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Archive for fevereiro 27th, 2021

‘Auxílio Emergencial Itabuna’ da Secretaria de Promoção Social atenderá 3.500 famílias carentes

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Três mil e quinhentas famílias itabunenses que estão em situação de vulnerabilidade social, vivendo em estado de extrema pobreza, serão atendidas, a partir de abril, pelo ‘Auxílio Emergencial Itabuna’, da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza. O anúncio foi feito no início da noite desta sexta-feira, dia 26, pela secretária Andrea Castro.

A proposta, transformada em projeto de lei, se encontra em fase de conclusão e será encaminhada, em caráter de urgência, pelo Executivo Municipal nesta segunda-feira, dia primeiro, para ser apreciada e aprovada pela Câmara de Vereadores.

O valor do auxílio emergencial, segundo Andrea Castro, é de R$ 100 reais pelo período de três meses, para as famílias que não são atendidas por nenhum programa social. Read the rest of this entry »

Para Valmir, postura dos prefeitos de Porto Seguro e Teixeira de Freitas é “estarrecedora”

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A região do Extremo Sul da Bahia apresenta uma taxa de mortalidade por coronavírus que é 45% superior a média estadual. A análise refere-se aos três últimos meses, onde a região aparece com 27,2 óbitos a cada 100 mil habitantes, que é o maior índice dentre todas regiões do estado.

Por essa razão, o deputado federal Valmir Assunção (PT), criticou a postura dos prefeitos e secretários de saúde de Porto Seguro e Teixeira de Freitas, que se negaram a adotar o lockdown decretado pelo governador Rui Costa, e estimularam a população a não adotar as medidas de contenção da doença. “Além disso, mais grave ainda, propagam o uso de kits covid, que incluem antibióticos e vermífugos, em uma clara afronta ao conhecimento científico estabelecido”, afirmou Valmir.

Para o petista, o Brasil vive o pior momento da pandemia, com as pessoas sofrendo com perdas de amigos e familiares, e colocar a vida em primeiro plano seria a decisão mais acertada. “Num momento em que estamos com o sistema de saúde absolutamente sobrecarregado, público e privado, ver um prefeito que não tem a sensibilidade e a coragem de proteger a população do seu próprio município, é estarrecedor”, concluiu o parlamentar.

A arte em tampinhas de Diocélio Rodrigues

Como a arte nos surpreende, e nessa semana apresento a surpreendente pintura em tampinhas de Diocélio Rodrigues. Um artista plástico, carioca que alcançou notoriedade em seu trabalho com a incrível arte de pintura em tampinhas.

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Como começou a sua arte nas tampinha?

Comecei a pintar tampinha depois que passei cinco anos imaginando como um amigo meu conseguiu pintar uma paisagem na tampinha. Quando comecei, não parei mais.

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Como vc consegue tantas tampinhas perfeitas para seu trabalho?

As tampinhas são fornecidas por um comerciante, q abre a garrafa sem amassa-las.

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Qual maior dificuldade nesse minucioso trabalho?

A pintura em tampinha é extremamente difícil, e requer muita habilidade com as cores.  Além da habilidade citada por Diocélio, uma boa visão é primordial.

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Como vc interage com seus seguidores em sua página?
Mantenho estreito contato com meus seguidores, através de lives semanais, onde procuro conhecer os novos membros do grupo, e conversar com os que me seguem a mais tempo. Como sou músico, ainda faço uma apresentação, seja com instrumento de corda, teclado ou gaita. Somos uma grande família

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Seu trabalho também tem um cunho social que torna sua arte ainda mais excelente e impactante, fala um pouquinho sobre essa faceta de seu trabalho.

Faço essa arte em prol da Casa de Apoio a Criança com Câncer, através da inscrição dos fãs, para ser monetizado e reverter o que ganhar para aquela instituição. Como forma de recompensar quem nos ajuda nesse projeto, faço sorteios mensais de pinturas no YouTube. Além de ensinar passo a passo como pintar.

Voce nos falou de live, sorteios, aula, como entrar em contato para melhores informações:

https://www.facebook.com/ diocelior

 

Diocelio Rodrigues’s (@pinturaemtampinha) profile on Instagram • 193 posts

Diocelio também está no livro dos recordes brasileiro como o pintor de maior número de tampinhas.

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Adeus, Gumercindo da Rocha Dorea! O editor de Ilhéus para o Brasil

 

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Efson Lima

efson limaNas academias de letras, após o ingresso da pessoa para a confraria, a imortalidade é uma palavra – chave. E o fenômeno vai se confirmando com a morte paulatina de cada um dos participantes, pois, a morte não confere fim a obra. Esta se perpetua. A imortalidade física foi objeto de desejo entre diversas civilizações. Ele impulsionou o surgimento da química, desenvolveu técnicas de preservação de corpos. Se a imortalidade física não pode ser uma constante, a imortalidade simbólica continua a toda prova, ele se confirma com a literatura, a música, o cinema, a arquitetura, a ciência entre tantas outras áreas.

 

 

 
Tenho pesquisado sobre a Academia de Letras de Ilhéus (ALI) desde 2016. Alguns membros da ALI se notabilizaram no cenário nacional e internacional, outros de feição menos popular mais com enorme contribuição no cenário nacional, por vezes, não recebem o devido tratamento. Alguns por estarem afastados da sua pátria regional, outros por não estarem sob nossos olhares. Não obstante, reza a lenda que santo de casa não faz milagre.

 

 

 

Entre esses que fogem a nossa cabeça, podemos registrar Gumercindo, cuja notícia da morte tomei conhecimento via postagem de Geraldo Lavigne, no Facebook. Gumercindo Dórea faleceu no dia 21 de fevereiro do corrente ano, no domingo passado. Ele era um dos membros mais velhos da Academia de Letras de Ilhéus, tinha 96 anos; ocupava a cadeira de n.º 40. Aparentemente desconhecido em sua terra, foi editor de celebridades nacionais. Talvez, sua postura de viés conservador, como apontou Sérgio Mattos, tenha colocado – o em um patamar de menor prestígio (não somos democráticos): “é um dos mais importantes editores nacionais, apesar de ser relegado e contestado devido às suas ligações com o integralismo”.

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Serie “21 obras do século 21” (1): “99 Cent II” (2001), de Andreas Gurksy

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Oscar D’Ambrosio

 

O calendário cristão teve início no ano 1 depois de Cristo porque não houve o ano zero. Portanto, o século 21 não começou em 2000, mas em 2001. As décadas, em consequência, começam no ano 1 de cada uma delas. Esta série vai enfocar brevemente 21 obras de arte do século 21, de 2001 a 2021.

“99 Cent II”, díptico de 2001 (a primeira obra é de 1999, em um sutil trocadilho com o título), é formado por fotografias coloridas, cada uma com 2,07 x 3,37 m, de Andreas Gursky (Alemanha, 1955). As obras retratam o interior de um supermercado com corredores repletos de mercadorias com o valor indicado no título, sendo uma crítica à sociedade de consumo.

As pessoas aparecem diminutas e o amálgama de cores sugere uma grande abstração ou um código de barras. Foram feitos seis conjuntos apresentados em caixas de acrílico. Quando foi leiloado, na Sotheby’s, em 2007, o díptico alcançou o preço de US$ 3,34 milhões, então o valor mais alto para um trabalho fotográfico.

Alteradas digitalmente para reduzir a perspectiva e obter o efeito desejado, as imagens são resultado de impressão colorida cromogênica (“c-print”), processo químico utilizado em laboratórios rápidos que gera reproduções de cores que somem com o tempo. Como as mercadorias de 99 cents, talvez as fotos durem pouco, só que por um alto preço.

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Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

 

 

Mas afinal, por que surge a depressão

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Cleide Léria Rodrigues

 

leriaA depressão é multifatorial, ou seja, não depende de um único fator. Sabe-se hoje, que 20 a 45% das depressões mais aceleradas tem uma base de predisposição genética, e que maior será a proporção para depressões de maior gravidade. (LYUBOMIRSLY. 2008);

Contudo, o fato de haver uma predisposição, não é determinante. Pois, mesmo perante uma situação de maior condição emocional, podemos procurar resolver estratégias de prevenção e tratamento, caso de estarmos deprimido.

Aaron T.Beck, uma referência no estudo da depressão, considera que de algum modo nos tornamos mais vulneráveis à depressão quando perante acontecimentos negativos, estamos propensos a ter atitudes disfuncionais, geralmente relacionadas com uma noção errônea de que nossa felicidade e autoestima dependem de fazermos tudo perfeito ou precisamos sempre da opinião dos outros;

Martin Seligman, um dos fundadores da psicologia positiva que estuda a felicidade e o bem-estar humano fala de um estilo explicativo pessimista de tudo o que nos acontece na vida, tornando-nos mais negativos, críticos, desesperançados e vulneráveis à depressão;

David D. Burns (1999),diz que as emoções resultam da forma como se olha a realidade dos nossos pensamentos, já que, dado o funcionamento de nosso cérebro que precisamos de compreender os eventos, dar-lhes um significado, antes mesmo de sentir.

 

ESTRATÉGIAS QUE TÊM AJUDADO ALGUMAS PESSOAS EM DEPRESSÃO:

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Antonio, Ruy e Coló

Antônio, Ruy e Coló

José Nazal

José Nazal - Foto Maurício MaronEm Ilhéus há duas antigas praças, muito próximas. Ambas ficam na avenida beira-mar, onde tudo acontece, denominada de Soares Lopes. As praças são dedicadas a dois ilustres baianos: o poeta Castro Alves e o jurista Ruy Barbosa.

Um velho frequentador das praças, o bancário Coló, apreciador de uma boa pinga e fumante inveterado, era apaixonado pelo “Poeta dos Escravos” e adversário ferrenho do “Águia de Haia”. Coló, no auge dos seus ‘’porres”, era o mensageiro que levava e trazia os recados entre os bustos dos ilustres homenageados. Na maioria das vezes, recados desaforados.

Coló morava próximo da praça de Antônio, nome pelo qual ele se dirigia ao ídolo e amigo íntimo, o poeta baiano Antônio Frederico Castro Alves. Diante do busto, bradava em alto e bom som: “Antônio, vim lhe dizer que o tal do Ruy desafiou você. Disse-me hoje que encontrou erros de português em seus versos! Vim aqui te dizer isso e pedir permissão para voltar lá e dizer uns desaforos a ele. Tá pensando o quê, o tal jurista? Que é mais importante que você? Vou lá e volto já”.

Partia então Coló, calmamente e num equilíbrio perfeito (com a solenidade que apenas os bêbados têm), para a praça de Ruy. Chegando, desancava o jurista com o recado que trazia a resposta de Castro Alves. Depois de falar, parava para escutar e, a depender do que ouvia nos resmungos de Ruy, passava a xingá-lo com todos os impropérios que conhecia.

Assisti a essas cenas diversas vezes. Quem não viu tem o direito de não acreditar.

*Ex-prefeito de Ilhéus

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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