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Archive for outubro 24th, 2020

Luciane Yahweh e a arte como beleza e poesia

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Daniel Thame

 

Luciane Yahweh é uma artista plástica apaixonada por sua arte e pela arte de outros nas mais diferentes esferas. Sua filosofia está fundamentada no “Ubuntu”,  onde ninguém vai longe sozinho no trabalho que propôs a fazer. Unindo forças, ela  busca  reconhecimento de seu trabalho e mostrar o que é a verdadeira arte que não se define apenas pelo belo, mas por sua poética.

 

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De acordo com Luciane, “ como  artista procuro expressar aquilo que tenho dentro de mim. Ser artista é muito além de técnicas de pintura, ou habilidades manuais. É se manifestar com sua arte, imprimir sua alma em cada trabalho, sua habilidade é fazer da vida uma poesia, trazer cor, forma aquilo que está em branco”. “Muitas vezes só o artista pode interpretar sua obra, pois veio do mais profundo de sua alma. Seu poder de criação está em constante movimento.  Ser artista é ser livre para se expressar através das cores e pincéis”, diz.

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“Trabalho para que a arte seja valorizada em todas suas esferas e os artistas reconhecidos em seus trabalhos. Isso se consegue com a uniao de esforços, entendendo que não existem concorrentes na arte, existem artistas com seu próprio estilo que se difere do outro”, afirma. Segundo ela, “não existe o pior ou melhor, existe o mais experiente ou o menos experiente. Não existe o feio ou o bonito, existe por trás de cada obra uma história que faz dela um trabalho significativo.

ARTE QUE IMPRIME A ALMA

 

“Meus trabalhos apresentam cores vivas e traços fortes, expressando aquilo que tem dentro de mim. E por mais que tente, não consigo fazer diferente. As cores fortes expressam alegria, otimismo e esperança, atributos que cultivo”, ressalta.  “Os traços firmes expressam força, fé, alvo definido, demarcado. Nem sempre fui assim, mas a vida me ensinou a trilhar por esse caminho.” E é essa a mensagem que quero transmiti. As cores vivas refletindo otimismo e alegria, e os traços fortes, refletindo a esperança e fé muito presente dentro de mim. Minha alma está impressa em cada trabalho. Amo o que faço e em cada obra finalizada fragmentos desse amor também ficam impregnado na tela” afirma.

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Luciane lembra que “quando eu decidi fazer da minha arte, minha profissão peguei tudo que eu tinha, e fui à luta. O que eu tinha? Quase nada naquele momento, somente uma vontade imensa de ser. Amo o que faço e a cada trabalho concluído, fragmentos desse amor ficam impregnados na tela, é como que imprimir a minha alma em cada trabalho, transmitindo algo positivo”.

EXPOSIÇÕES E FEIRAS

 

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Luciane Yahweh participou de várias exposições e suas obras estão representadas em vários estados brasileiros e no exterior. “Atribuo meu dom a Deus a quem tenho como meu Senhor e Salvador”, ressalta.

 

-Exposição Academia Campineira de Letras e Artes- Licia Simoneti

-Exposição   \”Mulheres Maravilhosas’ – Licia Simoneti

-Exposição Museu histórico Pedagógico Mj José L Sobrinho

-Exposição \”Galeria de Arte e Ateliê Licia Simoneti  \”A diversidade Cultural de Nosso País- Limeira/SP

– 44a Semana de Portinari / Brodowski – SP

– “Galeria a Céu Aberto’ / Ribeirão Preto /SP

– Exposição de arte Nove de Julho Rua Aberta 1a,2a e 3a edição  Ribeirão Preto/Sp

– Exposição Virtual Artecom Expo international Association of Artist  Art Quarantine 3a Edição

– “-Exposição Virtual ARTE EM QUADRADOS”,  ‘VIRUS’ e ‘NOVO NORMAL’

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– “Projeto DIAS DE RECLUSÃO- Maria Vieira/ SP ação solidária

– “Projeto CONVIDA EXPO ART /2020 arte nas máscaras

– “Projeto OPEN CALL FOR ARTIST”

– Exposição Virtual MASP DESENHO EM CASA

– “Projeto ARTNATIC BRASIL – Gallery of Fragrance – Onde uma de minha obra “vestiu” a embalagem de perfumes.

Boneca Gaiola

cecilia menezes

Oscar D’Ambrosio

A arte, com as questões que levanta, é uma maneira de escapar do mundo e de nos trazer de volta para ele. Cecília Menezes realiza justamente esses movimentos. A sua “Boneca Gaiola”, ao remeter, no mínimo, a dois aspectos importantes do universo feminino, traz um pensamento sobre a condição da mulher ao longo da história e no momento contemporâneo.
A imagem de sua cerâmica esmaltada evoca, por exemplo, as Santas de Roca do barroco mineiro, denominação que se dá as imagens sagradas feitas para serem carregadas em procissão e que, por terem uma armação de madeira, podiam ser vestidas. Por isso, recebiam também o nome de imagem de vestir, de bastidor ou de procissão.
A obra também se relaciona com as célebres “cage” crinolinas ou anáguas armadas que lembravam gaiolas de pássaros e eram usadas sob as saias para lhes conferir volume. Inicialmente feitas artesanalmente, com crinas de cavalo trançadas (daí seu nome), a partir de meados do século XIX, passaram a ser produzidas industrialmente, com tirantes e finos arames de aço.
Ao remeter tanto ao universo sagrado das santas como ao profano das mulheres do século XIX, a “Boneca Gaiola” surge como um alerta para a libertação da mulher de qualquer tipo de amarra que seja colocada em seu corpo e em sua mente, colocando-se em pé de igualdade , por mais que as condições históricas lhe tenham negado isso ao longo do tempo, para a construção de uma sociedade mais justa e equânime.
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Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus.

A armadilha de focar no que queremos – quando já o temos

Basia Piechocinska

basia pier 6 (foto Ana Lee)Aquilo em que focamos aumenta em nossa vida. Se começarmos a pensar em carros azuis, começaremos a vê-los em todos os lugares. Se nos concentrarmos em todos os problemas do mundo, parecerá que eles estão aumentando. Se prestarmos atenção ao que amamos em alguém, veremos mais disso. Qualquer coisa que imaginarmos tende a se tornar central para nossa experiência.

Sabendo disso, pode-se decidir simplesmente se concentrar no que é desejado. No entanto, existe uma armadilha.   Ele surge quando, sem saber, já temos of que desejamos.

Sobreviver

jor 1Vamos dar uma olhada em alguns exemplos. Para começar, podemos olhar para a hierarquia de necessidades de Maslow. Isso é semelhante a uma pirâmide. Em sua base, temos as necessidades básicas. Temos a necessidade de respirar, depois a necessidade de água e depois de comida. Acima dele encontraremos necessidades como a necessidade de segurança ou abrigo. Então, temos necessidades sociais e, finalmente, auto-atualização pessoal. Parece lógico que primeiro precisamos ter nossas necessidades básicas atendidas. Se não conseguirmos respirar, não seremos capazes de fazer nada. E assim, pode-se pensar que seremos mais bem atendidos se nos concentrarmos em nossas necessidades de sobrevivência. Então, depois que elas forem atendidas, podemos tentar atender a algumas outras necessidades.

No entanto, é assim que nossa sociedade tende a funcionar em geral. A maioria das pessoas trabalha para conseguir dinheiro para sobreviver. Seu foco é atender às necessidades básicas. Isso leva a uma sociedade onde a maioria das pessoas passa a maior parte do tempo lutando. Quantas vezes por dia você ouve dizer que alguém está na luta da vida? Nossos momentos de alegria, contentamento, êxtase são poucos quando comparados aos momentos de sofrimento.

E assim, ao nos concentrarmos no que pensamos que mais precisamos, podemos satisfazer nossas necessidades de sobrevivência, mas não nos tornaremos indivíduos felizes. Talvez haja uma estratégia melhor para fazer isso.
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Memórias de um Dinossauro

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Radio Kardec

Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), início da década de 80. Nossa briosa equipe estava fazendo a cobertura da festa “Destaques do Esporte”, dessas que acontecem até hoje e que têm troféus pra todo mundo, do “Craque do Ano”, do futebol ao ´cuspe à distância`, até aquele empresário amigo que, coincidência é claro, patrocina o evento ou a equipe de esportes.

Ou as duas coisas.

 
O fato é que naquele dia tinha troféu demais e, pra todo mundo que era anunciado, eu dizia “daqui a pouco vamos ouvir o homenageado”.

E lá ia eu ouvir o homenageado, que invariavelmente dizia chavões do tipo “estou feliz por essa homenagem”, “vou guardar o troféu com carinho”, “não esperava esse prêmio” (se não esperava, aquele cheque de ontem foi o que? Contribuição para alguma obra social?) e outras frases feitas.

kardecEu estava achando aquilo tudo uma baboseira interminável, ainda mais que como o sujeito da antológica música Trem das Onze (“não posso ficar nem mais um minuto com você…”), tinha que pegar o ônibus das 11, ou encarar a pé o caminho para onde morava, num bairro distante da periferia.

Pobre, pero feliz e cumpridor.

De saco cheio ou preocupado com ônibus das 11, nem me toquei quando (glória a Deus nas alturas!) anunciaram o último homenageado:

-E agora o troféu Destaque do Esporte vai para Jair Ongaro.

 

Prontamente, eu perpetrei:

 

 

-Daqui a pouco vamos ouvir o homenageado…

 

Antonio Júlio  Baltazar, o Batata, chefe da equipe de esportes, que comandava a transmissão,  podia perder o amigo, mas não perderia a piada, dada de bandeja e ao vivo nos microfones da nossa Difusora.

-Ô garoto, só se for ouvi-lo no Centro Espírita. Jair Ongaro morreu há mais de 20 anos.

Era homenagem póstuma e eu não havia prestado atenção.

Desliguei o microfone e sai de fininho. No ônibus lotado e cheio de gente sonolenta, ninguém riu de mim. Aliás, ninguém me notou, “famoso quem?” que eu era.

E continuo sendo.

 

Apesar de minhas esporádicas incursões pelo espiritismo, doutrina que admiro e onde tenho amigos que prezo, nunca me atrevi a seguir o conselho do velho Batata.

Naquele lugar chamado eternidade e sem a necessidade terrena de fazer média, Jair Ongaro, sangue italiano, poderia dar uma resposta que chocasse até os ouvintes da Radio Difusora.

 

 

Imagina, então, os da Rádio Kardec.

Castração: Mitos e Verdades

Dra. Hannah Thame

 htAo adquirir um animal de estimação é comum surgirem dúvidas por parte de seus tutores. Entre os principais questionamentos está o dilema da castração. Bem, castração é a uma das respostas que dou para várias perguntas que me fazem sobre cães e gatos.

– O que fazer para que o meu cão/gato não tenha crias indiscriminadamente?
– Como posso diminuir o risco do meu bichano contrair doenças?
– O que fazer para meu cão/gato deixar de ser territorialista?

– Como deixa-los mais tranquilos dentro de casa?

A castração não é a única resposta, mas é uma solução bastante eficaz. O procedimento consiste na remoção dos testículos, em machos, e do útero e ovários, em fêmeas. Pode ser realizado em animais ainda filhotes, a partir de quatro meses de idade, sem que haja interferência em seu desenvolvimento. Para definir qual o melhor momento é necessário que seja feito um acompanhamento por um profissional capacitado, sendo imprescindível a avaliação do Médico Veterinário.

ernesto geladeiraCom relação aos mitos, será que a castração engorda? De fato, após a castração ocorrem alterações hormonais que levam a mudanças no organismo. Pode ocorrer uma diminuição do gasto de energia e uma menor capacidade de controle da saciedade. Caso o animal tenha um estilo de vida sedentário (falta de caminhadas e brincadeiras) e haja predisposição genética para ganho de peso, facilmente podem se tornar obesos. Sendo assim, são necessários cuidados especiais com a alimentação para que efeitos indesejáveis não se sobreponham aos ganhos à saúde.

A castração deixa o animal apático? Voltamos então à questão da obesidade. Caso o animal venha a adquirir muito peso, poderá cansar-se facilmente e não terá a mesma disposição. Logo, vale reforçar a questão dos cuidados com alimentação de um animal castrado.

A castração é um ato de crueldade? Não! É uma cirurgia simples e com pós-operatório tranquilo, especialmente em animais jovens e sem histórico de doenças.

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Flamenguistas querem esquecer o Jogo do Senta

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Walmir Rosário

walmirPor mais que eu goste de alguns amigos flamenguistas, não posso me furtar de lembrar as grandes goleadas aplicadas pelo Botafogo no Flamengo, que jamais serão apagadas da história do futebol. Em 10 de setembro de 1944 – prestes a completar 75 anos, portanto – o clássico disputado pelo Campeonato Carioca, em General Severiano, não acabou. Isso porque os jogadores do Flamengo, ao tomarem o quinto gol sentaram em campo.

Peço perdão pela lembrança aos meus amigos José Senna, Tolentino, Batista, dentre outros, mas não podemos deixar fato como esse apenas nos arquivos de jornais da época, pois não sou baú para guardar segredo. E olha que já vencemos o Flamengo por placares mais elásticos, como no Campeonato Carioca 1927, quando o Botafogo atropelou o Flamengo pelo placar de 9 a 2, na Fase única do certame.

Outros botafoguenses não abrem mão da partida em que o Botafogo venceu com facilidade o Flamengo por 5 a 0, no estádio General Severiano, na Fase 1º Turno do Campeonato Carioca 1924. Outro jogo famoso foi aquela goleada por 6 X 0, em 15 de novembro de 1972, em que os flamenguistas do famoso Canal 100 jogaram fora o filme com vergonha de tamanha derrota.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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