cartas para Ângela, de Juraci Dórea

juraci dorea_vfOscar D’Ambrosio

oscar 2A relação entre artista, obra criada, sistema institucional que avaliza e público é muito complexa. “Cartas para Ângela 1 e 2”, de Juraci Dórea (Feira de Santana, BA, 1944), trata dessas questões de uma maneira muito pessoal. São trabalhos de 1989, com carvão e PVA (acetato de polivinila) sobre tela que mesclam muitas referências.

Algumas dizem respeito ao processo criativo, em uma esfera mais conceitual, e outras são de caráter pessoal. A aparência remete a cartas de viajantes e existe ironia em relação a comissões julgadoras de arte, já que o próprio criador, em suas instalações do consagrado Projeto Terra, percebeu que era mais fácil fazê-las no sertão do que com apoio institucional.

Verificamos que as missivas, que impactam por seu tamanho desmedido (2,20 x 1,60 m) perante uma carta tradicional, são destinadas a uma certa Ângela. O nome desperta múltiplos simbolismos, pois provém do grego “Ággellos”, que significa mensageiro, e do latim “Angelus”, que quer dizer “anjo”.

A carta, que é uma mensagem, portanto, tem como destinatário um anjo. O tema envolve “engenho e arte” e comparações entre a Nona Sinfonia de Beethoven e o coaxar de sapos. O tom coloquial se mistura a míticos nomes da arte, como Duchamp e Picasso , considerados mortos em uma narrativa que encanta pela mescla entre a densidade e a leveza.

A dor e as feridas

Cleide Léria Rodrigues

 

cleide leriaQuando uma pessoa carrega uma Dor, existe dentro dela uma ferida. E tudo que esbarra nessa ferida será rejeitado por proteção.

Exemplo :  Talvez você possa conhecer uma pessoa que já passou  por situações de alcoolismo na família e sofreu com isso. Esta pessoa vai repudiar todas as outras que bebem , não por conta da pessoa em si , mas pelo comportamento de alguém que está bebendo , seja esta pessoa quem for , pode ser um familiar , namorado ou seu amigo .

As vezes criamos sentimentos que nos ferem por confusão. É preciso ficar bem atento ao que nos move, a sensação que vem do nosso coração é a origem para termos lucidez sobre o que a vida nos apresenta.

Você já sentiu rejeitado em algum momento da sua vida?

Você sabia ? Que rejeição, é ego ferido e percepção equivocada?

Quando nos sentimos rejeitados é porque nosso ego foi ferido , ou por uma percepção errada da realidade ou porque dentro de nós existe a rejeição e quando temos esses sentimentos isso causa Dor , insegurança, tristeza, medo , deixamos de expressar nossos sentimentos por vergonha e o medo do julgamento.

Mas há muitas coisas que não se manifestam em nossa vida porque não é para ser … E ponto. Talvez porque não faça parte do nosso projeto de vida , ou dos nossos sonhos , e insistimos em continuar vitimizados , julgando que fomos rejeitados .Mas na verdade não era para ser !

Vou citar um exemplo que já aconteceu comigo e talvez já tenha acontecido com você também, então vamos fazer essa reflexão:

Muitas vezes queremos algo como a amizade de alguém, mas essa pessoa não tem afinidade com a gente e não quer ser nosso amiga(o) , ou namorada(o) – porque não era para ser da gente, simplesmente assim e, tudo bem, mas nós sentimos rejeitados pela pessoa.

As vezes aquele namorado(a) não faz parte do nosso propósito de vida, e queremos insistir em algo que não é para ser nosso e sofremos sem saber que a pessoa se afastou  e pronto . Aí vem aquela sensação de julgamentos de rejeição de inferioridade de abandono de ser incapaz. Quando na verdade é só porque não era para ser mesmo namoro é sim só amizade.

Existe outras situações que acontecem muito : como exemplo:

Filhos que sente-se rejeitados pelos pais em algum momento, mas na verdade foi só uma percepção distorcida da realidade.

Mas uma das piores rejeições vem de dentro , após um trauma de uma crença ou porque não nos aceitamos .

Muitas vezes rejeitamos a nós mesmos e nos abandonamos . Esta é a rejeição mais profunda , que traz um sofrimento profundo e difícil de ser detectada e percebida.

E tudo que está dentro de nós será refletido fora ;

Então quando sentimos a rejeição, é necessário olhar para dentro de si , fazer um trabalho de autoconhecimento, autocuidado .

Se for preciso buscar fazer uma psicoterapia , o profissional psicólogo vai te orientar nessa caminhada, vai te acolher  , o psicólogo vai te guiar com o tratamento adequado com técnicas científicas e assim você vai se descobrir e se aceitar vai ter saúde emocional e qualidade de vida ser leve e feliz.

Um grande abraço!

Cleide Léria Rodrigues Psicóloga Clínica  – CRP03 18383.

Contato (73)988182419.

Itabuna Bahia Brasil .

 

 

Vídeo publicitário do Governo da Bahia vence Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo

O vídeo “Naquela Mesa”, que faz parte de uma das campanhas publicitárias do Governo do Estado da Bahia para conscientizar sobre os fortes efeitos da pandemia do Covid-19, é um dos vencedores do 43° Prêmio Profissionais do Ano, organizado pela Rede Globo e considerado por muitos o maior prêmio da propaganda brasileira. A divulgação dos vencedores aconteceu nesta sexta-feira (19) e consagrou o vídeo baiano na categoria nacional “Valor Social”.

“É uma conquista grandiosa não só para o Governo da Bahia, mas para nosso estado. Esta é uma das maiores premiacões deste segmento em todo o país e, além de reconhecer a qualidade do trabalho que temos desenvolvido na comunicação, mostra mais uma vez a sensibilidade e responsabilidade com a qual este tema tem sido tratado pelo governador Rui Costa e pelo governo como um todo”, comentou André Curvello, titular da Secretaria de Comunicação Social do Estado, que assina a campanha.

Diretor de criação na Agência Morya, responsável pela produção do vídeo, Bruno Cartaxo destaca o cuidado da equipe no processo criativo. “O desafio era criar um filme para o Governo da Bahia com a temática de prevenção à Covid19 no período da Páscoa,quando as famílias sempre se reúnem para celebrar a data. O tema já tinha sido abordado de diversas maneiras e buscamos uma solução diferente, que saísse do lugar comum, impactasse e chamasse atenção das pessoas”, disse o diretor, ao comentar a conquista disputada por agências de publicidade de todo o país.

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