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Archive for janeiro 18th, 2020

Os “consulados estrangeiros” em Salvador

Efson Lima

 

efson limaDiante do conflito que tem se acirrado entre EUA e o Irã nos últimos dias sempre vem uma pergunta clássica: como os cidadãos destes países e de outros Estados são socorridos estando no palco do conflito? Uma das iniciativas são as orquestrações e orientações expedidas pelas embaixadas, bem como pelas repartições consulares aos seus respectivos nacionais. E em Salvador será que temos alguma repartição consular?

Uma curiosidade envolvendo as repartições consulares na Bahia é que, em 2019, ao ser ministrada a disciplina de Direito Internacional na Faculdade 2 de Julho, buscamos aproximar o conteúdo da realidade dos estudantes.  Para tanto uma das primeiras inquietações foi supor que Salvador tinha um número razoável de representações consulares.  Sendo assim, para deixar os graduandos mais motivados foi realizada uma visita ao Consulado de Cuba, na Barra.

Após, a visitação, desafiamo-nos a mapear e a ir a outros consulados existentes em Salvador. Então, testou-nos consultar a relação de órgãos estrangeiros no Brasil fornecido pelo Itamaraty, fazer consultas nos sites de buscas e outros meios. A breve pesquisa constatou que Salvador possui um impressionante número de 29 repartições consulares. Algumas óbvias, como o Consulado da Espanha, visto o contingente de espanhóis na Bahia, assim como de alguns países africanos pelas relações socioculturais com a Bahia. Outros consulados nem tanto parecia perceptível, como os da Turquia, Japão e Hungria.

efson    Tais informações podem passar despercebidas no dia a dia. Entretanto, não deveria ser assim. Salvador é uma cidade turística.  Ela recebe milhares de turistas e vários são os episódios envolvendo os cidadãos estrangeiros neste período do ano. Por outro lado, são espaços de fomento a cultura das nacionalidades; promovem diversas atividades e ações de integração com os seus nacionais e soteropolitanos.

A Convenção de Viena de 1967, que regula as relações consulares, estabelece diversas funções, entre elas: a proteção, no Estado receptor, os interesses do Estado que envia e dos nacionais dentro dos limites permitidos pelo direito internacional; fomentar o desenvolvimento das relações comerciais, econômicas, culturais e científicas; e promover ainda relações amistosas entre os Estados e prestar ajuda e assistência aos nacionais, inclusive, pessoas jurídicas.

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A dança da mudança

Eulina Lavigne

eulina lavigneSempre usei esse termo “a dança da mudança” e, coincidentemente, é o título de um dos livros de Peter Senge, com foco nas organizações.

A natureza, com a sua sabedoria, confirma a frase de Heráclito de Éfeso, que diz que nada é permanente exceto a mudança, ensinando que a mudança é uma constante em nossas vidas. E cada mudança que ocorre é um ciclo que se fecha, assim como as estações do ano. E, muitas vezes, torna-se um processo doloroso quando criamos resistência àquilo que precisa ser. Precisamos aprender com a Mãe Natureza a entregar.

Quando o outono se encerra, as folhas caem para dar lugar ao inverno. Sem resistências e, um novo ciclo se inicia para novas folhas surgirem.

dançaA nossa resistência é decorrente do medo. Medo do desconhecido. Medo de abandonar o velho com o qual já estamos acostumados, mesmo que esse velho não nos faça bem. E assim, como numa dança, damos um passinho para frente e outro para traz, resistindo, negando, até que compreendemos e nos libertamos dos velhos padrões.

Ah! Os velhos padrões constituídos de crenças que já não nos servem mais! Precisam ser vistos e revistos em um processo que exige firmeza para fazer diferente do que se acredita. É como se fossemos fazer uma viagem e na bagagem levássemos apenas aquilo que, de fato, faremos uso. Em nossa caminhada seremos convidados a deixar muitas coisas para trás para seguir em frente.

A verdadeira mudança acontece quando conseguimos alinhar o nosso discurso com as nossas ações. Esse é o grande desafio. E é preciso uma conversa séria e sincera com as nossas células para que elas ressignifiquem o seu pensar. Muitos vão achar que eu enlouqueci, conversando com as células. Se você ainda não sabe, temos mais trilhões de células pensantes e inteligentes que agem de acordo com o que aprenderam ao longo da nossa vida e, para quem acredita, ao longo das nossas vidas. Haja memória! Por esta razão, é preciso muita conversa e determinação.

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Diabetes e doença renal: alto índice glicêmico pode afetar a saúde dos rins

diabetes rins

Karina Lins

Você sabia que os rins são uma espécie de filtro no corpo humano, compostos por milhões de vasinhos sanguíneos (capilares)?

Pois bem, o diabetes pode trazer danos a esses capilares, afetando sua capacidade de filtragem. “Isso faz com que substâncias tóxicas que deveriam ser descartadas pela urina acumulem no organismo e outras úteis, como as moléculas de proteína, acabem sendo eliminadas”, afirma a médica endocrinologista do Plansul, Dra. Thaíse Borges.

Dra. Thaise Borges

Dra. Thaise Borges

A nefropatia diabética resulta da longa exposição à glicemia elevada, associada ao mau controle da pressão arterial, dos níveis do colesterol, do hábito de fumar e também de fatores genéticos. Na fase inicial da nefropatia diabética, aparecem pequenas quantidades de proteína na urina (microalbuminúria). “Se a complicação foi diagnosticada precocemente, um controle glicêmico bem rigoroso pode reverter o quadro ou, pelo menos, impedir que ele evolua para doença renal terminal”, diz.

Caso o diabetes continue descontrolado, ocorre piora da filtração renal, podendo ocorrer elevação da pressão arterial e evolução para macroalbuminúria. “A doença não costuma apresentar sintomas. Muitos pacientes, no entanto, notam que a urina passa a ficar espumosa. À medida que a quantidade de proteína na urina aumenta, ocorre uma diminuição da quantidade de proteína no sangue, resultando em retenção de líquido, edema nas pernas e aumento das micções à noite”, explica. Contudo, a médica comenta que mesmo na fase assintomática da Doença Renal Crônica, em que a pessoa está aparentemente saudável, o risco de morte prematura de causa cardiovascular é maior, independente do grau de comprometimento renal.

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Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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