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Archive for setembro 26th, 2020

Virginia Segatta e a paixão pela arte

virgina 5Daniel Thame

Virginia Segatta

Virginia Segatta

A artista plástica Virgínia Segatta, paulistana residente em Leme, no interior do estado, desde criança despertou a paixão pela pintura  aos 12 anos começou a terá aulas com a  pintora Virgilina Nogueira. E nunca mais parou. Fez o curso de História e quadrinhos, desenho artístico e moda e em seguida cursou a EPA Escola Panamerica de Artes, do  renomado Manoel Victor Filho,  ilustrador da Editora Abril e ilustrou vários fascículos  como A História de Cristo, Os Bichos. Aves e Plantas.

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Na EPA, cursou  mais um ano de Desenho Artístico , Publicidade com especialização em Ilustração e  Artes Plásticas. Embora não se interessasse pela participação em concursos, foi premiada AACD- SP, em 1° Lugar , com a obra “Paz na Terra ”  e  Biblioteca Adelpha Figueiredo.

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Com o estilo neo-romântico, Virginia começou a expor suas  obras em 1983 ,na Galeria Nerivaldo Leal , na Rua Augusta, centro de São Paulo, onde participou de  várias coletivas de artes  e também fez  exposições individuais, e em parceria com o  artista Surrealista Eduardo Vilela.

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A arte de Virginia foi levada a várias cidades de São Paulo como Salto, Itu, Indaiatuba,  Pirassununga, Araras, Embú das Artes,  Bragança Paulista e Piracicaba, cidade que participou de vários Salões de Artes na Pinacoteca Miguel Dutra.  Ainda em Piracicaba expôs e foi premiada  Mostra da Primavera, na  UNIMEP
Casa de Turismo,  Biblioteca Municipal e  Festa do Divino. Ela também  participou de  uma coletiva de Artes na Galeria Marés em Búzios, no Rio de Janeiro e uma individual em Parauapebas, no Pará

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. virginia 4Em Leme  está sempre  expondo , em mostras individuais  e  coletivas  e organiza saraus  reunindo artistas plásticos, músicos, bailarinos,   mágicos e malabares ,e palhaços.  O reconhecimento veio em várias entrevistas na TV Leme e na MIXTV , televisão regional que abrange 25 cidades.
Virgínia Segatta tem obra em vários países como França, Itália , Espanha, Portugal, Holanda,Bélgica , Japão e Estados Unidos

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São 53 anos dedicados à arte, que ela  define num poema:

“Fiz da Arte, minha vida!
A arte corre por minhas veias
A Arte faz pulsar meu coração!
A Arte é minha vida
Minha maior Paixão”
Vivo pela Arte e com muita Arte
Sou toda Inspiração !
Vivo da Arte ,por Amor
Pois Amo a Arte em Todo seu Esplendor !

 

Memórias de um Dinossauro

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 O rapaz de Ilhéus e a moça do posto de gasolina

Primórdios da TV Cabrália, final da década de 80, início da década de 90.

Cena 1
Nestor Amazonas, mentor e então superintendente daquela aventura que era implantar no Sul da Bahia a primeira emissora de televisão do Norte/Nordeste do Brasil, me chama na sala dele e diz:

-Tá vindo aí um rapaz de Ilhéus, muito bem recomendado. Você coloca ele como editor do Jornal do Meio Dia ou do Repórter Regional.

O JMD e o RR eram, então, os principais telejornais da emissora. Mas com Nestor era assim que as coisas funcionavam. “Coloca ele como editor” e não se fala mais nisso.

Ou, se fala. Quando o “rapaz de Ilhéus” entra no departamento de jornalismo, eu vejo que se tratava de um quase menino. Indicado pelo Nestor, mas ainda assim bastante novo para aquilo que eu imaginava para a função de editor. Feitas as apresentações de praxe, resolvi o problema:

-Você não tem cara de editor, você tem cara de repórter. A partir de amanhã, começa a trabalhar com a equipe de externa, fazendo reportagens.

No dia seguinte, com uma reportagem sobre a precariedade da Guarnição do Corpo de Bombeiros em Itabuna, aquele rapazinho que pela minha intuição não servia para editor iniciava uma das mais brilhantes carreiras de um repórter na Bahia, com passagens pela TV Cabrália e TV Santa Cruz, e rompendo as fronteiras regionais até chegar a Angola, na África, onde trabalhou em duas oportunidades. Aventurou-se pelo marketing político e, além de Itabuna, atuou em Salvador, Aracaju, Recife, Curitiba, Macapá, Manaus  e outras praças. Virou blogueiro de sucesso e ate hoje penso onde poderia ter chegado caso permanecesse como profissional de televisão.

O nome desse rapaz é Maurício Maron, que dispensa apresentações.

Cena 2
Entro no estúdio da TV Cabrália,  levando o roteiro do Jornal do Meio Dia. Naquele tempo não havia computador e as falas dos apresentadores eram escritas numa máquina de datilografia especial, com letras grandes, que ficavam ainda maiores quando colocadas num teleprompter, equipamento que permite passar ao telespectador a impressão (falsa) de que o apresentador ou a apresentadora “decoraram” todas aquelas notícias.

Com o papelório nas mãos, tenho a atenção desviada pra uma moça loira, bonita, vestida com um macacão de um posto de gasolina, pronta para gravar o sorteio de alguns vales-combustível, uma promoção da TV Cabrália com o Posto Universal.

De novo movido pela intuição,quando a gravação do sorteio termina,  peço manterem acesas  as luzes do estúdio, ligar o teleprompter, pego aleatoriamente uma das folhas do Jornal do Meio Dia, entrego para a moça e decreto:

-Senta aí na banqueta de apresentadora e leia isso pra mim.

Ninguém entendeu nada, a moça menos ainda. Mas, foi lá e leu, meio sem graça, mas com firmeza.

Nem esperei ela se levantar da banqueta. Sai do estúdio e fui direto para a sala da superintendência.

– Descobri uma apresentadora da porra!!!

Autorização dada de imediato. Eram tempos em que meu cheque especial na Cabrália tinha crédito farto. Tempos depois, por artimanhas que rendem outra cronica, até minha rica história na tevê tentaram/tentam apagar.

O Posto Universal perdeu uma garota propaganda e a televisão ganhou uma apresentadora de primeira linha, que fez história na Cabrália apresentando o Jornal do Meio Dia e programas especiais (um deles de antologia, o dos 80 anos de Jorge Amado), passou pela TV Santa Cruz, trabalhou na TV Globo do Rio e de São Paulo e depois foi para a Rede Manchete/Rede TV, e hoje está na Band News, esbanjando talento e simpatia.

A moça do posto de gasolina atende pelo nome de Claudia Barthel, que como o ´velho´ e bom Maron, também dispensa apresentações.

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Nos tempos de hoje, em que a Uesc  e Unime despejam jornalistas aos borbotões todos os anos (alguns deles já se achando um Willian Bonner, um Clóvis Rossi, ou  uma Fátima Bernardes)  histórias como essas parecem lenda, delírios de um quase ex-jornalista.

Mas  foram reais, numa época em que havia menos formalismo e mais romantismo na profissão.

Se era melhor ou pior, quem sou eu pra dizer?

Nos 70 anos da televisão brasileira, a TV Cabralia, naquele delírio do Mestre Nestor Amazonas,orgulho de fazer parte de uma história ainda a ser contada

 

Setembro Vermelho: Mês Internacional do Coração

Dra. Hannah Thame

 

htSetembro marca o início de um movimento de amor e conscientização junto ao coração do seu melhor amigo. As doenças do coração nos animais, na maioria das vezes, chegam de forma silenciosa, progressiva e fatal. Portanto o cuidado e a orientação para os problemas que mais afetam os cães e gatos ao longo da vida devem ser constantes.

As cardiopatias em animais são cada vez mais comuns, já que, assim como os humanos, eles estão vivendo mais. O problema se agrava porque o tutor não está acostumado a cuidar dos bichinhos idosos como cuida dos filhotes.  Estima-se que cerca de 35% dos cães serão acometidos por alguma cardiopatia ao atingir a fase idosa e que até aproximadamente 13 anos, cerca de 70% deles vão desenvolver a chamada Doença Valvar Crônica Mitral (DVCM), a principal cardiopatia que acomete os cães.

ethamDeve-se sempre estar atentos a quaisquer alterações observadas, afinal ninguém conhece melhor seu cão do que o próprio tutor. A qualquer mudança na rotina, é preciso consultar um Médico Veterinário para uma avaliação adequada e para realização de exames preventivos a tempo. Os principiais sintomas da doença cardíaca são: apatia e intolerância à exercícios físicos; cansaço frequente; perda de apetite, tosse, engasgos e dificuldade respiratória.

A doença cardíaca pode ser detectada por meio de um exame realizado durante a consulta, através da auscultação do coração com um estetoscópio. Porém, exames complementares podem ser necessários para confirmação de diagnóstico, como raio-x, eletrocardiograma ou ecocardiograma. O tratamento deve ser instituído o mais rápido possível, através do uso de medicações que ajudam a reduzir o trabalho e a carga do coração, proporcionando uma vida mais longa e saudável juntos. Além disso, pode ser feito uso de rações terapêuticas exclusivas para cardiopatas.

Com esses cuidados, seu pet pode viver bem e feliz por muito mais tempo. Se conscientize, quem ama, cuida!

 

(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz

Baden, Vinicius e a história do plágio

Marival Guedes || marivalguedes@yahoo.com.br

Há duas décadas o Brasil perdeu um dos maiores músicos. Baden Powel morreu de infarto, aos 63 anos, no dia 26 de setembro de 2000. Aproveito e compartilho uma história interessante que ele contou durante um show.

Baden era amigo de Vinicius de Moraes (1913-1980) e frequentava a casa do poeta em Petrópolis para comporem e beberem uísque. Ou vice-versa.

Numa dessas mostrou uma música para o parceiro colocar letra. Vinicius gostou, mas até a madrugada não tomou iniciativa alguma. Baden reclamou: Já estamos na terceira garrafa, quase bêbados, são três da madrugada e a letra não saiu…

O poeta disse que aconteceu uma coisa chata, mas não iria contar por ser muito desagradável. Diante da insistência, revelou:

-Eu acho que é plágio

-Porque não disse antes? Eu não teria tocado tantas vezes.

-Mas é e não fica bem. Vai sair nos jornais, “ Vinicius e Baden plagiam música.

-Não é plágio. Mas diga, de quem?

-É claro, Baden, isso aí é Chopin

-Não Vinicius, eu conheço Chopin, não tem nada a ver

-Eu tenho ouvido, Baden, isso é Chopin puro. Você bebeu demais, fez uma música pensando que era sua e não é.

-Não Vinicius, eu acho que quem bebeu demais foi você e está implicando comigo.

-Então pra acabar esta dúvida vou chamar minha mulher, a Lucinha. Ela toca piano e conhece toda a obra de Chopin.

-Vai acordar sua mulher esta hora?

-Ela está acostumada.

Lucinha chega e oferece café, mas Baden gentilmente rejeita argumentando não ser bom misturar. O poeta pediu pra o músico tocar. Em seguida, afirma que é Chopin e pede a opinião de Lucinha, que dá o veredicto: “ Não Vinicius, eu conheço as coisas de Chopin, isso não é Chopin.

Segundo Baden, Vinicius ficou “sem graça” e falou: “até você tá contra mim?”

“Não Vinicius, ninguém está contra você,” interferiu o músico.

O poeta saiu pela tangente de maneira bem-humorada: “Então, Baden, Chopin esqueceu de fazer essa”. Em seguida se dirigiu à máquina de escrever.

Nascia a belíssima Samba em Prelúdio.

Na alegria e na tristeza. Mas… e na pobreza?

Débora Spagnol

 debora 2Enquanto comunhão de vida, o casamento é composto por duas vertentes: pessoal, por livre opção das partes em compartilhar a vida comum e vincular-se aos deveres de coabitação, respeito, cooperação e assistência; e patrimonial, em que os cônjuges determinam a forma de administração dos bens comuns e a solidariedade pelas dívidas do casal.

O casamento por amor, da forma que hoje concebemos, é uma forma de união razoavelmente nova, já que durante muitos séculos o matrimônio acontecia tão somente para manter o nome da família, para aumentar o patrimônio do clã ou apenas para legitimar os filhos. E essa liberdade na escolha do parceiro estendeu-se também à livre disposição acerca do patrimônio do casal.

As relações econômicas entre os cônjuges devem seguir três princípios básicos: a irrevogabilidade (para garantir interesses dos parceiros e de terceiros) (1), a livre estipulação e a variedade de regimes (2).

Nosso Código Civil estabelece quatro regimes de bens: comunhão parcial, comunhão universal, separação convencional ou legal e participação final nos aquestos. A escolha do regime dá-se através do pacto antenupcial e, se este não for realizado, for nulo ou ineficaz, a lei estabelece que o regime a ser adotado será o de comunhão parcial de bens (também chamado legal ou supletivo). A exceção ocorre no caso de separação de bens.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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