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Archive for fevereiro 13th, 2021

A magia das aquarelas de Ana Cláudia Taquecita

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Ana Cláudia Taquecita artista de Ribeirão Preto-SP,  seu contato com a arte começou na infância, interrompido  voltando em meados de 2016 a se encantar pela pintura em aquarela, onde tem se dedicando ao estudo e se aperfeiçoando cada vez mais. 

Ana Claudia

Ana Claudia

Como foi seu encontro com a arte de pintar aquarela?

A aquarela entrou em minha vida através dos livros de colorir para adultos em 2016, até aí trabalhava no mundo corporativo, mas sempre gostei de arte, porém, me  achava velha demais pra aprender , mas ouvi histórias de artistas que começaram depois dos 40 anos, isso me empolgou.

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Nos conte um pouquinho qual a  importância  da arte em sua luta contra a enfermidade…

Descobri um câncer de mama, em 2016, mas isso não me desmotivou à pintar, aí que eu percebi o quanto preciso da arte na minha vida, de lá pra cá encontrei um amigo artista que me deu aula de desenho durante à quimioterapia e depois encontrei uma professora que me dava aulas online.

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Nessa luta contra o câncer,  ACTaquecira como assina suas obras, encontrou na arte uma  aliada que prenche sua vida.

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Quando fala se seu trabalho revela seu amor e dedicação  por sua arte:

“Adoro aquarelar, é mais que um hobbie, é um sentido de vida, dá cor e beleza a meu  mundo”. 

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Taquecita  afirma  que tem se aprimorado, e crê que nunca é tarde para realizar um sonho quando se tem força de  vontade nada pode lhe impedir.

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Instagram @actaquecita

watsapp +55 16 98158-8276

Curumim, guardador de memórias

denilson_Curumin-guardador-de-memorias-2 (1)Oscar D’Ambrosio

Denilson Baniwa traz uma oxigenação essencial para a arte brasileira. Seu olhar, ao deslocar o eixo da tradição judaico-cristã ocidental, obriga a rever conceitos cristalizados em nossa tradição visual. A sua origem não o deve colocar como um artista indígena limitado a uma temática étnica. Ele é um criador visual de origem indígena que, em nome de um deslocamento do olhar, lança seus olhares sobre o Brasil e sobre a cultura global sob a perspectiva de retirar todos, inclusive ele mesmo, de qualquer zona de conforto.

“Curumim, guardador de memórias” (tinta acrílica sobre tecido, 1,60 x 2 m) tem como ponto inicial uma célebre fotografia de Steve Jobs, de cócoras, com um computador no colo. A, imagem, realizada por Norman Seeff, foi capa da revista Time de 2011, quando o cofundador e ex-CEO da Apple faleceu.

A imagem de Denilson pode ser lida justamente como a apropriação pela cultura indígena do computador e, por extensão, da tecnologia, como um local de armazenamento das tradições, representadas, por exemplo, nos objetos que estão à direita e à esquerda do jovem índio.

Essas manifestações culturais, sejam utilitárias, religiosas ou estéticas, se mantêm. Portanto, é sinalizado que o índio do presente precisa dominar e acalentar o que existiu em sua cultura e existe globalmente para, de fato, modelar o que existirá.

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Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

Doenças cardíacas em cães

Hannah Thame

 

htCães apresentam, com maior frequência, o processo de degeneração ou envelhecimento das válvulas cardíacas, chamado de endocardiose ou doença valvular crônica. Geralmente, as raças de pequeno porte (poodle, pinscher, yorkshire, etc), com idade acima de 6 anos, são as mais acometidas por esta lesão. Outra doença cardíaca que pode afetar os cães é a cardiomiopatia dilatada, sendo mais frequente em cães de grande porte (dobermann, boxer, labrador, dogue alemão etc).

Os gatos podem desenvolver doenças de evolução silenciosa, como a cardiomiopatia hipertrófica, manifestando-se somente quando já se encontra na sua forma mais grave.

Animais que costumam frequentar regiões de praia podem contrair a dirofilariose, que é causada por um verme, transmitido pela picada de mosquito que vive em regiões litorâneas , que se instala na artéria pulmonar e geralmente atinge o lado direito do coração.

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Doenças respiratórias crônicas (bronquite, estenose ou colapso de traquéia, por exemplo) também podem ocasionar doenças cardíacas, pois sobrecarregam o coração, principalmente o lado direito.

—–

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista

 

Vamos falar sobre ansiedade?

Cleide  Léria Rodrigues

 

leriaDados da organização Mundial de Saúde (OMS) apontam, que a prevalência mundial do transtorno de ansiedade e de 3,6%.

A ansiedade é uma reação que todo individuo experimenta diante de alguma situação do dia a dia camo  falar em público, expectativa para datas importantes, entrevistas de emprego. Véspera de provas, exames de saúde, entre outros.

Porém, se essas vivências forem experimentadas de forma mais frequente e muito intensa pode ser cansiderada patológica, caracterizando um quadro de transtorno mental.

E é um quadro de comorbidade muito frequente na depressão, em especial no transtorno depressivo maior.

 

Suas principais características estão ligadas a um estímulo que está ligado ao fator cognitivo, ou seja, a forma como interpretamos esses instintos ambientais e ou fisiológicos.

O medo é uma emoção ou estado neurofisiológico que antecede à ansiedade. Ele é a resposta emocional a ameaça iminente Real ou percebida.E a ansiedade  por sua vez corresponde ao sistema de resposta cognitivas, afetivas e comportamentais. E esse sistema está voltado ao futuro, ou seja, é a antecipação de ameaça futura.

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Como podemos saber quando a ansiedade normal ou patológicas?

Principais características clinicas;

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Memórias de um Dinossauro

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Mensajero del Diablo (foi num carnaval que passou)

 

1981, Radio Difusora Oeste, Osasco. Nas emissoras do interior, a Equipe de Esportes é uma espécie de faz tudo. Cobre de eleição a velório. Carnaval, então, é quase uma obrigação.

E lá estávamos nós cobrindo o Carnaval, que em São Paulo é (ou era) nos clubes e não ao ar livre, como na Bahia.

Se já é um porre cobrir carnaval de rua, imagine-se nos clubes fechados, transmitindo aquela barulheira insuportável e entrevistando bêbados que não dizem nada com nada.

A transmissão começava as 10 da noite, parava as 11 e retornava meia-noite, avançando pela madrugada.

A parada de uma hora nada tinha a ver com descanso. Naquela época, as igrejas evangélicas já viam no rádio um excelente veículo para difundir a fé cristã e aumentar o rebanho. E aquele horário era comprado por uma dessas igrejas.

Ocorre que, não contente em divulgar a palavra de Deus, o pastor simplesmente esculhambava a cobertura do carnaval, que por acaso era feita na mesma emissora em que ele estava falando.

O mínimo que dizia no ar era que a gente atuava como mensageiros do diabo. E, ao final do programa, ainda sugeria que as pessoas desligassem o rádio.

Eram cinco noites de carnaval, cinco noites de cobertura.

Na terceira noite, deu um problema no equipamento e fui até a sede da emissora fazer a substituição. Eis que, ao me dirigir à sala da técnica, que ficava nos fundos do prédio, deparo com o tal pastor encostado no muro, fazendo uma oração, digamos, mais íntima com uma de suas fiéis. Quase a tradução literal do “crescei-vos e multiplicai-vos”.

Uma chance daquelas, caída dos céus (ops!) não era para ser desperdiçada. E eu não desperdicei:

-Pastor, se nós somos mensageiros do diabo o senhor é o que, devorador de ovelhas?

Nos dias seguintes, se não fez elogios à nossa equipe pela brilhante cobertura da maior festa popular do Brasil (radialista adora uma frase pomposa!), o pastor pelo menos nos deixou em paz.

E certamente passou a ter mais cuidado em suas pegações, perdão, pregações para as ovelhinhas dadivosas.

Tyrone Perrucho, múltiplo e singular

Tyrone Perrucho e Durval Filho

Durval Pereira da França Filho

Meu primeiro contato com Tyrone foi no Grupo Escolar Quinze de Outubro, em 1959, quando éramos estudantes na 5ª série primária e candidatos à segunda turma do GOB – Ginásio Osmário Batista, inaugurado em 27 de setembro de 1958, e com aulas iniciadas em março de 1959. A segunda turma seria a nossa. O nome que constava na matrícula era Tyrone Carlos de Carvalho Perrucho, filho do cabo Wallace Mutti Perrucho (1923-2014), vigilante da costa em tempo de guerra, e da adolescente Glacy Cardoso de Carvalho (1928-2010). O nome foi uma homenagem ao ator norte-americano Tyrone Power (1914-1958).

Foi a partir do Grupo Escolar Quinze de Outubro que nasceu nossa amizade.

Essa amizade se desenvolveu em um grande momento, quando frequentamos a Igreja Adventista no início dos anos 196O. Estivemos juntos em alguns eventos interessantes, como retiros de Carnaval, com ele sempre presente e participativo. Depois, ele saiu e eu fiquei. Read the rest of this entry »

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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