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Archive for setembro 25th, 2021

A arte guerreira com sensibilidade de Yara Delafiori

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Yara Delafiori/Chavantes-SP. Essa semana em minha coluna, publico uma verdadeira homenagem às mulheres guerreiras, sensíveis, tementes à Deus, que não apenas existem, mas vivem com intensidade, trabalham com prazer, crê com todas suas forças na intervenção divina, e se amam. Vidas de luz que emanam a essência do amor, representadas  através do trabalho dessa talentosa artista plástica.

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Fala-me um pouco sobre a artista YARA DELAFIORI.

Nasci em São Paulo e atualmente resido no interior de São Paulo. Sou professora de Arte da rede municipal e também artista plástica .

Durante 20 anos a Arte era só um hobby mas, de três anos para cá  a arte faz parte de minha  vida de uma maneira profissional.

A busca da essência  feminina tem sido a  poética atual de meu trabalho.

“BELEZA AFRICANA”

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Fale um pouco sobre seu projeto Colcha de retalhos e o universo feminino.

Uma de minhas séries atuais chama-se Colcha de retalhos e o universo feminino.

Onde artista e modelo criam juntas a obra .

Algo muito interessante e desafiador, é a busca do belo em cada mulher retratada .

O belo que retrata e eterniza a auto estima, um momento, um sentimento.

“PENSAMENTOS”

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Iara, que mensagem procurou passar através desse lindo trabalho “Vitiligo, apenas um detalhe” ?

A realização desta obra foi muito desafiadora, em todo o seu processo criativo .

A moça refratada se chama Hellen Borges e ela é de Goiânia.

Fez contato pelo Instagram e escolhemos juntas a imagem para pintar .

Artista, modelo e fotógrafa cruzaram os olhares, criando e eternizando um momento.

Hellen tem vitiligo, e a luz própria que carrega a faz  enxergar o vitiligo com muita leveza e humor .

É uma mulher que se valoriza e ama a sua imagem.

“VITILIGO, APENAS UM DETALHE.”]iara 4

Você participou da exposição IMPACTADOS PELA ARTE, (https://www.exposicoesllima.com/)

 Fale um pouco do impacto que a arte produz em vc e mostre-nos a obra que representou nesse projeto.

A arte para mim sempre foi sinônimo de superação, alegria, esperança e sonhos .

A arte impactou minha vida desde o  primeiro encontro com ela, que foi em forma  de uma tela de paisagem .

de dimensões pequenas mas, o encontro foi muito intenso e avassalador, viajei na paisagem e foi amor à primeira vista .

Desde esse encontro, até a concretização de se tornar uma artista, muitos desafios foram lançados .

De uma menina que tinha pânico das folhas em branco no caderno de desenho, a uma mulher que se tornou íntima da criatividade e de todo o fazer artístico. Além de impactar, a Arte cria uma conexão entre criador e espectador e eu acho isso incrível. A imagem abaixo representa meu trabalho que está exposto no projeto Impactados pela arte. Uma releitura de “ O beijo” de Gustav Klimt. Esta obra impactou o meu coração e acho que estes são um dos objetivos da Arte , chegar até o coração das pessoas.

Ela me transporta aos meus mais sinceros sentimentos com relação ao meu esposo. Uma obra cheia de simbolismo e ternura.

“O BEIJO”

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ARTE É… também foi um de meus projetos  que participou com muito brilhantismo. O que acrescentou em sua carreira artística e que obra representou?

 O projeto Arte é… trouxe p mim a dinâmica da reflexão sobre a palavra Arte .

Uma palavra complexa e desafiadora.

Participei desta exposição com a obra Fé, divulgada abaixo.

Fazendo uma homenagem a uma amiga, a também artista Maria José/RJ .

Uma obra que faz parte da série:  Colcha de retalhos e o universo feminino.

Nesse projeto, minha definição de arte foi Metamorfose.

Assim como a metamorfose é transformação, acredito que a palavra fé segue a mesma vertente, e esse foi o título que

dei para minha obra.

“FÉ”

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Mais um exemplo de seu grande talento no trabalho que faz, Iara consegue falar sem nada dizer

através de sua arte.

“FANTASIA”

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Para conhecer um pouco mais de YARA DELAFIORI, onde ela expõe

suas obras, e descrições a respeito de seu trabalho acessando o link; (https://www.exposicoesllima.com/) ou em suas redes sociais.

lu arte

Como anda a sua autoestima?

auto estima

Cleide Léria Rodrigues

 

cleide l 2Acredite: a verdadeira mora dentro de você. Só em você!

Quando o outro chega , ele deve vir para somar, compartilhar e ajudar construir.

Nunca para ser a razão da sua vida!

Autoestima não é arrogância ou egoísmo, é se empoderar de suas forças, suas  qualidades , acreditar no seu potencial e aprender a lidar com seus defeitos , fragilidades ,sem se vitimizar ou depender do outro para atingir isso .

Outoestima não está associada apenas aos aspectos como a forma que você enxerga  mas a aspectos como suas próprias qualidades, ou seja, a maneira como nos percebemos e nos relacionamos com o outro.

Não esquecendo de acrescentar a autosegurança  as qualidades mencionadas no tripé. Pois autoestima, autoconfiança, autoconhecimento e tantos outros “autos” que interferem diretamente na maneira como nos comportamos , agimos e pensamos.

Entre pesquisas , terapia ,  e muitas conversas , trouxemos algumas informações que podem te ajudar na busca por uma relação consigo mesma.

Afinal , se há um relacionamento no qual devemos investir , é no que temos com nós mesmos. Né verdade ?

Sendo assim vou deixar aqui algumas atitudes que fortalecem a autoestima.

1 – Aprenda a dizer Não;

2 – Valorize suas qualidades;

3 – Se concentre no que deu certo!

4 – Evite tentar adivinhar o que as pessoas pensam sobre você;

4 – Coloque-se sempre em primeiro lugar, isso  não é ser egoísta;

6 – Cultive relações saudáveis;

7 – Cuide da saúde física e mental;

8 – Faça um planejamento e trate metas realistas.

Sendo que na psicologia , autoestima inclui uma avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente  positiva ou negativa em algum grau.

A autoestima envolve tanto crenças autossignificantes e emoções autossignificantes associadas.

A autoestima significa o valor que atribuímos a nós mesmos e nossa capacidade de nos amar .

É o ato de “amar a si mesmo “, que requer atitudes como o autorrespeito , a autoaceitação e o autoconhecimento. Enfim :

Autoestima ou Amor Próprio, é a satisfação, o prazer , a confiança e valorização que temos de nos mesmos , o amor próprio é o amos que temos pela pessoa que somos , cuidado e admirando acima de tudo.

Cleide Léria Rodrigues

Psicologia Clínica  – CRP03/1838.

www. Cleiderodrigues.com.br.

Série Mata À VENDA, de Alice Shintani

alice shintani vf Oscar D’Ambrosio

 

oscar 2A série de pinturas “Mata À VENDA”, de Alice Shintani, na Galeria Marcelo Guarnieri, dialoga com a Série “Mata”, exposta na 34ª Bienal de São Paulo. A primeira, pintada com tinta acrílica sobre tela, está em um espaço comercial; e a segunda, feita com guache sobre papel, pertence ao acervo da artista.

Esses aspectos de local, tamanho (220 x 160 cm na galeria; e 75 x 55 cm, na Bienal) e técnica levantam aspectos de mercado e da institucionalização das artes visuais. No entanto, uma outra porta de entrada está na observação da imagem em si mesma. A obra visual que alude ao Guaraná que está na Galeria é, de por si, significativa.

Não se trata de uma imitação do real, de uma representação do fruto, mas de uma interpretação visual dele. Isso significa que as formas orgânicas que surgem, muito mais do que buscar as suas referências naquilo que entendemos como ser o mundo “verdadeiro”, são o resultado de pesquisas pictóricas.

O resultado pode ser lido em suas dimensões. Uma delas, horizontal, lida com os elos que a imagem estabelece com o mundo; outra, vertical, com os questionamentos internos da artista. No processo de escolhas de composição, linhas e formas, Alice Shintani oferece uma linguagem própria, de grandes proporções, técnica apurada e de ampla repercussão visual.

 

Como manter seu bichinho com bem estar

 

 Hannah Thame

htAssim, mais e mais pessoas vêm se preocupando em oferecer uma vida mais plena e consequentemente, mais longa para seus animais.

Nós sempre batemos na tecla de que a saúde começa pela boca, mas não deve parar por ai!

Uma alimentação saudável é essencial, mas é apenas o primeiro passo na conquista de uma vida com mais disposição, menos doenças e mais daquele brilho no olhar que só quem ama um animalzinho sabe reconhecer.

Ao se considerar a qualidade de vida de um animal, além da alimentação, deve-se levar em consideração alguns outros fatores:

Estimulo mental e físico:
Animais domésticos, principalmente os que vivem em apartamentos, onde não tem contato direto com o movimento da rua, precisam de outras fontes de estimulo.

pet

Em um passeio, além do exercício físico, seu cão treina o faro, tendo acesso a diversos cheiros, sua atenção é cobrada, devido aos sons da rua, às pessoas que passam, aos carros e dessa forma, além dos músculos, seu cérebro é estimulado.

Atenção e carinho

Você fica fora de casa o dia todo? Precisa viajar constantemente?

Cães são seres sociais por natureza, vivem em bando e por mais que você forneça a água e a comida que ele precisa, ele ainda sentirá falta de contato e interação se você tiver uma rotina que te obrigue a se ausentar. Um cão cansado devido a um longo passeio antes de um dia sozinho vai ficar mais calmo com a sua ausência, mas fornecer atenção e carinho ainda é fundamental.

Higiene e limpeza
Cães não precisam de banho todos os dias, na maioria das vezes nem todas as semanas, mas a higiene faz parte de uma boa saúde, e quando não for mais possível abraçar seu cãozinho, é hora de um banho!

Tosas higiênicas e corte das unhas não são apenas uma questão estética, mas também garantem a ele mais conforto!

Duas áreas que normalmente não recebem a atenção devida são as orelhas, que exigem um check-up semanal para manter a otite longe e os dentes, que devem ser escovados frequentemente, para evitar a formação de tártaro que pode levar à perda de dentes e outras doenças mais graves.

A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz  e diretora do Centro de Especialidades Veterinários-CEV Vitória da Conquista.

Você é imediatista?

 

Juliana Soledade

juliana soledadePor Deus, eu sempre ouvi isso desde que me entendo por gente. E cá entre nós, acredito piamente que somos fundamentalmente imediatistas. Somos aliados às urgências, como se a vida fosse um disponível fast food 24 horas. Não fomos educados a saber aguardar e quando atingimos a fase adulta precisamos lidar com a ansiedade e a dura angústia de viver sem saber do futuro. Aguardar significa lidar com a dúvida constante sobre se os planos darão certos e se estamos ou não no caminho desejado.

No entanto, tudo nos carece de esperas. Um resultado de exame, a consulta no médico, o décimo terceiro salário, a posse no cargo público, a fila no hospital, o nascimento de um filho… Me conta, o que não precisa esperar?

Meu ritmo é frenético, calculado semanalmente para todas as necessidades serem atendidas. É uma corrida contra o tempo. Fui criada a não deixar ninguém aguardando, que horários são sempre para serem cumpridos e em contrapartida eu também não aprendi a esperar. É uma corrida contra o tempo, o tempo inteiro e nem sempre ele está ao nosso favor. Uma corrida quase sempre de aprendizados, saber aguardar é o maior deles.

Enfrentamos dificuldades diariamente, desesperamos quando algo não acontece como se desejava. Engolimos medos e angústias sem externar para não sermos taxados de problemáticos. Contudo, quando contamos um sonho a alguém somos surpreendidos com um será que vai dá certo? E isso dá um nó na garganta, porque o sonho poderia estar sendo realizado hoje, agora.

Por que tanto conto de fadas para falar sobre a vida? A minha sorte começa cedinho, às vezes o dia nem acordou ainda, sigo engolindo sapos, aguento a porrada dos desacertos, caio, levanto e quase nunca aceito perder. Aprendo a ser resiliente, aguento críticas e sempre durmo tarde. A sorte acorda novamente no outro dia e continua tentando tudo dar certo. Uma sorte realista feita de muito suor e dor. Tentando todos os dias não ser tão imediatista.

A vida é cheia de surpresas, muitas não dependem das nossas ações. O máximo de controle que temos é sobre o hoje, o que posso ou não fazer agora, a pretensão por escolhas mais adequadas ou assertivas é o que podemos fazer. O amanhã é incerto e se nada der certo, tente. Tente mais uma vez, só por pirraça, por vaidade, por desencargo de consciência, por teimosia. Tente assim como eu não sofrer de angústia e ansiedade.

Um dia, de tanto cair na área, o juiz da vida marca um pênalti, você faz o gol e vira o jogo. E aí você entende que foi a sua queda prévia que o conduziu à vitória. Acredite. As palavras tem um poder imenso. Sempre tiveram. Sempre terão!

—–

Juliana Soledade é advogada, escritora, empresária e teóloga. pós-graduada em Direito Processual Civil e Direito do trabalho.
Escritora do cotidiano que enxerga nas miudezas a possibilidade de orquestrar palavras. Autora dos livros: Despedidas de Mim, Diário das Mil Faces e 40 surtos na quarentena: para quem nunca viveu uma pandemia. E conclui o seu quarto livro, sobre o Caminho de Santiago para lançamento no próximo semestre.

Muito além da música: do que é feito o Encontro de Cordas do ICED

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Michele Ribeiro

Desde o anúncio da realização do Encontro de Cordas 8.0 os dias passaram a ser contados, por muita gente, de forma regressiva, aguardando o momento em que crianças, adolescentes e jovens farão suas apresentações. O Encontro começa dia 27, segunda-feira. Segue até o sábado, com apresentação extra no domingo, dia 3. Mas afinal, o que existe na construção deste evento que o torna tão especial?

Vidas, sonhos, esperança

O Encontro de Cordas está na sua 8ª edição. Em 2020, por conta da Pandemia, foi cancelado. Isso significa que são 9 anos de evento. Porém, a construção deste sonho é de muito antes. Nasceu, como ideia, antes mesmo de chegar em Teixeira de Freitas-BA, onde começou a brotar no bairro Ulisses Guimarães, quando, por meio de um projeto social, o Maestro Orley Silva passou a ensinar música para as crianças do bairro.

A cada criança que aprendia a manusear um instrumento, nascia uma família com muito mais esperança no futuro. Uma expectativa real, que se concretizou em Teixeira de Freitas e região e tomou contornos sólidos com os músicos que passaram a se destacar e viajar para apresentações em Orquestras no Brasil e até mesmo no exterior. Crianças, em sua maioria, de origem humilde, que ganharam ofício, reconhecimento…

Um grande Encontro

Entre os músicos que foram tocar fora e já voltaram, os que ainda não voltaram e aqueles que ainda se preparam, existe um momento no ano em que se reencontram em Teixeira de Freitas-BA: é no Encontro de Cordas. Este espaço que, mais do que promover aulas para os músicos (as chamadas Master Classes) ou mesmo fazer as aguardadas apresentações para o público, simboliza uma celebração para quem está no palco ou na plateia. É a confirmação de que tudo deu (dá) certo quando é feito com seriedade.

Do Início ao Futuro

Neste ano, o tema do Encontro de Cordas é “Do início ao Futuro”. A proposta é trazer uma memória de cada edição. Além disso, entre os músicos, estarão aqueles há 9 anos representavam o futuro e hoje se consolidam entre os profissionais e também, os pequeninos, que dão os primeiros passos na música à luz do exemplo dos mais velhos.

O Colóquio

No transcorrer de sua trajetória, uma das principais adesões ao Encontro de Cordas foi o Colóquio Nacional de Educação Musical, que chega em sua 5ª edição. O tema é o mais atual possível: “Educação Musical em Ambiente Virtual- Os desafios do novo normal”. O evento é uma realização do ICED em parceria com a UNEB Campus X.

Teixeira de Freitas, graças a estes esforços, faz parte do cenário musical do Brasil e integra o calendário cultural do estado da Bahia. O Encontro tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

 

 

Memórias de um Dinossauro

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Mensajero del Diablo (foi num carnaval que passou)

 

1981, Radio Difusora Oeste, Osasco. Nas emissoras do interior, a Equipe de Esportes é uma espécie de faz tudo. Cobre de eleição a velório. Carnaval, então, é quase uma obrigação.

E lá estávamos nós cobrindo o Carnaval, que em São Paulo é (ou era) nos clubes e não ao ar livre, como na Bahia.

Se já é um porre cobrir carnaval de rua, imagine-se nos clubes fechados, transmitindo aquela barulheira insuportável e entrevistando bêbados que não dizem nada com nada.

A transmissão começava as 10 da noite, parava as 11 e retornava meia-noite, avançando pela madrugada.

A parada de uma hora nada tinha a ver com descanso. Naquela época, as igrejas evangélicas já viam no rádio um excelente veículo para difundir a fé cristã e aumentar o rebanho. E aquele horário era comprado por uma dessas igrejas.

Ocorre que, não contente em divulgar a palavra de Deus, o pastor simplesmente esculhambava a cobertura do carnaval, que por acaso era feita na mesma emissora em que ele estava falando.

O mínimo que dizia no ar era que a gente atuava como mensageiros do diabo. E, ao final do programa, ainda sugeria que as pessoas desligassem o rádio.

Eram cinco noites de carnaval, cinco noites de cobertura.

Na terceira noite, deu um problema no equipamento e fui até a sede da emissora fazer a substituição. Eis que, ao me dirigir à sala da técnica, que ficava nos fundos do prédio, deparo com o tal pastor encostado no muro, fazendo uma oração, digamos, mais íntima com uma de suas fiéis. Quase a tradução literal do “crescei-vos e multiplicai-vos”.

Uma chance daquelas, caída dos céus (ops!) não era para ser desperdiçada. E eu não desperdicei:

-Pastor, se nós somos mensageiros do diabo o senhor é o que, devorador de ovelhas?

Nos dias seguintes, se não fez elogios à nossa equipe pela brilhante cobertura da maior festa popular do Brasil (radialista adora uma frase pomposa!), o pastor pelo menos nos deixou em paz.

E certamente passou a ter mais cuidado em suas pegações, perdão, pregações para as ovelhinhas dadivosas.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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