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Archive for outubro 16th, 2021

A arte que emociona, do menino Samuel Vitor

samu 1Em comemoração ao Mês das Crianças apresento aqui um pequeno grande artista que não brinca em serviço quando o negócio é “fazer arte”!

Samuel Vitor, de Belo Horizonte, autista, de 7 anos, um pequeno grande artista mirim em pleno desenvolvimento nas artes. Se denomina “o pintor das emoções”.

“QUADRO DANÇANTE”

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Samuel fala-me um pouco de você:

A minha assinatura artística é Samuel Vitor. Sou pintor de emoções, gosto de pintar os sentimentos e os pensamentos,  além de pintar gosto de robótica,  jogar xadrez, dançar, cantar e brincar com minhas calopsitas (Mel, Joãozinho, Trevo e Raimundo.

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Fato curioso: gosto de fazer continhas de matemática bem grandes e de cabeça

Gosto de brincar com dinossauros

“SUPER ALEGRE”

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Você participou de um dos meus projetos o mais recente: ARTE É…mostre-nos a obra que representou e fale sobre ela.

Participei com o quadro “Emoções”,  Este quadro 50x70cm chama emoções pq “as emoções que sentimos é que faz todas as coisas acontecerem”.

Assim é a arte, nesse projeto procurei mostrar o que é arte a partir do raciocínio do próprio artista. E Samuel assim definiu a arte.

“EMOÇÕES “

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Samuel, você agora está participando de mais um  projeto de Arte de minha autoria: BRINCADEIRA DE CRIANÇA versão kids que logo em breve estará sendo lançado nas redes sociais.  Nos dê  uma palhinha de sua participação nesse projeto.

Achei muito legal uma Exposição só com crianças pq é a primeira que participo e as crianças pintam com o coração.

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“HISTÓRIA DE NATAL”

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“SEM TÍTULO”

samu 8

Contatos:

https://instagram.com/samuelvitorppc?utm_medium=copy_link

Fica a aqui a dica da visão do Projeto BRINCADEIRA DE CRIANÇA – Criança precisa de crianças para brincar, correr e interagir e não de máquinas! A arte também se destaca como uma atividade incrivel de desenvolvimento criativo e habilidades cognitivas e intelectuais.

Que todas  nossas crianças tenham uma feliz mês da criança, não pulando etapas em sua existência!

Luciane Yahweh 

(Imagens da criança cedidas e autorizadas pela responsável, sua mãe em quem consideramos louvável seu apoio e incentivo a arte na vida de Samuel)

lu

Acesse o site: www.artexpomagazine.com.br

Samuel no instante da criação

Foz do Iguaçu, Terra das Cataratas

foz (3)Anna Lívia Ribeiro

 

Para começar falando do próprio nome da cidade, Foz do Iguaçu. Iguaçu significa água-grande no idioma tupi-guarani, dos índios que habitavam a região. E então é possível imaginar a quantidade de água que passa por lá.

Está localizada no extremo Oeste paranaense na chamada tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

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Apesar de Foz ter sido emancipada lá em 1914 com o nome de Vila Iguaçu, mas a história da terra das cataratas começa bem antes disso, em 1881, quando recebeu seus dois primeiros habitantes: o brasileiro Pedro Martins da Silva e o espanhol Manoel Gonzáles.Em 1918, o município passou a denominar-se Foz do Iguaçu.

Lógico que o principal cartão postal da cidade são as Cataratas, que é um complexo de 275 quedas que se estendem por quase cinco quilômetros do rio Iguaçu.

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É sem dúvida a atração que mais me encantou. Valeu a viagem toda, inclusive as 5 horas de conexão em Guarulhos.

A história do Parque Nacional do Iguaçu começa lá no ano de 1916 com a passagem, por Foz do Iguaçu, de Alberto Santos Dumont. Ele mesmo, o pai da aviação brasileira.

Aquela área pertencia ao uruguaio Jesus Val. Santos Dumont intercedeu junto ao Presidente do Estado do Paraná, Affonso Alves de Camargo, para que fosse desapropriada e tornada patrimônio público.

Foz do Iguaçu é um daqueles destinos conhecidos por suas atrações turísticas que atraem visitantes do Brasil e do mundo. Basta pisar no Parque das Cataratas para começar a ouvir uma dezena de idiomas diferentes.

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Passear por Foz do Iguaçu é obrigatoriamente ir até as Cataratas do Iguaçu, uma das sete maravilhas mundiais da natureza. Sentir as águas das Cataratas salpicando o rosto, molhando os cabelos, arrepiando o corpo é uma sensação indescritível, daquelas que só sentindo pra saber.

Ah! Nada de usar capa de chuva. Permita-se sentir esse deleite!

Abençoada pela natureza a cidade tem locais que são verdadeiros santuários ecológicos com mamíferos e aves de diversas espécies.

A cidade também abriga a hidrelétrica de Itaipu, maior do mundo em geração de energia, o parque das aves, o marco das 3 fronteiras, bar de gelo, museu de cera e outros atrativos.

Foz do Iguaçu tem tudo para cativar seu coração já nos primeiros momentos!

 

Anna Lívia Ribeiro é Ilheense, Mãe, Avó, Pedagoga, Especialista em Educação Infantil, Mestra em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Graduanda em Turismo, Agente de Viagens.

@viadestinoviagens

 

ana livia

 

Passear no sol quente não dá pra ninguém…

 

Hannah Thame

htÉ isso mesmo Amadinhos, os cães não regulam a temperatura do mesmo jeito que nós, por este motivo, eles são mais suscetíveis aos perigos provocados pelas altas temperaturas

Os casos de queimadura aumentam muito durante a primavera e o verão, então nada de passear com seu amigo entre as 10 e 16 horas.

 

Mantenha-o em um ambiente ventilado e com água fresquinha disponível ????. Escolha passear pela manhã cedinho ou no finalzinho da tarde, será mais agradável tanto para você quanto para o seu Pet ????

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Andar com Fé, de Livia Passos

oscar dOscar D’Ambrosio

oscar 2A música “Andar com Fé”, de Gilberto Gil, é o ponto de partida da obra homônima da artista visual Livia Passos. Realizada com tinta acrílica sobre uma folha de papel tamanho A4, a obra constitui uma jornada plástica em que se vê em um corpo, da cintura para baixo, de pés descalços, se deslocando da esquerda para direita.

O detalhe do rosário carregado na mão aponta para a presença da fé. O crucifixo acompanha o movimento da perna e, portanto, da própria existência. As pinceladas rápidas e ágeis na parte inferior da imagem apontam exatamente para a dinâmica do andar em quaisquer cenários, sejam mais ou menos favoráveis de acordo com a situação.

Assim como a letra diz “Oh oh/Na luz, na escuridão/Andá com fé eu vou/Que a fé não costuma faiá olêlê”, a imagem transmite a necessidade de caminhar. Seja por áreas mais claras ou mais sombrias da existência, ela se faz no ato dinâmico de prosseguir e de buscar um futuro a ser construído.

Não existe um amanhã pronto a ser conquistado, mas um passo a passo que ergue aquilo que se deseja para si mesmo e para a sociedade como um todo. Nesse aspecto, a imagem de Livia Passos funciona como um estímulo ao próprio andar. Cada um carrega consigo aquilo que julga ter de melhor e de mais importante, pois a fé, seja naquilo que for, ajuda a continuar…

Por um país de leitores de mundo

Efson Lima

efson limaO acesso aos direitos no Brasil sempre foi uma constante nas diferentes discussões e ganha particularidade quando recortamos os temas. Por exemplo, seja na educação, saúde, cultura e de acordo com a classe social tais direitos são experimentados com maior ou menor qualidade.

 

No Brasil pertencer a determinado grupo significa ter mais ou menos acesso mesmo que esse serviço seja público e estejamos sob os mantos dos postulados da república e da igualdade. Se o desenvolvimento histórico estabeleceu roteiros, cenários e papeis bem delimitados para os atores, cabe aos cidadãos de hoje repensarem os caminhos que desejam trilhar nos próximos anos para que tenhamos um país de leitores de mundo e não sejamos coadjuvantes de nosso tempo. Propugnar pelo acesso à leitura de todos interessa a mim, é uma obrigação de todos desta República e um dever permanente do Estado brasileiro. Não só acessar, mas oferecer as condições.
Fazer esse debate na semana do dia Nacional da Leitura, dia 12 de outubro, é oportuno, pois, em uma sociedade onde 6,8% das pessoas são analfabetas absolutas e 21,7% das pessoas são analfabetas funcionais, os processos eleitorais e o estado democrático de direito estão em risco. Estes números violam consideravelmente os postulados da república e não oportunizam que seu povo possa ser plenamente considerado cidadão. O acesso à leitura é um direito humano para o desenvolvimento nacional, pois, um país de leitores, certamente, será um país de leitores de mundo.
Ler o mundo e compreender o mundo são pressupostos para o exercício da cidadania. Ninguém consegue se sentir bem sem saber ler e escrever. Assegurar o acesso à leitura de todos e permitir ler no sentido pleno é um dever do Estado e da sociedade. É fundante quando as pessoas conseguem enxergar o mundo com seus olhos. Melhor ainda quando os cidadãos interpretam a sua realidade. O dia Nacional da Leitura foi previsto na Lei nº 11.899, de 8 de janeiro de 2009, assim como estabelece a celebração da Semana Nacional da Leitura e da Literatura no Brasil.
Os processos eleitorais só serão bem-sucedidos quando tivermos um país de leitores de mundo. Assim a democracia sofrerá menos riscos, governos autoritários não se manterão e o populismo, certamente, será contido pela força da opinião pública qualificada. Apresentar propostas para um país de analfabetos funcionais é colocá-las em um vazio e, portanto, as comparações entre propostas estarão lastreadas nos valores de uma sociedade que teve o seu desenvolvimento pautado na expressão da desigualdade. Precisamos superar esse modelo e ir alimentando as chamas democráticas. Democracia só rima com inclusão social.

 

 

Efson Lima – doutor e mestre em direito/UFBA. Professor universitário, advogado e escritor.
efsonlima@gmail.com

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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