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Archive for abril 24th, 2021

Guaraná produzido pela agricultura familiar baiana conquista mercados nacional e internacional

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A Bahia é o maior estado produtor de guaraná do Brasil (IBGE 2017) e a agricultura familiar vem se destacando nesse cenário, pela qualidade do fruto cultivado. Com uma produção anual de 50 toneladas, a Cooperativa dos Agricultores Familiares do Baixo Sul (Coopafbasul), localizada no município de Ituberá, no Baixo Sul, fatura em média R$16 milhões por ano com grãos qualificados, boa produtividade, rastreabilidade e manejo sustentável.

guaraná (2)A Cooperativa produz guaraná em grãos e em pó, com Selo de Identificação da Agricultura Familiar, e comercializa para diversos municípios baianos e para os estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Sergipe e Paraná. A qualidade do guaraná do Baixo Sul também conquistou o mercado internacional. Esta semana, 21,5 toneladas de guaraná em grãos estão sendo exportadas para os Estados Unidos. É a segunda exportação da Coopafbasul, outras 14 toneladas foram comercializadas para França.

“O motivo maior de orgulho é saber que aquilo que estamos produzindo tem uma excelência em qualidade, que chega a países com alto grau de exigência para produtos de exportação. Com isso, podemos dizer que a agricultura familiar baiana chegou a esse nível graças a projetos do Governo do Estado, como o Bahia Produtiva e o Pró-Semiárido. Esse é o caminho emancipador dos agricultores familiares”, afirma o secretário estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), Josias Gomes.

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As cores e luzes de Almira Reuter

 

Juraci Masiero Pozzobon

 

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Almira Reuter nasceu em 1946 em Nanuque no interior de Minas Gerais. Auto didata, expressionista, começou as suas criações artística em 1986. Almira Reuter trabalha suas criações focando se na trajetória de sua vida de sua terra natal e a sua vida no campo.

 

Almir 1Foi para o Mato Grosso, onde tudo começou com uma vida simples, mudou-se para Cárceres e depois para Cuiabá, onde se destacou como uma grande artista. No início fez trabalhos regionais matogrossenses, memórias de Cuyabá, Chapada dos Guimarães, Pantanal sua história com o fermento e o tempo, com o mesmo título lançou um livro de sua próprio autoria, onde tem abusado e registrados o seu tempo em telas.Hoje Almira Reuter reside em Salvador, cidade capital que escolheu para dar continuidade de sua vida artística, onde inova, trazendo as cores vibrantes e luz. Almira experimentou diversas técnicas e materiais, como em estopa, seda, chitão papel entre outras, também trabalhou na escultura.

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Almira já participou de inúmeras exposições coletivas e individuais, tanto no Brasil como no exterior, a artista destacou-se com vários prêmios em salões, um dele da Funarte com o título “Obras primas” que contemplou uma exposição na Funarte em Brasília, Almira Reuter está sempre reinventando sem perder sua identidade, sendo fiel aos seus sentimentos.

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juraci mazieroJuraci Masiero Pozzobon, Bacharel em Artes plásticas na UNIC – Cuiabá,

Graduada em Ensino da Arte pela FASIPE e Arte Terapia pela Cândido Mendes, RJ.

Doutoranda em Epistemologia e História da Ciência pela

Instituição Iesla/UNTREF – Buenos Aires, Argentina.

 

Serie “21 obras do século 21” (9): “Shooting into the Corner” (2009), de Anish Kapoor

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Oscar D’Ambrosio

O calendário cristão teve início no ano 1 depois de Cristo porque não houve o ano zero. Portanto, o século 21 não começou em 2000, mas em 2001. As décadas, em consequência, começam no ano 1 de cada uma delas. Esta série vai enfocar brevemente 21 obras de arte do século 21, de 2001 a 2021.

Criada inicialmente para o MAK Exhibition Hall, em Viena, Áustria, em 2008-2009, a instalação “Shooting into the Corner”, do indiano Anish Kapoor (1954), trabalha com questões que envolvem elos entre várias linguagens e processos na construção de uma poética que mescla movimento e contemplação.

A instalação consiste em um canhão desenvolvido por Kapoor e uma equipe de engenheiros em que um compressor atira, a cada 20 minutos, bolas de cera vermelha de 11 kg contra o canto de uma parede a uma velocidade de 80 km/h. Ao longo da exposição, cerca de 20 toneladas foram lançadas por uma equipe de funcionários elegantemente vestidos de negro.

Ao impacto sonoro de cada tiro, segue-se o silêncio da cera que escorre e logo se solidifica. Portanto, há uma obra em processo, pois ocorre um acúmulo e deposição dessas “entranhas” que são lançadas no espaço da sala. O diálogo entre cada nova explosão e o subsequente intervalo aponta que a arte se dá justamente nesse fluxo e refluxo do processo criativo.

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Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

16 dores causadas por emoções

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Cleide Léria Rodrigues   

 

cleide leriaEstudos recentes confirmam que certas dores físicas além de estarem ligadas à lesões, podem estar levemente relacionadas a baixos estados emocionais como o estresse ou ansiedade.

Atualmente, ouvimos muito sobre quais são os fatores que nos levam todos os dias a manifestar todos os tipos de doenças físicas.

Fala-se de má alimentação, fatores climáticos e ambientais, fatores genéticos, mas, um dos fatores mais importantes é deixado de lado quando se fala de causas favoráveis de doenças comuns: O fator emocional.

Nos últimos anos, a ciência concentrou-se muito para investigar a influência de nosso estado de espírito em nosso estado físico e como poderia ser de outra forma.Se as emoções que causam doenças realmente existem, nosso corpo sempre emite uma reação de acordo com o que pensamos, sentimos e fazemos. Desta forma, a conexão mente-corpo é dada.

Quando pensar.. quando se sente estressado ou cansado demais, não sente que seu estômago se irrita, seus ombros se contraem ou sua cabeça parece um vulcão prestes a explodir ? Read the rest of this entry »

UESC, um grande patrimônio da sociedade baiana

47 do Campus Soane Nazaré de Andrade. Mais que construções físicas, neste Campus construímos sonhos e ajudamos a transformá-los em realidade

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Prof. Alessandro Fernandes de Santana  

 

alessandro fernandesCom saudades do Campus, celebramos seus 47 anos de tantas histórias. Não apenas a história da Universidade Estadual de Santa Cruz, mas de todos docentes, discentes, técnicos, terceirizados, comunidade externa que aqui, neste Campus, viveram e viverão experiências memoráveis.
Nunca paramos de construir: construímos prédios novos que crescem para atender a demanda da comunidade, da ciência e da tecnologia; construímos cidadãos comprometidos com a sociedade; construímos uma cultura de respeito e coletividade. Construímos juntos, construímos sonhos!
No meio de uma natureza exuberante florescem pavilhões, laboratórios, acervos, salas de aulas, espaços de diálogo, centro de cultura, auditórios, restaurante, espaços de cuidado com o corpo e a mente. Mas, eles não brotaram espontaneamente, foram frutos do plantio árduo de pioneiros sonhadores e sucessores igualmente determinados a tornar o sonho realidade.
uesc (3)Sobre o alicerce da Ceplac foi criada a Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna – Fespi, antecessora da Uesc, em 1973. No dia 22 de abril do ano seguinte, no terreno doado pela família do Sr. Manoel Nabuco, foi inaugurado o Campus Professor Soane Nazaré de Andrade, carregando a honra do nome do idealizador e primeiro Diretor Geral da Fespi. Cinco anos depois já estava sendo construído o que hoje é o prédio central da Universidade, a Torre Administrativa, nomeado Edifício José Haroldo Castro Vieira; homem que, à frente da Ceplac, empreendeu a Universidade para o bem de tantas gerações, junto com tantos outros, a exemplo do Prof. Altamirando de Cerqueira Marques, que como reitor exerceu um importante papel no processo de estadualização da Uesc, em 05 de novembro de 1991. Após a gestão do Prof. Altamirando Cerqueira Marques, sucederam-se respectivamente as gestões da Reitora Reneé Albagli Nogueira, do Reitor Antônio Joaquim Bastos da Silva e da Reitora Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro e do Reitor Evandro Sena Freire – este último, concluindo a gestão da Reitora Adélia – todas importantíssimas para o avanço e consolidação da UESC.
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Memórias de um Dinossauro

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Não vem ao caso

 

Vitória da Conquista, final dos anos 80. A sucursal da TV Cabrália no Sudoeste Baiano dando os primeiros passos e lá estava eu, na fase de ajustes da equipe local de jornalismo.

Tempos tão ´dinossauricos´ que as matérias eram enviadas de ônibus para Itabuna em fitas U Matic e editadas para entrarem nos telejornais.

Eis que o repórter Junior Patente chega da rua com a reportagem da prisão de quatro jovens, com uma senhora quantidade de maconha.

Fita pronta pra ser enviada, o então editor de jornalismo, cujo nome não vem ao caso (gracias Moro!), me diz:

-Essa matéria não pode sair, porque é tudo filho de gente conhecida.

Por “conhecida”, entenda-se, gente com grana ou com poder político.

Fui na jugular:

-E se fosse gente pobre, poderia sair?

O silêncio ensurdecedor do editor foi a resposta que eu esperava.

A matéria saiu e o editor demitiu-se logo depois, embora os jovens nem chegaram a sentir o gostinho da cadeia.

Afinal, em qualquer tempo, certas coisas definitivamente ´não vem ao caso`…

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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