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Livro revela como Igreja Católica usou de seu poder para esconder religiosos pedófilos no Haiti

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Em “A Cruz Haitiana”, a vencedora do prêmio Esso de Reportagem, a jornalista Iara Lemos, apresenta fatos estarrecedores sobre esse país tão complexo e tão próximo do Brasil.

livro 1Em um país assolado pelas tragédias naturais e sociais, religiosos utilizaram-se do prestígio trazido pela Igreja Católica para violentar crianças famintas e doentes. Eles usam de seus poderes e superioridade para força-los a cederem seus corpos, recebendo em troca da violência sexual comida e remédios, e algumas vezes, dinheiro.

Esse é o resultado entregue pela jornalista gaúcha, radicada em Brasília, Iara Lemos, no livro “A Cruz Haitiana – Como a Igreja Católica usou de seu poder para esconder religiosos pedófilos no Haiti” (Tagore Editora – 226 páginas – R$ 43).

A obra já está à venda no site escritoresbrasileiros.com.br
(https://escritoreasileiros.commercesuite.com.br/ensaio/a-cruz-haitiana-como-a-igreja-catolica-usou-o-seu-poder-para-esconder-padres-pedofilos-no-haiti)

Nos Estados, A Cruz Haitiana chega às livrarias Leitura de Brasília e São Paulo já a partir do dia 21 de setembro.

Década de pesquisas
Depois que esteve no Haiti para uma série de reportam gens, Iara Lemos debruçou-se sobre o tema durante 10 em busca de documentos sobre as denúncias de abuso sexual cometidos por integrantes da Igreja. Para tanto, teve o apoio de Mitchell Garabedian, uma das maiores referências em defesa dos direitos de crianças e adolescentes no mundo. Garabedian foi o advogado responsável pelas ações que fortaleceram a investigação do caso Spotlight, no início dos anos 2002, que descortinou as violações consumadas por padres na região de Boston, e na exposição da guarita que os criminosos recebiam do cardeal Bernard Francis Law. Ao longo de mais de 20 anos, Law escondeu crimes cometidos pelos padres da região em que ele era responsável, nos mesmos moldes do que ocorria e ainda ocorrem no Haiti.

Iara também se debruçou sobre documentos do Vaticano e das cortes canadenses e americanas e fez contato direto com as vítimas. “E quanto mais cavava, mais estarrecedoras eram as descobertas”, revela Lemos.

Outro colaborador de “A Cruz Haitiana”, o jornalista haitiano Cyrus Sibert, afirma que como a escravidão, a exploração sexual de crianças e sua escravidão (domesticidade) ou (restavek em crioulo) são práticas inaceitáveis. “Neste livro, a jornalista Lara Lemos conta a história das vítimas e dos fracos. Permite que pessoas “sem voz” contem sua história, sua dor. Tive o privilégio de compartilhar com ela minhas experiências, meu testemunho e minhas opiniões sobre uma realidade complexa, às vezes impensável, mas que causa muito sofrimento”, acentua Sibert, que corajosamente expôs o americano Douglas Perlitz (condenado a quase 20 anos de prisão por ter abusado sexualmente de crianças no Haiti) em seus blogs e ex-programa de rádio em Cap-Haitien.

Apesar de ser um livro que apresenta realidades duríssimas, Iara Lemos consegue costurar a narrativa sem perder o olhar nas coisas boas do país, mostrando equilíbrio e amor pelo povo e pela brava forma como convive com suas mazelas. “É um livro indispensável!”, ressalta na contracapa da obra, o ex-representante da OEA no Haiti, o Doutor em Relações Internacionais pelo Instituto de Altos Estudos Internacionais da Universidade de Genebra, Suíça, Ricardo Seitenfus.

A autora
Iara Lemos nasceu em Alegrete, em 1979, mas seu chão sempre foi Santa Maria, ambas no Rio Grande do Sul. Formada em Jornalismo pela UFSM, especialista em História Política do Brasil, atuou em grandes veículos nacionais, como Folha de S.Paulo, Grupo RBS e Portal G1. Venceu um Prêmio Esso, categoria Interior, e tem menção honrosa no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, entre outros. Seu primeiro livro, A Cruz Haitiana, é resultado de longos anos de pesquisas, busca por documentos e sensibilidade ao ouvir depoimentos das vítimas de pedofilia.

O que diz a imprensa

“O livro relata os casos de violência com nomes e sobrenomes dos perpetradores. Alguns casos se tornaram notórios internacionalmente, enquanto outros eram de conhecimento apenas de uma parte da sociedade haitiana. Em todos, prevalece a impunidade por parte da Igreja Católica”. Folha de S.Paulo.

“São 226 páginas de leitura fácil sobre um tema difícil. O Haiti descrito por Iara é um paraíso tropical maculado por integrantes da Igreja Católica, prestigiadíssima por ser fundamental como provedora de auxílio no país mais pobre da América”. Zero Hora.

“Iara mostra como a igreja usou seu poder para esconder religiosos pedófilos no Haiti. Foram mais de 10 anos de pesquisas em três países — o livro ainda resgata documentos do Vaticano, da Justiça do Canadá, Estados Unidos e do Haiti. Período em que a jornalista colheu depoimentos de vítimas dessa chaga da igreja”. Revista Veja, coluna Radar.

Serviço:
“A Cruz Haitiana – Como a Igreja Católica usou de seu poder para esconder religiosos pedófilos no Haiti” (Tagore Editora – 226 páginas – R$43,00)

Programação de lives, espaço para denúncias e mais informações no site: iaralemos.com.br
Informações no Instagram – @iararblemos

A obra está à venda no site: escritoresbrasileiros.com.br
(https://escritoreasileiros.commercesuite.com.br/ensaio/a-cruz-haitiana-como-a-igreja-catolica-usou-o-seu-poder-para-esconder-padres-pedofilos-no-haiti)

Versão física também nas livrarias Leitura de São Paulo e Brasília.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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