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Archive for outubro 10th, 2020

Lana Bittencourt: a arte como contemplação da alma

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Daniel Thame

 

Lana Bittencourt artista plástica natural de Santa Catarina, atualmente residindo em  Cascavel, no Paraná,  desde muito cedo desenvolveu o  interesse pela arte,  expressado através de desenhos e cores. Ela estudou várias técnicas que hoje compõem suas obras,  entre elas, giz pastel, grafite, lápis de cor, tinta acrílica.

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A técnica mais utilizada pela artista atualmente é acrílica sobre tela e o processo de criação se dá através da espátula e pincéis, com um constante olhar num colorido vibrante com movimento e luz.  “A Arte é um exercício de contemplação da alma, onde a emoção se tornar real”, afirma “ Lana Bittencourt

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No processo de criação, a artista  utiliza sua intuição, sentimentos e seu olhar observador para a natureza os animais e a beleza das flores, que pelas suas mãos serão transformados em uma arte colorida e vibrante, com pinceladas que se cruzam, se entrelaçam, se mesclam revelando um estilo próprio, marcante e fortemente personalista.

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Lana Bittencourt  tem  participação em exposições nacionais e internacionais

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Exposições Internacionais

Arte Borgo Gallery- Roma-Itália

Exposição Semana Brasileña em Barcelona – Espanha  Buenos Aires- Argentina ( Centro Cultural Casa Abierta)

Nacional Áustria- Viena – The Vienna Workshop Gallery

Exposição Art Barcelona- Barcelona-Espanha

Portugal-Vila Nova de Gaia -exposição Cores de Outono

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Exposições nacionais

MAC Museu de Arte de Cascavel- Panorama das Artes Visuais – 2017

A Estrebaria Artes – Exposição Pintou o Verão – 2017/2018

Exposição Ecos da Arte -Alphaville Tênis Club – Barueri – São Paulo – 2018

Arte Esporte e Solidariedade – Leilão virtual – Barueri-SP 2018

Salão Premiado de Verão Solaris – Limeira /SP – 2018/2019

Espaço Paulista de Arte – São Paulo /SP– 2018

MAC- Museu de arte de Cascavel – Cascavel / PR – 2018

Exposição Mottainai- Memorial da América Latina – São Paulo/SP – 2018

Exposição as Belezas e Cores do Brasil- Academia Campinense de Letras – São Paulo/ SP – 2018

Centro Cultural e Histórico Brazilio Ayres de Aguirre – Itapetininga /SP

Le Bougainville – Alphaville /SP

Exposição Outono Arte Festival

VIII Salão Internacional De Artes Visuais- Assembléia Legislativa do estado de São Paulo SP

XLIII Intercâmbio Cultural Internacional de Artes

XXXIX Salon Premier Olhares Múltiplos no Mundo Contemporâneo – Limeira /SP

Semana de Artes – São Pedro da Aldeia- RJ

Exposição Mulheres -Ribeirão Preto-SP

Exposição Formas da Beleza- Cawcine-Rio de Janeiro/RJ -Exposição Amor Manifestado Ribeirão Preto SP

MAC – 4° Panorama Das Artes Visuais de Cascavel

Analogia de Vidas

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Oscar D’Ambrosio

 

A campanha Outubro Rosa vem ganhando cada vez maior visibilidade com uma série de ações voltadas para a saúde da mulher. “Analogia de Vidas II”, o trabalho de Ivone Teixeira Carvalho que acompanha este post, traz uma série de símbolos relacionados justamente com a feminilidade da mulher e a sua capacidade de gerar vidas e de se manter saudável.

 

Se o cabelo solto indica tradicionalmente a feminilidade e a sensualidade, o ventre que gera vidas e o seio que as alimenta surgem como índices essenciais da necessidade de a mulher se preservar para manter a própria vida e também das futuras gerações em suas caminhadas existenciais pelas veredas de uma sociedade em que o preconceito ainda é muito forte.

A cadeia do DNA e a borboleta estão conectadas entre si por serem duas metáforas da vida. Por um lado, temos a decodificação do enigma biológico de nossas pegadas no planeta; por outro, o inseto aponta para transformação e a vida, sendo considerado um tradicional símbolo do renascimento, pois é no casulo que se forma e se fortalece para enfrentar um novo mundo.

 

O fascínio da imagem é reforçado pelas janelas ao fundo, que apontam justamente também para essa passagem do ventre da mãe ou do estado de lagarta para a plenitude da luz da vida. Para que esse ciclo vivencial em que a mulher tem um papel essencial se realize, a saúde tem que estar em primeiro lugar sempre.

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Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus.

 

Outubro Rosa e câncer de mama em cães e gatos

Hannah Thame

htO câncer de mama, doença alvo da campanha Outubro Rosa, não é uma exclusividade dos humanos. Cães e gatos também são acometidos por essa enfermidade. Por isso, a conscientização proposta pela campanha se estende para os tutores de animais de estimação.

Hoje sabemos da importância do diagnóstico precoce para o tratamento e cura do câncer de mama, que é o segundo tipo mais prevalente entre mulheres do mundo inteiro. Nos animais domésticos, a prevalência dessa doença está aumentando consideravelmente, o que reforça a necessidade de falarmos sobre esse assunto, mostrando então a importância da campanha Outubro Rosa Pet.
A crescente incidência de tumores mamários em cadelas e gatas tem várias razões.

Uma delas é a maior expectativa de vida desses animais, que está relacionada a fatores como a nutrição com dietas balanceadas, vacinação em dia, métodos de diagnóstico precoce e tratamentos eficazes. As neoplasias mamárias correspondem a cerca de 50% dos tumores em cadelas e é o terceiro tipo de tumor encontrado em gatas. São mais frequentemente detectadas em animais de meia idade a idosos.

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A intervenção cirúrgica é indicada na maioria dos casos e ocorre com a retirada do tumor e das mamas adjacentes, podendo ser parcial (apenas uma mama), uma cadeia inteira (unilateral) ou total (as duas cadeias mamárias). Em casos mais graves e em confirmação de metástase, cabe ao veterinário avaliar a necessidade da cirurgia, sendo indicados para essas situações os tratamentos com quimioterapia.

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A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal – UESC, Pós-graduanda em Acupuntura – Universallis , Promotora Técnica da Concord /Guabi e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista

Meu Rio Cachoeira de antigamente

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Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

walmirConfesso que sou um pouco saudosista, mas quem há de resistir àquelas boas lembranças dos tempos de criança e adolescente? Poucos insensíveis, diria eu, recordando a belezas e a funcionalidade do rio Cachoeira dos anos 1950/60. A beleza plástica está quase toda registrada nas telas dos nossos artistas, com suas pedras à mostra, às vezes nem tanto, pois também serviam de “quarador” para as centenas de lavadeiras de ganho, ou de casa, que utilizavam as abundantes águas.

Labutavam, ainda, nas águas do velho Cachoeira pescadores – alguns especializados – de pitus, calambaus e camarões; peixes das mais variadas espécies, em sua maioria nobre, a exemplo de robalos, jundiás, tucunarés; os areeiros, que retiravam a areia para as construções com suas canoas e transportadas nos jegues; tipo de transporte também utilizados para levar água (de gasto e de beber) às residências que não dispunham de água encanada, artigo (melhor, serviço) raro à época. Read the rest of this entry »

Memórias de um Dinossauro

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Não vem ao caso

 

Vitória da Conquista, final dos anos 80. A sucursal da TV Cabrália no Sudoeste Baiano dando os primeiros passos e lá estava eu, na fase de ajustes da equipe local de jornalismo.

Tempos tão ´dinossauricos´ que as matérias eram enviadas de ônibus para Itabuna em fitas U Matic e editadas para entrarem nos telejornais.

Eis que o repórter Junior Patente chega da rua com a reportagem da prisão de quatro jovens, com uma senhora quantidade de maconha.

Fita pronta pra ser enviada, o então editor de jornalismo, cujo nome não vem ao caso (gracias Moro!), me diz:

-Essa matéria não pode sair, porque é tudo filho de gente conhecida.

Por “conhecida”, entenda-se, gente com grana ou com poder político.

Fui na jugular:

-E se fosse gente pobre, poderia sair?

O silêncio ensurdecedor do editor foi a resposta que eu esperava.

A matéria saiu e o editor demitiu-se logo depois, embora os jovens nem chegaram a sentir o gostinho da cadeia.

Afinal, em qualquer tempo, certas coisas definitivamente ´não vem ao caso`…

Michele Tazitu, quem é você na quarentena?

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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