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Archive for agosto 8th, 2020

Mil lágrimas derramadas

Fazenda Escola Modelo de Barra usada expertise da Univasf e Embrapa

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A expertise em pesquisa experimental da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ajudarão a Fazenda Escola Modelo, no município de Barra, a desenvolver projetos de fruticultura. As instituições vão firmar termo de cooperação técnica para a transferência de conhecimento. As tratativas iniciais  ocorreram na sexta-feira (07), durante visita da comitiva do Governo do Estado ao Centro de Ciências Agrárias da Univasf e à Embrapa, ambos em Petrolina.BFDA2883-4186-4631-A0C8-65E3704F4709

A comitiva, composta pelas pastas do Desenvolvimento Econômico (SDE), da Agricultura (Seagri), do Desenvolvimento Rural (SDR) e por membros do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), esteve na Fazenda escola na última quarta-feira (05). A instituição de ensino vai desenvolver técnicas agrícolas dentro do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Águas. Read the rest of this entry »

Como Criar Sincronicidade e Milagres

Basia Piechocinska

basia pier 6 (foto Ana Lee)Já experimentou alguma vez uma sincronicidade, um momento no qual parece que tudo coincideu de uma forma quase milagrosa e deu certo? Um encontro com a pessoa certa no momento certo, que resolveu seus problemas de uma forma melhor do que podia ter imaginado?

É lindo quando acontece, mas o que faz isso acontecer? Podemos fazer alguma coisa para isso acontecer mais na nossa vida?

Sim, podemos.

Talvez você já ouviu a frase da Bíblia “Peça e será dado”. E provavelmente já pediu varias vezes mas nem sempre recebeu. Por que? Por que o universo não conspirou ao seu favor para te deliciar com manifestações sublimes?

Para entender isso é preciso entender a diferença entre a energia do estado de pedir e a do estado de receber. São bem diferentes.

basia 1Quando estamos pedindo uma coisa, nosso enfoque é no que falta. Estamos tentando concentrar na coisa especifica que queremos. Isso é ótimo. Saber com precisão o que desejamos ajuda. Este é um passo essencial. A maioria de nós ja está fazendo pedidos, talvez nem tão precisos, mas estamos tendo preferências.

A segunda parte essencial é soltar, para poder receber. Este é o passo que costuma criar maiores dificuldades para as pessoas. Mas sem ele, não tem como receber. É como uma mão. Se nossa mão está-se agarrando a uma coisa, não podeme receber nada. Ela está ocupada com o ato de agarrar e não está disposta a receber. Similarmente, a nossa mente pode criar um estado de enfoque e portanto energia que não está aberta a receber, mesmo tendo o presente na sua frente.

Na hora de pedir podemos ser exatos, mas só se os detalhes nos trazerem clareza e felicidade. Depois é importante solta-los e se abrir para o universo nos entregar este presente da melhor forma, até uma forma melhor e diferente do que estamos imaginando.

basia 2Além de soltar o enfoque nos detalhes precisamos também soltar o enfoque na falta. Isto significa não sempre pensar na falta. “Por que ainda não chegou? Mas este problema é difícil para resolver. Faz muito tempo que estou com ele. É que eu acho quase impossível por causa do x…”
Toda vez que pensamos no problema, nas justificações, na gravidade dele, nas implicações dele, em fim…em qualquer coisa que esteja relacionada com a falta da solução, estamos com a mão fechada e a mente fechada, e não somos capazes de receber.

Dizer que precisamos parar de pensar num problema quando ele é prominente é fácil, mas como realizar? Como deixar de fazer o que a nossa mente levou anos em aperfeiçoar? Se já é um habito tão automático que quase nem percebemos que estamos pensando e sentindo a falta.

basia 3A melhor forma que conheço para praticar o estado receptivo é a meditação. Em outro artigo descrevi o processo de meditação, passo a passo. A meditação ensina a mente a soltar, soltar os pensamentos e todo tipo de agarramento mental e emocional. Por um tempo entramos num estado receptivo. Depois de um tempo de praticas de meditação aprendemos como entrar neste estado pacifico e ele começa naturalmente penetrar na nossa vida quotidiana. Quando não precisamos da mente, ela simplismente relaxa, em vez de incessamente produzir pensamento trás pensamento. Automaticamente começamos passar mais tempo num lugar receptivo, ficamos presentes, receptivos às maravilhas do Universo. E assim começam aparecer as sincronicidades.

E como podemos saber se já estamos neste caminho de receber? Fácil. Depois de fazer seu pedido, preste atenção no seu estado. Como está? O que está pensando?

Surgem pensamentos de falta? “Faz anos que não sinto isso e vai ser difícil acontecer agora…”
Ou uma sensação de leveza e pensamentos de abundancia: “Que lindo vai ser isto!”

A leveza é essencial para convidar os milagres às nossas vidas quotidianas e a meditação ajuda cultiva-la.

Memórias de um Dinossauro

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Onze contra dois (e o Evo  Morales nem jogou…)

Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), 1985. Para quem trabalha em rádio pequena, cobrir uma partida da Seleção Brasileira é a glória. Assim, até um jogo mulambento entre Brasil e Bolívia no Estádio do Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1986, no México, ganhava ares de decisão.

O Brasil, dirigido pelo saudoso Telê Santana, já estava classificado e o time era recheado de jogadores do São Paulo, como Oscar, Silas, Careca, Muller, Sidney e um Falcão já em fase outonal. Enfim, a velha e boa média com a sempre exigente torcida paulista.

Para nós da aguerrida Difusora Oeste, era a chance rara de um dia poder contar (como estou contando aqui) que cobrimos um jogo da Seleção Brasileira. Grande m…, dirão alguns, diante da maneira como o nosso time nacional foi banalizado e transformado em mercadoria para as nikes e cbfs da vida. Mas, naquele tempo a Seleção ainda era uma instituição quase sagrada.

A equipe da rádio para o jogo em questão tinha Alceu de Castro na narração, Carlos Roberto nos comentários e eu como repórter de campo. Os “famosos quem?”.

evoAlceu , era um sujeito simplório, vindo do interior, de São Paulo que adorava imitar o Fiori Giglioti (o grande narrador do ´abrem-se as cortinas, começa o espetáculo…`). Sem muito estudo, quando cismava com uma palavra bonita usava toda hora, mesmo que ela não fizesse o menor sentido na transmissão. A gente se aguentava pra não rir, porque  com aquele seu jeitão caipira, Alceu tinha dotes de boxeador e levar as coisas no bom humor não era seu forte.

O fato é que ao receber a escalação da Bolívia, com aqueles nomes todos em espanhol, parecia que Alceu havia se deparado com a escalação de um time grego, chinês ou polonês, com seus nomes impronunciáveis.

Vendo a dificuldade do narrador, Carlos Roberto passou dica:
-Ô Alceu, pega uns cinco ou seis nomes mais fáceis e toca a transmissão numa boa.

E eu completei:

-Esquece os nomes com “j” ou dois “l”, porque a pronuncia é diferente.

Alceu acatou as sugestões, mas talvez empolgado por estar narrando um jogo da Seleção Brasileira, em vez de cinco ou seis, ele só guardou o nome de dois jogadores da Bolívia: Garcia e Vaca.

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Artes & Artistas

Juraci Masiero Pozzobon

O amor na pedra

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O escultor Paulo Pires de Oliveira, especialmente chamado de Paulo Pires, reside na cidade de Rondonópolis, Mato Grosso e começou a esculpir em madeira aos nove anos de idade, esculpindo pequenas obras.

Paulo Pires teve várias parcerias para cursos, ele abordava nesses cursos a expressão artística retratada em madeira. Com o passar do aprendizado fez uma exposição com os participantes, com uma proposta para descobrir novos talentos e saindo do anonimato.

Paulo Pires, em 1999, resolveu mudar para a perda de arenito, por acreditar que o material é mais apropriado para escultura, mesma sendo mais trabalhoso.

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Ambulância reforça atendimento em Itabuna

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Itabuna recebeu mais uma ambulância, nesta sexta-feira (07). O veículo foi entregue em Salvador, ao Secretário Municipal de Saúde de Itabuna, Emerson Oliveira.
A ambulância, é resultado de uma Emenda Parlamentar da Deputada Estadual, Maria Del Carmem (PT), e foi entregue pelo governador Rui Costa. “Esse é mais um apoio que estamos dando ao atendimento à assistência básica de Itabuna”, disse o governador.F1E24470-6F6B-4412-9F40-B72C71FB7054
A partir do reforço de mais uma ambulância, a Prefeitura de Itabuna, que já trabalha para ampliar os recursos na saúde, vai melhorar o transporte de pacientes. A Prefeitura de Itabuna segue no enfrentamento à COVID-19, ampliando os atendimentos no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, e desenvolvendo ações para melhorar a saúde do município.

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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